A faiscante

Nora Roberts

Sisters 01 - Nascida no fogo


Para o BERKOWER Amy,

durante uma dcada de cuidar dos negcios



Me vou casar, vou ser a esposa de ningum. Tenho a inteno de ficar solteira para o resto de minha vida.

balada irlandesa do sculo XIX







Captulo um



Estaria no pub,  obvio. Onde mais poderia um homem inteligente entrar em calor em uma tarde fria, miservel pelo vento? Certamente no em casa, por
seu prprio fogo.

No, Tom Concannon era um homem inteligente, pensou Maggie, e no estaria em casa.

Seu pai estaria no bar, entre amigos e risadas. Era um homem a quem adorava rir, e chorar e fazer girar os sonhos improvveis. Um homem insensato, que
alguns poderiam cham-lo. Mas no Maggie, Maggie nunca.

 medida que a teve atormentado ng caminho ao redor da ltima curva que conduzia a thevillageofKilmihil, ela no viu uma alma na rua. No  de sentir saudades,
j que era mais que hora para o almoo e no um dia de passeio com o inverno de carreiras desde theAtlantic como um co do Hades gelado. A costa oeste da Irlanda
estremeceu-se baixo ele e sonhava com a primavera.

Viu seu pai maltratadas Fiat, entre outros veculos, reconheceu. Tim Ou'Malley havia uma grande quantidade de pblico o dia de hoje. Estacionou to perto como pde

porta de entrada do pub morrer, que se encontra em uma linha de vrias lojas.

Enquanto caminhava pela rua o vento golpeou as costas, fez-a acurrucarse dentro da jaqueta de l forrada e atire do gorro de l negro mais abaixo em
a cabea. Cor aoitada nas bochechas como um rubor. Havia um aroma de umidade no frio, como uma ameaa desagradvel. Haveria gelo, pensou a filha do granjeiro,
antes do anoitecer.

Ela no podia recordar um janeiro mais amargo, ou marcar um parecido to empenhado em que sopra seu flego glido overCountyClare. O pequeno jardim diante da loja 
apressou-se pela pagou cara. O que ficava dela estava enegrecida pelo vento e as geladas e laicos lastimosamente no estou acostumado a empapado. 

Ela se compadeceu dela, mas a notcia se celebrar dentro dela era to terrivelmente brilhantes, pergunta-se as flores no se levantam e florescem na 
primavera de distncia. Havia muito calor em Ou'Malley. Ela sentia que seu toque com a boca o momento em que abriu a porta. Podia cheirar a queima de turfa no 
fogo, seu corao ardente ao vermelho vivo com alegria, e a esposa do guisado de Ou'Malley, Deirdre, tinha servido no almoo. E o tabaco, a cerveja, a capa 
membranosa que os chips de fritura que ficam no ar. 

Viu o Murphy em primeiro lugar, sentado em uma das mesas pequenas, com as botas estendeu como ele facilitou uma melodia de um acordeo irlands que fazia jogo com 
a doura de sua voz. Outros clientes do bar estavam escutando, sonhando um pouco mais de sua cerveja e cerveja negra. A melodia era triste, como o melhor da Irlanda, 
a melancolia e formosa como as lgrimas de um amante. Era uma cano que levava seu nome, e falou de envelhecer. Murphy a viu, sorriu um pouco. Seu cabelo negro 
caa desordenadamente pela frente, de modo que ele atirou a cabea para limpar. Tim Ou'Malley estava detrs da barra de morrer, um canho de um homem cujo avental 
apenas se estendia pela circunferncia dele. Tinha uma ampla, com dobras cara e os olhos, que desapareceu nas dobras da carne quando ria. 

Estava polindo lentes. Quando viu o Maggie, continuou sua tarefa, sabendo que ela faria o que fora corts e esperar a fim at que a cano tinha terminado. 

Ela viu o David Ryan, desfrutando de um dos cigarros americanos a seu irmo enviou todos os fromBoston ms, e ordenado a senhora Logan, tecido com l 
de cor rosa, enquanto que seu p tocou a melodia. Houve Johnny idade Conroy, sonriendo toothlessly, de sua explorao da mo nodosa igualmente um trancado de 
sua mulher de cinqenta anos. sentaram-se juntos como recm casados, perdido na cano do Murphy. 

A televiso atravs da barra ficou em silncio, mas sua foto foi brilhante e brilhante com uma telenovela britnica. A gente com roupa formosa e brilhante 
cabelo argumentou ao redor de uma mesa enorme iluminada com velas a base de prata e cristal elegante. 

Sua histria era mais brilhante, muito mais que um pas fora do botequim pouco com sua barra de cicatrizes e as paredes escuras de fumaa de tabaco. 

Maggie desprezo pelas rixas brilhantes personagens ricos em sua habitao foi rpida e automtica como um reflexo rotuliano. Assim foi o puxo rpido da inveja. 

Se alguma vez teve tanta riqueza, pensou, embora,  obvio, no lhe importava uma maneira ou outra-que sem dvida saberia o que fazer com ele. 

Ento o viu, sentado na esquina por ele mesmo. No por separado, absolutamente. Ele foi uma parte to importante da habitao como a cadeira em que sentar-se 
nelas. Tinha um brao pendurando sobre o respaldo dessa cadeira, enquanto que a outra mo sustentava uma taa que sabia que ia celebrar um ch forte atada com 
o irlands. 

Um homem que poderia ser imprevisvel, cheio de arranques e paradas e voltas rpidas, mas ela sabia. De todos os homens que tinha conhecido, que tinha amado 
a ningum com 

a idia completa de seu corao como ela amava ao Tom Concannon. 

Ela no disse nada, aproximou-se dele, sentou-se e apoiou a cabea em seu ombro. O amor por ele se levantou nela, um fogo que esquentava at o osso, mas no queimado. 
Seu brao foi de ao redor da cadeira e rodeou com seus mais de perto. Seus lbios roaram seu templo. 

Quando a cano terminou, tomou a mo entre as suas e a beijou-saba que estaria aqui. " 

"Como sabia que estava pensando em ti, Maggie, meu amor?" 

"Deve ser que estava pensando em ti." sentou-se de novo a lhe sorrir. Era um homem pequeno, mas construdo com todo rigor. Como um touro ano, estava acostumado 
a dizer de 
si mesmo com uma de suas risadas lhe rodem. Havia caudas ao redor dos olhos que se aprofundou e se dispersaram quando ele sorriu. Eles lhe fizeram, aos olhos do 
Maggie, 
quanto mais bonito. Seu cabelo tinha sido gloriosamente avermelha e se enche. Tinha emagrecido um pouco com o tempo, e o cinza veteado pelo fogo como a fumaa. Era, 
ao Maggie, o homem mais arrumado do mundo. 

Ele era seu pai. 

"D", disse. "No tenho notcias". 

-Claro, posso ver por toda parte sua cara. " 

Fazer uma piscada, ele se tirou a boina para que o cabelo lhe caiu violentamente vermelho sobre os ombros. Tinha-lhe gostado sempre a v-lo, a v-lo flash e chiado. 
Ainda podia recordar quando tinha celebrado sua primeira vez, seu rosto crispado pela ira da vida, com os punhos e agitando os pequenos molhos. E seu cabelo brilhava 
como uma moeda nova. 

No tinha sido decepcionado por no ter um filho, tinha sido honrado de ter sido dado o dom de uma filha. "me traga uma menina de beber, Tim". 

"vou tomar o ch", disse em voz alta "Faz frio malvados." Agora que estava aqui, queria que o prazer de desenhar a notcia a cabo, saboreando-o "Por isso est 
aqui cantando uma toada e a bebida, Murphy? Quem vai por diante de suas vacas quente?" 

"Sim", disparou ele para trs. "E se este clima segue assim, vou ter mais bezerros quando chegar a primavera que posso dirigir, como o gado fazer o que o resto 
do mundo faz em uma larga noite de inverno" 

"OH, sente-se junto ao fogo com um bom livro, verdade?" Maggie disse, e tinha a habitao fazendo-se eco da risada. No era nenhum secreto, e s uma ligeira 
confuso ao Murphy, que seu amor pela leitura era bem conhecido. 

"Agora, hei tratou de interesse nos prazeres da literatura, mas as vacas, preferem ver a televiso. "Golpeou seu copo vazio." E eu estou aqui pela tranqilidade, 
o que com seu sistema de calefao rugindo como o trovo dia e noite por que no  assim em casa, jogando com o copo? " 

"D". Quando Murphy se aproximou da barra, Maggie tomou a mo de seu pai de novo. "Precisava lhe dizer primeiro Sabe que tomou algumas peas para comprar McGuinness 
no Ennis esta manh?" 

"Sabia voc agora?" Tirou sua pipa, deu-lhe uns golpes "Deveria me haver dito que se vai. Tem-me feito companhia no caminho." 

"Eu queria faz-lo sozinho." 

"Meu pequeno ermito", disse, e sacudiu um dedo no nariz. < P> 
"D, que os comprou." Seus olhos, to verdes como seu pai, brilhavam. "Ele comprou quatro deles, e 

isso  tudo o que se pulg me pagou por eles nesse momento. " 

"No se diz, Maggie, no diz!" levantou-se de um salto, arrastando com ele, e a fez girar a habitao. "isto escuta, senhoras e senhores. Minha filha, minha prpria 
Mary 
Margaret, vendeu sua taa no Ennis." 

No era rpido, aplausos espontneos e uma inundao de perguntas. 

"No McGuinness," ela disse, responde a disparar de novo. "Quatro peas, e vai olhar mais. Dois vasos, um prato, e A. .. supus que se poderia chamar o ltimo 
um pisapapeles." Ela riu quando Tim conjunto usque no mostrador para ela e seu pai. -Est bem. " Levantou sua taa e brindou. Para o Tom Concannon, quem acreditou 
em mim. " 

"OH, no, Maggie." Seu pai negou com a cabea e tinha lgrimas nos olhos. Para ti. Tudo para ti ". Fez clique nos culos e enviou o usque que lhe caa pela 
garganta" Arranca a caixa para apertar, Murphy. Quero danar com minha filha. " 

Murphy obrigados com uma palmilha. Com os sons de gritos e aplausos, Tom levou a sua filha pelo cho. Deirdre saiu da cozinha secando-as mos no 
avental. Tinha a cara avermelhada da cozinha enquanto ficava a seu marido no baile. Desde palmilha ao carretel e carretel para dana, Maggie se voltou de scio 
a scio at que suas pernas lhe doam. Ao igual a outros entraram no pub, j seja elaborado pela msica ou a perspectiva da empresa, a notcia se difundiu. 
Ao cair a noite, sabia, cada um dentro de vinte kilometros teria ouvido falar dele. 

Era o tipo de fama que ela tinha esperado. Era seu segredo que o que ela desejava mais. 

"OH, o suficiente." deixou-se cair em sua cadeira e lhe arruinou o ch frio. "Meu corao est a ponto de estalar" 

"Assim  a minha. Com orgulho para voc." sorriso do Tom permanecia brilhante, mas seus olhos atenuado um pouco. "Temos que ir dizer lhe a sua me, Maggie. E seu 
irm, tambm." 

-Direi a Brianna esta noite ", seu prprio estado de nimo trocou com a s meno de sua me. 

-Muito bem, ento. agachou-se, passou a mo pela bochecha. " seu dia, Maggie Mae, nada vai danificar por voc." 

-No-tis nossos dias. Pois nunca me teria estalado a primeira borbulha de cristal sem ti. " 

"Ento vamos compartilhar, s ns dois a um tempo." sentia-se asfixiada por um minuto, enjos e quente. Pensou que sentiu um estalo detrs de seus olhos 
antes de que se apaga. Ar, pensou. Necessitava um pouco de ar. "Eu estou de humor para uma unidade. Quero cheirar o mar, Maggie. Quer vir comigo?" 

" obvio que o farei." levantou-se imediatamente. "Mas est fora de congelamento, e o vento  o diabo. Est seguro que quer ir aos escarpados de hoje?" 

"Tenho uma necessidade". Agarrou sua jaqueta, e logo lanar um cachecol ao redor de sua garganta, voltou-se para o pub. Tudas as cores escuras, defumados parecia 
girar em seus olhos. Pensou, com pesar, que ele estava um pouco bbado. Por outra parte, era o dia para isso. "Estamos tendo uma partida conosco. Amanh por 
a noite vai ser. Com boa comida, boa bebida e boa msica, para celebrar o xito de minha filha. vou esperar que cada um de meus amigos ali." 

Maggie esperou at que se perderam no frio. "Uma festa? D, j sabe que no o ter" 

"Eu sigo sendo o dono de minha prpria casa." Seu queixo, muito semelhante a sua filha, sobressaa-me. "Uma parte no haver, Maggie. vou tratar com sua me. Conduzir-lhe?" 

-Est bem. " No houve discusso, ela sabia, uma vez que Tom Concannon tinha metido na cabea. Ela foi agradecido por isso, ou ela nunca teria sido capaz de 
viajar toVenice e aprendiz a si mesmo em uma casa de cristal. Nunca foram capazes de tomar o que tinha aprendido, e o que tinha sonhado, e construir seu prprio 
estudo. Sabia que sua me tinha feito Tom pagar miserablemente pelo dinheiro que havia flanco, mas ele manteve firme. 

me diga o que est trabalhando agora. " 

"Bom,  uma espcie de garrafa. E eu quero que seja muito alto, muito magro. Cnicos que voc v, de abaixo para cima, ento deveria se alargam. um pouco 
como um lrio. E a cor deve ser muito delicada , como o interior de um pssego ". 

Ela o via, claro como a mo que utiliza para descrev-lo. 

" formoso ver as coisas em sua cabea." " fcil v-los ali." Lhe dirigiu um sorriso. O trabalho duro est fazendo em realidade. " 

-vais fazer as realidade. " Lhe acariciou a mo e caiu no silncio. 

Maggie tomou a toro, a estreita estrada por volta do mar. Longe para o oeste, as nuvens voavam em, as velas aoitadas pelo vento e escurecido com tormenta. 
emplastros mais claras foram tragados, e logo se abriram aconteo livre de gema brilhante resplendor no meio do estanho. 

Viu um tigela de fonte, largo e profundo, com essas cores se formavam redemoinhos em guerra, e comeou a lhe dar forma em sua cabea. 

O caminho torcido, e logo se endireitou, como ela enrosca do caminho atravs de sebes estertores amarelados com o inverno e mais alto que um homem. Uma estrada 
santurio dedicado a Mara ficou nos subrbios de um povo. O rosto da Virgem estava sereno no meio do frio, os braos estendidos na generosa acolhida, 
bobamente flores de plstico brilhante a seus ps. 

Um suspiro de seu pai havia Maggie olhando por cima. Parecia um pouco plido a ela, um pouco mais elaborado ao redor dos olhos. "V-te cansada, D. Seguro 
que no quer que te leve de volta a casa?" 

-No, no. " Tirou sua pipa, golpeou-a contra a palma de sua mo distrada. "Quero ver o mar. H uma tormenta, Maggie Mae. vamos ter um espetculo dos escarpados 
do Loop Head". 

"Vamos a por certo." 

Passado o povo a estrada se reduziu alarmantemente at que foi novamente o caminho ao longo de rosca do algodo, como pelo olho de uma agulha. Um homem, 
envolto apertado contra o frio penosamente, para eles, seu fiel co seguintes estoicamente a seus tales. Tanto o homem e o co saiu da estrada 
nos sebes que o caminho facilitado por, a centmetros da ponta das botas do homem. Ele assentiu com a cabea ao Maggie e Tom em sinal de saudao. 

"Sabe o que estive pensando, D?" 

O que  isso? " 

"Se pudesse vender umas quantas mais peas-slo um pouco mais a mente que poderia haver outro forno. Quero trabalhar com mais cor, j v. Se pudesse construir outro 
forno, que poderia haver mais se funde em marcha. O tijolo refratrio no  to custosa, em realidade. Mas vou necessitar mais de duzentos. " 

"pus um pouco por". 

-No, no outra vez. " Por isso, ela se manteve firme. 
A terra no era importante para ele. " 

-Sua me ... " 

"lhe culparam a um santo para compr-lo", disse Maggie com fora. "Apesar de que o dinheiro que trouxe pr comida na boca. Digo-te que era mais fcil que foi voc. 
Brie e no te invejo uma fibra de erva, essa  a verdade, Murphy". Obrigou-se a lhe sorrir, j que tanto a necessitava "Voc tem feito o que no podia, e o que ele 
simplesmente no queria fazer. Voc tem feito crescer a terra. No vamos ouvir falar mais desses " 

Olhou a seu redor ento, como se acabasse saiu de uma habitao vazia em um cheio. Algum tocava a flauta, e a filha de Ou'Malley, pesado de seu primeiro filho, 
estava cantando uma luz, o ar de sonho. Houve um gorjeio da risada de toda a sala, vivo e livre. Um beb estava chorando. Os homens estavam reunidos aqui e ali, 
falando do Tom, e do clima, da gua ruana doentes Jack Marley e a fuga de teto * Donovan cabana. 

As mulheres falavam do Tom tambm, e do clima, dos meninos e das bodas e velrios. 

Ela viu uma anci, um primo longnquo de idade avanada e, nos sapatos gastos e meias remendadas, a histria de um giro de um grupo de jovens com os olhos abertos 
enquanto tecia um pulver. 

"adorava que a gente ao redor, voc sabe. A dor estava ali, como uma ferida aguda em sua voz. "lhe encheram a casa com eles diariamente se pudesse. Sempre foi uma 
maravilha para ele que preferia estar sozinha." Ela tomou uma pausa e esperava que sua voz era casual. "Alguma vez ouviu falar de algum que se chama Amanda? 

"Amanda? Murphy franziu o cenho e considerado. "No. por que me pergunta isso?" 

"No  nada. Provavelmente o confundiram". Ela se encolheu de ombros que de distncia. Sem dvida, as ltimas palavras de seu pai no tinha sido uma estranha mulher 
de nombre.1 deve ir ajudar ao Brie na cozinha. Obrigado pela bebida, Murphy. E para o resto. "Ela o beijou e se levantou. 

No havia nenhuma maneira fcil de conseguir atravs da sala,  obvio. Tinha que deixar uma e outra vez, para escutar palavras de consolo, ou uma histria rpida 
de seu pai, ou em caso de morte do Tim Ou'Malley, para oferecer comodidade a si mesmo. 

"Jesus, eu sentiremos saudades", disse Tim, descaradamente secando-os olhos. "Nunca tive um amigo to querido para mim, e nunca mais. Brincou sobre a abertura de 
um pub de sua propriedade, voc sabe. me dando um pouco de competncia". "Sei." Ela tambm sabia que no tinha sido uma brincadeira, mas sonho de outro. 

"Queria ser um poeta," algum outro posto no Maggie abraou enquanto Tim e lhe aplaudiu as costas. "Disse que havia s careceu das palavras a um ser". 

"Tinha o corao de um poeta", disse Tim entrecortada. O corao e a alma de um, para estar seguro. Um homem mais fino que nunca caminhou nesta terra que Tom Concannon. 
" 

Maggie teve palavras com o sacerdote a respeito dos servios funerrios fixada para a manh seguinte, e finalmente se meteu na cozinha. 

Era to concorrido como o resto da casa, com as mulheres que servem comida muito ocupados ou que o faam. Os sons e os aromas eram da vida aqui-hervidores cantando, 
sopas cozer a fogo lento, um bicarbonato de presunto. Os meninos vagavam sob os ps, para que as mulheres-con essa graa extraordinria derivada da maternidade que 
pareciam ter nascido con-esquivou recolheu ao redor deles ou eles como necessidades demandadas. 

O cachorrinho co lobo que Tom tinha dado Brianna em seu ltimo aniversrio roncava alegremente sob a mesa da cozinha. Brianna mesma estava na cozinha, com a cara 
composta, com as mos competentes Maggie podia ver os signos sutis de dor nos olhos tranqilos e o brando, sem sorrir boca. 

-Ter um prato. " Uma das vizinhas viu e comeou ao Maggie  alimentao monto juntos. "E que vai comer ou responder para mim." 

"S vim a ajudar." "Ajudar ao comer alguns destes mantimentos. Suficiente para um exrcito que . Voc conhece seu pai uma vez me vendeu um galo. Afirmou que era 
o melhor galo no condado e me manteria galinhas felizes nos prximos anos. Ele tinha uma maneira com ele, Tom fez, que lhe tem feito acreditar o que estava dizendo 
apesar de que sabia para tolices. " amontoam-se grandes pores de comida no prato enquanto falava, tomar o tempo para acariciar a um menino fora do caminho sem 
romper o ritmo. -Bom, um pssaro terrvel, dizer que resultou ser, e nunca a tripulao uma vez em sua vida miservel. " 

Maggie sorriu um pouco e disse que o que se esperava dela, embora sabia que a histria tambm. "E o que fez com o galo D lhe vendeu, a senhora de maio ou? 

"Retorcia-me o pescoo do galo amaldioou e lhe ferve em guisado. Deu seu lugar um tigela dela, tambm, fiz-o. Disse que nunca tinha provado melhor em toda sua vida." 
Ela riu de boa vontade e pressiona a placa no Maggie. 

"E foi?" 

A carne fibrosa e resistente como o couro velho. Mas Tom se comeu at a ltima gota. Benze a ele. " 

Assim Maggie se comeu, porque no havia nada que pudesse fazer a no ser viver e seguir adiante. Ela escutou as histrias e disse a alguns de seus prprios. Quando 
o sol ficou e a cozinha vazia lentamente, sentou-se e sustentou que o cachorrinho no regao. "Era muito querido", disse Maggie-. "Era". Brianna estava junto  estufa, 
um trapo na mo e um olhar aturdido em seus olhos. No havia ningum que os piensos ou tendem a, nada para manter sua mente e suas mos ocupadas. Luto irromperam 
em seu corao como abelhas furiosas. Para mant-la fora um pouco mais, comeou a guardar os pratos. 

Ela era magra, quase esbelta, com uma maneira fresca e controlada do movimento. Se tivesse havido dinheiro e de mdios, poderia ter sido um bailarino. Seu cabelo, 
oro rosa e grosa, estava enrolada prolijamente na nuca de seu pescoo. Um avental branco cobria seu vestido negro sem formato. Pelo contrrio, o cabelo do Maggie 
era um matagal de fogo ao redor de sua cara. Levava uma saia que tinha esquecido  imprensa e um suter que necessita reparao. 

"No ser claro para amanh." Brianna se tinha esquecido dos pratos em suas mos e olhou pela janela a noite ventosa. 

"No, no Mas a gente vir, da mesma maneira, como o fizeram hoje". "vamos ter os de volta aqui depois. H tanta comida. No sei o que vamos fazer com tudo isso 
..." Brianna voz se apagou. "Alguma vez saem de seu quarto?" Brianna se deteve um momento e logo comeou lentamente a pilha de pratos. "Ela no est bem." "OH Deus, 
no o fazem. Seu marido est morto e todos os que o conheceram chegou aqui hoje. Nem sequer pode pretender remover a si mesmo  importante." 

" obvio que  importante para ela." Brianna voz se esticou. Ela no acreditava que poderia suportar uma discusso agora, no quando seu corao se inchava como 
um tumor no peito "Ela viveu com ele mais de vinte anos". 

"E a pequena coisa que tenha feito com ele. por que defender a seu? Inclusive agora." 

Brianna emano apertou um prato to difcil pergunta que no partir em dois. Sua voz ficou perfeitamente tranqilo, perfeitamente razovel. "Eu estou defendendo 
a ningum, s digo o que  verdade. No podemos manter a paz? Pelo menos at que o enterramos, no podemos manter a paz nesta casa?" 

"Nunca houve paz nesta casa." Maeve falou da porta. Seu rosto no foi arrasada pelas lgrimas, mas era frio e duro e implacvel. "Viu isso. Viu elas ao igual a est 
vendo ela agora. Inclusive morto, ele est fazendo minha vida uma dificuldade". 

"No falar dele." A fria Maggie tinha contido durante todo o dia se abriu passo, uma rocha irregular atravs do cristal frgil. Ela empurrou fora da mesa, o envio 
das carreiras de ces para a coberta. "No te atreva a falar mal dele." 

"vou falar como eu escolha." Maeve emano se aferrou  manta que levava, tirou com fora na garganta. Era de l, e ela sempre tinha querido seda. "Ele me deu nada 
mais que dor enquanto viveu. Agora est morto e me deu mais". 

"No vejo lgrimas em seus olhos, me." 

"E no vou nem viver nem morrer um hipcrita, mas dizer a verdade de Deus. Ir ao diabo pelo que ele tem feito para mim o dia de hoje." Seus olhos, amargo e azul, 
passou do Maggie a Brianna. "E como Deus no o perdoar, tampouco eu" 

"Sabe voc a mente de Deus agora?" Maggie demandada. "Tem todos sua leitura misal e o rosrio estalo dado uma linha reta para o Senhor?" 

"Voc no vai blasfemar." bochechas avermelhadas Maeve com tmpera. "Voc no vai blasfemar nesta casa." 

"vou falar como eu escolha." Maggie se ecoou das palavras de sua me com um sorriso tenso. "Eu vou dizer Tom Concannon necessita nenhum de seu perdo miservel." 

"Basta". Embora seu interior estava tremendo, Brianna ps uma mo tranqilizadora no ombro do Maggie. Deu um comprido suspiro, com cuidado de ter a certeza de sua 
voz estava em calma. "J te hei dito, me, vou lhe dar  casa a voc. No tem nada do que preocupar-se." 

"O que  isto?" Maggie se voltou para sua irm. "O que acontece a casa?" 

-J ouviste o que disse na leitura ", Brianna comeou, mas Maggie sacudiu a cabea. 

"No tomei nada disso pulg falar de Advogados. Eu no estava emprestando ateno". "O que fica." Ainda tremendo, Maeve levantou um dedo e se cravou como uma acusao. 
"Saiu da casa com ela. Todos os anos sofri e sacrificou, e ele tem inclusive que de mim." 

"Ela se estabelecem direito suficiente quando ela sabe que tem um teto firme sobre sua cabea e no h necessidade de fazer nada para mant-lo", disse Maggie, uma 
vez que sua me saiu da habitao. Era certo. E Brianna pensou que podia manter a paz. Tinha tido uma vida de prtica. vou manter a casa, e ela ficar aqui. Posso 
tendem a ambos. " 

"So Brianna," Maggie murmurou, mas no havia malcia nela "vamos dirigir entre ns." O novo forno teria que esperar, decidiu. Mas sempre e quando mantiver a compra 
do McGuinness, no seria suficiente para manter as duas casas juntas. 

"Pensei-o ... D e eu falamos disso faz um momento, e estive pensando ...." Brianna vacilou. 

Maggie fez a um lado seus prprios pensamentos. "S tem que dizer" 

"Necessita um pouco de arrumar, sei, e s deixei um pouco do que me deixou Grande-e a est o direito de reteno." 

"vou estar dando seus frutos o embargo." 

-No, isso no est bem " 

" perfeitamente correto" Maggie se levantou procurar a bule. "Ele o levou a me enviar toVenice, no? Hipotecado a casa e resistiu o vendaval derrubou a me na cabea 
para faz-lo eu tinha trs anos de formao profissional graas a ele. E vou devolver o dinheiro. " 

"A casa  minha." voz firme e Brianna'S. "E assim  a galinha." 

Sua irm tinha um olhar suave sobre ela, mas Maggie sabia Brianna poderia ser mula teimosa quando lhe convinha. "Bom, podemos argumentar que  morte. Vamos a tanto 
pag-lo. Se no me deixa faz-lo por voc, Brie, me permitam que o faa por ele. Tenho uma necessidade". 

"vamos solucionar o" Brianna tomou a taa de ch Maggie lhe serve. 

"Me diga o que estiveste pensando." 

"Est bem" Sentiu-se estpido. Ela s podia esperar que no soava assim. "Quero dar volta a casa em um B-e-B". 

"Um hotel!" Aturdido, Maggie ficavam vendo. "Voc quer ter hspedes que pagam bisbilhotar pelas lugar? Voc no ter privacidade em tudo, Brianna, e voc estar 
trabalhando da manh at a noite  

"Eu gosto de ter gente ao redor", disse Brianna com frieza. "No todo mundo quer ser um ermito como voc. E tenho um dom para isto, acredito, para fazer que a gente 
cmoda. Est no sangue". Ela tirou o queixo. "Granda correu um hotel, no o fez, e Grande funcionou depois de sua morte. Eu poderia faz-lo." 

"Nunca hei dito que no podia, s para a vida de mim, no vejo por que voc gostaria. Estranhos dentro e fora todos os dias." por que, lhe deu a estremece s de 
imagin-lo. 

"S posso esperar que venha. As habitaes de acima ter que refrescar,  obvio." Brianna's imprecisa olhos ao pensar nos detalhes. "Alguns de pintura, um pouco 
de papel. Um tapete novo ou dois. E a cobertura de chumbo necessidades do trabalho, Deus sabe. O fato , que amos necessitar outro banho completo, mas acredito 
que o armrio de abaixo ao final da sala de acima serviria. Poderia ter acrescentado um pequeno apartamento junto  cozinha aqui, pela me para que ela no ser 
perturbado. E eu acrescentaria um pouco aos jardins, pr um pster pouco. Nada a grande escala, j v. Justo pequenas e de bom gosto e cmodo ". 

"Voc quer isto", murmurou Maggie, ao ver a luz nos olhos de sua irm. "Voc realmente fazer." 

-Sim, sim. Quero-o. " 

Logo o "Maggie agarrou as mos." Just dou it, Brie. Refresque suas habitaes e arrumar as tuberas. Faa um pster bem. Queria-o para ti. " "Acredito que ele o 
fez. ps-se a rir quando falei com ele sobre o assunto, j que o grande que tinha." 

-Sim, tinha um sorriso grande. " 

"E ele me beijou e brincou a respeito de mim sendo neta de um hospedeiro, e seguindo a tradio. IF1 comeou bastante pequeno, eu poderia abrir para o vero deste 
ano. Os turistas, chegam aos condados ao oeste no vero sobre tudo, e procuram uma lugar agradvel e cmodo para passar a noite. pude "Brianna fechou os olhos. "OH, 
escutar este bate-papo, e estamos enterrando a nosso pai amanh". 

" justo o que ele quereria ouvir." Maggie foi capaz de sorrir de novo. "Um grande esquema como esse, que teria que animavam!" 

"Estamos Concannons". Brianna negou com a cabea. "Estamos planejando para os grandes." 

"Brianna, esse dia no escarpado, falou de ti. Pediu que sua rosa. Havia quero que a florescer." 

E ela tinha sido sua estrela, Maggie pensou que ia fazer o que pde para brilhar. 



Captulo Trs 



Estava sozinha, como mais gostava. Da porta de sua casa viu a chuva aoitando os campos do Murphy Muldoon, reduzindo enormemente sobre a erva e a pedra enquanto 
o sol radiante de esperar, obstinadamente, detrs dela. Existia a possibilidade de uma dzia de diferentes climas no cu em capas, todas breves e volvel. 

Isso era a Irlanda. 

Entretanto, para Margarida Mara Concannon, a chuva esteve muito bem. Freqentemente preferia que a inclinao do sol quente e o brilho claro de cu azul sem nuvens. 
A chuva era uma cortina cinza suave, colocando sua distncia do mundo. Ou mais importante, cortando o mundo, alm de seu ponto de vista da colina e o campo e elegante 
vaga pintas. 

Porque enquanto a granja, as cercas de pedra e erva verde alm do matagal de fcsia j no pertencia ao Maggie nem a sua famlia, este espao com seu pequeno jardim 
selvagem e de amortecimento de ar mido era o seu. 

Ela era filha de um agricultor,  certo. Mas no era agricultor. Em morrem cinco anos da morte de sua espuma, ela havia ficou a fazer seu prprio lugar, e a marca 
que lhe tinha pedido fazer. Talvez no era to profundo como agora, mas ela continuou vendendo o que ela fez, agora no Galway e Cork, assim como Ennis. Ela necessitava 
nada mais que o que tinha. Queria mais, talvez, mas sabia que os desejos, no importa quo profunda e arrastando, no pagar as contas. Tambm sabia que algumas ambicione, 
quando se deu conta, levado a um alto preo. Se de vez em quando ela se sentiu frustrado ou inquieto, no tinha mais que para lembrar-se de que ela estava onde tinha 
que ser, e fazer o que ela optou por fazer. 

Mas pela manh como este, com a chuva e o sol na guerra, ela pensou em seu pai, e dos sonhos que nunca tinha visto em realidade. Tinha morrido sem riqueza, sem xito 
e sem a granja que tinha arado e colhido por mos Concannon por geraes. 

No lhe incomoda o fato de que tanto de seu direito de nascimento tinha sido vendida pelos impostos e as dvidas e as fantasias de alto soprado de seu pai. Talvez 
h um rebocador de sentimento e pesar pelas colinas e os campos que tinha deslocado mais de uma vez com toda a arrogncia e a inocncia da juventude. Mas isso era 
passado. De fato, ela no queria saber nada do trabalho dele, a preocupao sobre ela Ela tinha muito pouco do amor das coisas cada vez mais que se moveu a sua irm, 
Brianna.  certo que gostava de seu jardim, as flores grandes desafiante e os aromas que despediam deles. Mas as flores cresciam apesar de seus perodos de abandono. 

Ela tinha seu lugar, e algo alm dela estava fora de seu reino, e portanto, o mais freqente, de sua mente. Maggie preferido que necessitam ningum, e certamente 
necessita nada que ela no podia proporcionar. A dependncia, sabia, e o desejo de mais do que havia, levou a infelicidade e o descontentamento Havia exemplo de 
seus pais antes que ela. 

Pausa dali, justo ao passar a porta aberta  chuva o frio, respirava no ar, a doura da umidade que tinta da primavera das flores de endrino que formavam um cerca 
ao este e as rosas em flor temprana lutando ao oeste Era uma mulher pequena e bem formada debaixo das calas jeans folgadas e uma camisa de flanela por cima do ombro-longitude, 
o cabelo de fogo que levava um chapu flexvel, to cinza como a chuva. debaixo de seu projeto de lei tinha os olhos o verde de mau humor, mstica do mar. A chuva 
umedecido o rosto, a suave curva da bochecha e o queixo, a boca larga, a melancolia.  a ruiva aspersados tez cremosa e se uniu o ouro peca dispersas na ponte do 
nariz. 

Ela bebeu o ch forte tomo o caf da manh doce de um copo taa de seu prprio desenho e ignorou o telefone que tinha comeado a estridentes da cozinha. Fazendo 
caso omisso da convocatria era  poltica tanto como o costume, sobre tudo quando sua mente estava  deriva para seu trabalho. Havia uma escultura que formam em 
sua cabea, to claro como uma gota de chuva, pensou. Pura e suave, com o vidro que flui em um copo no corao dela. O puxo da viso lhe fez gestos. Descartando 
o timbre do telefone, ela caminhava sob a chuva para sua oficina e o rugido suave do forno de vidro. 

Desde seus escritrios no Dubln, Rogam Sweeney escutou o timbre do telefone atravs do receptor e jurou. Era um homem muito ocupado, muito ocupado para perder o 
tempo em um artista grosseiro e temperamental que se negaram a responder s golpe seco de oportunidades. Terei que ver para as empresas, chamada-las a responder, 
para ler os arquivos, as cifras de recontagem. Ele deve, enquanto que o dia era jovem, ir  galeria e fiscalizar a ltima entrega A cermica americana nativa, depois 
de tudo, seu beb, e que tinha passado ms de selecionar o melhor do melhor 

Mas isso,  obvio, era uma provocao j se reuniu. Esse show particular, uma vez mais assegurar-se de que todo mundo era uma galeria internacional da parte superior. 
Enquanto isso, a mulher, a maldita, tenaz Clarewoman, amontoava-se a sua mente. Embora se tinha iniciado ainda seu cara a cara, ela e seu gnio ocupado muito de 
sua mente. O novo envio,  obvio, receber a maior quantidade de sua habilidade, energia e tempo em que exigia. Entretanto, um novo artista, especialmente um cujo 
trabalho to completamente sua imaginao, excitada em um nvel diferente. A emoo do descobrimento era to vital para Rogam como a comercializao cuidadoso desenvolvo 
e venda de obras de um artista. 

Queria Concannon, exclusivamente, por galerias em todo mundo. Como com a maioria de seus desejos, todo o qual Rogam considera bastante razovel, que no descansaria 
at que se obteve. 

Tinha sido elevado a alcanar o xito, a terceira gerao de comerciantes prsperos que encontraram formas engenhosas de vez peniques a libras. O negcio que seu 
av tinha baseado sessenta anos antes floresceu sob sua liderana, porque Rogam Sweeney se negou a aceitar um no por resposta. Ele obter seus objetivos pelo suor 
pelo encanto, pela tenacidade ou qualquer outro meio que considere adequado. 

Margarida Mara Concannon e seu talento sem freio era sua meta mais novo e mais frustrantes. 

No era um homem pouco razovel em sua prpria mente, e que ho conmocionado a sido insultado e descobrir que lhe descreveu como s isso, por muitos de seus conhecidos. 
Se esperava largas horas e o trabalho duro de seus empregados, no esperava menos dele mesmo. De unidade e dedicao no eram mais que virtudes a Rogam, eram necessidades 
que tinham sido criados em seus ossos. Poderia ter entregue as rdeas de todo o mundo mais de um gerente e vivia muito comodamente sobre o produto. Ento no podia 
viajar, por negcios mas sim por prazer, desfrutando dos frutos de sua herana sem suar mais da colheita. 

Poderia haver, mas sua responsabilidade e a ambio sede eram seus direitos de nascimento. 

E MM Concannon, artista do vidro, ermito e excntrico era sua obsesso. 

Ele ia fazer mudanas em todo mundo Galerias, mudanas que refletem sua prpria viso, que celebrar seu prprio pas. MM Concannon foi seu primeiro passo, e ele 
ser condenado se sua teima lhe faria tropear. 

Ela no estava ao tanto, porque ela se negou a escutar, Rogam pensou sombramente-que tinha inteno de fazer sua primeira estrela irlandesa Worldwide nativo. No 
passado, com seu pai e av  cabea, as galerias se especializou na arte internacional. Rogam no tinha inteno de limitar o alcance, mas ele tinha a inteno de 
trocar o enfoque e lhe dar ao mundo o melhor da terra de seu nascimento. 

correria-se o risco tanto seu dinheiro e sua reputao para faz-lo. 

Se seu primeiro artista foi todo um xito, j que tem a firme inteno de seu ser, seu investimento houvesse valido a pena, seus instintos teria estado justificada 
e seu sonho, uma nova galeria que exibiu as obras exclusivamente por artistas irlandeses, converteria-se em realidade. 

Para comear, queria Margarida Mara Concannon. Molesto consigo mesmo, levantou-se de seu escritrio de carvalho de p junto  janela. A cidade se estendia ante 
ele, suas largas ruas e lugares verdes, o brilho de prata, que era o rio e as pontes que se estendeu. 

Continuando, o trfico movido em um fluxo constante, os trabalhadores e os turistas se fundam na rua em um rio de cores na luz do sol. Pareciam muito distante com 
ele agora enquanto passeavam em vasilhas ou twosomes. Viu um jovem casal abrao, uma vinculao informal de armas, reunio dos lbios. Ambos levavam mochilas e as 
expresses de prazer vertiginoso 

voltou-se, picado por uma flecha pouco estranho da inveja. 

Ele no estava acostumado a sentir-se inquieto, como agora. No era um trabalho sobre seu escritrio, as nomeaes em seu livro, entretanto, voltou-se para nenhum. 
Desde sua infncia se mudou com o propsito da educao  profisso, de xito em xito. Como se esperava dele. Como tinha esperado dele mesmo. 

Tinha perdido seus dois pais, sete anos antes quando seu pai tinha sofrido um ataque ao corao depois do volante de seu carro e se quebrado em um poste de eletricidade. 
Ainda recordava o pnico terrvel, e a incredulidade quase de sonho, que o tinha envolto durante o vo de toLondon Dubln, onde tinha viajado a sua me e pai para 
os negcios e o aroma horrvel e estril do hospital. 

Seu pai tinha morrido no impacto de sua me tinha vivido apenas uma hora mais. Assim que os dois tinham ido antes de que ele tinha chegado, muito antes de que tinha 
sido capaz de aceitar, mas que lhe tinham ensinado muito antes de que ele os tinha perdido, sobre a famlia e o orgulho da herana, o amor pela arte, o amor dos 
negcios e como as combinar. 

Aos vinte e seis anos que havia se encontrou a cabea de todo o mundo e suas filiais, responsvel pelo pessoal, para as decises, para a arte posta em suas mos. 
H sete anos que tinha trabalhado no s para fazer crescer seu negcio, mas para faz-lo brilhar. Tinha sido mais que suficiente para ele. Esta sensao sem resolver 
o dilema dele, sabia que tinha suas razes na ventosa tarde de inverno quando ele tinha visto pela primeira vez o trabalho do Maggie Concannon. 

Essa primeira pea, espiado durante um ch obrigatria com sua av, tinha-lhe iniciado nesta odissia de possuir, no, pensou, incmodo com a palavra. Para controlar, 
corrigiu, quis controlar o destino da arte, e a carreira do artista Desde essa tarde, tinha podido comprar s duas peas de sua obra. Um deles era to delicado como 
um sonho, uma magra coluna quase leve arco ris cheio de brilhantes e apenas maior que o espao da mo da boneca at a ponta do dedo. 

O segundo, e o que podia admitir privada encantada e o tentou, foi um pesadelo de violncia, disparados de uma mente apaixonada por um matagal turbulento de vidro. 
Deveria ter sido desequilibrada, pensava agora enquanto estudava a pea sobre a mesa. Deveria ter sido feia, com sua guerra selvagem de cores e formas, os brincos 
agarrar curling e arranhar fora da base em cuclillas. Em seu lugar, era fascinante e sexual incmoda. E lhe fez perguntar-se que classe de mulher poderia criar duas 
peas com a mesma habilidade e poder. Desde que a tinha comprado um pouco mais de dois meses antes, tinha tentado sem xito ficar em contato com o artista e o interesse 
dela no clientelismo. 

Havia duas vezes lhe chegou por telefone, mas a conversao por sua parte tinha sido breve at o ponto de grosseria. No requerem um patro, sobre tudo um homem 
de negcios do Dubln com muita educao e o gosto muito pouco. OH, que lhe tinha picado. 

Ela era, lhe havia dito em seu acento musical do oeste, o contedo para criar a seu prprio ritmo e vender seu trabalho quando e onde lhe convinha. Ela no tinha 
necessidade de seus contratos, ou para algum que lhe diga o que deve ser vendido. Era seu trabalho, no era, assim por que no voltar para seus livros de contabilidade, 
dos quais estava segura de que havia um monto, e deix-la a ela? 

twit insolente , pensou, disparando de novo. Aqui lhe oferece uma mo amiga, uma mo que um sinnmero de outros artistas que suplicaram, e grunhiu nela 

Deveria deix-la a ela, Rogam refletiu. Deixa que ela acredita na escurido. Era seguro que nem ele nem todo mundo a necessitava. 

Mas, maldita seja, que a desejava. 

O impulso, tomou seu telefone e zumbiam a sua secretria. "Eileen, cancelar minhas entrevistas para um casal morrem prximos dias. Vou de viagem. " 

Era uma coisa estranha para Rogam ter negcios nos condados ao oeste. lembrou-se de umas frias em famlia da infncia.  mais habitual que seus pais tinham preferido 
para as viagens de Paris ou Melam, ou uma ruptura ocasional na vila se mantm no Mediterrneo francs. houve viagens de negcios que tinham combinado e o prazer. 
Nova Iorque, Londres, Bonn, Veneza, Boston. Mas uma vez, quando tinha sido de nove ou dez, que tinham conduzido  zona do Shannon para ter na paisagem agreste, glorioso 
do oeste O recordava nos emplastros, as incrveis vista dos escarpados do Mohr, os panoramas deslumbrantes e pedras preciosas guas brilhantes da Regio dos Lagos, 
os tranqilos povos e o verde interminvel de campos de cultivo. Formoso era. Mas tambm era inconveniente. J estava arrependido de sua deciso impulsiva para fazer 
a unidade, sobre tudo porque as instrues que tinha recebido no prximo povo o tinha levado em uma desculpa boxes para uma estrada. Seu Aston Martin se dirige bem, 
mesmo que a terra se voltou para o barro sob a chuva incessante. Seu estado de nimo no negociar os buracos nas melhores ao igual a seu carro. 

S a teima lhe impedia de voltar atrs. A mulher quis escutar  razo, Por Deus. Ele se encarregaria disso. Se ela queria enterrar detrs dos sebes de tojo e espinheiro, 
que era seu negcio. Mas sua arte era a sua. Ou o seria. 

Seguindo as indicaes que tinha sido dado no agncia de correios local, passou  cama e caf da manh chamado Blackthorn Cottage com seus jardins e recorte persianas 
azuis. Mais adiante houve cabanas de pedra, abrigos para os animais, um celeiro, um abrigo com teto de piarra onde um homem trabalhava em um trator. O homem levantou 
uma mo em sinal de saudao, logo voltei a trabalhar como Rogam manobrou o carro ao redor da curva estreita. O agricultor foi o primeiro signo de vida, distintos 
dos animais, que tinha visto desde que saiu da aldeia. Como sobreviveu a ningum neste lugar esquecido de Deus foi alm dele. Ele tomaria Dubln "s cale lotadas 
e as facilidades que mais da chuva incessante e campos interminveis todos os dias da semana. Decorado ser condenados. 

Ela se tinha escondido bien-pensou- Tinha capturado apenas de vista a porta do jardim e a casita caiada alm dela atravs dos arbustos de ligustro cambalhotas e 
fcsia. Rogam se desacelerou, apesar de que tinha estado quase a passo de tartaruga, em qualquer caso. Houve um curto trajeto em carro, ocupado por um caminho azul 
esvado vai oxidar. Tirou seu galhardo branco Aston detrs dele e saiu. Deu a volta em torno da porta, baixou morrem passos que cortam entre fortes de cabea, flores 
brilhantes que flutuavam na chuva. Deu a porta, que estava pintado de uma cor magenta em negrito, trs golpes fortes, logo trs mais antes de impacincia havia lhe 
espreitando a uma janela para olhar dentro. 

Havia um fogo ardendo na chamin baixa, e uma cadeira do Sugan tirou de perto. Uma frouxa sof estofado em alguns estampados florais silvestres que se aparearon 
vermelhos e azuis e prpuras se balanava em uma esquina. Ele ia pensar que tinha confundido a casa, mas para as peas de seu trabalho conjunto em toda a pequena 
habitao de madeira. Esttuas e garrafas, vasos e terrinas pie, sentados ou reclinado em todas as superfcies disponveis. 

Rogam se limpou a umidade da janela e espiou o candelabro de muitos mortos sucursal situada no centro do suporte. Foi formado de vidro to claro, to puro, que poderia 
ter sido gua congelada em seu lugar. Os braos curvos com fluidez acima, a base de uma cascata. Sentiu a quebra de onda rpida, faa clique no interior que pressagiava 
a aquisio. 

OH sim, ele tinha encontrado. 

Agora se acabasse de abrir a porta maldita. Deixou no fronte e caminhou pela erva molhada ao redor da parte posterior da cabine. Mais floresa, crescendo em forma 
silvestre como ms ervas. Ou, corrigiu, em estado silvestre com as ms ervas. Miss Concannon, obviamente, no passou muito tempo pr em ordem suas camas. 

Havia uma choa junto  porta nas que os tijolos de grama se empilhavam. Uma moto antiga com uma roda cravada estava apoiada ao lado deles junto com um par de "Wellingtonsthat 
estavam manchadas de gradeio at os tornozelos. 

Comeou a golpear de novo quando o som procedente de detrs de havia lhe voltando-se para os abrigos. O rugido, constante e baixa, era quase como o mar. Podia ver 
a fumaa cobertura de chumbo da chamin para o cu plmbeo. O edifcio havia vrias janelas, j pesar da umidade fria do dia, alguns estavam um pouco aberta. Sua 
oficina, sem dvida, Rogam pensamento, e se aproximou dela, satisfeita de que ele tinha seguido sua confiana para baixo e dos resultados de sua reunio. 

Bateu na porta e, embora no recebeu resposta, empurrou as portas abertas. Teve um momento de registro da rajada de calor, o forte aroma e a pequena mulher sentada 
em uma poltrona de madeira, um tubo comprido em suas mos. Pensou nas fadas e os feitios mgicos. 

"Fechar a porta, maldita seja, h um projeto." 

Ele obedeceu automaticamente, arrepiado na fria forte da ordem. "Suas janelas esto abertas." 

"Ventilao. Projeto. Idiota". Ela no disse nada mais, nem ela o reposto nem uma olhada. Ela apertou a boca ao tubos e se soou. Viu como a forma de borbulhas, fascinou 
a seu pesar. Este procedimento simples, pensou, s a respirao e vidro fundido. Seus dedos se trabalhou no tubos, girando e girando, a luta contra a gravidade, 
seu uso, at que ela se mostrou satisfeito com a forma. 

Ela pensou que nada dele absolutamente como se foi de seu trabalho. Ela pescoo da borbulha, com tira de guia de um bosque pouco profundas alm da cabea do tubos. 
No foram passados, dzias deles ainda no tiveram, mas j podia ver a obra terminada com tanta claridade como se ela o sustentou fresco e slido na mo. 

No forno, empurrou a borbulha na superfcie do vidro fundido esquenta ali para fazer o segundo se renen. De volta no banco lhe atirou o reunir em um bloco de madeira 
para esfriar o vidro e formam a pele "." Durante todo este tempo o tubo se estava movendo, movendo, constante e controlada por suas mos, ao igual s etapas iniciais 
da obra tinha sido controlado pela respirao. 

Ela repetiu o mesmo procedimento uma e outra vez, imensamente paciente, completamente centrado, enquanto que Rogam ficou junto  porta e olhava. Ela utilizou para 
a formao de grandes blocos como a forma cresceu. E o passado do tempo e ela no falava uma palavra, tirou-se o casaco molhado e esperou. 

A sala se encheu de calor do forno. sentia-se como se sua roupa estava fumegante em seu corpo. Parecia sublime afetados, centrada em seu trabalho, procurando uma 
nova ferramenta de vez em quando uma mo enquanto girava constantemente o tubos. A cadeira onde se sentava era feito em casa, obviamente, com um assento profundo 
e braos largos, anzis impregnados aqui e l, onde as ferramentas penduradas. Havia perto de cubos cheios de gua ou a areia ou a cera quente. 

Ela tomou uma ferramenta, uma que dava a Rogam que um par de pinzas de pontas afiadas, e se coloca diem no bordo da embarcao que estava criando. Parecia que fluiria 
diretamente atravs de, o cristal parecia tanto a gua, mas assinalou  forma de fora, de alarg-lo, o que emagrece 

Quando se levantou de novo, comeou a falar, mas um som dela, algo assim como um grunhido, havia lhe levantando uma sobrancelha e manter seu silncio. 

Belas ento, pensou. Ele poderia ser paciente. Uma hora, duas horas, sempre e quando tomou. Se ela podia suportar este calor vicioso, por isso, por Cristo, poderia. 

Nem sequer se sente, por isso a inteno era. Molhou uma patada de desembarao, se renen outra de vidro fundido, no flanco do casco de navio que estava criando. 
Quando o vidro quente se suavizou a parede, que empurrou um fichrio ao que aponta, recubiertas de cera, no copo. 

Devagar, devagar. 

As chamas desatado na mo, como a cera queimada. Tinha que trabalhar com rapidez agora para manter a ferramenta se peguem ao vidro. A presso teve que ser o correto 
para o efeito que queria. A parede interna em contato com a parede exterior, que se fundem, criando a forma interior, o balano de anjo. 

De vidro em vidro, transparente e fluido. 

Esteve a ponto de sorrir. Com cuidado, ela reblew o formulrio antes de aplanar a parte inferior com uma paleta. Se anexa o casco de navio a um pontil quente. Ela 
cravou um arquivo em um cubo de gua, gotejando na ranhura que o pescoo de seu casco de navio. Logo, com um derrame cerebral que sacudida Rogam, golpeou contra 
o arquivo da zarabatana. Se o casco de navio se adjudicar agora a pontil, o meteu no forno para esquentar o lbio. Tomando o casco de navio no forno de recocido, 
que golpeou fortemente com a pontil um arquivo para romper o selo. 

Ela ajustar a hora e a temperatura, logo se dirigiu diretamente a um pequeno refrigerador. Se baixa ao cho, por isso se viu obrigado a agachar-se. Rogam inclina 
a cabea ante a vista. As calas jeans folgadas estavam comeando a usar bastante magra em vrios lugares de interesse. endireitou-se, voltou-se e arrojou uma das 
duas latas de quo bebidas tiram sua direo. 

Rogam capturado o mssil pelo instinto cego antes de que se conecta com o nariz. 

"Ainda assim aqui?" meteu-se em sua parte superior pode e bebeu profundamente. "Voc deve ser torrado nesse traje." Agora que seu trabalho estava fora de sua mente 
e seus olhos claros das vises dela, ela o olhou. 

Alto, magro, moreno. Ela voltou a beber. Bem penteado to negro como a asa de um corvo e os olhos to azuis como um lago Kerry. No  difcil de ver, pensou, tocando 
com um dedo contra a lata como se olhavam o um ao outro. Tinha uma boa boca, muito bem esculpidos e generosa. Mas no acredito que ele o utiliza freqentemente para 
sorrir. No com esses olhos. Como o azul como eram, e to atrativo, que os tratavam bem, o clculo e a confiana 

Um rosto fortemente destacado com bons ossos. bons ossos, a boa criao, sua av estava acostumada dizer. E este, a menos que ela se equivocou muito, tinham sangue 
azul debaixo do osso. 

A demanda foi adaptada, provavelmente Ingls. O discreto empate Houve um abrir e fechar de oro nos punhos. E ficou de p como um soldado-el filho que tinha ganho 
um monto de metal e laos. 

Lhe sorriu, contente de ser amvel agora que seu trabalho foi bem. "Perdeste-te, ento?" 

"No" O sorriso a fazia parecer um duende, capaz de toda classe de magia e picardia um. Ele preferia o cenho franzido que tinha levado enquanto ela tinha trabalhado. 
"percorri um comprido caminho para falar com voc, senhorita Concannon. Estou Rogam Sweeney." 

Seu sorriso inclinado uns graus em algo prximo a uma careta. Sweeney, pensou o homem que queria fazer-se carrego de seu trabalho. "O jackeen". Ela usou o trmino, 
no muito adulador, por um Dubliner. -Bom, voc  um teimoso uma, o Sr. Sweeney, essa  a verdade. Espero que tenham tido uma viagem agradvel para que sua viagem 
no ser em vo. " 

"Foi uma viagem miservel." 

- uma lstima. " 

"Mas no acredito que a viagem em vo." Embora tivesse preferido uma taa de ch, abriu a de bebidos refrigerantes pode. "Voc tem uma configurao interessante." 

Jogou uma olhada ao quarto com seu forno rugiente, seus fornos e bancos, a massa de metal e procurar madeira, as barras, as tuberas e as prateleiras e armrios 
que imaginava conteve os produtos qumicos. 

"Eu fao o suficientemente bem, como acredito que te disse por telefone." 

"Isso  uma pea que estava trabalhando quando entrou Era encantador." aproximou-se de uma mesa repleta de cadernos de desenho, lpis, lpis-carvo e giz. Agarrou 
um esboo da escultura de cristal agora recocido. Era delicado, fluido. 

"Vendem seus desenhos? 

"Sou um artista do vidro, o Sr. Sweeney, no um pintor." 

Lhe lanou um olhar, estabelea o esboo de novo. "Se se for assinar isso, que poderia conseguir um centenar de libras em troca" 

Ela deixou escapar um bufo de incredulidade e moveu a lata vazia em um recipiente para resduos. "E a pea que acaba de terminar? Quanto lhe pedir que" 

"E por que seria isso seu negcio?" 

"Talvez eu gostaria de compr-lo." 

A seu julgamento, passando rapidamente no bordo de uma banqueta e mover seus ps. Ningum poderia lhe dizer o valor de seu trabalho, nem sequer ela mesma. Mas um 
aprecio-un preo teve que ser aplicado Ela sabia muito bem. Porque, artista ou no, ela tinha que comer 

Sua frmula para calcular o preo estava solta e flexvel. A diferena de suas frmulas para a fabricao de vidro e mescla de cores que tinha muito pouco que ver 
com a cincia. Ela ia calcular o tempo empregado na produo da pea, seus prprios sentimentos para ela, o fator a seguir, em sua opinio sobre o comprador. 

Sua opinio de Rogam Sweeney lhe ia custar muito caro. "Duzentos e cinqenta libras", decidiu. Um centenar disso se deveu a seu bracelete de ouro enlace. 

"vou escrever um cheque," Ento ele sorriu, e Maggie se deu conta de que estava agradecido que no parecem utilizar essa arma em particular freqentemente. Letal, 
pensou, vendo a forma em que seus lbios curvados, com os olhos escuros. Charm flutuava sobre ele, a luz e sem esforo como uma nuvem. "E embora v acrescentar a 
minha coleo personal-pra o sentimento, diremos?-I poderiam conseguir facilmente o dobro que a ela em minha galeria". 

"- um milagre que permanecer no negcio, o Sr. Sweeney, o encharcamento dos clientes dessa maneira." 

"Voc se subestimam, senhorita Concannon." Cruzou para ela, como se soubesse que havia de repente tomou a dianteira. Esperou at que ela jogou a cabea para trs 
para manter seu nvel dos olhos com os seus. " por isso que voc me necessita". 

"Sei exatamente o que estou fazendo." 

"Aqui". Levantou um brao para abranger a habitao. Vi que de maneira espetacular para mim. Mas o mundo dos negcios  um assunto diferente. " 

"No estou interessado nos negcios." 

-Precisamente-lhe disse, sonriendo de novo como se tivesse respondido a uma pergunta particularmente Espinosa. "Eu, em troca, estou fascinado por ela" 

Ela estava em desvantagem, sentado no banco com ele se abate sobre ela. E no lhe importava porque "eu no quero que ningum meter-se em meu trabalho, o Sr. Sweeney. 
Fao o que escolha, quando me desejar muito, e eu nos levamos muito bem". "A gente faz o que escolha, quando voc escolhe". Agarrou uma forma de madeira do banco 
para admirar o gro. "E o faz muito bem. O que muito que seria para algum com seu talento para obter s o tempo. ... Quanto a perder o tempo com seu trabalho, no 
tenho inteno de faz-lo. Embora vendo que o trabalho foi sem dvida interessante . " Seus olhos corte do molde de novo a ela com uma velocidade que fez sua sacudida. 
"Muito interessante". 

Empurrou do banquinho, o melhor para parar-se em seus prprios ps em obter o ambiente desejada, ela o empurrou a um lado. "No quero um treinador". 

"Ah, mas voc necessita uma, Margarida Mara. Voc necessita um mal" 

"Muitas sabe do que havia a necessitar", murmurou, e comeou a passear-se. "Alguns sharpie Dubln com os sapatos de luxo." 

Duas vezes mais, que havia dito; sua mente repete suas palavras anteriores. Duas vezes o que ela tinha pedido. E ali estava a me de cuidar, e as contas a pagar, 
e Doce Jesus, o preo dos produtos qumicos se assassina. 

"O que preciso  paz e tranqilidade. E quarto. Ela se voltou para ele. Sua presena no estudo era sua aglomerao. "Habitao. No necessito a algum como voc 
venha ningum e me diz que necessitamos trs copos para na prxima semana, ou vinte pisapapeles, ou uma meia dzia de taas de rosa caules. Eu no sou uma linha 
de montagem, Sweeney, estou um artista. " 

Com muita calma, tirou uma caderneta e uma pluma de ouro do bolso e comeou a escrever. 

"Quais so O que faz a? " 

"Estou anotando que no est a receber ordens de copos, taas ou pisapapeles de rosa caules." 

Sua boca se torceu uma vez antes de que ela controlava "No vou tomar pedidos, absolutamente." 

Seus olhos se acendeu a dela. "Eu acredito que o entenderam. Possuo uma fbrica ou dois, a senhorita Concannon, e saber a diferena entre uma cadeia de montagem 
e a arte. Acontece que ganho a vida atravs de ambos." 

Isso est bem para ento. Agitou os braos antes dos punhos nos quadris. "Felicitaes. por que me necessita? " 

"No". Substituiu  pluma e a caderneta. "Mas eu te quero". 

Seu queixo em ngulo para cima. "Mas eu no te quero." 

-No, mas me necessita. E ali  onde se complementam entre si. Farei-te uma mulher rica, senhorita Concannon. E mais que isso, uma famosa. " 

Ele viu a piscada de seus olhos algo nisso. Ah, pensou, a ambio. E girou a chave na fechadura facilmente. "Est de criar sozinho para ocultar seu presente em suas 
prpria prateleiras e armrios? Para vender algumas peas aqui e l para manter o lobo da porta, e o resto horda? Ou quer que seu trabalho  apreciado, admirado, 
inclusive aplaudiram? " Sua voz trocou, sutilmente, em um tom de sarcasmo to claro que apunhalou sem derramamento de sangue. "... Ou tem medo de que no ser?" 

Seus olhos se foi fundida como a folha golpeou verdade. Eu no tenho medo. Meu trabalho atual. Passei trs anos como aprendiz em uma casa de cristal de Veneza, suando 
como um menino pontil. Aprendi o ofcio ali, mas no a arte. Porque a arte est em mim. "Ela golpeou uma mo no peito" Est em mim, e eu inalar e exalar no copo. 
Tudo o que eu no gosto de meu trabalho pode ir diretamente ao inferno. " 

-Est bem. Vou dar um show em minha galeria, e veremos quantos dar o salto ". 

Algum se atreve, maldita seja. Ela no se preparou para ela "Assim que um punhado de esnobes arte pode farejar ao redor de meu trabalho enquanto sorvo de champanha." 

"Voc tem medo." 

Ela assobiou entre dentes e pisoteou at a porta. "Vete. Vete que eu possa pensar. Est aglomerao minha cabea '". 

"Falaremos de novo na manh." Agarrou a jaqueta "Talvez voc pode recomendar um lugar que poderia passar a noite. Muito perto. " 

"Blackthorn Cottage, ao final do caminho." 

-Sim, vi-o. " meteu-se na jaqueta. "Bonito jardim, muito acabamento." 

"Poda e ordenada como um alfinete. Encontrar as camas brandas e a boa comida. Minha irm o tem, e ela tem uma alma prtica, dona-de-casa." 

Levantou uma sobrancelha para ouvir o tom, mas no disse nada. -Ento, espero vou estar o suficientemente cmodo at a manh. " 

"Ela vete abriu a porta  chuva. "vou chamar  casa de campo na manh se quero falar com voc de novo." 

"Um prazer conhec-lo, Miss Concannon." Embora no lhe ofereceu, tomou a mo, sustentou-o enquanto olhava a seus olhos. "A uma maior observao de seu trabalho." 
Em um impulso que surpreendeu aos dois, lhe levantou a mo aos lbios, ficou um momento mais o sabor de sua pele. Volto amanh ". 

"Espere a que o convite", disse, e fechou a porta detrs dele com elegncia. 



Captulo Quatro 



AT Blackthorn Cottage, os scones quentes sempre, as flores sempre frescas e a caldeira sempre em ebulio. Embora era cedo na temporada para os clientes, Brianna 
Concannon feito Rogam cmoda em sua maneira eficiente com serenidade, como o tinha feito todos outros convidados que lhe deu a bem-vinda desde esse primeiro vero 
depois da morte de seu pai. Lhe serve o ch na sala limpa, polida em um fogo ardia alegremente e um floreiro cheio de fresia perfumavam o ar. "vou estar servindo 
o jantar s sete, se que se adapte a voc, senhor Sweeney." J estava pensando em maneiras de estirar o frango que tinha planejado para cozinhar pelo que seria uma 
alimentao mais. 
"Isso vai estar bem, senhorita Concannon." Deu um sorvo leia morrer e o encontrei perfeito, muito longe da fria e suave bebida aucarada carregado do Maggie tinha 
atirado dele. "Voc tem um formoso lugar aqui". 

"Obrigado". Foi como se no, seu nico orgulho, talvez sua nica alegria. "Se necessitar algo, algo, s tem que perguntar." 

"Se pudesse fazer uso do telefone?" 

- obvio. " Ela comeou a afastar-se para lhe dar privacidade, quando ele levantou uma mo, um sinal de mando para qualquer que tenha servido. 

"O floreiro dali o trabalho da mesa de sua irm? " 

Brianna surpresa na pergunta se observa s na ampliao rpida de seus olhos. ", sim. Sabe de trabalho do Maggie? 

"Eu fao. Tenho duas peas eu mesmo. E comprei mais que outro, inclusive como se fazia." Bebeu um sorvo de seu ch de novo, a medio da Brianna. Como diferente 
ao Maggie em uma s pea de seu trabalho era de outro. O que significava, que assumiu, que foram os mesmos em algum lugar debaixo do que o olho podia ver. "Acabo 
de chegar de sua oficina." 

-Estava na oficina do Maggie? S shock certo teria levado a Brianna para fazer uma pergunta de um convidado com um tom de incredulidade. "No interior?" 

" to perigoso, ento? 

Um espiono de um sorriso cruzou o rosto da Brianna, aliviando seus rasgos. "Voc parece estar vivo e bem." 

-O suficiente. Sua irm  uma mulher muito talentosa ". 

-Isso. " 

Rogam reconheceu o mesmo trasfondo de orgulho e chateio no estado como o tinha feito quando Maggie tinha falado de sua irm. "voc tem outros pedaos dela?" 

"Uns poucos. Ela lhes traz pelo estado de nimo quando a golpeia. Se no ir necessitar nada mais no momento, o Sr. Sweeney, vou ver do jantar." 

Sozinho, Rogam se acomodou com seu excelente ch. Um par de interessantes, pensou, as irms Concannon. Brianna era mais alto, mais magro e sem dvida mais encantada 
que Maggie. Seu cabelo era de oro rosa em lugar de chamas e caiu em suaves cachos at os ombros. Seus olhos eram de um verde de largura, plido, quase translcido 
tranqila, pensou, embora um pouco distante, como sua maneira. Suas faces eram finas, seus membros mais suave, e ela cheirava a flores silvestres em vez de fumaa 
e suor. Todos em tudo o que ela era muito mais o tipo de mulher que encontrou atrativo. Entretanto, encontrou-se com seus pensamentos detrs de volta ao Maggie com 
seu corpo compacto, com os olhos de mau humor e seu temperamento incerto. Artistas, pensou, com seus egos e inseguranas, necessitam orientao, uma mo firme. Deixou 
que seu olhar vagar sobre o vaso de cor de rosa, com seus redemoinhos de vidro da base at os lbios. Estava muito ansioso de guiar Maggie Concannon. 

"Ento,  aqui?" Maggie se deslizou fora da chuva na cozinha clida e fragrante. 

Brianna continuou a cortar batatas. Tinha estado esperando a visita de "Quem ?" 

"Sweeney." Foi at o mostrador, Maggie lhe arrebatou uma cenoura cortada e pouco polegadas "Alto, moreno, bonito e rico como o pecado. No te pode perder ele". 

"Na sala. pode tomar em uma taa e se renan com ele para o ch." 

"No quero falar com ele." Maggie se enganchou no mostrador, cruzou os tornozelos. 

"O que eu queria, Brie, o amor,  sua opinio sobre ele." 

"Ele  corts e bem falado." 

Maggie ps os olhos. "Assim  coroinha na igreja." 

"Ele  um convidado em minha casa " 

"Um pagamento de uma." 

"E no tenho nenhuma intencin-continuou o Brianna sem pausa", de intrigas a respeito dele a suas costas. " 

"Brianna Santo." Maggie rangia abaixo na cenoura, um gesto com a bituca da mesma. "O que acontece eu tivesse que lhe dizer que depois da gesto de minha carreira?" 

"Gesto?" Brianna mos se cambaleava antes de que se recolheu no ritmo de novo. Peelings descendeu constantemente no peridico que tinha posto no mostrador. "De 
que maneira?" 

"No econmico, para comear. Vendo meu trabalho em suas galerias e falando patres ricos em compr-lo por grandes somas de dinheiro". Agitou os restos da cenoura 
antes de terminar apagado. "Todo o homem pode pensar  em ganhar dinheiro." "Galerias", Brianna repetir-se. " dono das galerias de arte?" 

"No Dubln e Cork. Sempre se interessou em outros em Londres e Nova York.Paris, tambm, acredito. Provavelmente Roma. Todos no mundo da arte sabe Rogam Sweeney." 

O mundo da arte era to distante da vida da Brianna como a lua. Mas ela se sentia um orgulho rpida e clida que sua irm pudesse reclam-lo "E ele tomou um interesse 
em seu trabalho." 

"Stuck nariz de seu aristocrata  no que tem feito." Maggie soltou um bufido. "Chama-me por telefone, enviar cartas, todos os direitos, mas exigindo que tudo o que 
fao. Agora hoje, que aparece na porta de minha casa, me dizendo que o necessito. Hah". 

"E,  obvio, no." 

"Eu no necessito a ningum". "Voc no, no." Brianna levado s verduras na pia para enxaguar. "No voc, Margarida Mara." 

"OH, eu gosto desse tom, nada de frio e superior. Sonha igual  me". Ela se saiu do mostrador para espreitar  geladeira. E por isso, foi alagado pela culpa "Estamos 
recebendo ao longo de bastante bem", acrescentou enquanto tirava uma cerveja. As faturas se pagam, no h comida na mesa e um teto sobre nossas cabeas. "Ela ficou 
olhando as costas rgida de sua irm e deixou escapar um som de impacincia." No pode ser o que era, Brie ". 

"Crie que no sei?" voz melodiosa Brianna se voltou tensa. "Crie que tenho que ter mera? Que no posso estar contente com o que ?" De repente insoportablemente 
triste, olhava pela janela para os campos mais  frente. "It's not me, Maggie." Tisn't mim. " 

Maggie franziu o cenho para ela cerveja. Se Brianna que sofreram, Maggie sabia. Brianna que sempre tinha estado no centro. Agora, pensou Maggie, teve a oportunidade 
de trocar isso. Tudo o que tinha que fazer era vender parte de sua alma. 

"Ela esteve queixando de novo." "No" Brianna colocou um cabelo se apartam no n na nuca de seu pescoo. "Em realidade no." "Posso dizer pelo olhar em sua cara 
que esteve em um de seus estados de nimo-e tirando de ti." antes da Brianna podia falar, Maggie fez um gesto com a mo. "Nunca vo ser felizes, Brianna. No se 
pode fazer feliz. O bom Deus sabe que no posso. Nunca lhe perdoarei por ser o que era." "E o que era?" Brianna demanda como se deu a volta. "Justo o que era nosso 
pai, Maggie?" 

"Humanos. Defeituosos." Ps sua cerveja no cho e se dirigiu a sua irm. "Maravilhoso. Lembra-te, Brie, o tempo que comprou a mula, e que ia fazer uma fortuna com 
os turistas tomam fotos dela em uma boina de viseira com nosso co ancio sentado nas costas?" 

"Recordo". Brie se afastaram, mas Maggie agarrou as mos. "E lembrana que perdeu mais dinheiro que a alimentao maldita, mula mau humor do que ele fez com suas 
maquinaes." 

"OH, mas foi muito divertido. Fomos aos escarpados do Mohr, e era um brilhante dia do vero. Os turistas pululando ao redor e a reproduo de msica. E foi a celebrao 
da mula D estpido, e esse co velho e pobre, Joe, como terror da mula como tivesse sido de um leo rugiente ". 

Brianna se suavizou. Ela no pde evit-lo. "Pobre Joe sentado e tremendo de medo nessa volta mula. Logo que o alemo chegou, querendo uma imagem de si mesmo com 
o Joe e a mula." 

"E a mula deu uma patada." Maggie sorriu e levantou sua cerveja de novo para um brinde. E os alemes gritaram em trs idiomas diferentes brancos que saltitavam em 
um p. E Joe, aterrorizado, saltou e aterrissou em uma tela de pescoos de encaixe, e correu  mula, a disperso dos turistas. OH, que gente gritando e a vista correndo, 
senhoras gritando. No foi um violinista ali, recorda? E continuou jogando um carretel como se houvssemos todas comear a danar qualquer momento ". 

"E esse bom moo do Killarney capturados chumbo da mula e o arrastou para trs. D tratou de vender a mula no ato." 

"E quase o fez.  uma boa memria, Brie". 

"Fez muitas lembranas mais digna de risada. Mas no se pode viver da risada sozinho." 

"E no pode viver sem ela, como ela o faria. Ele estava vivo. Agora parece que esta famlia  mais mortos que ele." 

"Ela est doente", disse Brianna breve. 

" medida que foi durante mais de vinte anos. E mau que ficarei todo o tempo que tem que atender a seus ps e mos." 

Era verdade, mas sabendo a verdade no troca o corao da Brianna's "Ela  nossa me." -Isso. " Maggie drenado a cerveja e deixe-a a um lado. O sabor a levedura 
guerreado com a amargura em sua lngua. "vendi uma pea mais. vou ter dinheiro agora que antes de finais de ms." 

"Estou agradecido por isso. Assim ." 

"A mierda que ." Maggie olhou aos olhos de sua irm com toda a paixo e a ira e a dor de ebulio baixo. "Eu no o fao por ela. Quando h suficiente voc contratar 
a uma enfermeira e a vai mudar se a seu prprio lugar". "Isso no  necessria" 

"," Maggie interrompido. Esse foi o acordo, Brie. Eu no farei uma pausa e ver danar a seu tom para o resto de sua vida. Uma enfermeira e um lugar no povo. " 

"Se isso for o que quer." Isso  o que vai ter. "Maggie inclinou a cabea." Ela o manteve acordado a noite anterior. " 

"Estava inquieta." Envergonhado, Brianna se voltou a preparar o frango. "Um de suas dores de cabea." 

-Ah, sim. " Maggie recordar os dores de cabea de sua me assim, e que to bem programada que poderiam ser. Um argumento Maeve estava perdendo: dor de cabea imediatamente. 
Uma sada familiar que no estava de acordo: as palpitaes comearam. 

Eu sei o que , Maggie. "Cabea comeou a lhe doer Brianna'S. Isso no a faz menos de minha me." 

So Brianna, Maggie pensou de novo, mas com carinho. Sua irm poderia ser mais jovem que sua prpria vinte e oito por um ano, mas sempre tinha sido Brianna quem 
assumiu a responsabilidade. "E no pode trocar o que , Brie." Maggie deu a sua irm um abrao forte. "D sempre dizia que seria o anjo bom e o mau. Foi finalmente 
 direita por algo." Fechou os olhos um momento-lhe Diga ao senhor Sweeney de encontrar a casa de campo na manh. Falarei com ele. " 

-vais deixar que lhe permitem dirigir, ento? " 

A frase tinha uma careta Maggie. "vou falar com ele", repetiu, e se dirigiu para a chuva. 

Se Maggie tinha uma debilidade, era a famlia. Essa debilidade a tinha mantido at altas horas da noite e a tinha despertado cedo no frio, o alvorada escura. Para 
o mundo exterior preferiu fingir que tinha responsabilidades s a ela e sua arte, mas debaixo da fachada foi uma constante amor da famlia, e o arrasto, freqentemente 
amarga obrigaes que a acompanhavam. Ela queria negar-se Rogam Sweeney, em primeiro lugar por princpio. Arte e negcio, em sua opinio, no podem nem devem mesclar. 
Ela queria lhe negar segundo lugar, porque seu tipo-rico, seguro e de sangue azul-a irritava. Em terceiro lugar, e mais revelador, quis recha-lo porque fazer outra 
coisa era uma admisso de que lhe faltava a habilidade para dirigir seus assuntos sozinho. OH, isso foi uma plula amarga que se pegou na garganta. Ela no o negam. 
Tinha tomado a deciso em algum momento durante a larga noite e agitado para permitir Rogam Sweeney faz-la rica. No era como se no pudesse sustentar-se, e assim, 
tambm. Tinha estado fazendo exatamente isso durante mais de cinco anos. Brianna cama e o caf da manh foi um xito suficiente que manter dois lares no era pesada 
carga. Mas no podiam dar o luxo entre eles um tero. 

objetivo do Maggie, de fato seu Santo Grial, foi estabelecer sua me em uma residncia separada. Se Rogam poderia ajudar a limpar o caminho para sua busca, que havia 
frente a ele. Ela havia pactuo com o diabo muito. Mas o diabo poderia chegar a lamentar o trato. Em sua cozinha com a chuva que cai fora suave e constante, Maggie 
ch elaborado. E traado. Rogam Sweeney tinha que ser habilmente manipulados, pensou. Com a quantidade justa de desdm e a adulao artstica feminina. O desdm 
haveria nenhum problema absolutamente, mas o outro componente seria difcil chegar. deixou-se de foto de bicarbonato da Brianna, jardinagem, acurrucado com um livro 
junto ao fogo, sem que a choramingao, exigindo a voz de sua me para danificar a paz. Brianna casar-se, ter filhos. Maggie sabia o que era um sonho de sua irm 
mantinha encerrada em seu corao. E a fechou com chave seria ficar o tempo que Brianna tinha a responsabilidade de um hipocondraco crnico. Embora Maggie no podia 
entender a necessidade de sua irm a si mesmo a correia para baixo com um homem e uma meia dzia de meninos, que faria o que fora para ajudar a fazer realidade o 
sonho Brianna. Era possvel, s possvel, que Rogam Sweeney poderia jogar o padrinho de fadas. 

Os golpes na porta da casa de campo foi rpido e impaciente. Estas fadas padrinho, pensou Maggie enquanto ela ia responder, no fazer sua entrada com p de anjo 
e luzes de cores. depois de abrir a porta, ela sorriu um pouco. Estava empapado, como tinha sido no dia anterior, e se vestiu como elegante. perguntou-se se dormia 
em um traje e gravata. 

"bom dia a voc, senhor Sweeney." 

E a voc, senhorita Concannon. " Deu um passo dentro, longe da chuva e o redemoinho de nvoa morrer. 

"vou tomar o casaco? vai secar alguns pelo fogo". 

"Obrigado". Se deslizou fora de seu casaco, olhava-a se estendeu sobre uma cadeira junto ao fogo. Ela era diferente hoje em dia, pensou. Agradvel A mudana o ps 
em guarda. me diga, fazer-se outra coisa que a chuva no Clare? 

"Desfrutamos de bom tempo suave na primavera. No se preocupe, o Sr. Sweeney. Inclusive um dublins no deve fundir em uma chuva oeste do condado." Lhe enviou um 
sorriso rpido, encantadora, mas seus olhos se divertiam com malcia. "Estou elaborao da cerveja o ch, se voc quiser que algumas". 

"Eu o faria." antes de que pudesse a sua vez  cozinha, ele o impidi-una mo no brao. Sua ateno no estava nela, a no ser na escultura na mesa junto a eles. 
Era uma curva larga, sinuosa em um glido azul profundo. A cor de um lago rtico. Cristal se aferrou ao vidro nas ondas na ponta logo fluiu para baixo, o gelo lquido. 

"Uma pea interessante", comentou. 

"Crie-o assim?" Maggie bloqueado o impulso de sacudir a mo. Considerou ligeiramente, com uma posse subestimado que a fez ridiculamente incmodo. Podia cheirar o 
perfume amaderado sutis traos que havia provavelmente depois do barbeado, com matizes de sabo da ducha. Quando correu a gema do dedo com o passar do vidro curvado, 
suprimiu-a um calafrio Por um momento, um nscio, havia-se sentido como se tivesse miservel um toque de sua garganta a seu centro. 

"Obviamente feminino", murmurou. Embora seus olhos-ficou no cristal, ele era muito consciente dela. A tenso em espiral em seu brao, o tremor rpida que ela tinha 
tratado de mscara, o aroma escuro e selvagem de seu cabelo. "Potente. Uma mulher a ponto de render-se sexualmente a um homem. 

 ela nervosa porque estava no certo. "Como se encontra o poder na entrega? 

Ele a olhou ento, esses olhos azuis sem fundo bloqueado na cara. Sua mo seguia sendo a luz no brao. "Nada  mais capitalista que uma mulher nesse instante antes 
de que ela se entrega." Acariciou-lhe o cristal novo. "Obviamente, voc  consciente de que" 

"E o homem?" 

Ele sorriu, apenas a menor curva dos lbios. Seu agarre em seu brao parecia mais de uma carcia agora. A solicitude e seus olhos, divertido, interessado, escorregou 
na cara. Que, Margarida Mara, dependeria da mulher. " 

Ela no se moveu, absorve o golpe sexual, reconheceu que com uma leve inclinao de cabea. -Bom, estamos de acordo em algo. Sexo e poder em geral dependem da mulher. 
" 

Isso no  absolutamente o que hei dito, ou dizer o que te atrai a criar algo como isto? " 

" difcil explicar a arte a um homem de negcios". Quando lhe deram um passo atrs, curvou os dedos ao redor de seu brao, apertou com mais fora. "Prova". 

As molstias se crava atravs dela. "O que vem para mim vem. No h trama nem plano. Tem que ver com as emoes, as paixes e no com praticamente ou de lucro. Do 
contrrio estaria fazendo pouco cisnes de vidro para lojas de presentes. Jesus, o que  um pensamento". 

Seu sorriso se alargou. "Horripilantes. Felizmente no estou interessado em cisnes de cristal. Mas eu gostaria que o ch." 

"Ns o temos na cozinha." Ela comeou a afastar-se de novo, uma e outra vez seu controle o impediu. Temper cintilou em seus olhos como um relmpago. "Est bloqueando 
meu caminho, Sweeney." 

"Eu no acredito. Estou a ponto de claro para voc." Soltou-a e a seguiu em silencio  cozinha. 

Sua casa estava muito longe da comodidade pas do Blackthorn. No havia ricos aromas da coco flutuando no ar, no se preenchem travesseiros e reluzente madeira. 
Era espartano, utilitrio e desordenado. Foi por isso, supe-se, a arte sem cuidado estabelecidas aqui e que estava ali muito mais eficaz e surpreendente. 

perguntou-se onde dormia, e se a cama era to suave e acolhedor como o que tinha passado a noite pulg E se perguntou se queria compartilh-lo com ela. No, se, corrigiu-se. 
Quando. 

Maggie estabelece a bule sobre a mesa junto com duas taas de cermica de grossura. "Desfrutou de sua estadia no Blackthorn Cottage?" -perguntou enquanto vertia. 
"Eu o fiz. Encanto de sua irm. E memorvel sua cozinha." 

Maggie se suavizou, adicionou trs colheradas generosas de acar a seu ch. "Brie  uma dona-de-casa no melhor sentido da palavra. Ela faz-la po-doces groselha 
esta manh?" 

"Tive dois deles." 

Tranqilo de novo, Maggie riu e apoiou uma bota no joelho. "Nosso pai estava acostumado a dizer Brie tem todo o ouro e o bronze. Temo-me que no obter nenhum pes 
assados em casa aqui, Sweeney, mas provavelmente poderia cavar uma lata de bolachas." 

"No faz falta." 

"Voc provavelmente preferiria ir diretamente ao gro." Abraando a taa com ambas as mos, Maggie se inclinou para diante. "O que acontece eu fora a dizer claro, 
no me interessa em sua oferta? 

Rogam considerado, tomando o ch negro e forte. "Eu teria que chamar a voc um mentiroso, Maggie." Ele sorriu ao som que estalou nos olhos. "Porque se no estavam 
interessados, no teria estado de acordo a ver-me esta manh. E certamente no seria tomar o ch na extrao da cozinha." Ele elevou uma mo antes de poder falar. 
"vamos estar de acordo, entretanto, que no deseja estar interessados". 

Um homem inteligente, pensou, s um pouco apaziguado. os homens inteligentes eram perigosas. "No tenho desejo de ser produzidos ou administrados, ou guiado." 

"Estranha vez desejo de que o que necessitamos." Ele a olhou por cima do bordo da taa, calcular j que gostava da forma em que o leve rubor parecia sua pele de 
seda, aprofundar o verde de seus olhos. "por que no posso me explicar mais claramente? Sua arte  seu domnio. No tenho nenhuma inteno de interferir em modo 
algum com o que faz em seu estudo. cria-se o que est inspirado para criar, quando est inspirado para cri-lo. " 

"E se o que eu cria no  a seu gosto?" 

"mostrei e vendeu um grande nmero de peas no me importaria ter em minha casa. Esse  o negcio, Maggie. E como no vou interferir com sua arte, que no interfira 
com meu negcio." 

"vou ter nada que dizer em que compra meu trabalho?" 

"Nenhum", disse com simplicidade. "Se voc tiver um apego emocional a uma pea, voc ter que conseguir sobre ela, ou manter a pea por si mesmo. Uma vez que est 
em minhas mos,  meu. " 

Sua mandbula apertada. "E qualquer que tenha o dinheiro pode possui-lo." 

"Exatamente". 

Maggie golpeou a taa para baixo e se levantou caminhar. Ela usou todo seu corpo, um admirado hbito Rogam. Pernas, braos, ombros todo nos movimentos ritmicamente 
zangado. Ele coroada seu ch e se sentou a desfrutar de do espetculo. 

"Ponho-me algo de mim mesmo, e acredito, que seja slida, tangvel, real, e algum idiota do Kerry ou Dubln ou, Deus me ajude, Londres, entra e o compra para o aniversrio 
de sua esposa sem ter a mais mnima compreenso do que , o que significa? " 

"Desenvolvem-se relaes pessoais com todos os que comprem seu trabalho?" < P> 
"Pelo menos sei por onde se vai, quem o compra." Pelo general, acrescentou para seus adentros. 

"vou ter que lhes recordar que comprei duas de suas peas antes de nos conhecer" 

-Sim. E olhe onde que me tem. " 

O temperamento, pensou com um suspiro. Enquanto que tinha trabalhado com artistas nunca antes o tinha entendido. "Maggie", comeou, para tentar o mais razovel de 
tons. A razo necessita um gerente  eliminar estas dificuldades. Voc no ter que preocupar-se com as vendas, s a criao. E sim, se algum do Kerry ou Dubln, 
ou Deus ajudar a Londres entra em uma de minhas galerias e se interessa por uma de suas peas,  seu-sempre e quando se encontra com o preo. No h folha de vida, 
sem referncias de carter necessrio. E ao final de um ano, com minha ajuda, se o uma mulher rica. " 

 isso o que voc pensa que eu quero? " Humilhados, enfurecido, girou-se para ele. "voc crie, Rogam Sweeney, que recolho minha pipa todos os dias para calcular 
quantas lucros que poderia estar ao final dela?" 

-No, eu no. Isso  precisamente de onde eu venho pulg Voc  um artista excepcional, Maggie. E no risco de inflar o que parece ser um ego j titnica, admito que 
me cativou a primeira vez Vi seu trabalho. " 

"Talvez voc tem sabor decente", disse encolhendo-se de ombros mal-humorado. 

"Assim que me ho dito. Meu ponto  que seu trabalho merece algo mais que o est dando. Voc merece mais que voc se est dando ". 

Ela se tornou para trs no mostrador, olhando o de forma restritiva. "E te vais ajudar me a obter mais proveito da bondade de seu corao." 

"Meu corao no tem nada que ver com isso. Eu vou ajudar porque seu trabalho se somar ao prestgio de minha galeria". 

"E a seu bolso." 

"Um dia ter que me explicar a raiz de seu desprezo pelo dinheiro. Enquanto isso, o ch a fazer frio". 

Maggie deixou escapar um comprido suspiro. Ela no estava fazendo um bom trabalho de adul-lo, recordou-se, e retornou  mesa. "Rogam." Ela se deixou sorriso. "Estou 
seguro de que  muito bom no que faz. Suas galerias tm uma reputao de qualidade e integridade, que estou seguro que  um reflexo de ti mesmo." Ela era bom, pensou, 
e se passou a lngua pelos dentes. Muito bem. "Eu gosto de pensar que sim." 

"Sem dvida, qualquer artista estaria encantado de ser considerado por voc. Mas estou acostumado a tratar por mim mesmo, para o manejo de todos os aspectos de meu 
trabalho de fazer o copo  venda da pea terminada, ou ao menos p-la em mos de algum que conheo e a confiana para vend-lo eu no te conheo. " 

"Ou confia em mim?" 

Levantou uma mo, deixou-a cair. "Seria um parvo no confiar em todo mundo Galerias. Mas  difcil para mim imaginar uma empresa desse tamanho. Sou uma mulher simples." 

Ele riu com tanta rapidez, to ricamente, que piscou. antes de que pudesse recuperar-se, ele se inclinava para frente, tendo uma de suas mos entre as suas. "OH, 
no, Margarida Mara, o simples  exatamente o que no o so. Canny, obstinado, brilhante, de mau humor e formosa que , mas nunca  simples,.." 

"Dizem-me que sou eu." Atirou a mo livre e lutou para no ser encantado. "E eu me conheo melhor que voc ou alguma vez." 

"Cada vez que termine de uma escultura que est gritando isto  quem sou. Ao menos por hoje. Isso  o que faz que a arte verdadeira". 

No podia discutir com ele. Foi uma observao que no esperava de um homem de seu fundo. Ganhar dinheiro da arte no significa que voc entende o visto, fez-o. 

"Sou uma mulher simples," disse de novo, desafiando-o a que contradiz pela segunda vez. "E eu prefiro que siga assim. Se estiver de acordo com sua gesto, no haver 
regras. Mine. " 

Ele a tinha, e ele sabia. Entretanto, um negociador de um sbio nunca foi um petulante. "O que so?" , perguntou-se. 

"vou fazer nenhuma publicidade, a menos que me convm. E posso prometer que no o". 

"vai acrescentar ao mistrio, no?" 

Ela sorriu quase antes de que ela se recuperou. "No vou ser depois de vestir-se como um figurino para as demonstraes, se vier absolutamente." 

Esta vez colocou a lngua firmemente em sua bochecha. Estanho que seu sentido do estilo refletir sua natureza artstica. " 

Poderia ter sido um insulto, mas ela no podia estar seguro. "E no vou ser amvel com a gente se eu no quero ser". 
"Temperamento, uma vez mais artstico". Lhe brindou com seu ch. "Que acrescentar s vendas". Embora ela se divertia, sentou-se e cruzou os braos sobre o peito. 
"Nunca, nunca duplicar uma pea ou criar algo da fantasia de outra pessoa." 

Franziu o cenho, meneou a cabea. "Isso pode ser motivo de ruptura. Ocorreu-me a idia de um unicrnio, com um toque de po de ouro sobre o corno e pezuas. Muito 
bom gosto." Ela riu, e logo se rendeu e ps-se a rir em voz alta. -Muito bem, Rogam. Talvez por algum milagre que seremos capazes de trabalhar juntos. Como o fazemos? 
" 

"Vou a contratos elaboraram. A todo mundo querer direitos exclusivos a seu trabalho." Ela deu um coice nisso. sentia-se como se estivesse entregando uma parte de 
si mesmo. Talvez a melhor parte. "Os direitos exclusivos das peas que optam por vender." 

- obvio. " 

Ela olhou por cima dele, pela janela para os campos mais  frente. Uma vez, faz muito tempo, eles, como sua arte, havia-se sentido como parte dela. Agora eram s 
parte de uma formosa vista. "Que mais?" 

Duvidou. Ela parecia quase insoportablemente triste. "No vai trocar o que faz. No vai trocar o que ." 

"Est equivocado", murmurou. Com um esforo, sacudiu-se o estado de nimo e se encarou com ele de novo. -Adiante. Que mais? " 

"Querer-me um espetculo, um prazo de dois meses, na galeria do Dubln. Naturalmente, vou ter que ver o que terminou, e vou dispor o envio. Tambm necessitaremos 
que me mantm informado do que completou mais de nas prximas semanas. Vamos a preo das peas, e qualquer que seja o inventrio que fica depois da exposio se 
mostrar no Dubln e em nossas galerias de outros. " 

Deu um comprido suspiro, que calma. "Eu o agradeo, se no havia referncia a meu trabalho como inventrio. Pelo menos em minha presena." 

"Feito". Ele juntou os dedos. "Voc,  obvio, enviar-se uma supresso completa de peas vendidas. Voc pode, se o desejar, tem alguma entrada como s que fotografia 
para o catlogo. Ou se pode deixar em mos de ns". 

E como e quando me pagam? " ela queria saber. 

"Posso comprar as peas por completo. No tenho nenhuma objeo a que, desde que tenho confiana em seu trabalho", 

Recordou o que havia dito antes, a respeito de como obter o dobro que o que lhe tinha pago pela escultura que tinha que terminar. Ela no pde ter sido uma mulher 
de negcios, mas no era um parvo. 

"Do que outra o dirige? 

"Pela comisso. Tomamos a pea, e quando e se o vendermos, deduzimos uma percentagem." 

mais de um jogo de azar, pensou. E ela preferiu uma aposta. "Que percentagem te leva?" 

Com a esperana de uma reao, manteve seu nvel dos olhos com os seus. Trinta e cinco por cento ". 

Ela emitiu um som afogado na garganta. "Trinta e cinco anos? Trinta e cinco anos? Voc ladro. Voc ladro." Ela jogou para trs da mesa e se levantou. -Voc  um 
abutre, Rogam Sweeney. Trinta e cinco por cento ser condenado e com " 
"Assumo todos os riscos, tenho todos os gastos." Estendeu as mos, com campanrio de novo. "Vocs no tm feito mais para criar." 

"OH, como se tudo o que toma est sentado em meu culo e esperar  inspirao para vir revoando abaixo como gotas de chuva. Vs no sabem nada, nada a respeito." 
Ela comeou a caminhar de novo, agitando o ar com temperamento e energia. "Recordo-lhes, voc teria nada que vender sem mim. E  meu trabalho, meu suor e o sangue 
que vo passar um bom dinheiro por. Obter quinze por cento" 

-Vou por trinta anos. " 

"A peste que voc toma, Rogam, um ladro de cavalos. Vinte. 
"Vinte e cinco anos." levantou-se ento de p cara a cara com ela. "Todo mundo ganhar um quarto de seu suor e estado de nimo, Maggie, prometo-lhe isso." 

"Uma quarta parte". Ela assobiou entre dentes. "Isso  um homem de negcios para voc, aproveitam-se de arte". 

"E o artista toma a segurana econmica. Pense nisso, Maggie. Seu trabalho ser visto em Nova Iorque, em Roma e Paris. E ningum que o veja o esquecerei." 

"OH,  preparado  voc, Rogam, tendo um rpido giro de dinheiro  fama." Ela franziu o cenho a seguir, tirou a mo. A mierda com ele e voc, voc ter seu vinte 
e cinco por cento " 

O que era exatamente o que tinha planejado. Ele olhe sua mo, considerou. "Ns vamos fazer bem juntos, Maggie." 

Bastante bem, que esperava que, para resolver sua me no povo e longe do Blackthorn Cottage. "Se no o fizermos, Rogam, vou ver que pagar por isso." 

devido a que tinha desfrutado do sabor dela, ele levantou a mo aos lbios. "vou correr o risco." 

Seus lbios ficou o tempo suficiente para fazer sua gagueira pulso. "Se se for tratar de me seduzir, voc teria sido mais inteligente de comear antes de que tnhamos 
um trato." 

A declarao de uma vez surpreso e molesto ele. "Prefiro manter seus assuntos pessoais e profissionais independentes." 

"Outra diferencia entre ns". Tanto gostou a ela para ver que tinha arranhado o exterior seamlessty corts. "Minha vida pessoal e profissional est sempre fuso. 
E eu desfrute to quando as greves de capricho." Sonriendo, ela se deslizou a mo da sua. " ainda no deu pessoalmente falando. Deixarei-te saber se e quando o 
faz." 

" voc me cevo, Maggie?" 

deteve-se como se o pensamento atravs. "No, estou explicando a vocs. Agora te levarei a casa de cristal para que possa escolher o que quer enviado ao Dubln". 
Voltou-se a atirar de uma jaqueta de um gancho pela porta traseira. "Talvez queira seu casaco. Seria uma vergonha para conseguir esse traje de fantasia mida". Ele 
a olhou um momento, perguntando-se por que deveriam sentir-se to completamente insultado. Sem dizer uma palavra, girou sobre seus tales e se dirigiu de novo  
sala de seu casaco. 

Maggie aproveitou a oportunidade para sair e esfriar seu sangue sob a chuva fria. Ridculo, disse-se, para obter to sexualmente pacote por ter a mo beijou. Rogam 
Sweeney foi suave, muito suave. Foi uma sorte que vivia no lado morrem outras regies do pas. Mais afortunado, entretanto, ele no era seu tipo. No, absolutamente. 



Captulo Cinco 



A erva alta junto  abadia em runas fez um formoso lugar de descanso para os mortos. Maggie tinha lutado por ter a seu pai enterrado ali, em lugar de no estou acostumado 
a ordenado e frio perto da igreja do povo. Ela tinha querido a paz, e o toque da realeza de seu pai. Por uma vez, Brianna tinha discutido com ela at que sua me 
havia mal-humorado fecha a boca e se lavou as mos do regime. 

Maggie no s visitou duas vezes ao ano, uma vez no aniversrio de seu pai e uma vez sozinha. Para lhe dar as obrigado pelo dom de sua vida. Ela nunca chegou no 
aniversrio de sua morte, nem ela se deixa de chorar em privado. Nem O chorar agora, mas se sentou na erva junto a ele, colocando seus joelhos e envolvendo seus 
braos ao redor deles. O sol lutou atravs de capas de nuvens a dourar as tumbas e o vento era fresco, com aroma de flores silvestres. Ela no havia trazido floresa 
com ela, nunca o fez. Brianna tinha plantado um direito cama sobre ele, para que a primavera esquenta a terra, sua tumba surgiu com a cor e a beleza. 

brotos tenros se acaba de formar nas prmulas. A fada chefes do Columbine assentiu com a cabea brandamente entre os brotos tenros de espora de cavalheiro e Betony. 
Viu um dardo urraca sobre lpides e balanar-se para um campo. Uma para a dor, pensou, e procurou infructuosamente o cu da segunda, que se apresentaria  alegria. 
As mariposas revoavam perto, intermitente asas finas, em silncio. Os observou durante um tempo, tendo a comodidade na cor e o movimento. No houve lugar para enterr-lo 
perto do mar, mas isto, pensou, este lugar lhe teria agradado. Maggie se recostou comodamente no lado da lpide de seu pai e fechou os olhos. Eu gostaria que estivesse 
aqui, pensou, para que eu pudesse dizer o que estou fazendo. No  que eu escutava a qualquer de seus conselhos, a mente. Mas seria bom para escut-lo. Se um homem 
Rogarem Sweeney de sua palavra-e no posso ver como seria outra costure-i'll ser uma mulher rica. Como que voc gosta. No haveria suficiente para que possa abrir 
seu prprio pub como sempre quiseste. OH, que pobre campons que est, carinho. Mas o melhor dos pais. O melhor. Ela estava fazendo seu melhor esforo para cumprir 
sua promessa com ele, pensou. Para cuidar de sua me e sua irm, e para seguir seu sonho. 

"Maggie". 

Abriu os olhos e olhou a Brianna. Ordenada como um alfinete, pensou, o estudo de sua irm. Seu cabelo formoso todos os recolheu, com a roupa bem engomada. "V-te 
como um professor de escola", disse Maggie, e riu da expresso da Brianna. "Uma bela." 

"V-te como um trapero", replicou Brianna, franzindo o cenho, a eleio do Maggie de calas jeans rasgadas e um pulver feito farrapos. "Uma bela." 

Brianna se ajoelhou junto a sua irm e cruzou as mos. No a orar, s pelo esmero 'sake. sentaram-se em silencio durante uns momentos, o vento soprou atravs da 
erva e flutuou pelo de pedras quedas. 

"Um formoso dia para sentar-se grave", comentou Maggie. Teria sido setenta e um hoje, pensou "Suas flores esto florescendo bem." 

"Necessita um pouco de ms ervas." E Brianna comeou a faz-lo. "encontrei o dinheiro no mostrador da cozinha desta manh, Maggie.  muito." 

"Foi uma boa venda. Por algo dele por". 

"Prefiro que te tenha gostado." 

"Eu sou, sabendo que esta muito mais perto de que ela tivesse a cabo" 

Brianna suspirou. "Ela no  uma carga para mim." A captura a expresso de sua irm, ela se encolheu de ombros. "No tanto como voc pensa. S quando se sente mau." 
"Qual  a maior parte do tempo. Brie, Quero-te." 

"J sei." 

O dinheiro  a melhor maneira que sei como demonstr-la D queria que eu lhe ajude com ela. E o bom Deus sabe que eu no poderia viver com ela como voc o faz. Ela 
me emprestam  casa de loucos, ou eu me envio ao crcere por assassinar a seu em seu sonho. " 

"Este negocio com Rogam Sweeney, que o fez por ela." 

"Eu no o fizeram." Maggie se zangou ante a idia dela. "Por causa dela, talvez, que  uma questo totalmente diferente. Uma vez que ela est arrumado e tem sua 
vida de novo, casar-te e me do uma horda de sobrinhas e sobrinhos." 

"Voc pode ter seus prprios filhos." 

"No quero que o matrimnio". Cmodo, Maggie fechou os olhos outra vez. -No, por certo. Prefiro ir e vir, j que me convm e responder a ningum. vou arruinar a 
seus filhos, e vo vir correndo  tia Maggie sempre que estar muito estrito com eles ". Ela abriu um olho. "poderia-se casar-se com o Murphy". 

riem da Brianna levado maravilhosamente sobre a erva alta. " o de choque para sab-lo." 

"Sempre foi doce em ti." 

"Era, sim, quando tinha treze anos. No, ele  um homem encantador e estou to apaixonada por ele como o seria eu de um irmo. Mas no  o que estou procurando em 
um marido." 

"Tem tudo planejado, ento?" 

"No tenho nada planejado", disse Brianna remilgadamente, "e nos estamos desviando do tema. No quero que se unam as mos com o senhor Sweeney porque se sente obrigado 
a mim. Eu poderia pensar que  o melhor que pode fazer por seu trabalho, mas no vou ter que infeliz porque te crie que sou. Porque eu no o sou. " 

"Quantas vezes voc tem que servir uma comida em sua cama deste ms?" 

"No levo uma contabilidade" 

"Voc deve," Maggie interrompido. "Em qualquer caso, faz-se. Assinei seus contratos faz uma semana. Agora estou sendo administrado por Rogam Sweeney e galerias de 
todo o mundo. vou ter um show em sua galeria do Dubln em duas semanas". 

"Duas semanas. Isso  to rpido." 

"No parece ser um homem para perder o tempo. Vem comigo, Brianna." Maggie agarrou as mos de sua irm. "Faremos Sweeney pagar por um hotel de luxo e vamos comer 
fora em restaurantes e comprar algo parvo." 

Lojas. Mantimentos que no se cozinhou. Uma cama que no tinha que fazer-se. Brianna desejado, mas s por um momento "eu adoraria estar com vocs, Maggie. Mas no 
posso deix-la assim" 

"O inferno no pode. Jesus, que pode suportar sua prpria companhia por uns dias." 

"No posso". Brianna duvidou ento se sentou com cansao em cuclillas. "caiu a semana passada." 

"Estava ferido?" Maggie dedos se esticou sobre sua irm. -Maldita seja, Brie, por que no me disse isso? Como aconteceu? " 

"Eu no lhe disse porque resultou ser no importa muito. Ela se encontrava fora, saiu por sua conta. Enquanto eu estava acima, pr em ordem as habitaes. Perdeu 
o equilbrio, o que parece. Ela golpeado no quadril, sacudiu o ombro. " 

"Voc chamou o doutor Hogan?" 

" obvio que sim. Ele disse que no havia nada do que preocupar-se Ela tinha perdido o equilbrio foi absoluto. E se o exerccio tem mais, comiam melhor e todo o 
resto, ela seria mais forte". 

"Quem no sabe isso?" Maldita seja a mulher, pensou Maggie E maldita a constante e a culpa incessante que vivia em seu prprio corao "E  hora de voltar para a 
cama se foi, eu arrumado. E se manteve ali aps." 

Brianna se contraiu os lbios em um sorriso irnico. "No fui capaz de mover-se. Ela diz que tem uma deficincia do ouvido interno e quer ir ao Cork como espcie 
cialista " 

"Ah!" Maggie jogou a cabea para trs e olhou ao cu. " tpico. Nunca conheci a ningum com mais queixa que Maeve Concannon. E ela te tem em uma corda, minha menina." 
Ela assinalou com um dedo a Brianna. 

"No vou negar o, mas eu no tenho valor para cortar" 

"Eu". Maggie estava, escovado em seus joelhos. A resposta  dinheiro, Brie.  o que ela sempre tinha querido. Deus sabe que ela fez de sua vida uma misria, porque 
no podia aferrar-se a ela. "Em um gesto de amparo, Maggie lhe ps uma mo na lpide de seu pai. 

"Isso  verdade, e fez dela uma misria tambm. Duas pessoas menos adequadas que nunca vi. Matrimnios no sempre se fazem no cu, ou no inferno. s vezes, s esto 
apanhados no purgatrio. " 

"E s vezes a gente  muito parva ou muito justos a p." A mo na lpide acariciou uma vez, logo se afastaram. "Prefiro os parvos aos mrtires. Ponha o dinheiro, 
Brie. Haver mais breve. Eu me encarregarei de que, no Dubln." 

"Quer v-la antes de ir?" 

"Farei-o", disse Maggie com gravidade-. 

* * * * 

"Acredito que a vai desfrutar". Rogam inunda na coalhada por seu po-doce e sorriu a sua av. "Ela  uma mulher interessante." 

"Interessante". Christine Rogam Sweeney levantou uma sobrancelha branca afiada. Sabia que seu neto, assim, podia interpretar todos os matizes de tom e expresso. 
Sobre o tema do Maggie Concannon, entretanto, foi crptica. "De que maneira?" 

No estava seguro de que ele e ganhar tempo agitando seu ch. "Ela  uma artista brilhante, sua viso  extraordinria. Entretanto, ela vive sozinha em uma casita 
do Clare, e a decorao  algo menos esttico nico. Ela  uma apaixonada de seu trabalho, mas resistente a mostrar. Ela  por turnos, com encanto e grosseiro- e 
ambos parecem ser fiel a sua natureza. " 

"Uma mulher contraditria". 

"Muito". Ele se recostou, um homem completamente feliz na sala amvel, Sevres taa na mo e a cabea apoiada na almofada de brocado de uma cadeira da rainha Anne. 
O fogo ardia na chamin em silncio. As flores e os po-doces estavam frescas. Gostava destes chs ocasional com sua av tanto como ela o fez. A paz e a ordem de 
sua casa eram suaves, como estava com sua dignidade perptua e brandamente se desvaneceu beleza. Ele sabia que ela tinha setenta e trs e teve o orgulho pessoal 
no fato de que ela parecia dez anos mais jovem. Tinha a pele plida como o alabastro. Rajado, sim, mas as marcas da idade se somou  serenidade de seu rosto. Tinha 
os olhos brilhantes azuis, seu cabelo to suave e branca como uma primeira nevada. 

Tinha uma mente aguda, sabor indiscutvel, um corao generoso e um lugar seco, s vezes mordaz engenho Era, como havia Rogam lhe dizia freqentemente, sua mulher 
ideal. Era um sentimento que adulado Christine tanto a que se referia a ela. Tinha-lhe falhado em um s sentido. Isso era encontrar uma satisfao pessoal que equivalia 
a seu nico profissional. 

"Como esto os preparativos para o espetculo vai?" -perguntou-lhe. 

-Muito bem. Seria mais fcil se nosso artista do momento respondeu a seu maldito telefone. " O escovado que a irritao de distncia. "As peas que se enviaram em 
so maravilhosos. vais ter que acontecer a galeria e ver por ti mesmo." 

"Eu posso fazer isso", mas ela estava mais interessada no artista que na arte. "H dito que era uma moa?" "Hmmm? "Maggie Concannon. h te menciona que ela era ..." 

"OH, vinte e cinco anos, contava com jovens, sem dvida, para o exerccio de seu trabalho." 

Senhor, que era como desenhar dentes. "E chamativo lhe parece?-Ao igual ao que era seu nomeie-miranda Whitfield-Fry, que fez a escultura de metal e levava todas 
as jias pesadas e lenos de cores?" 

"Ela no  nada como Miranda." Graas a Deus. Recordava como, com um estremecimento sem descanso, e vergonhosamente, a mulher lhe tinha aoitado. "Maggie  mais 
o tipo de botas e camisa de algodo. Seu cabelo se v como se houvesse um golpe nela com tesouras de cozinha." 

"Pouco atrativas, ento." 

-No, muito atrativa, mas em um sentido pouco comum ". 

"Mannish?" 

"No" Recordou, incmodamente, o rebocador vicioso sexual, o aroma sensual dela, a sensao de que tremem rpida e involuntria na mo. "longe dela" 

Ah, Christine pensamento. Ela definitivamente faria tempo para conhecer a mulher que ps m cara na cara que Rogam. "Ela te intriga." 

"Certamente, eu no teria assinado seu contrrio." Apanhou olhar do Christine e arqueou uma sobrancelha de maneira idntica. " um negcio, a av. S os negcios". 

- obvio. " Sonriendo a si mesmo, serve-lhe mais ch. "me diga que mais estiveste fazendo." 

Rogam chegou  galeria s oito da manh do dia seguinte. Tinha desfrutado de uma noite no teatro, e um jantar tardio com um companheiro s vezes. como sempre, tinha 
encontrado Patricia encantado e delicioso. A viva de um velho amigo, que era, a seu parecer, mais de um primo longnquo de uma data. Tinham discutido a obra do 
Eugene Ou'Neill sobre o salmo e o champagne e se separou com um beijo platnico a meia noite justo depois. E no tinha pego olho. No tinha sido risada ligeira 
da Patricia ou seu perfume sutil que lhe tinha mantido lanando. Maggie Concannon, pensou. Naturalmente, a mulher estava na vanguarda de sua mente, j que a maioria 
de seu tempo e esforo se centrou em seu prximo espetculo. No era de sentir saudades que estava pensando nisso-ya que era quase impossvel falar com ela. Sua 
averso para o telefone lhe tinha feito a replicar aos telegramas, que disparou para o oeste com ampolas regularidade. Sua nico e nica resposta foi breve e ao 
gro: DETENHA molesta. Imagine, Rogam pensamento enquanto abria as portas de cristal elegante da galeria. Lhe tinha acusado de lhe dar a lata, como um menino mimado, 
quejica. Ele era um homem de negcios, pelo amor de Deus, um a ponto de dar um impulso a sua carreira astronmica. E ela nem sequer se dispunha de tempo para recolher 
o maldito telefone e ter uma conversao razovel. Estava acostumado aos artistas. Doce Mara sabia que se ocupou de suas excentricidades, suas inseguranas, suas 
demandas freqentemente pueril. Era seu trabalho para faz-lo, e ele se considerava apto. Mas Maggie Concan-no tratava tanto de sua habilidade e sua pacincia. 

Ele Relocked as portas detrs dele e respirou o ar em silncio perfumado da galeria. Criado por seu av, o edifcio foi alta e grande, um testemunho convincente 
de arte com sua selaria gtica e balastres esculpidos. O interior consiste em dzias de habitaes, algumas pequenas e outras grandes, todos os que desembocam no 
seguinte com arcos de largura. Escadas curvada para cima de maneira fluda a um segundo piso que alberga um espao de salo de tamanho junto com sales equipados 
com te interne sofs antigos. Foi ali onde se mostrar o trabalho do Maggie. No salo de baile que haveria uma pequena orquestra. Enquanto que os convidados desfrutaram 
da msica, o champagne, os canaps, poderiam navegar entre suas obras estrategicamente se localizados. quanto mais grande, mais audaz peas que poria de relevo, 
mostrando partes mais pequenas em ambientes mais ntimos. Imaginar, refinado do pitoresco  em sua mente, ele caminhou atravs da galeria inferior para o escritrio 
e trasteros. Encontrou a seu diretor de galeria, Jos Donahoe, servir o caf na cozinha. 

"Est aqui logo". Jos sorriu, mostrando o brilho de um dente de ouro. "O caf?" 

"Sim. Eu queria comprovar o progresso de acima antes de dirigir-se ao escritrio." 

"Vir ao longo da direita", assegurou-lhe Jos. Embora os dois homens eram de uma idade, o cabelo do Jos foi emagrecimento na parte superior. compensa-se a perda 
pelo aumento o tempo suficiente para atar em uma rabo-de-cavalo streaming. Seu nariz se quebrado uma vez por um taco de plo rebelde e assim figuram um pouco para 
a esquerda O resultado foi o aspecto de um pirata em um traje do Savile Row. As mulheres o adoravam. 

"V-te um pouco descolorida." 

"Insnia", disse Rogam, e tomou seu caf negro. "Se traslado de ontem obter descomprimido? 

Jos fez uma careta. "Tinha medo de que te peo. Levantou sua taa e murmurou nela. "No entrar" 

"O que?" 

Jos fechou os olhos. Tinha trabalhado para Rogam durante mais de uma dcada "e sabia que o tom". No chegou ontem. Estou seguro de que ser ao longo desta manh. 
 por isso que vim a princpios de mim mesmo. "" O que faz essa mulher? Suas instrues eram muito especficos, muito simples. Ela foi a ltima nave das peas durante 
a noite. " 

"Ela  uma artista, Rogam. Ela, provavelmente j golpeado pela inspirao e trabalhou depois da hora de public-la. Temos tempo de sobra. " 

"No quero que a arrastava seus ps." Indignados, Rogam fez com o telefone da cozinha. No teve que procurar o nmero do Maggie em sua caderneta de direes. Ele 
j sabia de cor. Apunhalou botes e escutou o timbre do telefone. E o anel. "Twit irresponsvel" levaram ao Jos a cabo um cigarro a Rogam se estrelou o receptor. 
"Temos mais de trinta peas," disse enquanto se acendeu uma ornamentada esmaltado mais ligeiro. "Inclusive sem este ltimo envio,  suficiente. E o trabalho, Rogam. 
Inclusive uma mo enfastiados velho como eu se deslumbra". 

"Isso no  o ponto, verdade?" Joseph apagou fumaa, apertou os lbios. "Em realidade, , sim." 

"Estamos de acordo em no quarenta peas, trinta e cinco anos, no trinta e seis. Quarenta. E Por Deus, quarenta  o que vou ter. " 

"Rogam-aonde vai?" gritou Rogam irromperam na cozinha, "maldito Clara." 
Deu outra chupada a seu cigarro e brindou pelo ar com sua taa de caf. "Boa viagem". 

O vo foi curto e no deu tempo Rogam o temperamento que se esfrie. Os ps que o cu estava azul gloriosamente, o suave ar, no trocou nada. Quando ele fechou a 
porta de seu carro de aluguel e se dirigiu longe do ShannonAirport, seguia amaldioando ao Maggie. Para quando chegou a sua casa, estava em plena ebulio. O nervo 
da mulher, pensou enquanto espreitava  porta principal. Atirando dele fora de seu trabalho, de suas obrigaes. Pensava que era o nico artista que representava? 

Ele chamou a sua porta at que o punho pulsava. Fazendo caso omisso dos costumes, empurrou a porta aberta. "Maggie!" gritou, caminhando da sala  cozinha. "Maldita 
seja". Sem pausa, deu uma patada pela porta traseira e se dirigiu a sua oficina. Ele deveria ter sabido que ia estar ali. 

Ela levantou a vista de um banco de trabalho e uma montanha de papel triturado. "Bom, eu poderia usar algo de ajuda com isto." 

"por que demnios no me responde o telefone com sangue? por que a maldita coisa se forem ignorar? 

"Freqentemente me pergunto o mesmo. me passe o martelo, quer?" 

Levantou-o do banco, sopesou o peso um momento como o da imagem muito agradvel de bopping ela na cabea com ela revoavam em seu crebro. Onde diabos est meu pedido? 
" 

" justo aqui." Ela passou a mo pelo cabelo desordenado antes de tomar o martelo dele. "Eu s o estou empacotando". 

"Supunha-se que ia estar no Dubln ontem. 

-Bom, no podia ser porque eu no o tinha enviado ainda "Com rpido, move-se com experincia, comeou a martelar a caixa no cho. "E se tiver vindo por aqui para 
ver nele, tenho que dizer que no fazer o suficiente para fazer com seu tempo." levantou do cho e bolada ela pelo banco de trabalho. O martelo soavam em concreto, 
logo que falta um p. antes de que ela tinha desenhado o flego a cuspir nele, tomou o queixo na mo. "Tenho mais que suficiente para fazer com meu tempo", disse 
sem alterar-se. "E de bab para uma mulher irresponsvel interfere com meu horrio. I a pessoal da galeria, cujo calendrio  um, embora meticulosamente pensado. 
Tudo o que tinha era seguir instrues e envie a mercadoria maldita". 

Ela deu uma palmada na mo. "Eu no dou um funileiro sobre seus horrios e calendrios. Voc sobre um artista, no Sweeney, um empregado da hemorragia." o que a 
atividade artstica lhe impediu de cortar uma simples direo? " 

Ela ensinou os dentes, considerado lhe dar um murro, logo simplesmente assinalou. "Isso". 

Olhou por cima, congelou-se. S a cegueira de temperamento poderia lhe haver impedido de ver que, sendo mudo por ela ao entrar no edifcio. A escultura estava no 
outro extremo da habitao, de trs ps de alto, tudas as cores sangrada e toro, formas sinuosas. Um matagal de extremidades, sem dvida, pensou, sem vergonha 
sexual, maravilhosamente humana. Ele se aproximou dela para estudar de um ngulo diferente. Quase podia, quase distinguir rostos. Eles Semed fundir-se com a imaginao, 
deixando s a sensao de plenitude absoluta. Era impossvel ver onde comeou de uma forma e o outro deixado, to completamente, to perfeitamente que se fundiram. 

Era, pensou, uma celebrao do esprito humano e a sexualidade da besta. 

"Como o chamam?" 

"Surrender". Ela sorriu. "Parece que me inspirou, Rogam." Aoitado pela energia fresca, empurrou fora do banco. Estava enjoado, enjoado, e me senti glorioso. "demorou-se 
muito em vir o direito de cores. Voc no acreditaria o que tornei a derreter e se despreza. Mas eu podia ver, perfeitamente, e teve que ser exatos-riu e tomou seu 
martelo para outro prego. "No sei quando dormi passado. Dois dias, trs." Ela riu de novo, arrastando as mos pelo cabelo despenteado. "No estou cansado. Sinto-me 
incrvel. Cheio de energia se desesperada. Parece que no posso parar". 

" magnfico, Maggie." 

" o melhor trabalho que tenho feito". Voltou-se a estudar outra vez, golpeando o martelo contra a palma de sua mo: "Provavelmente o melhor do que tenho feito." 

"vou organizar uma caixa." Lhe lanou um olhar por cima do ombro. Estava plida como a cera, assinalou, com o cansao que seu crebro ainda no tinha animado a transmitir 
a seu corpo. "E dirigir o envio pessoalmente." 

"Eu ia construir uma. No tomaria muito tempo.". 

"No se pode confiar." 

" obvio que posso." Seu humor era to festiva, que nem sequer se ofendem. E que seria mais rpido para mim para construir uma que para que voc tenha uma construo. 
J tenho as dimenses ". 

"At quando?" 

"Uma hora". 

Ele assentiu com a cabea. "At que utilizar o telefone e se encarregar de um caminho. O telefone funciona, suponho". 

"O sarcasmo"-rendo, ela se aproximou dele, "que se converte. O mesmo faz que a gravata impecavelmente correta." 

antes de que nenhum deles teve a oportunidade de pensar, ela agarrou a gravata e o arrastou para ela. Sua boca quente fixa nele, o surpreendente na imobilidade. 
Sua mo livre se deslizou no cabelo, apoderou-se de seu corpo se apertou. O beijo chispavam, desatado, ardia. Ento o mais rpido que o tinham iniciado, escapou. 

"S um capricho", disse, e lhe sorriu. Seu corao poderia ter sido sacudidas como um coelho no peito, mas ela ia pensar nisso mais adiante. "A culpa  de privao 
de sonho e o excesso de energia. Ahora- enganchou seu brao antes de que pudesse afastar-se. No ia sair to facilmente, pensou. No seria o paralisa um momento 
e encolher-se de ombros que fora o prximo "Tenho um capricho de minha conta", murmurou. Enquanto o fazia uma mo ao redor da taa a parte posterior de seu pescoo, 
viu os olhos registro surpresa cauteloso. Ela no resistiu. Acreditou ver um toque de diverso em seu rosto antes de que ele baixou sua boca  sua. A diverso se 
desvaneceu rapidamente. Este beijo foi suave e doce, suntuoso. To inesperado como ptalas de rosa no incndio de um forno, esfria-se e se acalmou e despertou de 
uma vez. Pareceu-lhe ouvir um som, algo entre um gemido e um suspiro. O fato de que se deslizou de sua garganta ardendo prpria assombrou. 

Mas ela no se apartou, nem sequer quando o vinho de novo, tranqilo e indefeso e enganado. No, ela no o apartou. Sua boca era muito inteligente, muito suave persuaso. 
Ela se abriu  mesma e se absorve. Ela parecia derreter-se em seu contrrio, grau por grau lento. Essa primeira exploso de calor se suavizou, rip-adoecia em uma 
baixa, larga queimadura. esqueceu-se de que tinha estado zangado, ou que tinha sido impugnados, e s sabia que estava vivo. Provou escura, perigosa, e sua boca estava 
cheia dela. Sua mente se desviou para a tomada, para a conquista, para encantadora. O homem civilizado um mal, que tinha sido elevado a seguir um estrito cdigo 
de tica, deu um passo atrs, horrorizado. Sua cabea cambaleou. Colocou uma mo sobre a mesa de trabalho para manter o equilbrio nas pernas dobradas. Um comprido 
suspiro seguido de outro ajudou a esclarecer sua viso. E o viu olhando-a, uma mescla de fome e de me choque nos olhos. 

"Bom", conseguiu dizer: "isso  certamente algo em que pensar." 

Era uma tolice pedir desculpas por seus pensamentos, disse-se Rogam. Ridculo que se sinta culpado pelo fato de que sua imaginao tinha desenhado imagens erticas 
e viva de arrojando-a ao cho e arrancando de flanela e jeans. Ele no tinha atuado nela. Ele tinha beijado s a ela. Mas ele pensou que era possvel, inclusive 
prefervel, a sua culpa. 

"Temos uma relao de negcios", comeou dizendo escuetamente: "No seria prudente e destrutiva, possivelmente, a deixar que nada interfira com que neste momento." 

Ela inclinou a cabea, balanou-se sobre seus tales ", e dormir juntos seria confundir as coisas?" 

Maldita por faz-lo soar como um parvo. Maldita duas vezes para deix-lo sacudido e horrivelmente necessitada horrivelmente. "Neste ponto acredito que deveramos 
nos concentrar no lanamento de seu programa. " 

"Hmmm". Se deu a volta com o pretexto de pr em ordem a mesa de trabalho. A verdade  que necessitava um momento para saldar mesma. Ela no era promscua, por qualquer 
meio e sem dvida no cair na cama com qualquer homem que a atraa. Mas gostava de pensar em si mesmo como o suficientemente independente, liberada suficiente e 
o suficientemente inteligente para escolher a seus amantes com cuidado. 

Havia, deu-se conta, eleito Rogam Sweeney. "por que me beija?" "Voc me incomoda." 

Seu largo, boca generosa curva. "Desde que parecem estar fazendo isso de forma regular, que vamos passar muito tempo com nossos lbios bloqueado." 

" uma questo de controle." Sabia que soava rgida e estirada, e a odiava por isso. "Estou seguro que voc acaba de cubos da mesma. No" Ela totted a cabea, cruzou 
os braos sobre o peito. "Se eu dito que voc deseja, o que vais fazer a respeito? Luta me fora?" 

"Duvido que vai chegar a isso" A imagem interposto o pontadas do humor e o desespero. "Ambos tm que concentrar-se no negcio em questo. Isto poderia ser que ponto 
de inflexo em sua carreira." "Sim". Seria bom recordar que, pensou "Assim vamos utilizar entre si, profissionalmente." "vamos reforar mutuamente, profissionalmente", 
corrigiu ele. Cristo, que necessitava ar. "vou entrar e convocatria desse caminho". 

"Rogam." Esperou at que chegou  porta e se voltou para ela. "Eu gostaria de ir com voc." "Para o Dubln? Hoje em dia? " 

"Sim. Eu posso estar preparado para ir no momento em que chega o caminho s ter que fazer uma parada, a minha irm." 

Ela era to boa como sua palavra. Apesar de que o envio soprando de distncia estava lanando uma mala no carro alugado a parte posterior de Rogam. 

"Se voc acabar de me dar dez minutos", disse Rogam como comeou a descer pelo caminho estreito, "Estou seguro do Brie tem um pouco de ch ou caf em". 

"Bem". Deteve o carro e se foi com o Blackthorn Maggie pelo atalho. 

No tocou, mas entrou e se dirigiu diretamente para a cozinha nas costas. Brianna estava ali, um avental branco pacote  cintura e as mos cobertas com farinha. 

-Ah, senhor Sweeney, ol. Maggie. vais ter que desculpar a desordem. Temos convidados e estou fazendo empanadas para o jantar. " 

"Vou ao Dubln." 

"To logo?" Brianna agarrou um trapo de cozinha a desempoeirar suas mos. "Pensei que o espetculo foi a semana que vem." 

--o. Vou cedo. Est em seu quarto? " 

sorriso amvel da Brianna se machucou um pouco nos borde. "Sim. por que no vou dizer lhe que est aqui?" 

"Direi-lhe para mim mesmo. Talvez voc poderia dar um pouco de caf Rogam." 

- obvio. " Jogou um olhar de preocupao ao Maggie que sua irm saiu da cozinha no apartamento contigo. "Se voc fique a vontade na sala, o Sr. Sweeney, te vou 
trazer um pouco de caf imediatamente." -No se incomode ". Sua curiosidade se levantou. "vou tomar uma taa aqui, se no ir estar em seu caminho." Acrescentou um 
sorriso fcil. "E por favor, me chame Rogam." 

"Voc o h negro pelo que lembrana." 

"Voc tem uma boa memria." E voc  um molho de nervos, observou, olhando Brianna chegar a uma taa e o pires. 

"Trato de recordar as preferncias de meus convidados. Ho-lhe bolo?  um pouco de chocolate que fiz ontem." 

"A lembrana de sua cozinha faz que seja difcil de rechaar". Sentou-se na mesa de madeira esfregada .. "Faz-o todo voc mesmo?" -Sim, eu .. " Ouviu a voz exps 
pela primeira vez e perdeu o balo. -Sim. estabeleci um incndio na sala. Est seguro de que no ser mais cmodo? "rosa O choque de vozes da habitao contiga, 
com o que um rubor de vergonha nas bochechas da Brianna. Rogam se limitou a levantar sua taa." Quem  ela gritando neste momento? "Brianna esboou um sorriso." 
Nossa me. Eles no se levam muito bem. "" leva-se bem com o Maggie a ningum? " 

"S quando lhe convm. Mas ela tem um corao, um grande corao, generoso.  s que ela o guarda com tanto cuidado." Brianna suspirou. Se Rogarem no estava envergonhado 
pelos gritos, nem seria ela. 

"Te vou cortar a torta." 

"No se troca." Maeve olhou a seu filho maior com os olhos entrecerrados. "Ao igual a seu pai". 

Se voc pensar que isso  um insulto para mim, est equivocado. " Maeve farejou e se sacudiu nos punhos de encaixe de seu vestido da cama. Os anos e suas prprias 
insatisfaes tinha roubado a beleza de seu rosto. Se torcida e plida. com linhas profundamente escavado ao redor da boca franzida. Seu cabelo, uma vez dourado 
como a luz do sol, desvaneceu-se  cinza e foi raspado de novo sem piedade em um coque. Ela foi plumped em uma montanha de travesseiros, sua Bblia em uma mo e 
uma caixa de bombons  televiso O outro lado do salo murmurou. 

"portanto, no Dubln, verdade? Brianna me disse que ia fora. nos dispersar excessivamente em hotis, imagino." 

" meu dinheiro." 

"Ah, e no me deixa esquecer." Amargura criado como Maeve empurrou na cama. Para ela todo a vida, outra pessoa tinha ocupado o cordes da bolsa, seus pais, seu marido, 
e agora, mais humilhante de tudo, sua prpria filha. "Pensar em tudo o que atirou em voc, voc compra o vidro, o envio de fora de dito pas. E para que? Para poder 
jogar a ser um artista e superior ao resto de ns." 

"Atirou nada longe de mim. Ele me deu a oportunidade de aprender." 

"Enquanto eu fiquei na granja, trabalhando meus dedos at o osso." 

"Nunca se trabalhou um dia bendito em sua vida. Foi Brianna quem o fez ao mesmo tempo que lhe levou a sua cama com uma doena atrs de outra." 

"Crie que eu gosto de ser delicada?" 

-OH, fui-dijo Maggie com fruio. "Acredito que se deleitam com ela." " minha cruz." Maeve recolheu sua Bblia, apertou-a contra seu peito como um escudo. Ela tinha 
pago por seu pecado, pensou. Um centenar de vezes em que tinha pago por ela. Entretanto, se tinha chegado o perdo, a comodidade no. Isso e um filho ingrato. " 

"O que se supe que devo ser agradecido? O fato de que voc se queixou todos os dias de sua vida? Que voc fez seu descontente por meu pai e de sua decepo em mim 
claro em cada palavra, cada olhar." 

"Eu te pariu!" Maeve gritou. "Quase morro lhe dando vida. E porque te levava em meu ventre, casei-me com um homem que no me amava, e que eu no amava. Sacrifiquei 
tudo por ti." 

"Sacrificado?" Maggie disse com cansao. "Que sacrifcios tem feito voc?" 

Maeve mesma envolta na raiva amarga de seu orgulho. "mais do que sabe. E minha recompensa foi ter filhos que no tm amor para mim." 

"Crie que porque ficou grvida e se casou com que me desse um nome, deveramos passar por cima tudo o que tem feito? Tudo o que no o tm feito?" como o amor comigo, 
inclusive um pouco, pensou Maggie, e empurrou sem piedade a dor de distncia. " que foi em quatro, mame. Eu era o resultado, no a causa." 

"Como te atreve a me falar assim?" Maeve cara avermelhou quente, seus dedos escavado nas mantas. "Voc nunca teve sentido, toda bondade, toda a com-paixo". 

"No" Devido a seus olhos ardiam, a voz do Maggie era afiada como um ltego. "E  que a falta que herdei de ti. S vim hoje para lhe dizer que voc no se executar 
Brie esfarrapados enquanto estou fora. Se encontro que tenha, vou deixar da indenizao." 

-Ser tirar a comida de minha boca? " Maggie se inclinou para aproveitar a caixa de bombons. "Sim. dela assegure-se." 

"Honra a seu pai j sua me." Maeve abraou ao fechamento Bblia. "Voc est violando um mandamento, Margarida Mara, e o envio de sua alma ao inferno." "Ento vou 
deixar meu lugar no cu antes que viver na terra um hipcrita." 

"Margaret Mara!" Maeve gritou quando Maggie tinha chegado  porta. maldio "Nunca chegar a nada. Voc  igual a ele. Deus est em ti, Maggie, por ser concebido 
fora do sacramento do matrimnio." "No vi nenhum sacramento do matrimnio em minha casa", atirou Maggie costas. "S a agonia da mesma. E se houve um pecado em meu 
conceito, no era o meu." 

Ela fechou a porta detrs dela, ento se recostou contra ele um momento para manter o equilbrio. Sempre era o mesmo, pensou. Nunca poderia estar na mesma habitao 
juntos sem insultos. Ela tinha conhecido, desde que tinha doze anos, por que sua me gostava, condenou-a. Sua existncia foi a razo pela vida Maeve se tornou do 
sonho  dura realidade. Um matrimnio sem amor, um beb de sete meses e uma granja sem um agricultor. Se que sua me tinha atirado  cara quando Maggie se chegou 
 puberdade. Se que nunca tinha perdoado a si para. Endireitar os ombros, caminhou  cozinha. Ela no sabia que tinha os olhos muito brilhantes e ainda zangado ou 
seu plido rosto. aproximou-se de sua irm e a beijou com fora na bochecha. 

"Chamo-te desde o Dubln." 

"Maggie". Havia muitas coisas que dizer e nada que dizer. Brianna s lhe apertou as mos. "Eu gostaria de poder estar ali para voc." 

"Pode-se se o deseja o suficiente. Rogam, est preparado?" 

"Sim". ficou de p. "Adeus, Brianna. Obrigado." 

"vou caminhar" Brianna rompeu quando sua me chamou. 

"v ver ela," disse Maggie, e saiu rapidamente da casa. Estava atirando na porta do carro Rogam quando ele ps uma mo no ombro. "Est bem?" 

-No, mas no quero falar disso. " Com um puxo final, ela atirou a porta aberta e se meteu dentro. 

Correu ao redor do capuz e se deslizou no assento do condutor de morrer. "Maggie" 

"No diga nada. Algo. No h nada que possa fazer ou dizer para trocar o que sempre foi. Justo conduzir o carro e me deixam sozinho. Seria um grande favor a mim." 
Ela comeou a chorar ento, com paixo, com amargura, enquanto ele lutava com o desejo de consol-la e o desejo de cumprir com sua petio. Ao final, ele conduziu, 
sem dizer nada, mas sustentando sua mo. Eles se aproximavam do aeroporto quando morreu seu pranto e seus dedos tensos ficou inerte. Olhando mais, ele viu que estava 
dormindo. Ela no despertou quando a levava dentro de seu jato da companhia, ou quando ele a acomodou em um assento. Tampouco desperta durante todo o vo enquanto 
a via. E se perguntou. 



Captulo Seis 



MAGGIE despertou na escurido. Quo nico estava seguro de nesses minutos aturdido primeira era que ela no estava em sua prpria cama. O aroma dos lenis, a textura 
deles estava mau. Ela no tem que dormir OH linho fino habitualmente para reconhecer a diferena, ou perceber a tnue aroma que convidam ao descanso da verbena que 
se aferravam  capa de travesseiro em que ela tinha enterrado a cara. 

Como um pensamento incmodo a zero em seu crebro, ela estendeu uma mo cautelosa para assegurar-se de que era o nico ocupante da cama. O colcho de fluido, um 
verdadeiro lago de folhas suaves e acolhedoras mantas. Um lago vazio, graas ao Jesus, pensou, e deu a volta ao centro da cama. Sua memria clara passado foi de 
pranto se vazia no carro de Rogam, e a sensao de vazio que tinha deixado  deriva, como um cano rota em um arroio. Uma boa purgao, decidiu, pois se sentia incrivelmente 
estvel e melhor descansado e limpo. 

Vemo-nos tentados a desfrutar de do luxo na escurido suave nas folhas de suave com aromas suaves. Mas decidiu que ser melhor que saber onde estava e como tinha 
chegado. depois de deslizar seu caminho at o bordo da cama, ela a provas a suave madeira da mesinha de noite, aliviado seus dedos uma e outra at que encontra um 
abajur e o interruptor. A luz era suave sombra, um tom quente e dourado que sutilmente iluminada um amplo dormitrio com cubro artesonado, delicado casulo de rosa 
de papel tapearia e o prprio leito, um enorme dossel. Reina-a verdadeira de camas, pensou com um sorriso.  uma pena que tinha sido muito cansado para apreci-lo. 

A chamin da habitao estava s escuras, mas lavada poda como uma moeda nova e configurar para lenha. Rosas de caule comprido de cor rosa, fresca como uma manh 
do vero, estava no floreiro sobre uma mesa aWaterford majestosa junto com uma conjunta escova de prata e magnfico pequenas garrafas com plugues de cores de fantasia. 
O espelho por cima dela se reflete Maggie, enrugada e pesados olhos entre os lenis. V-te um pouco desconjurado, minha menina, decidiu, e sonriendo, atirou-lhe 
da manga de sua camisa de dormir de algodo. Uma pessoa, ao parecer, tinha tido o bom sentido de sua mudana antes de arrojar seu no leito real. 

Uma criada talvez, ou Rogam si mesmo. Logo que importava, pensou na prtica, j que a obra se fez e se beneficiou sem dvida dele. Com toda probabilidade, sua roupa 
estava adornando o armrio de pau-rosa esculpida. Como desconjurado ali, decidiu com um sorriso, como foi no lago glorioso de lenis de linho liso. Se ela estava 
em um hotel, foi sem dvida o melhor que tinha tido seu patrocnio. arrastou-se at, tropeou para o mais prximo da porta sobre um profundo empilhados Aubusson. 

O banho era to suntuosa como o dormitrio, todos reluzentes azulejos rosa e marfim, uma enorme banheira de moda salas de estar e uma ducha separada construdo a 
partir de um bloco de vidro ondulado. Com um suspiro de pura cobia, tirou-se sua camisa e acendeu o aerossol. Era o cu, os golpes de gua quente na parte posterior 
de seu pescoo, seus ombros, como os dedos da assinatura de um massagista perito. Muito longe da filtrao miserveis sua prpria ducha dirigir no lar. O sabo cheirava 
a limo e se deslizou sobre sua pele como a seda. Viu com certo regozijo que seu asseio escassos poucos se estabeleceram no mostrador pela generosa ralos de cor 
rosa em forma de conchas. Seu vestido, tal como estava, pendurado de um gancho de bronze junto  porta. Bom, algum se ocupava dela, deu-se conta, e no momento em 
que pde encontrar nenhuma causa para complaint.A espus de um quarto de hora, enquanto que o vapor da gua quente correndo, chegou a uma das toalhas grosas cruzadas 
sobre uma barra de aquecimento. Era o suficientemente grande para envolv-la do peito at a pantorrilha. penteou-se o cabelo molhado da cara, fez uso da nata em 
uma jarra de cristal, logo se trocam a toalha da bata de flanela feita farrapos. 

Descalo e curiosos, disps-se a explorar. Sua habitao estava fora de um amplo hall de comprimento. Sob as luzes arrojou sombras sobre o cho brilhante e seu tapete 
vermelho real. Ela no ouviu um som enquanto caminhava para a escada que se curvava graciosamente a outra histria, e para baixo. Ela escolheu abaixo, deixando que 
seus dedos jogam ao longo do corrimo gentil.  bastante bvio que ela no era um hspede em um hotel de luxo, mas em uma casa particular. casa de Rogam, concluiu, 
com um olhar invejoso na arte que adornavam o vestbulo e a sala principal. O homem tinha um Vo Gogh e Matisse um, deu-se conta de que sua gua a boca. Ela encontrou 
a sala do frente, com suas janelas abertas para a noite balsmica, uma sala de estar, suas cadeiras e sofs dispostos em grupos de conversao. Ao outro lado do 
corredor era o que ela supunha que se chamaria a sala de msica, j que foi dominado por um piano de cauda e um harpa dourada. Formoso era tudo, com obras de arte 
suficientes para manter ao Maggie em transe durante dias. Mas no momento que havia outra prioridade. perguntou-se quanto tempo teria que procurar antes de encontrar 
a cozinha. 

A luz debaixo de uma porta atraiu mais perto. Quando voltou a olhar dentro, viu Rogam sentado detrs de um escritrio, documentos dispostos em montes ordenados 
antes que ele. Era uma habitao de dois nveis, com seu escritrio nos primeiros passos e que conduziu a uma pequena sala de estar. As paredes estavam forradas 
de livros. Acres deles, pensou breve, em uma habitao com aroma de couro e cera de abelhas. A sala se fez em burdeos e madeiras escuras que se adaptava ao homem 
tanto como convinha  literatura. Ela o observou, interessado na forma ", examina a pgina que tinha diante, fez notas rpidas e decisivas. Era, pela primeira vez 
em sua relao, sem jaqueta nem gravata. Tinha estado usando, sem dvida, pensou, mas agora o pescoo estava desabotoada, as mangas de sua impecvel camisa arregaada 
at os cotovelos. Seu cabelo, brilhando escuro no abajur, era um pouco desordenado. Como se tivesse deslocado as mos com impacincia atravs enquanto trabalhava. 
Inclusive enquanto observava o fez de novo, rastelar os dedos atravs, franzindo o cenho um pouco. Qualquer que seja o que estava trabalhando absorve a ele, porque 
ele trabalhou em um ritmo constante, sem distraes que era, de algum jeito estranha, fascinante. Ele no era um homem a deixar que sua mente vague, pensou. Tudo 
o que optou por fazer, faria-o com a mxima concentrao e habilidade. Recordou a forma em que a tinha beijado. A concentrao e a habilidade de fato. 

Rogam ler a seguinte clusula na proposta e franziu o cenho. A redao no estava muito bem. Uma modificao ... Fez uma pausa, considerou, uma frase tachada e h 
reformulado a mesma. A ampliao de sua fbrica de inLimerick foi crucial para seu plano de jogo, e devia ficar em prtica antes de que finalize o ano. Centenas 
de empregos sero criados, e com a construo de apartamentos de ganhos moderados que uma filial de todo o mundo estava planejando, centenas de famlias que tm 
casas tambm. Um ramo da empresa se traduzir diretamente na outra, pensou. Seria uma contribuio pequena mas importante para manter os irlandeses, por desgraa, 
seu maior do pas de exportao-inIreland. Sua mente voou em crculos ao redor da clusula seguinte, havia quase em zero, quando se surpreendia  deriva. Algo atirou 
de seu crebro, que distrai do negcio em questo. 

Rogam olhou para a porta e viu que no era algo, a no ser algum. Ele deve haver sentido ali de p, descalo e com olhos sonolentos em um pudo traje cinza. Tinha 
o cabelo penteado para trs, brilhante de cor vermelha fogo, em um estilo que deveria ter sido grave, mas em troca foi notvel. Sem adornos e fresco esmero, seu 
rosto era como o marfim com um rubor de rosa por debaixo. Suas pestanas eram carregadas de umidade ao redor de seus olhos dormitada. Sua reao foi rpida e brutal 
e humanos. Apesar de que o calor criticou atravs dele que seja reviso, sem piedade. 

"Perdo por interromper." Lhe dedicou um sorriso rpido, descarada que torturou a sua libido j ativa. "Eu estava procurando para a cozinha. Estou meio morto de 
fome." 

-No  uma maravilha. " viu-se obrigado a esclarecer sua garganta. Sua voz era rouca, como dormitado sexy como seus olhos. "Quando te comeste por ltima vez? 

"No estou seguro." Apoiado no gonzo da porta com preguia, bocejou. "Ontem, parece-me. Ainda estou um pouco de nvoa." 

-No, deitou-te ontem. Todos os de ontem, do momento em que deixou seu sister's-e todos os de hoje ". 

"OH." Ela se encolheu de ombros. "Que horas so?" 

"Justo depois de passar oito tera-feira". 

"Bom". Ela entrou na habitao e se acurruc em uma poltrona de couro frente a seu escritrio, como se tivesse sido unir-se a ele durante anos. 

"Est acostumado a dormir durante horas trinta e pico reto?" 

"S quando me levantei muito tempo". Estirou os braos em alto para elaborar torceduras que estava comeando a sentir. "s vezes uma pea que agarra pelo pescoo 
e no o deixaremos ir at que tenha terminado." 

Resolutamente, trocou seu o olhar da carne da queda de seu vestido tinha revelado, e olhou cegamente aos papis que tinha diante. ficou horrorizado que ia reagir 
como um adolescente com hormnios loucos. " perigoso, em sua linha de trabalho". 

-No, porque voc no est cansado. Sim,  quase insuportvel alerta. Quando voc trabalhou por muito tempo, simplesmente, perde-se o bordo. Tem que parar, descansar. 
Isto  diferente. E quando terminei, caem-me e permanecem at que o dormi fora. " Ela voltou a sorrir. "A cozinha, Rogam? Estou faminto". 

Em lugar de uma resposta, agarrou o telefone e marcou um nmero. "Miss Concannon est acordado", disse. "lhe gostaria de uma comida. Na biblioteca, por favor." 
"Isso  grandioso", disse quando pendurou o auricular. "Mas me poderia haver uns ovos mexidos e salvou a seu pessoal a pena." 

"Lhes paga a incomodar". 

- obvio. " Sua voz era seca como o p. "Como deve ser presumido de ter os funcionrios durante todo o dia." Ela fez um gesto com a mo antes de que pudesse responder. 
"Melhor no entrar nisso com o estmago vazio. me diga, Rogam, como foi exatamente o que eu devo estar nesse piso de acima cama grande?" 

"Eu te pus ali." 

"Sabia voc agora?" Se ele estava esperando um rubor ou gagueira, que estaria decepcionado. "vou ter que lhe dar as obrigado." 

"dormiste como uma pedra. Em um momento estive a ponto de lugar um espelho frente a seus lbios a ter a certeza de que est vivo". Ela foi certamente vivo agora, 
vibrante na luz do abajur. "Quer um conhaque? 

"Melhor no, antes comi." 

levantou-se, foi a um aparador e se serve uma taa a partir de uma jarra. "Voc se incomodaram antes de ir." 

Ela inclinou a cabea. "Agora, isso  uma maneira fina e diplomtica de express-lo." O feitio de pranto no a vergonha. trata-se simplesmente da emoo, a paixo, 
to real e to humano como a risada ou a luxria. Mas recordou que ele havia sustenido a mo e tinha devotado sem palavras inteis para conter a tormenta. "Sinto-o 
se tiver feito sentir incmodo." 

Havia, miserablemente, mas ele se encolheu de ombros. "No queria falar disso." 

"No, e no o fazem." Ela respirou tranqila porque sua voz foi forte. No merecia a grosseria como depois de sua bondade. "No tem nada que ver com voc, Rogam, 
s as misrias da famlia de idade. Desde que estou sentindo suave, te vou dizer que era reconfortante ter que sustentar minha mo. No pensei que voc era o tipo 
que oferecer". 

Seus olhos se acendeu de novo a ela. "Parece-me que no se conhecem entre si o suficiente para generalizar." 

"Sempre considerei a mim mesmo um juiz rpida e precisa, mas pode que tenha razo. Assim me diga-se apoiou um cotovelo no brao da cadeira, elevou o queixo no punho," 
quem  voc, Rogam Sweeney? " 

sentiu-se aliviado quando a necessidade de resposta foi posposta pela chegada de seu jantar. Uma criada ordenado, uniformizado de rodas em uma bandeja, a soluo 
diante do Maggie com no mais que um sussurro de som e um tinido dos talheres. Ela agitou uma vez, quando Maggie lhe deu as obrigado, e logo desapareceu no momento 
Rogam lhe disse que seria tudo. 

"Ah, que aroma." Maggie atacou primeiro a sopa, uma piscina rico, caldo espesso com partes de verduras. "Quer um pouco?" 

"No, no comi." Mais que voltar ao redor da mesa, sentou-se na cadeira junto a ela. Era extraamente acolhedor, deu-se conta, a sentar-se com ela enquanto comia 
e a casa parecia assentar-se em silencio a seu redor. "Posto que voc est de novo entre os vivos, talvez gostaria de ir pela galeria da manh." 

"Umm". Ela assentiu com a cabea, a boca cheia de cilindro rangente. "Whe n? " 

"Oito-Tenho meia amanh as nomeaes, mas posso tomar e deixar o carro ao seu dispor." 

"Um carro a minha disposio." Ccegas, apertou um punho  boca enquanto ela ps-se a rir. "OH, eu poderia ser utilizado para que com a devida rapidez. E o que faria 
eu com o carro a minha disposio?" 

"O que voc gosta." Deus sabia por que sua reao lhe incomodava, mas o fez. "Ou voc pode passear ao redor do Dubln a p, se o preferir." 

"um pouco delicado de esta noite, verdade?" Ela se mudou da sopa  entrada de frango com mel. "Seu cozinheiro um tesouro, Rogam. Crie que me pode encantar esta receita 
dele-ou isso-para o Brie? 

"Ele", disse Rogam. "E lhe convidamos a tent-lo. Ele  francs, insolente e dado s rabietas". "Ento temos tudo menos a nacionalidade em comum. me diga, move a 
um hotel de amanh?" 

Tinha pensado nisso, em grande medida. Certamente seria mais cmodo para ele se estivesse escondido em uma sute no Hotel Westbury. Mais cmodo, pensou, e muito 
mais aborrecida. -Voc  agradvel permanecer na habitao se te convier. " 

"Me vem abaixo  terra." Ela o observou enquanto lana uma batata nova pequena. Parecia depravado aqui, deu-se conta. Muito complacente o rei do castelo. " justo 
que nesta casa to grande?" 

"". Levantou uma sobrancelha. "Isso lhe preocupa?" 

"A preocupao mim? OH, quer dizer, porque voc pode ser que deva chamar a minha porta uma noite luxuriosa? Ela riu entre dentes, enfurecendo a ele. "Eu sou capaz 
de dizer sim ou no, Rogam, quo mesmo voc seria se devi chamar  tua. Solo pedi porque parece um monto de espao para um s homem." 

" minha casa da famlia", disse com frieza-. "vivi aqui toda minha vida." 

"E um bom lugar que ." Empurrou a bandeja e se levantou para ir ao aparador pequeno. Levantar a tampa de uma jarra, ela cheirou. Suspirou no aroma multa de usque 
irlands. depois de servindo uma taa, voltou e se acurruc a suas pernas. "Slainte", disse, e atirou o usque costas. Do mesmo modo, fixou um bem, acender fogo 
forte em seu intestino. 

"Quer outra?" 

"One'll me fazer. A gente esquenta a alma, dois esquenta o crebro, meu pai dizia freqentemente. Eu estou de humor para a cabea fria. "Ps o copo vazio sobre a 
bandeja, trocou seu corpo com maior comodidade. Seu vestido de flanela desfiado se abriu na curva de seu joelho." No respondeu a minha pergunta. 

"O que foi?" 

"Quem ?" 

"Sou um homem de negcios,  medida que me recordam com regularidade." Ele se recostou, fazendo um esforo decidido no deixar que sua mente ou seu olhar se desvia 
para suas pernas nuas. "Terceira gerao. Nascido e criado no Dubln, com amor e respeito pela arte nutre em mim do bero". 

"E que o amor e o respeito se ampliou com a idia de fazer um benefcio." 

"Precisamente". Ele se formavam redemoinhos a sua aguardente, bebeu um sorvo, e era exatamente igual ao que era. Um homem a gosto com sua prpria riqueza e contente 
com sua vida. "Apesar de obter um benefcio traz seu prprio sentido de satisfao, h outra, mais satisfao espiritual que provm de desenvolvimento e promoo 
de um novo artista. Especialmente um que acredita em paixo." 

Maggie lhe tocou a lngua o lbio superior. Estava completamente muito crdulo, decidiu, muito seguro de si mesmo e seu lugar no mundo. Todos os que a segurana 
ordenada pediu um pouco de agitao. 

"Ento, eu estou aqui para satisfazer, Rogam?" 

Ele olhou aos olhos divertido, assentiu com a cabea. "No tenho nenhuma dvida de que ser, Maggie, com o tempo. Em todos os nveis." 

"Com o tempo". Ela no tinha querido dizer, em realidade, para orient-los neste terreno pantanoso, mas me pareceu irresistvel, de estar com ele na habitao em 
silencio com seu corpo para descansar, sua mente to alerta. "Sua eleio de tempo e lugar, ento?" 

" tradicional, eu acredito que para o homem de escolher o momento para avanar." 

"Ah!" Arrepiado, inclinou-se para jab um dedo no peito. Qualquer idia que tinha tido de aliviar em romance se desvaneceu como fumaa. "Costure suas tradies no 
chapu e o desgaste  assim. Eu no atender a eles. Talvez lhe interesse saber que  medida que nos aproximamos do sculo XXI, as mulheres esto fazendo sua prpria 
eleio. O fato  que estivemos fazendo desde tempos dos sculos, os que estamos bastante aguda, e os homens so s na captura dele. " Ela se deixou cair em sua 
cadeira. "Te vou ter, Rogam, em meu tempo, e em meu lugar." Desconcerta-lhe por que uma incrvel declarao deve tanto a ele como despertar e fazer que lhe inquietava. 
-Seu pai estava no certo, Maggie, de ti conseguir o bronze. Voc tem que de sobra. " 

"E o que h com isso? OH, conheo seu tipo". Desprezo seu tom de cor. "Voc gosta de uma mulher que se sente tranqilamente por, mooning um pouco, que abastece a 
seu capricho, sem dvida, e esperando, enquanto que seu corao pulsa desesperadamente romntica no peito, que voc vai olhar duas vezes em sua direo. Ela estar 
adequada como um santo em pblico, nunca uma palavra azeda escorregando por seus lbios de rosa. Logo,  obvio, quando voc decidiu sobre esse tempo e lugar disso, 
ela  de transformar-se em um verdadeiro tigre, agradando suas fantasias lascivas at que o luz se acendem de novo e ela se converte em um batente de porta. " Rogam 
esperou para estar seguro de que tinha esgotado, escondeu-se um sorriso em seu brandy. "Isso o resume extraordinariamente bem." 

"Jackass". 

"Domada", disse amavelmente. "Gosta de um pouco de sobremesa?" 

A risada o fazia ccegas na garganta, assim deixa-o livre. Quem teria pensado que tinha feito vir a ele? -No, maldita seja. No vou arrastar o pobre donzela de 
distncia de novo de sua televiso ou sua paquera com o mordomo ou a maneira em que passa suas noites. " 

"Meu mordomo  de setenta e seis, e assim a salvo de paqueras com uma donzela. 

"Muitos j sabe. Maggie se levantou outra vez e andou para uma parede de livros. Em ordem alfabtica por autor, assinalou, e soprou perto. Ela deveria ter sabido. 
"Como se chama?" 

"De quem?" 

"A criada". 

"Quer saber o nome de minha criada?" 

Maggie acariciou um dedo por um volume do James Joyce. -No, quero ver se voc souber o nome de sua criada.  uma prova. " Abriu a boca, fechou-a de novo, agradecido 
de que Maggie estava de costas a ele. Que mais dava se sabia o nome de uma de suas criadas? 

Colleen? Maureen? Inferno! O pessoal de servio era o domnio de seu mordomo. Bridgit? No, maldita seja, se ... 

"Nancy". Ele pensou-era quase seguro. "Ela  bastante nova. Acredito que ela esteve aqui uns cinco meses. Eu gosto de chamar a suas costas em uma introduo?" 

"No" Casualmente, Maggie passou do Joyce ao Keats. "foi uma curiosidade para mim, isso  tudo. me diga, Rogam, voc tem algo aqui que no sejam os clssicos? J 
sabe, o mistrio do assassinato bem que me poderia passar algum tempo com? 

Sua coleo de primeiras edies foi considerado um dos melhores do pas, e o estava criticando por sua falta de potboiler. Com um esforo, educado seu temperamento 
e sua voz. "Acredito que encontrar na parte da obra da Agatha me D". 

"Os britnicos". Ela se encolheu de ombros. "No sedentos de sangue suficiente como castelos de regras a menos que sejam como os saques Cromwell maldita. O que  
isto?" Ela se agachou, olhou. Este lhe Dem em italiano. " 

"Eu acredito que sim." 

"Voc pode ler, ou s  por mostrar?" 

"Posso balo solto atravs dele o suficientemente bem." 

Ela passou por ela, esperando algo mais contemporneo. "Eu no recolher a maior quantidade da lngua como eu deveria haver inVenice. Monto de jargo, o pequeno 
dos socialmente correto". Ela olhou por cima do ombro e sorriu. "Os artistas so muito colorido em qualquer pas." 

"Assim que me dei conta. levantou-se e se aproximou de outra prateleira de livros. "Isto poderia ser mais o que est procurando". 

Ofereceu Maggie uma cpia de Rede Dragon Thomas Harris. "Acredito que vrias pessoas so assassinadas horrivelmente." 

"Wonderful". Ela guardou o livro sob o brao. "Vou dar as boa noite a seguir, para que possa voltar para trabalho. Estou agradecido pela cama e a comida." "No h 
de que." sentou-se detrs de seu escritrio de novo, levantou a pluma e a passou por entre os dedos enquanto ele a observava. "Eu gostaria de sair s oito em ponto. 
O comilo  por este corredor j a esquerda. O caf da manh se serve em qualquer momento depois de seis". 

"Posso garantir que no se serve para mim naquela hora, mas vou estar preparado s oito. O impulso que se aproximou dele, colocou as mos nos braos de sua cadeira 
e se inclinou seu rosto com o seu. "Voc sabe, Rogam, estamos precisamente o que cada um no necessita ou quer-a nvel pessoal." 

"No poderia estar mais de acordo. A nvel pessoal." Sua pele, suave e negro quando a separaram de flanela no pescoo, cheirava a pecado. 

"E por isso, a meu modo de pensar, vamos ter uma relao to fascinante. Apenas um terreno comum a todos, no te parece? " 

-No mais que um ponto de apoio. " Seu olhar baixou  boca, deteve-se, subiu  sua de novo. "A um tremente nisso". 

"Eu gosto de perigosas ascenses." inclinou-se para diante um pouco mais, to somente uma polegada, e talhado de seu lbio inferior com os dentes. 

Uma lana flechas de fogo diretamente a seus lombos. "Eu prefiro ter os ps no cho." 

"Sei." inclinou-se de novo, deixando-o com um formigamento nos lbios e o calor em suas vsceras. "vamos provar sua primeira forma. boa noite." 

Ela passeava fora da habitao sem olhar atrs. Rogam esperou at que esteve segura de que estava bem longe antes de que ele levantou as mos e se esfregou pela 
cara eles. Deus, a mulher lhe estava atando nos ns, ns enredados escorregadio da luxria pura. No acreditava na atuao na luxria sozinho, ao menos no desde 
sua adolescncia. Era, depois de tudo, um homem civilizado, uma de gosto e de cria. Respeitava as mulheres, admirado eles. Certamente que tinha desenvolvido relaes 
que tinham culminado na cama, mas ele sempre tinha tentado que esperar a que as relaes se desenvolveram antes de fazer o amor. Razoavelmente, mutuamente, e discretamente. 
Ele no era um animal para ser dirigido pelo instinto. Nem sequer estava seguro de que gostava de Maggie Concannon como pessoa. Ento, que classe de homem seria 
ele se fez o que ardia em desejos de fazer neste momento? Se ele espreitou subir as escadas, atirou a porta aberta morrer a sua habitao e violaram a seu bom e 
correto. Um homem satisfeito, pensou com humor negro. Pelo menos at manh quando teve a seu rosto, e ele mesmo, e o negcio que tinha que completar. Talvez era 
mais difcil de tomar o caminho alto. Talvez possa sofrer um prejuzo, como lhe d a certeza de que o esperava. Mas quando chegou o momento para que ele a levasse 
a cama, ele teria a vantagem. Isso, sem dvida, valia algo. Inclusive, pensou enquanto empurrou papis a um lado, uma noite sem dormir miserablemente. 



Maggie dormia como um beb. Apesar das imagens evocadas pela novela Rogam lhe tinha dado, ela ficou dormido pouco depois de meia-noite e tinha dormido sem sonhar 
at quase as sete. Encorajados com a energia e a antecipao, ela procurou o comilo e se alegrou de ver um aquecimento completo tomo o caf da manh irlands sobre 
o aparador. 

-bom dia, senhorita. " A donzela mesma que tinha sido ela a noite anterior se escabull da cozinha. "H algo que pode obter para voc?" 

Obrigado, no. Sou capaz de servir. "Maggie agarrou um prato da mesa e se aproximou dos aromas tentadores sobre o aparador. 

"Quer que te sirva o caf ou o ch, senhorita?" 
"Seria maravilhoso ch." Maggie levantou a tampa de prata mais quente e farejou appreciately a mechas de toucinho gordo. "Nancy, verdade?" 

-No, senhorita,  Noreen. " 

No passaram a prova, Squire Sweeney, Maggie refletiu. "Diria-lhe  cozinheira, Noreen, que nunca tive uma comida melhor que meu jantar de ontem  noite." "eu adoraria, 
senhorita." 

Maggie se mudou de um servidor a outro, acumulando seu prato. Freqentemente se omitem por completo as comidas, to indiferente era sua prpria cozinha. Mas quando 
a comida estava disponvel em quantidade tal, e a comida de uma qualidade tal, que saiu tudo bem. 

"Will Sweeney me une para o caf da manh?" -perguntou enquanto levava seu prato  mesa. 

"Ele j comeu, senhorita. Sweeney cafs da manh todos os dias ao meio e seis anos, precisamente." 

"Um animal de costumes, verdade?" Maggie piscou os olhos um olho  criada e lubrificado gelia fresca em sua torrada quente. 

Ele , sim", respondeu Noreen, rubor um pouco. "Estou para lhe recordar, senhorita, que estar preparado para sair s oito. 

-Obrigado, Noreen, o vou ter em conta. " "S tem que chamar se necessitar algo." 

Silencioso como um camundongo, Noreen se desvaneceu de novo na cozinha. Maggie se aplica a um caf da manh que sentia era apto para uma rainha e examinava a cpia 
dos irlandeses Teme que tinha sido cuidadosamente dobrada ao lado de seu prato. Uma maneira agradvel de viver, supe-se, com os funcionrios s o estalo de um dedo 
de distncia. Mas no o conduz Rogam louco para saber que estavam sempre ao redor da casa? Que ele alguma vez estava sozinha? A mesma idia a fez estremecer-se. 
Ela voltaria louco a cincia certa, Maggie decidiu, sem solido. Ela olhou por cima da sala com seu revestimento de madeira escura e brilhante, o brilho dos candelabros 
de cristal dobro, o brilho da prata no aparador de antiguidades, o brilho de vidro da China andWaterford. Sim, inclusive neste entorno exuberante, ela iria completamente 
louco. Ela se atrasou em uma segunda taa de ch, ler o peridico de atrs para frente e limpar-se cada migalha de seu prato. Desde algum lugar da casa um relgio 
deu a hora. Ela debate que acaba de uma poro mais de toucinho, se fazia chamar um gluto e resistiu. Ela tomou um momento para estudar a arte nas paredes. Houve 
uma aquarela que encontrou particularmente delicioso. Tomando uma ltima volta, devagar pela habitao, ela comeou, pelo corredor. Rogam estava no hall de entrada, 
impecvel com um traje cinza e gravata azul marinho. Ele a estudou, estudou seu relgio. 

"Chega tarde". 

"Sou eu?" 

-So as oito de cada hora. " Ela levantou as sobrancelhas, viu que era grave e obedientemente uma risita afogada. "Deveria ser aoitados". 

Ele desnatada um olhar a ela, das botas e perneiras mdio escuro  camiseta branca macha que chegava ao meio coxa e foi enfaixado com dois cintures de couro. Brilhante 
pedras translcidas abanic suas orelhas, e tinha, por uma vez, acrescentou um toque de maquiagem. No havia, entretanto, preocupado com um relgio. 

"Se voc no usar um relgio, como pode estar a tempo?" 

"H um ponto ali. Talvez por isso eu no" 

Ainda assim a observava, tirou uma caderneta e a pluma. 

"O que est fazendo?" 

"Tomando nota de abaixo que temos que lhe proporcionar um relgio, assim como uma mquina de responder o telefone-e um calendrio." "Isso  muito generoso de sua 
parte, Rogam." Esperou at que abriu a porta e fez um gesto para fora "por que?" 

"O relgio o estar logo. A secretria eletrnica assim vou a pelo menos ser capaz de deixar uma mensagem quando se ignora o maldito telefone, e o calendrio para 
que saiba o que a sangrenta jornada  quando posso solicitar um traslado . " 

mordeu-se a ltima palavra como se fora de carne fibrosa, pensou Maggie. "Posto que voc est de um humor to brilhante e alegre esta manh, vou a risco que lhe 
diz que nada disso me vai trocar um pice sou irresponsvel, Rogam. S tem que perguntar o que fica de minha famlia. " deu-se a volta, sem saber que seu assobio 
de impacincia, e estudou sua casa. 

passa por cima se um formoso e sombreado verde-St. Esteban, que ia aprender mais demore-y ficou com orgulho, um pouco soberba, contra um cu azul de sonho. Embora 
a pedra se envelheceu, as linhas estavam to bonito como o corpo de uma moa. Foi uma combinao da dignidade e a elegncia Maggie sabia que s os ricos podiam permitir-se. 
Todas as janelas, dos quais havia muitos, brilhavam como diamantes no sol. A grama, Lisa e verde, deu passo a um formoso jardim dianteiro, ordenada como uma igreja 
e duas vezes formal. 

"Um bonito lugar que tem aqui. Perdi-me isso, j sabe, em meu caminho pulg" 

"Estou consciente disso. vais ter que esperar  excurso, Margarida Mara. Eu no gosto de chegar tarde." Tirou-a do brao e todos, exceto a arrastou at o carro 
esperando. 

"Voc obter acoplado por chegar tarde, ento? "Ela riu quando disse nada, e se acomodou para desfrutar do passeio." Est na natureza arisca de uma manh, Rogam? 
" 

"No estou mal-humorado", espetou a ela. Ou no o seria, pensou, se se tivesse conseguido por cima de duas horas de sonho. E a responsabilidade de que, maldita seja 
todas as mulheres, caiu solidamente na cabea. "Tenho muito que fazer hoje." 

"OH, como certo. Imprios para construir, a sorte de ganhar". 

Isso o fez. No sabia por que, mas o matiz de desprezo luz rompeu o ltimo elo no controle. Ele se desviou para o lado da estrada, fazendo que o condutor que havia 
detrs dele cruzeiro ao jorro de descorts em seu corno. Agarrando Maggie pelo pescoo, que miservel seu meio de seu assento e lhe esmagou a boca  sua. Ela no 
esperava essa reao bastante. Mas isso no significava que no podia desfrutar dela. Podia encontrar-se com ele no cho, inclusive quando no estava to controlado, 
to hbil. Sua cabea se poderia ter feito girar, mas se manteve a sensao de poder. No Seduo aqui, s necessita primas, roam-se entre si os cabos do viver 
e a ameaa de broto. Arrastou a cabea para trs e saqueou sua boca. S uma vez, prometeu-se. S uma vez para aliviar algo desta tenso em espiral vicioso que dentro 
dele como uma serpente. 

Mas beij-la no a alivia. Em troca, a resposta completa e com vontades dela, o brio total da mesma, envolveu sua tenso s mais estritos at que no pde respirar. 
Por um momento se sentiu como se estivesse sendo arrastada para alguns de veludo, em um tnel sem ar. E ele estava apavorado de que no se deseja ou necessita a 
luz de novo. Ele se apartou, pacote as mos como na roda de imprensas. Ele se recostou no caminho como um bbado tratando de negociar uma linha reta. 

"Suponho que foi uma resposta a algo." Sua voz era extraamente tranqila. No foi o beijo que tinha desconcertado tanto como a forma em que o tinha terminado. 

"Era isso ou que a vlvula reguladora." 

"Prefiro ser beijado a estrangulado. Entretanto, eu gostaria mais que se no estivesse zangado por me querer." 

Ele era mais tranqilo, concentrado na estrada e que constituem o tempo que levava lhe custou a manh. "Explicou-me antes. O momento  inadequado." 

"Inapropriado. E quem est a cargo da decncia? " 

"Prefiro saber a quem estou dormindo com. Ter um pouco de carinho e respeito mtuos." 

Seus olhos se estreitaram. "H um comprido caminho entre um beijo nos lbios e uma queda nas folhas, Sweeney. Terei que sabe que no sou de saltar sobre o colcho 
em um abrir e fechar de olhos." 

"Nunca hei dito-" 

"OH, no  assim, agora?" Ela era to mais insultado porque sabia quo rpido houvesse saltou sobre um colcho com ele. "Por isso vejo, voc decidiu que estou bastante 
frouxo suficiente. Bom, no vou explicar minha histria passada para voc. E quanto a afeto e respeito, que haja ainda no as vontade de mim, moo-ou ". 

-Muito bem, ento. Estamos de acordo. " 

"Estamos de acordo que voc pode ir diretamente ao inferno. E o nome de sua faxineira  Noreen." 

Isso o distraiu o suficiente para lhe haver apartar os olhos da estrada e o olhar fixo. "O que?" 

"Sua criada, tolo, que aristocrata estreito de nariz". Tisn't Nancy.  Noreen. "Maggie se cruzou de braos e olhou resolutamente pelo guich. 

Rogam se limitou a negar com a cabea. "Estou agradecido por esclarecer isso. Deus sabe o que  uma vergonha que tivesse sido de mim se tivesse tido que apresent-la 
aos vizinhos". 

"Esnobe de sangue azul", murmurou. 

"Wasp de lngua de vbora". 

assentaram-se em um silncio molesto pelo resto da unidade. 

< P> 
Captulo Sete 



Era impossvel no sentir-se impressionado por todo mundo Gallery, Dubln. A arquitetura era o nico digno de uma visita ao lugar. De fato, as fotografias do edifcio 
tinha aparecido em dzias de revistas e livros de arte de todo o mundo como um exemplo brilhante de uso georgiano que foi parte do Dubln "s legado arquitetnico. 
Embora Maggie o tinha visto reproduzido nas pginas brilhantes, os olhos dela , a grandeza do simples em trs dimenses, deixou-a sem flego. Tinha passado horas 
de seu tempo livre durante sua aprendizagem inVenice galerias inquietante. Mas nada comparado com o esplendor de Rogam. Entretanto, ela no fez nenhum comentrio 
absolutamente enquanto se abriu a imposin g-procurando portas de entrada e fez um gesto a seu interior. 

Ela teve que resistir a tentao de fazer uma genuflexo, tal era a quietude churchlike, o jogo da luz, o ar perfumado na sala principal. A tela nativos americanos 
estavam belamente e cuidadosamente montados na cermica terrinas, as cestas magnficas, as mscaras rituais, chocalhos chamn e miangas. Nas paredes havia desenhos 
de uma vez primitivo e sofisticado. a ateno do Maggie e sua admirao se centrou em um vestido de cor de pele de ante da nata, adornada com bolas e suave, pedras 
brilhantes. Rogam tinha ordenado que pendurava como uma tapearia. os dedos do Maggie morria de vontades de tocar. 

"Impressionante", foi tudo o que disse. 

"Estou encantado de que voc passe." 

"Nunca vi o trabalho de ndios americanos fora dos livros e coisas assim." Ela se inclinou sobre uma vasilha de gua. 

 precisamente por isso quis pr a tela a Irlanda. Tambm ns freqentemente se centram na histria e a cultura europias e se esquecem que h mais ao mundo. " 

" difcil de acreditar a gente que poderia criar este seria o selvagens que vemos nesses velhos filmes do John Wayne. Ento outra vez", ela sorriu e se endireitou-"meus 
antepassados eram selvagens suficiente, despir-se e pintar-se azuis antes de que gritou  batalha . Venho disso ". Ela inclinou a cabea para estudo, o homem de 
negcios perfeitamente polidas. "Ambos o fazem." 

"Poderia-se dizer que tais tendncias cada vez mais diluda em uns que em outros atravs dos sculos. No tive o impulso de minha pintura azul em anos." Ela se ps-se 
a rir, mas j estava olhando o relgio de novo. 

"Estamos utilizando o segundo piso de seu trabalho." dirigiu-se para as escadas. 

"Por alguma razo em especial?" 

"Por vrias razes em particular." A impacincia brilhante como uma onda de calor a seu redor, deteve-se at que ela se uniu a ele na escada. "Prefiro um espetculo 
como este para ter uma idia de um acontecimento social. A gente tende a apreciar a arte, pelo menos sinto que  mais acessvel, se esto relaxados e desfrutando 
de si mesmos." deteve-se na parte superior dos passos, o levantamento de um frente a sua expresso. "H um problema com isso?" 

"Eu gostaria que a gente tome meu trabalho a srio, no pensar nela como a favor de uma partida. " 

-Asseguro-lhe, eles tomam a srio. " Especialmente com os preos que tinha decidido sua demanda, a estratgia da que pretendia empregar. "E a comercializao de 
seu trabalho, depois de tudo, minha provncia". Voltou-se, abrir as portas trilhos de dobro bolso, logo deu um passo atrs, de modo que Maggie podia entrar primeiro. 

Ela simplesmente perdeu a voz. A habitao se alagou enormes maravilhosamente com a luz da clarabia central com cpula de acima. verte-se para baixo sobre o cho 
escuro, gentil e jogou para trs reflita impressionante, quase de espelho, da obra Rogam tinha eleito para mostrar. Em todos seus sonhos, em suas esperanas mais 
selvagens e mais secreta, que nunca tinha imaginado que seu trabalho seria exibido to sensvel, to e terminante. pedestais grosso apoiado em mrmore de cor nata, 
estava ao redor da sala, levantando a taa a nvel dos olhos. Rogam tinha eleito s doze peas para adornar o amplo espao. Uma jogada ardilosa, deu-se conta, j 
que cada pea se parece to mais singular. E ali, no centro da habitao, brilhantes como o gelo esquentado por um ncleo de fogo, foi Rendio do Maggie. Houve 
uma dor surda em seu corao como ela estudou a escultura. Algum o compraria, sabia. dentro de dias que algum pagaria o preo Rogam estava pedindo e roubar por 
completo e, por ltimo de sua vida. O preo de querer mais, pensou, parecia ser a perda do que j tinha. Ou talvez do que foi. 

Quando ela no disse nada, s caminhava pelo quarto com suas botas eco, Rogam se meteu as mos nos bolsos. "As peas mais pequenas se mostram no que chamamos as 
habitaes superiores sesso.  um espao mais ntimo". Fez uma pausa, esperando alguma resposta, ento assobiou entre dentes quando recebeu nenhum. Maldita seja 
a mulher, pensou. O que queria? "vamos ter uma orquestra no show. Cadeias. E champanha e canaps,  obvio." 

" obvio," administrado Maggie. Ela manteve de costas a ele, perguntando-se por que ela deve estar em uma habitao to magnfica e vontades de chorar. 

"Te vou perguntar a assistir, ao menos por um curto tempo. No tem por que fazer ou dizer nada que possa comprometer sua integridade artstica". 

O corao lhe pulsava muito forte para ela para recuperar o tom de chateio. "Parece .. . "No podia pensar em uma palavra. Simplesmente no podia." Bem ", disse 
sem convico." Tudo se v bem. " 

-Est bem? " 

"Sim". Se voltou para trs, sbria e de olhos, pela primeira vez na histria recente, aterrorizado. "Voc tem um sentido esttico agradvel." 

"Um sentido da esttica agradvel", repetiu, surpreso por sua resposta morna. "Bom, Margarida Mara, estou muito satisfeito. No  mais que tomar-se trs semanas 
incrivelmente difcil e os esforos misturas de mais de uma dzia de pessoas altamente qualificadas para fazer que todo se veja bem". '" 

Correu uma mo tremente pelo cabelo. No podia ver que estava sem fala, que estava completamente fora de seu reino e assustado como um coelho que se enfrenta um 
co? "O que quer que te diga? Que tenho feito meu trabalho e dado a arte. Voc tem feito dele e o utilizaram. Os dois estamos de ser felicitado, Rogam. Agora possivelmente 
deveria olhar a sua redor em sua habitao mais ntima ". 

Deu um passo adiante, bloqueando seu caminho enquanto ela se dirigiu para a porta. A fria que se levantaram nele estava fundido, to intensa, que lhe surpreendeu 
que no se derretia em atoleiros o copo de brilho e cor. 

"Voc camponeses ingrato." 

"Um campons, que sou eu?" As emoes se formavam redemoinhos em seu interior, contraditrio e aterrador. -Tem razo suficiente em que, Sweeney. E se eu for um ingrato, 
porque eu no caio a seus ps e beijar as botas, ento  ingrato fico. No quero nem esperar nada mais de ti do que dizia em seus maldita contratos com clusulas 
de exclusividade com sangue, e obter no mais de mim. " 

Podia sentir as lgrimas quentes fervendo, a ponto de estalar. Estava segura de que se ela no saa da habitao em pouco tempo, seus pulmes muito simples seria 
o colapso da cepa. Em seu desespero por escapar, empurrou para ele. 

"Direi-te o que espero." Ele enganchou o ombro, girou em torno dela. "E o que vou ter." 

"Peo-lhe perdo", disse Jos da porta. "Parece-me que a interrupo". 

No podia ter sido mais divertido, mais ou fascinada, enquanto observava o fogo serenos cuspir chefe e raiva  mulher pequena, de olhos perigosos cujos punhos j 
tinha exposto como se de um combate. "No, absolutamente." Com cada grama de fora de vontade, Rogam soltou o brao do Maggie e deu um passo atrs. Em um abrir e 
fechar de olhos, foi-se da fria  calma. "Miss Concannon e eu estvamos discutindo os trminos de nosso contrato. Maggie Concannon, Jos Donahoe, o curador da galeria 
de fotos." 

- um prazer. " Todos encanto, Jos se adiantou a tomar a mo do Maggie. Apesar de que tremia um pouco, ele a beijou prdigamente, valentia, e ps seu dente de ouro 
pisca com um sorriso. - um prazer puro, Miss Concannon, conhecer a pessoa atrs do gnio. " 

"E um prazer para mim, senhor Donahoe, conhecer um homem to sensvel  arte e ao artista." 

"Vou ao Maggie em suas mos capazes, Jos. Tenho entrevistas. " 

"Voc me faz uma honra, Rogam." Jos olhos brilharam enquanto seguia a mo do Maggie em sua ligeira. 

O gesto no passou desapercebido para Rogam, nem o fato de que Maggie no fez nenhum movimento para romper o contato. Ela foi, de fato, sonriendo ao Jos paquera. 

"S lhe dizer ao Jos quando se necessita o automvel", disse Rogam com frieza-. "O condutor ao seu dispor." 

-Obrigado, Rogam, "disse ela sem olh-lo. "Mas estou seguro que Jos possa me manter entretido durante algum tempo." 

"No h maneira que eu prefiro passar o dia," Jos ps rapidamente polegadas "Viu s salas de estar, a senhorita Concannon?" 

"No hei, no. Voc me vais chamar Maggie, espero." "Farei-o." Sua mo ainda vinculada com a dela, Joseph a atraiu pela porta. "Acredito que voc apreciar o que 
temos feito aqui. Com os dias mostrando s uns, queremos estar seguros de que esteja satisfeito. Qualquer sugesto que tenha ser muito bem recebido." 

"Essa ser uma mudana". Maggie fez uma pausa, olhou por cima do ombro para que Rogam ficou de p. "No deixe que lhe impedem de realizar seu negcio, Rogam. Estou 
seguro de que  urgente." Com um movimento da cabea, sorriu ao Jos. "Conheo um Donahoe Francisco, perto do Ennis. Um comerciante que , com o mesmo olhar ao redor 
dos olhos como voc. Estaria relacionado? 

"Hei primos do Clare, no lado de meu pai, e a de minha me. Estariam Ryans." < P> 
"Sei que dezenas do Ryans. OH." Ela se deteve, suspirou quando saiu atravs de um arco em uma pequena habitao ordenada com chamin e um grande. Vrias de suas 
peas mais pequenas, incluindo o Rogam um tinha comprado em sua primeira reunio, adornado as mesas antigas. 

"Um ambiente elegante, acredito." Jos move dentro para acender a iluminao embutida. O cristal saltou  vida sob as vigas, pareciam pulsar. "O salo de baile faz 
uma declarao sem flego. Este, um tema delicado." 

"Sim". Suspirou outra vez. "Importa-te se me sinto um momento, Jos? Pois a verdade  que perdi o flego." Ela se acomodou no assento do amor e fechou os olhos. 
"Uma vez quando eu era menino, meu pai comprou um macho caibro, com uma idia da reproduo. Eu estava no campo com ele uma manh, pagando nenhuma mente, e conseguiu 
sua caspa de acima. Encabeadas me dura, fez-o, e me enviou voando. Eu era assim quando entrei nessa habitao. Como se algo me tinha juntado duro e me enviou voando. 
" 

"Nervoso, verdade?" 

Abriu os olhos e viu a compreenso do Jos. "Tenho medo  morte. E maldito se for deixar que sabem.  to condenadamente seguro de si, no?" 

"Ele tem confiana, nossa Rogam. E com razo suficiente. Ele tem um sexto sentido para a compra da pea da direita, ou condescendente o artista correto". Um homem 
curioso, e que gozava de um bom fofoqueiro, Jos se acomodou a seu lado. Estirou as pernas, cruzou-as no tornozelo em uma postura convida  relaxao e confiana. 
"Dava-me conta de que vocs dois se tm frices, por diz-lo assim, quando me interrompeu." 

"No parece haver um monto de pontos em comum." Maggie sorriu um pouco. " agressivo, nosso Rogam." 

-Muito certo, mas pelo general em uma maneira to sutil que um no sabe mais foi empurrado. " 

Maggie assobiou entre dentes: "Ele no foi sutil comigo." 

"Dava-me conta. Interessante. Voc sabe, Maggie, no acredito que eu estaria dando de presente qualquer segredo empresarial se te dissesse que Rogam estava decidido 
a que firme com todo mundo. trabalhei para ele durante mais de dez anos, e nunca recordo hav-lo visto mais centrado em um s artista. " "E devo me sentir adulado." 
Ela suspirou e fechou os olhos outra vez. "Eu sou, a maioria das vezes, quando no estou ocupado sendo enfurecido com sua maneira autoritria. Prncipe Sempre com 
os camponeses." 

"Ele est acostumado a que as coisas a sua maneira". 

-Bom, no me vai ter seu caminho. " Abriu os olhos e se levantou. "Poderia-me indicar o resto da galeria? 

"eu adoraria. E talvez me contam isso a histria de sua vida." 

Maggie inclinou a cabea e o estudou. Um fabricante do mal, pensou, com seus olhos sonhadores e demeaner piratas. Tinha desfrutado sempre de um amigo travessuras. 
-Muito bem, ento-disse-, e vinculado atravs de seu brao enquanto passeavam pelo arco do seguinte. "Havia uma vez um granjeiro que queria ser poeta ...." 



Havia s estamos muito muitas pessoas no Dubln para o gosto do Maggie. Dificilmente se podia dar um passo sem tropear com algum. Era uma cidade bonita, no o 
podia negar, com sua formosa baa e as agulhas cravando. Ela podia admirar a magnificncia de sua arquitetura, todo o tijolo vermelho e pedra cinza, o encanto de 
suas fachadas de cores. Disse a seu condutor, Brian Duggin, que os Dubliners temprana tinha um sentido da ordem e a beleza tanto interesse como seu sentido de benefcio. 
E assim, pensou, a cidade adequada Rogam assim como lhe convinha. Ela se acomodou no carro tranqilo para admirar os jardins dianteiros deslumbrante e cpulas de 
cobre, os verdes com sombra e a ocupada rio Liffey, que divide a cidade em dois. sentia-se o pulso lhe acelerava o ritmo a seu redor, responder s multides e a 
pressa. Mas o bulcio excitava brevemente antes de que se esgotou. O grande nmero de pessoas onO'Connell Street, onde todo mundo parecia estar em uma carreira se 
desesperada para obter determinado resultado, fez-a ter saudades as estradas preguioso e tranqilo da oeste. Entretanto, encontrou-se com a vista da ponte Ou'Connell 
espetaculares, os navios amarrados nos moles, a majestosa cpula das Quatro Cortes brilhando no sol. Seu condutor parecia bastante feliz a obedecer a sua petio, 
simplesmente para passear, ou para deter-se e esperar enquanto caminhava atravs de parques e praas. 

Ela se deteve onGrafton a rua entre as elegantes tenda e comprou um alfinete da Brianna, uma meia lua de prata singelo com uma curva de granadas. Seria, pensou Maggie 
enquanto ela ficou a caixa em sua bolsa, traje de sabor tradicional de sua irm. Por si mesmo, mooned brevemente sobre um par de pendentes, giros largos de ouro 
e prata e cobre, com acento acima e abaixo com as opalas de fogo. No tinha a menor gasto das empresas bom dinheiro em tais adornos frvolos. Nenhuma empresa em 
tudo, recordou-se, quando ela no tinha nenhuma garantia real quando poderia vender outro pedao. Ento,  obvio, comprou os pendentes, e enviou seu pressuposto 
ao diabo. 

Para completar seu dia, visitou museus, vagavam pelo rio e tomar o ch em uma pequena loja de offFitzWilliam Square. Passou sua ltima hora vendo a luz do sol e 
fromHalfPennyBridge reflita e desenhando em um bloco de papel que tinha recolhido em uma loja de arte. Foi depois de sete anos quando retornou  casa de Rogam. Saiu 
da sala do frente e se deteve antes de que ela tinha chegado  escada. 

"Eu tinha comeado a me perguntar se tinha tido Duggin unidade em que todo o caminho de volta a Clara." 

"Pensei em uma ou duas vezes." Jogou para trs seu cabelo desordenado. "foi anos desde que visitei Dubln." Pensou no malabarista que tinha visto, e  obvio, de 
seu pai. "Tinha esquecido quo ruidosa ." 

-Suponho que voc no comeu. " 

"No tenho, no". Se ela no contava com a bolacha que tinha tido com seu ch. "O jantar est condenado a sete e meia, mas pode ter que voltar at as oito de se 
gostaria de unir-se a ns para desfrutar de coquetis." 

"Us?" 

"Minha av. Ela est ansiosa por conhec-lo." 

"OH." estado de nimo do Maggie se desabou. Algum mais para reunir-se, falar, estar com ele. "Eu no quero sustentar." 

"No  um problema. Se voc deseja trocar, vamos estar na sala." 

"Troco para que?" Resignado, ela colocou seu caderno de esboos sob o brao. -Temo-me que deixei toda minha roupa no prprio domiclio. Mas se voc puser em um apuro 
minha aparncia, posso ter uma bandeja em meu quarto. " 

"No ponha palavras em minha boca, Maggie." Tomando com firmeza pelo brao, conduziu-a Rogam  sala. 

"Av". Se dirigiu  mulher sentada majestuosamente na cadeira de brocado costas. "Eu gostaria que conhea margarida Mara Concannon. Maggie, Christine Sweeney." 

"Uma delcia." Christine ofereceu uma mo de ossos finos, acentuado com uma reluzente safira. Coincidncia dos gotejava de suas orelhas. "Eu tomar todo o crdito 
para que esteja aqui, meu filho, quando comprei a primeira pea de seu trabalho que intrigado Rogam." 

"Obrigado.  um colecionador, ento?" 

"Est no sangue. Por favor, sinta-se. Rogam, recebe ao menino algo de beber." 

Rogam se transladou s licoreiras brilhantes. "O que voc gostaria, Maggie?" 

"Tudo o que tem." Resignado a ser educado por uma hora ou dois, Maggie ps seu caderno e sua bolsa a um lado. -Deve ser emocionante estar tendo seu primeiro grande 
show ", comeou Cristina. por que, a menina foi surpreendente, pensou. Todos nata e fogo, como chama a ateno com uma camisa e meias como dezenas de mulheres que 
tentam ser de diamantes e sedas. 

"Para ser honesto, a Sra. Sweeney,  difcil para mim imaginar." Ela aceitou o copo de Rogam e espera que seu contedo ser suficiente para seu espartilho para uma 
noite de tira de conversao. 
"Me diga o que pensava da galeria". 

" maravilhoso. Uma catedral com a arte." 

"OH." Christine se aproximou de novo, apertando a mo do Maggie. "Como meu Michael tivesse gostado de lhe ouvir dizer isso.  exatamente o que queria. Foi um frustrado 
artista, j sabe. " 

"No" Maggie inclinada Rogam uma olhada. "Eu no o fizeram." 

"Ele queria pintar. Ele teve a viso, mas no a aptido. Assim criou a atmosfera e os meios para celebrar outros que o fizeram." traje de seda com fumaa do Christine 
rangeu enquanto se sentava de novo. "Era um homem maravilhoso. Rogam se parece com ele, na aparncia e temperamento." 

-Isso deve fazer muito orgulhoso. " 

"Faz-o. Como estou seguro do que tem feito com sua vida tem feito a sua famlia orgulhosa de ti." 

"No sei como o orgulho  bastante a palavra". Maggie bebeu um sorvo da bebida, descobriu Rogam tinha servido a seu xerez e lutou no fazer caretas. Felizmente, 
o mordomo veio  porta nesse momento para anunciar o jantar. "Bom, isso  prtico." Agradecido, Maggie deixou sua taa a um lado. "Morro de fome." 
"Logo iremos diretamente pulg" Rogam ofereceu sua av de seu brao. "Julin est encantado de que esteja desfrutando de sua cozinha." 

"OH, ele  um excelente cozinheiro, essa  a verdade. Eu no tenho corao para lhe dizer que sou um pobre me vou comer algo que no tem que preparar-se". 

"No o vamos mencionar." Rogam tirou uma cadeira do Christine, continuando, para o Maggie. 

"No-conveio Maggie. "Desde que decidi tentar a troca algumas das receitas para seu Brie". 

"Brie  a irm do Maggie", explicou Rogam como a sopa estava servida. "Ela corre um B-B-e no Clare, e da experincia pessoal, dar-me f de que sua cozinha  excelente. 
" 

"Assim, sua irm  uma artista na cozinha em lugar do estudo." 

"Ela " Maggie acordado, ao ver-se muito mais cmodo em companhia do Sweeney Christine do que esperava ser. " um toque mgico com a Brianna tem casa e lar." 

"Em Clara, diz voc." Christine assentiu como Rogam lhe ofereceu vinho. "Eu sei bem a zona. Venho do Galway a mim mesmo." 

"Srio?" A surpresa e o prazer se desenhou na cara do Maggie. Foi outro aviso para ela do muito que sentia falta de sua casa. "Que parte?" 

"A cidade do Galway. Meu pai era no transporte martimo. Conheci o Miguel atravs de ofertas de seu negcio com meu pai." 

"Minha prpria av, de minha me veio de lado do Galway." Embora na maioria de circunstncias, Maggie preferem comer que falar, ela estava desfrutando da combinao 
de excelente comida e a conversao. "Ela viveu ali at que se casou. Isso seria faz uns sessenta anos. Ela era filha de um comerciante." 

" assim. E seu nome?" 

"Ela era Sharon Feeney antes de seu matrimnio." 

"Sharon Feeney". Christine olhos se iluminaram, to profunda agora e to brilhante como suas safiras. "Filha do Colin e Feeney Mara?" 

-Sim. Voc a conhecia, ento? " 

"OH, o fiz. Vivamos minutos um do outro. Eu era um pouco mais jovem que ela, mas passamos tempo juntos." 

Christine piscou os olhos um olho ao Maggie, e olhou a Rogam para atrai-lo  conversao. "Estava locamente apaixonado por tio av Niall do Maggie, e se utiliza 
descaradamente a Sharon a seu redor." 

"Certamente voc precisa usar nada nem ningum para chamar a ateno de qualquer homem", disse Rogam. 

"OH, tem uma lngua doce." Christine riu e lhe aplaudiu a mo. Importa a ti mesmo em todo este, Maggie. " 

"Ele no perde muita acar em mim." 

"Dissolve-se em vinagre", replicou Rogam no mais agradvel dos tons. 

A deciso de ignor-lo, Maggie se voltou para o Christine. "No vi a meu tio em anos, mas ouvi que era uma multa, o homem bonito em sua juventude, e tinha uma especial 
habilidade com as damas." 

"Ele era, e o fez." Christine voltou a rir, e o som era jovem e alegre. "Passei muitas noites sonhando com o Niall Feeney quando era uma menina. A verdade "-voltou 
seus olhos brilhantes em Rogam, e houve um toque de malcia nos que Maggie admirado-"se Michael no tivesse vindo ao longo de e varreu-me de meus ps, lutaram-me 
at a morte para casar-se com o Niall. Interessante, no? Voc pode ter duas primos tinham sido as coisas funcionaram de maneira diferente. " 

Rogam olhou ao Maggie, a eliminao de seu vinho. Horripilante foi tudo o que podia pensar. Absolutamente horrvel. Maggie riu e gentil da sopa. 

"Niall Feeney nunca se casou, voc sabe, e vive a vida de uma licenciatura no Galway. Talvez, a Sra. Sweeney, rompeu-lhe o corao." 

"Eu gostaria de pensar que sim." A beleza do osso de profundidade to evidente no rosto do Christine do Sweeney foi realada por um rubor adulador. "Mas a triste 
verdade , Niall nunca me dava conta." 

"Estava cego, ento?" Rogam pediu, e obteve um amplo sorriso de sua av. 

"No  cego". Maggie suspirou aos aromas como o prato de pescado posto diante dela. "Mas um homem talvez mais estpido que a maioria." 

"E no se casou alguma vez, diz voc?" investigao do Christine, Rogam observou com uma leve, foi talvez s um pouco muito informal. 

"Nunca. Minha irm se corresponde com ele". Uma piscada perversa brilhava nos olhos do Maggie. "vou ter seu voc menciona em sua carta seguinte. Veremos se sua memria 
 melhor que a seu julgamento a juventude." 

Apesar de seu sorriso era um pouco sonhadora, Christine sacudiu a cabea. -Cinqenta e cinco anos foi desde que sa do Galway ao Dubln, e para o Michael. Mara 
Doce ". 

A idia do passo dos anos trouxe uma tristeza agradvel, quo mesmo ela poderia ter sentido na observao de um casco de navio de vela fora do porto. Ainda sentia 
saudades a seu marido, embora ele tinha estado fora por mais de uma dzia de anos. Em um gesto automtico Maggie encontra tocando, Christine lhe ps uma mo sobre 
Rogam. 

"Sharon se casou com um estabelecimento hoteleiro, no o fez?" 

"Ela o fez, sim, e ficou viva durante os dez anos passados de sua vida." 

"Sinto muito. Mas ela tinha sua filha para consol-la." 

"Minha me. Mas no sei como era um consolo." O sedimento de amargura interferido com o delicado sabor da truta na boca do Maggie. Os lavou com vinho. 

"Escreveu-se durante vrios anos depois de que Sharon se casou. Ela estava muito orgulhosa de sua filha. Maeve, no?" 

"Sim". Maggie tratou de imaginar a sua me como uma menina, e fracassou. 

"Uma formosa menina, Sharon me disse, com o cabelo de ouro em greve. O temperamento de um diabo, dizia, e a voz de um anjo." 

Maggie se ingere a toda pressa, abria-se. "A voz de um anjo? Minha me?" 

-Pois sim. Sharon disse que cantava como um santo e queria ser um profissional. Eu acredito que era, ao menos por um tempo. " Christine se deteve, pensando, enquanto 
que Maggie se limitou a olhar. "Sim, j sei que era. De fato, ela se aproximou do Gort para cantar, mas no pude baixar a v-la. tive alguns recortes da Sharon me 
enviou, deve ter sido trinta anos passados. "Ela sorriu, curioso." J no canta? " 

"No" Maggie deixou escapar um flego desconcertado silncio. Ela nunca tinha ouvido sua me levantar a voz em condies diferentes de queixa ou crtica. Um cantor? 
Um profissional, como com voz de um anjo? Certamente deve estar falando de diferentes pessoas. 

-Bom-prosseguiu Cristina-, imagino que ela estava feliz de levantar a famlia ". 

Feliz? Esse foi sem dvida outro Maeve Feeney Concannon que a tinha criado. "Suponho-disse Maggie lentamente", fez que sua eleio ". 

"Como todos o fazemos. Sharon fez ela quando se casou e se mudou do Galway. Devo dizer que sentia saudades a seu dolorido, mas ela amava Johnny, e seu hotel." Com 
um esforo, Maggie pr pensamentos de sua me a um lado. Ela teria que escolher atravs deles mais adiante, com cuidado. "Recordo hotel Grande, desde sua infncia. 
Trabalhamos ali um vero, Brie e eu, como as meninas. Ordenar e procurar. Eu no levaria a ela." 

"Uma coisa sorte para o mundo da arte." 

Maggie reconheceu completo Rogam. "Talvez, mas foi sem dvida um alvio para mim." 

"Nunca me perguntei como se interessou no vidro". 

"A me de meu pai havia um floreiro de vidro veneziano era, em forma de flauta, de plida, imprecisa verde. A cor das folhas na gema. Acreditei que era a coisa mais 
formosa que tinha visto em sua vida. Ela me disse que tinha sido feito com o flego e o fogo. " Maggie sorriu ao record-lo, perdeu-se nele um momento, por isso 
seus olhos se voltou to impreciso como o vaso que ela descreveu. "Foi como um conto de fadas para mim. Uso da respirao e fogo para criar algo que voc poderia 
ter na mo. Assim que ela me trouxe um livro que tinha fotos de uma casa de cristal, os trabalhadores, dos tubos, os fornos. Acredito que a partir esse momento no 
havia outra coisa que queria fazer, a no ser fazer minha prpria. " 

"Rogam foi o mesmo", murmurou Christine. "To seguro a uma idade to jovem do que seria sua vida." Deixou que seu olhar vague ao Maggie a seu neto e as costas. "E 
agora que encontraste." 

"Assim parece", coincidiu Rogam, e chamou para o prximo curso. 



Captulo Oito 



Maggie no podia ficar fora da galeria. No parecia haver nenhuma razo para faz-lo. Jos e o resto do pessoal era agradvel o suficiente, inclusive indo to longe 
para pedir sua opinio sobre algumas das telas. Por muito que talvez a tivesse satisfeito, no pde melhorar no olho para o detalhe Rogam e colocao. Saiu do pessoal 
para levar a cabo suas ordens e ficou discretamente at esboar a obra de arte nativo americano. Lhe fascinava-las cestas e os tocados, a partida meticuloso, as 
complexidades das mscaras rituais. As idias e vises em torno de um salto em sua cabea como gazelas, saltando, voando, para que ela se apressou a translad-los 
ao papel. 

Ela preferia enterrar a si mesmo no trabalho a todo o resto. Cada vez que ela tomou muito tempo para pensar, sua mente se desviou de novo ao que Christine lhe havia 
dito a respeito do Maeve. Quanto, perguntou-se, estava por debaixo da superfcie da vida de seus pais que tinha sido ignorante de? Sua me, com uma carreira, seu 
pai amante de outra mulher. E os dois deles apanhados, porque disso-en uma priso que lhes tinha negado seus desejos mais profundos. Precisava saber mais, e entretanto 
tinha medo, medo de que tudo o que aprendeu no viria a no ser a demonstrar o fato de que ela no sabia realmente s pessoas que tinha criado ela. Se no os conhecer 
todos. Assim que ficou a um lado e que precisam enfeitiada a galeria. 

Quando ningum se ops, ela utilizou o escritrio de Rogam como um estudo de carter temporrio. A luz era boa, e como a habitao estava escondido na parte posterior 
do edifcio, que foi perturbado em estranhas ocasies. Espaoso, no o era. Obviamente Rogam tinha eleito para utilizar todo o espao que pde encontrar para a exibio 
de arte. Ela no podia discutir com essa deciso. cobriu-se seu reluzente escritrio de nogueira com uma lmina de plstico das almofadinhas e grosas de papel de 
peridico. Os desenhos ao carvo e lpis que tinha feito eram s um comeo. Trabalhou agora acrescentando toques de cor. Ela tinha recolhido um acrlicos em uma 
oficina perto da galeria, mas freqentemente sua impacincia com as imperfeies de seus materiais a levou a usar outros materiais  mo, e ela se meta a escova 
em sedimentos de caf ou umedecido cinzas, ou um acidente cerebrovascular mais audaz linhas com lpis labial ou lpis de sobrancelhas. A seu julgamento, seus esboos 
mais que um primeiro passo. Enquanto que ela se acreditava um desenhista bastante adequada, Maggie nunca se teria chamado um professor com o pincel e a pintura. 
Isto s foi uma maneira de manter viva sua viso da concepo at a execuo. O fato de que Rogam tinha disposto que vrios de seus desenhos que se formatean e dotados 
para o espetculo incomodava mais que satisfeito dela. Entretanto, recordou-se que a gente comprasse nada se se os fazia acreditar em sua qualidade e valor. 

converteu-se em um cnico, pensou, entreabrindo os olhos enquanto estudava seu trabalho. E um contador de frijol, assim, marcando seus lucros antes de que fossem. 
Que Deus a ajudasse, que tinha sido apanhado no telaraa de sonhos Rogam tinha tecido, e ela mesma odeio, inclusive mais que ela o odeia, se se ia de volta a casa 
um fracasso. executa-se o fracasso em seu sangue? , perguntou-se. Seria ela como seu pai e no conseguem alcanar o objetivo de que mais importava a ela? Ela estava 
to concentrado em seu trabalho, e em seus pensamentos o obscurecimento, que assobiou com assombro e desgosto como a porta do despacho se abriu. 

"Fora! Fora! Tenho que fechar a maldita coisa?" 

"Meus pensamentos exatamente." Rogam fechou a porta a suas costas. "Que demnios est fazendo?" 

"Um experimento em fsica nuclear, espetou-lhe ela-. "Que aspecto tem? Frustrado pela interrupo, que soou entrecortada franja dos olhos e olhou. "O que est fazendo 
aqui?" 

"Acredito que esta galeria, que inclui este escritrio, pertence-me." 

"No h esquecer isso". Maggie inunda seu pincel em uma mescla de pintura que tinha melado em um tabuleiro de idade. "No com as primeiras palavras da boca de todo 
o mundo por aqui est o senhor esta Sweeney e o Sr. isso Sweeney". Inspirado por esta incurso verbal pouco, lavou-se a cor sobre o papel grosso que tinha pego a 
outro tabuleiro. Enquanto o fazia, seu olhar lhe caiu de cara a suas mos, e por um momento foi golpeado sem fala. "Que demnios so doces e voc?" Atnito, ele 
se equilibrou para diante. Seu escritrio tem preo e o favorito de estava talher com peridicos salpicados de pintura, potes de pincis, lpis e-a menos que tivesse 
muito equivocado o forte aroma das garrafas de aguarrs. 

- uma louca. D-te conta esta mesa  um Jorge II? " 

" um pedao robusto", respondeu ela, sem nenhum respeito pelo rei Ingls mortos. "Est em minha luz." Distrada, agitou uma mo de pintura salpicada dele. Ele evitou 
por instinto. "E bem protegidos", adicionou. "Tenho uma folha de plstico sob o peridico." 

"OH, bom, isso o faz bem, ento. Agarrou um punhado de seus cabelos e atirou sem piedade. "Se tivesse querido um cavalete com sangue", disse quando estavam cara 
a cara ", que teria ao seu dispor uma". 

"No necessito um cavalete, s um pouco de privacidade. Assim se quer te fazer escassos, como o tem feito brilhantemente nos ltimos dois dias-lhe deu um empurro 
de ajuda. Ambos se olhou as manchas vermelhas em negrito que tinha transferido  lapela de raia diplomtica. 

"Uy", disse. 

"Idiota". Seus olhos se estreitaram nas ranhuras de cobalto perigosas quando ps-se a rir. 

"Sinto muito. Verdade." Entretanto, a desculpa foi diludo por uma risada afogada. "Estou sujo quando trabalho, e me esqueci de minhas mos. Mas a partir do que 
vi, h um armazm cheio de trajes. No faltaro este". 

"Voc no acredito." Rpido como uma serpente, meteu-se os dedos na pintura e lubrificou sua cara. Seu chiado de surpresa foi intensamente satisfatria. "A cor que 
se converte. " 

secou-se o dorso da mo pela bochecha e difundir a pintura ao redor. "Assim quer jogar, verdade?" Rendo, ela agarrou um tubo de cor amarela canrio. 

"Se te atrever", disse, esmigalhado entre a ira e a diverso, "vou fazer o come, tubo e tudo." 

"Nunca um Concannon ignora um desafio". Seu sorriso de propagao, enquanto se dispunha a apertar. Represlias em ambos os lados se viu interrompida quando a porta 
se abriu o escritrio. 

"Rogam, espero que no est" A mulher no elegante traje do Chanel rompeu, ampliando plidos olhos azuis. 

"Peo-lhe perdo." Obviamente frustrado, alisou-se o cabelo suave balano de sabre. "Eu no sabia que estava ... comprometidos." "Seu tempo de interrupo". Afresco 
como uma brisa da primavera, Rogam arrancou uma folha de peridico e se esfregou a pintura em seus dedos. "Acredito que estvamos a ponto de fazer o ridculo." 

Talvez, pensou Maggie, deixando a um lado do tubo de pintura com um sentido ridculo de pesar. Mas teria sido divertido. 

"Patricia Hennessy, eu gostaria de apresentar Margarida Mara Concannon, nosso artista convidado". 

Este? Patricia pensou, embora sua fragilidade, caractersticas bem educado, mas no revelou nada de interesse corts. 

Esta pintura manchada, mulher selvagem de cabelo foi Concannon MM? "Que formoso te conhecer." 

-E voc. Miss Hennessy. " 

" minha senhora," disse-lhe Patricia com o mais leve dos sorrisos. "Mas, por favor me chame Patricia". 

Ao igual a uma s rosa detrs de um vidro, pensou Maggie, Patricia Hennessy era encantador, delicado e perfeito. E, pensou, estudando o rosto ovalado elegante, infeliz. 
"vou estar fora de seu caminho em um momento ou dois. Estou seguro de que quer falar com Rogam sozinho." 

"Por favor, no te apure por minha causa." Patricia sorriso curvou seus lbios, mas logo que tocou os olhos. 

"estive acima, com o Jos, admirando seu trabalho. Voc tem um talento incrvel". 

"Obrigado". Maggie lhe arrebatou Rogam chefe leno do bolso do peito. 

"No o-" A ordem morreu em seus lbios enquanto se empapava a roupa de irlandeses em aguarrs. Com um pouco parecido a um grunhido, que recolheu e esfregou o resto 
da pintura de suas mos. "Meu escritrio parece ter sido temporalmente transformado na gua-furtada de um artista." 

-Claro e nunca trabalhei em uma gua-furtada em minha vida ", anunciou Maggie, deliberadamente ampliar seu acento. "Incomodei-me por si mesmo preocupam-se terreno 
sagrado aqui, no sabe. Se voc esteve familiarizado com Rogam tempo, vais entender que  um homem meticuloso." 

"No sou suscetvel", disse entre dentes. 

-OH,  obvio que no-respondeu Maggie com um cilindro dos olhos. "Um homem selvagem que , to imprevisvel como as cores de um amanhecer." 

"O sentido de organizao e controle geralmente no se considera um defeito. A falta total de que normalmente ." Haviam um frente ao outro de novo, efetivamente, 
se involuntariamente, fechando a Patricia, inclusive na pequena habitao. Havia tenso no ar, e era evidente a Patricia. Ela no podia esquecer o momento em que 
ele a tinha desejado vivamente. No podia esquecer porque ela estava apaixonada por Rogam Sweeney. 

"Sinto-o se tiver chegado em um mau momento". Odiava o fato de que sua voz estava rgida de formalidade. 

"No, absolutamente." Rogam o cenho se transformou facilmente em um encantador sorriso e se voltou para ela. "Sempre  um prazer verte." 

"Acabo de cair no pensamento de que poderia fazer-se com as empresas para o dia. Carneys O me convidou para tomar uma taa e esperava que pudesse unir-se a ns." 
-Sinto muito, Patricia. " Rogam olhou seu leno em runas, logo a deixou cair na propagao de espera folhas de peridico. "Com o show de amanh, hei dzias de detalhes 
ainda que atender." 

"Tolices". Maggie disparou Rogam um amplo sorriso. "Eu no quero interferir com sua hora social". 

"No  simplesmente suas obrigaes I'v outras falhas. D minhas desculpas ao Marion e George. 

"Farei-o." Patricia lhe ofereceu a bochecha para Rogam a beijar. O aroma da terebintina se enfrentaram, continuando, afligido, seu perfume floral delicado. "Foi 
um prazer te conhecer, senhorita Concannon. Estou desejando que manh de noite." 

" Maggie," disse ela, com um calor que provinha da compreenso da feminilidade inata. "E obrigado. vamos esperar o melhor. Bom dia para voc, Patricia". 

Maggie cantarolou para seus adentros ao limpar seus pincis. 

"Ela  encantadora", comentou depois de que Patricia esquerda. "Velho amigo?" 
"Isso  correto." 

"Velho amigo casado?" 

Ele s levantou uma sobrancelha ante a implicao. "Um velho amigo viva." 

"Ah". 

"Uma resposta muito significativa." Por razes que no podia compreender, que ps  defensiva. 

"Conheo a Patricia por mais de quinze anos". 

-V,  um lento, Sweeney. " Manter o quadril no escritrio, Maggie tocou um lpis nos lbios. "Uma mulher formosa, de evidente sabor-una mulher de sua prpria classe, 
posso acrescentar, e em quinze anos no tem feito um movimento." "Um movimento?" Seu tom gelado como a geada sobre o vidro. "Uma frase em particular, pouco atrativo, 
mas fazendo caso omisso de sua redao pouco feliz no momento, como sabe que no tem? 

"Estas coisas mostram." Com um encolhimento de ombros, Maggie aliviado da mesa. "As relaes ntimas e os platnicos emitem sinais totalmente diferentes". Seu olhar 
se suavizou. Era, depois de tudo, s um homem. "Arrumado a que voc pensa que est terrivelmente bons amigos". 

"Naturalmente que sim." 

"Tolo". Ela sentiu uma quebra de onda de simpatia pela Patricia. "Ela  mais da metade no amor com voc." 

A idia, e a maneira casual confiana Maggie apresentou, desconcertou-o. "Isso  absurdo." 

"O nico absurdo disto  que no tm nem idia." Vigorosamente, comeou a recolher seus fornecimentos. 

-A senhora Hennessy conta com minha simpatia-ou parte dela. Duro para mim, para oferecer tudo quando estou interessada em ti mesmo, e eu no gosto da idia de que 
saltam da cama  minha. " 

Era, pensou, exasperado, o Damnedest mulher. "Esta  uma conversao ridcula, e tenho uma grande quantidade de trabalho que fazer." 

Era bastante simptica, a maneira em que sua voz podia ir to grandiosamente formal. "Em minha conta nisso, assim no se deve permitir poder continuar. vou estender 
estes desenhos na cozinha para secar, se estiver bem com voc." 

"Enquanto esto fora de meu caminho." E seu criador com eles , pensou. Cometeu o engano de olhar para baixo, de enfoque. "O que tem feito aqui? 

"Feito um pouco uma confuso, como j assinalou, mas sim vai ordenar o suficientemente rpido." 

Sem dizer uma palavra, tomou uma de seus desenhos pelos borde. Podia ver claramente o que tinha inspirado a ela, como se referia a empregar a arte nativa americana 
e convert-lo em algo audaz e unicamente dela. No importa o muito ou o que freqentemente lhe tirava de gonzo, chamou-lhe a ateno uma e outra vez por seu talento. 
"No houve tempo perdendo, j vejo." 

" uma das pequenas coisas que temos em comum. Quer me dizer o que lhe parece? 

"Que voc entende o orgulho e a beleza muito bem". 

"Um bom elogio, Rogam." Ela sorriu por cima. "A um muito bom". 

"Seu trabalho o expe, Maggie, e te faz ainda mais confuso. Sensvel e arrogante, compassivo, sem piedade. Sensual e distante." 

"Se voc est dizendo que estou de mau humor, no vou discutir." O rebocador chegou de novo, rpido e doloroso. perguntou-se se teria chegado um momento em que a 
olhava a forma em que olhou a seu trabalho. E o que criaria entre eles quando, e se o fez. "No  um defeito para mim." 

"S lhe faz difcil viver." 

"Ningum tem que a mim mesmo." Levantou uma mo, acariciava-lhe desconcertante que por sua bochecha. "Estou pensando em dormir com voc, Rogam, e ambos sabem. Mas 
eu no sou seu bom Hennessy a senhora, a procurar um marido para guiar o caminho." encolheu-se os dedos ao redor de sua boneca, surpreso e contente quando oscuramente 
seu pulso vacilante tropeou. "O que est procurando?" 

Ela deve ter tido a resposta. Deveria ter estado na ponta da lngua. Mas o tinha perdido em algum lugar entre a pergunta e o risco duro, rpido de seu prprio corao. 
"Deixarei-te saber quando me inteiro". Inclinou-se para frente, passando nas pontas dos ps para escovar sua boca sobre a sua. "Mas que faz bem por agora." 

Ela se levou o quadro dele e recolheu outros. 

"Margarida Mara", disse enquanto se dirigiu  porta. "Lavava-me que a pintura da cara se eu fosse voc." 

Ela torceu o nariz, olhou vesga abaixo na mancha vermelha. -Maldita sa-murmur-, e fechou a porta ao sair. 

O disparo da separao pode ter aliviado seu orgulho, mas no era constante e amargamente de que pudesse dar a volta completamente com to pouco esforo. Simplesmente 
no havia tempo para as complicaes que poderia causar em sua vida pessoal. Se houvesse tempo, no faria mais que arrast-la a algum lugar tranqilo e esvaziar 
todos os desta frustrao, este desejo, esta fome desesperador, nela at que foi purgado da mesma. Certamente uma vez que tinha tomado o controle de outros, ou ao 
menos da situao, ele ia encontrar o equilbrio outra vez. Mas havia prioridades, e seu primeira, por contrato legal e moral de obrigao era sua arte. Baixou a 
vista a um dos quadros que tinha deixado atrs. via-se a toda pressa executado, descuidadamente brilhante, com movimentos rpidos e cores vivas que exigem ateno. 
Ao igual  prpria artista, pensou, simplesmente no seria ignorado. Deliberadamente lhe voltou as costas e partiu. Mas a imagem segue sendo, brincando com seu crebro 
ao igual ao sabor de seu mantido, brincando com seus sentidos. 

"O senhor Sweeney. Senhor. 

Rogam se deteve na sala principal, reprimiu um suspiro. O homem fraco e de aspecto cinza de p, sustentando uma carteira irregular, no era um estranho. 

"Aiman". Saudou o homem vestido de aproximadamente cortesmente como o tivesse feito um cliente de seda coberto. 

"No esteve durante um tempo." 

"estive trabalhando". Um tic nervoso trabalhado ao redor do olho esquerdo Aiman. "Tenho um monto de novos trabalhos, o Sr. Sweeney." 

Talvez tinha estado trabalhando, Rogam refletiu. Tinha estado bebendo com toda segurana. Os signos eram tudo o que h na bochechas avermelhadas, os olhos avermelhados, 
as mos trementes. Aiman apenas trinta anos, mas beber lhe tinha feito velho, frgil e se desesperada. ficou junto  porta, a um lado, de modo que os visitantes 
da galeria no se distraia com ele. Seus olhos lhe rogou a Rogam. Seus dedos dobrados e sem frisar da carteira de carto de idade. 

"Tinha a esperana de que teria tempo para olhar, o Sr. Sweeney." 

"Hei amanh um espetculo, Aiman. A um grande." 

"Sei. Eu o vi no peridico." Nervosa, Aiman umedeceu os lbios. passou-se a ltima do dinheiro que tinha ganho da venda de calada no bar a noite anterior. Sabia 
que era uma loucura. Pior ainda, ele sabia que era uma estupidez. Agora necessitava desesperadamente um centenar de libras para alugar ou que estaria na rua dentro 
da semana. 

"Eu poderia deix-los com voc, senhor Sweeney. Volta na segunda-feira. I'v; fiz um bom trabalho aqui. Queria que ser o primeiro em v-lo". 

Rogam no lhe perguntou se estava fora do Aiman dinheiro. A resposta era bvia e a questo s humilharam ao homem. Tinha mostrado uma promessa uma vez, Rogam recordou, 
antes dos temores e o usque lhe tinha estabilizado. 

"Meu escritrio  um pouco perturbado no momento", disse Rogam amavelmente. 

-Vamos acima e me mostram o que tem feito. " 

"Obrigado". os olhos injetados em sangue do Aiman iluminou com um sorriso, com a esperana to pattico como as lgrimas. "Obrigado, senhor Sweeney. No vou tomar 
grande parte de seu tempo. Prometo-lhe isso." 

"Eu estava a ponto de ter um pouco de ch." Discretamente, Rogam tirou do brao ao Aiman a sustent-lo j que comearam acima. -vais acompanhar me enquanto procuramos 
mais de seu trabalho? " 

"Agrada-me, senhor Sweeney." 

Maggie retrocedeu de maneira que Rogam no veria a observava enquanto tomava a curva da escada. Ela tinha estado segura, absolutamente seguro, que ia arrancar o 
artista desalinhado pela porta. Ou, pensou, tem um de seus subordinados fazer o trabalho sujo por ele. Em seu lugar, tinha convidado a tomar o ch ao homem e lhe 
conduziu para cima como um convidado bem-vindo. Quem tivesse pensado Rogam Sweeney havia tanta bondade nele? Havia comprar algumas das pinturas, assim, deu-se conta. 
Suficiente para que o artista podia manter seu orgulho, e uma comida ou dois em seu ventre. O gesto foi mais impressionante para ela, mais importante que uma dzia 
das subvenes e doaes de todo o mundo se imaginava realizadas anualmente. Importava-lhe. A realizao de sua vergonha, j que inclusive gostava. Importava-lhe 
tanto que ver com as mos muito humano que criou a arte como o fez a prpria arte. 

Voltou para seu escritrio para pr em ordem, e tratar de assimilar este novo aspecto de Rogam a todos outros. Vinte e quatro horas mais tarde, Maggie se sentou 
no bordo da cama na habitao de Rogam. Ela tinha sua cabea entre seus joelhos e amaldioava a si mesmo por ser vilmente doente. Foi humilhante admitir, inclusive 
a ela mesma, que os nervos podia governar. Mas no havia forma de negar, com o sabor desagradvel da enfermidade ainda em sua garganta e seu corpo tremia de calafrios. 
No importa, disse-se de novo. No importar um cominho o que pensam. O que acredito  o que conta. 

OH Deus, OH Deus, por que me deixo atirado nisto? Em respiraes largas, com cuidado, levantou a cabea. A onda de enjo a esbofeteou, fez-lhe apertar os dentes. 
No espelho de corpo inteiro atravs do quarto, sua imagem disparou para ela. Ela levava nada mais que sua roupa interior, e sua pele era surpreendentemente branca 
contra o encaixe negro que tinha eleito. Seu rosto estava plido olhando, com os olhos avermelhados. Um estremecimento gemido lhe escapou quando ela baixou a cabea 
outra vez. Uma confuso que se via. E no era mais que um espetculo que ia fazer de si mesmo. Tinha sido feliz no Clare, se no houvesse? Foi ali onde ela pertencia, 
s e sem restries. S ela e sua taa, com os campos de silncio e o vapor da manh. Foi ali que seria se no tivesse sido por Rogam Sweeney e todas suas palavras 
tentadoras de fantasia a sua distncia. Ele era o diabo, pensou, esquecendo convenientemente que tinha comeado a trocar de opinio a respeito dele. Um monstro que 
era, que atacava aos artistas inocentes para seus fins prprios ambiciosos. Lhe apertava seu seco, e logo a jogou a um lado como um tubo vazio de pintura. Lhe teria 
assassinado se tivesse tido a fora para levantar-se. 

Quando bateram na porta brandamente a sua porta, ela fechou os olhos. Vete, gritou em sua mente. Vete e deixe morrer em paz. Chegou de novo, seguido por uma investigao 
tranqila. "Maggie, querido, est quase preparado?" A Sra. Sweeney. Maggie pressiona os tales de suas mos aos olhos arenosos e reprimiu um grito. "No, eu no 
o sou." Ela lutou para que sua voz cortante e decisiva, mas saiu em um gemido. "No vou absolutamente." 

Com um rumor de seda, Christine se meteu na habitao. "OH, meu amor." Imediatamente a me, apressou-se ao Maggie e o brao coberto uma sobre os ombros. "Est bem, 
carinho.  s nervos." 

"Estou bem". Mas Maggie abandonou o orgulho e voltou a cara no ombro do Christine. 

"No estou indo." " obvio que sim." Vigorosamente, Christine levantou a cara do Maggie  sua. Ela sabia exatamente que boto necessrios para ser empurrado, e o 
fez, sem piedade. "No quero que pensem que tem medo, verdade?" 

"Eu no tenho medo." o queixo do Maggie se aproximou, mas este escolheu como o azeite de nuseas no estmago. "Simplesmente no estou interessado". 

Christine sorriu, acariciou-se o cabelo do Maggie e esperou. 

"No posso lhe fazer frente, a Sra. Sweeney," Maggie soltou. "Simplesmente no posso. Me vou humilhar, e dio que mais que nada. Prefiro ser enforcado." 

"Entendo por completo, mas voc no vai humilhar a ti mesmo." Tomou as mos congeladas do Maggie na sua. 

" certo que voc mesmo em tela tanto como seu trabalho. Essa  a loucura do mundo da arte. Perguntaro-se a respeito de voc, e falar de ti e especular. Deixe que 
eles ". 

"No  que grande parte-aunque isso  parte dela. No estou acostumado a que se perguntou, e eu no 

acredito que eu gosto, mas  meu trabalho ...." Ela apertou os lbios. " a melhor parte de mim, a Sra. Sweeney. Se  achado falto. Se no ser o suficientemente 
bom " 

"Rogam pensa que ." 

"Muito sabe:" Maggie murmurou. 

-Isso  certo. Muitos que sabe. " 

Christine inclinou a cabea. O menino necessita um pouco da maternidade, decidiu. E a maternidade no sempre foi amvel. "Quer que v para baixo e lhe diga que  
muito medo, muito insegurana para assistir  feira? 

"No!" Desamparado, Maggie se cobriu o rosto com as mos. "Apanhou-me. A serpente de um homem complicado. O maldito ambicioso-Lhe peo perdo." Ir rgido, Maggie 
baixou as mos. 

Christine se assegurou a trag-la risada. "Isso  absolutamente correto", disse com sobriedade. "Agora, espere aqui e vou baixar e lhe dizer Rogam para seguir sem 
ns. Ele j levava uma sarjeta no corredor com seu ritmo." 

"Nunca vi a ningum to obcecado com o tempo." 

" um rasgo do Sweeney. Michael me voltava louco com ele, Deus lhe benza." Lhe aplaudiu a mo do Maggie. 

"Eu vou estar uma cpia de segurana para lhe ajudar a vestir-se." 

"A Sra. Sweeney." Desesperado, Maggie agarrou pela manga do Christine. "No se pode simplesmente lhe dizer que morri? Poderiam fazer uma esteira formosa da amostra. 
E por regra general, a fazer mais de um benefcio de um artista morto que um vivo." 

"No, j v." Christine desalojado dedos crispados do Maggie. "Sente-se melhor j. Agora vete e te lave a cara." 

"Mas" 

"Estou de p em sua Grande noite", disse Christine com firmeza. "Acredito que Sharon me tivesse querido. E eu lhe disse ir lavar se a cara, Margarida Mara. 

-Sim, senhora. Senhora Sweeney? " Sem nenhum lugar aonde ir, Maggie tem tremendo a seus ps. "No o direi ... quero dizer, eu estaria agradecido se voc no mencionou 
a Rogam que eu ..." 

"Em uma das noites mais importantes de sua vida, uma mulher tem direito a ficar mais de vestir". "Suponho". Um fantasma de um sorriso se desenhou ao redor da boca 
do Maggie. "Faz-me soar como uma tola frivolidade, mas  melhor que a alternativa." 

"Deixa Rogam para mim." 

"S h uma coisa mais." Ela tinha estado pondo isto apagado, Maggie admitidos. Ela pode ser que tambm se enfrentam agora, quando se sentia to baixo como ela se 
imaginava que podia sentir. "Crie que poderia ser capaz de encontrar aos recortes que falava? os de minha me?" 

"Acredito que pude. Deveria ter pensado em mim mesmo.  obvio, gostaria de l-los." 

"Eu, sim. Estaria agradecido." 

"Encarregarei-me de que o receba. Agora a arrumar sua cara. vou deslizar se ao longo de Rogam." Enviou ao Maggie um sorriso reforar antes de fechar a porta. Quando 
Christine o encontraram, Rogam seguia furioso ritmo no vestbulo. Onde diabos est? -perguntou o momento em que viu sua av. "Ela esteve arrumando-se ali durante 
duas horas." 

-Bom,  obvio que tem. " Christine fez um gesto grandilocuente. "A impresso que faz que esta noite  vital, no?" 

" importante,  obvio." Se ela fez o equivocado, seus sonhos se deslizava pelo desge junto com o Maggie. Necessitava seu aqui e agora, e preparado para deslumbrar. 
-Mas por que deveria levar a seu tanto tempo? Ela  s para pr em sua roupa e alvoroo com seus cabelos. " 

"Voc foi um s homem muito tempo, meu amor, se realmente acreditar que essas tolices." Afetuosamente, 

Christine se aproximou de endireitar a gravata j perfeito. "Que bonito te v com um smoking". 

-Av, est estagnado. " 

-No, absolutamente. " Transmisso dele, escovou-se nas lapelas impecvel. "Acabo de vir a lhe dizer a ir adiante sem ns. vamos seguir quando estiver preparado 
Maggie." 

"Ela deveria estar preparado." 

"Mas no o . Alm disso, quanto mais eficaz poderia ser se ela chegou justo o suficientemente tarde para fazer uma entrada? Gosta do teatro destes eventos, Rogam." 

No tinha que certo nisso. -Est bem. " Olhou o relgio, jurou  ligeira. Se no foi no minuto que havia sem dvida chegar tarde. Era sua responsabilidade estar 
ali, ele mesmo recordou, para ver qualquer detalhe de ltima hora, no importa o muito que queria esperar e tomar Maggie ao prprio galeria. "vou deixar a em seu 
mais que boas mos. vou ter o carro para voltar logo que fui deixados. Veja que ela est ali dentro de uma hora, verdade?" 

"Pode contar comigo, querido." 

"Sempre o fao." Beijou-a na bochecha, deu um passo atrs. 

-Por certo, a Sra. Sweeney, no mencionei o formosa que te v. " 

-No, no. Eu estava muito desinflado. " 

"Voc ser, como sempre, a mulher mais impressionante na sala." 

"Bem dito. Agora, execute junto com voc e deixar ao Maggie para mim. " 

"Com muito prazer." Lanou um olhar pelas escadas enquanto se dirigia para a porta. No era um olhar doce. 

"Desejo-lhe boa sorte com ela." 

Ao fech-la porta Christine deixou escapar um suspiro. Pensou que sejam necessrios todos a sorte que podia conseguir. 



Captulo Nove 



Nenhum detalhe foi passado por cima. A iluminao era perfeita, saltando e ricocheteando as curvas e espirais de vidro. A msica, uma valsa agora, corria to brandamente 
como as lgrimas de felicidade pela habitao. Efervescentes monopoliza de champagne encheram as bandejas de prata levado com graa pelos garons de librea. O som 
do tinido de cristais e vozes murmurando estabelecem um contraponto amvel com os violinos chorando. Era, em uma palavra, perfeito, no falta um detalhe. Exceto, 
Rogam pensou sombramente, a prpria artista. 

" maravilhoso, Rogam." Patricia estava a seu lado, elegante em um vestido branco estreito tiritando de mostacillas. "Voc tem um grande xito." 

voltou-se para ela, sonriendo. "Assim parece." 

Seus olhos se detiveram nela o tempo suficiente, com intensidade suficiente, para que a inquietava. 

"O que ? manchei meu nariz?" 

"No" Levantou seu copo rapidamente, amaldioando ao Maggie para pr pensamentos ridculos em sua cabea e o fazia desconfiar de um de seus mais velhos amigos. No 
amor com ele? Absurdo. 

"Sinto muito. Suponho que minha mente vagava. No me posso imaginar o que est manuteno do Maggie " 

"Estou segura de que ser ao longo de qualquer momento". Patricia ps uma mo sobre seu brao. "E enquanto isso, todo mundo deixar-se deslumbrar por nossos esforos 
combinados." 

" uma sorte. Sempre tarde", acrescentou em voz baixa. -No mais que o menino o sentido do tempo ". 

"Rogam, querida, a o tem. Vejo minha Patricia encontrado." 

"boa noite, senhora Connelly." Rogam levou a me da mo delicada da Patricia na sua. "Estou encantado de verte. No devem mostrar a galeria pode ser um xito sem 
sua presena." 

"Adulador". Satisfeito, varreu-se sua estola de visom. Anne Connelly celebrar o to firmemente a sua beleza como o fez a sua vaidade. Ela o considerava to dever 
da mulher para conservar sua beleza como foi formar um lar e ter filhos. Ann nunca, nunca descuidado seus deveres, e como resultado, tinha a pele mida e a jovem 
figura de uma menina. Ela lutou uma batalha constante com os anos e tinha, h meio sculo, surgiu o vencedor. 

E seu marido? " Rogam continuou. "Se Dennis ir com vs?" 

"Naturalmente, apesar de que j est em alguma parte fumando um de seus charutos e debate sobre a fazenda". 

Ela sorriu quando Rogam indicou a um garom e lhe ofereceu uma taa de champanha. 

"Inclusive sua afeio para que voc no troca sua apatia para a arte. Este  um trabalho fascinante." Fez um gesto  escultura ao lado eles, uma exploso de cor, 
recolhimento de cogumelos a partir de uma base torcido. "Preciosa e inquietante de uma vez. Patricia me diz que se reuniu ontem brevemente o artista. Morro por faz-lo 
eu mesmo." 

"Ela est ainda por chegar," talher Rogam sua prpria impacincia sem problemas. "Voc encontrar a senhorita Concannon to contraditrio e to interessante, acredito, 
j que seu trabalho". 

"E estou seguro de como fascinante. No vimos o suficiente de ti ultimamente, Rogam. importunei Patricia sem piedade sobre voc por trazer". Ela atirou a sua filha 
um olhar velada de que era o suficientemente eloqente. Obter um movimento, menina, disse. No o deixe escapar de ti. 

-Temo-me que estive to obcecado conseguindo este show juntos rapidamente que descuidei meus amigos. " "Est perdoado, sempre e quando podemos esperar para jantar 
conosco uma noite da semana que vem". 

"eu adoraria". Rogam chamou a ateno do Jos. "Desculpe-me, no s um momento, quer?" 

Tem que ser to bvio. Me? " Patricia murmurou a seu vinho como Rogam se deslizou entre a multido. 

"Algum tem que ser. Cus Misericordioso, garota, trata-te como a uma irm. Transmisso de um sorriso na habitao a um conhecido, Anne seguiu falando em voz baixa. 
"Um homem no se casa com uma mulher que pensa que sua irm, e  hora de que se casaram de novo. No se pode pedir para uma melhor correspondncia. Mantenha rondando 
ao redor, e algum mais lhe recolher em seus narizes. Agora sorri, quer? Tem que sempre se vem como se estivesse de luto? " 

Obedientemente, Patricia obrigados os lbios  curva. 

"Sabia voc a eles?" Rogam exigia o momento em que tinha encurralado Jos. 

"No telefone do carro." O olhar do Jos desnatada na habitao, roou Patricia, atrasou-se, e logo seguiu seu caminho. "vo chegar em qualquer momento". 

"mais de uma hora de atraso. Tpicos". 

"Seja como for, agradar-lhe saber que temos as vendas em dez peas j, e pelo menos, que oferece muitas de entrega." 
"Essa pea no est em venda". Rogam estudou a escultura extravagante que havia no centro da habitao. "Vamos  primeira excurso, em nossas galerias em Roma, Paris 
e Nova Iorque, mas junto com as outras peas que escolhemos no  para a venda." " sua deciso", disse Jos com bastante facilidade. 

"Mas devo lhe dizer que o general Fitzsimmons nos ofereceu vinte e cinco mil libras por ela." 

"Ele? Assegure-se de que obtm ao redor, no?" 

"Conta com isso. No nterim. estive entretida alguns dos crticos de arte. Acredito que deveria ..." 

Joseph apagou quando viu os olhos de Rogam obscurecem enquanto olhava fixamente a algo por cima do ombro. Jos se voltou, viu o objeto do olhar de seu chefe e deixou 
escapar um assobio. 

"Ela pode ser tardio, mas  sem dvida um sensacional". 

Jos olhou a Patricia e viu pela expresso de sua cara que ela tambm tinha tomado nota da reao de Rogam. Seu corao tinha sangrado um pouco para a mulher. Sabia 
por experincia pessoal quo miservel era amar a algum que pensei em ti, j que s um amigo. 

"Quer que v lev-la por a?" Jos lhe perguntou. 

"O que? No, no. vou fazer o eu mesmo." 

Rogam Maggie nunca tinha imaginado que poderia parecer, elegante e espetacular e sensual como o pecado. Ela tinha eleito negro, no se alivia e sem adornos. O vestido 
teve toda seu estilo do corpo coberto.  talher da garganta ao tornozelo, mas ningum o chamaria prim, no com os botes de cor negra brilhante que giravam o comprido 
dela, os botes que se foi ousadia desatou ao mar de fundo de seu peito, e at a parte superior de uma das coxas magras. Tinha o cabelo uma coroa de fogo despenteada, 
descuidada enroscada ao redor de sua cara.  medida que se aproximava viu que tinha os olhos j a explorao, a avaliao e que absorve tudo na habitao. 

Olhou valente, desafiante e totalmente em controle. E assim foi ... agora. O ataque de nervos tinha servido para envergonhar tanto, que os tinha rechaado com nada 
mais que pura teima. Ela esteve aqui. E queria dizer para ter xito. 

- impossvel tarde. A denncia foi uma ltima linha de defesa, ditada em um murmrio enquanto tomava a mo e a levou a seus lbios. Seus olhos se encontraram. "E 
muito formoso." 

"Aprova voc o vestido?" 

"Essa no  a palavra que eu teria eleito, mas sim, fao-o." Ela sorriu. "Tinha medo que me levam botas e jeans quebrados." 

"No com meu guarda de p av." 

"Ela  a mulher mais maravilhosa do mundo. Tem sorte de t-la." 

A fora emocional da declarao mais que as palavras Rogam causado a seu estudo com curiosidade. 

"Estou consciente disso." 

"No pode ser. Em realidade no, porque nunca soube que outra forma." Ela respirou fundo. "Bom". Havia em seus olhos j, dezenas deles, brilhantes de curiosidade. 
" no fosso dos lees, no? No se preocupe", disse antes de que pudesse falar. "vou comportar se. Meu futuro depende disso." 

"Isto  s o comeo, Margarida Mara." 

 medida que a atraiu  habitao com seu torvelinho de luz e cor, que tinha muito medo que tinha razo. Mas se comportam o fez. A noite parecia ir bem como ela 
se deram a mo, aceitou elogios, perguntas respondidas. A primeira hora parecia flutuar como um sonho, o que com o brilho do vinho, o brilho do vidro e o flash das 
jias. A deriva em que era fcil, como Maggie senti um pouco afastados da realidade, um pouco desligado, como pblico tanto como ator em uma obra suntuosa produzido. 

"Isto, ah isto". Um homem calvo, de bigodes cansados e um acento britnico suscetveis abundou em uma pea. Era uma srie de brilhantes lana azuis apanhados dentro 
de um globo de cristal puro. "Encarcerado, voc o chama. Sua criatividade, sua sexualidade, lutando por si mesmo em liberdade. a eterna luta do homem, depois de 
tudo.  triunfal, mesmo que a melancolia. " 

" dos seis condados", disse Maggie simplesmente. 

O homem calvo piscou. "Peo-lhe perdo." 

"Os seis condados da Irlanda", repetiu ela com um brilho malvado rebeldes em seus olhos. "Encarcerados". 

-J vejo. " 

De p ao lado deste aspirante a crtico, Jos amortecido uma gargalhada. "Encontrei o uso da cor to chamativa aqui, Senhor Whitfield. A transparncia de que cria 
uma tenso no resolvida entre sua delicadeza e sua audcia." 

-Isso. " Whitfield Senhor assentiu com a cabea, esclareceu-se garganta. "Resulta extraordinrio. Desculpe". 

Maggie o observava retiro com um amplo sorriso. 

-Bom, no acredito que vai ser depois de compr-lo e se estabelece em sua guarida, verdade, Jos? " 

- uma m mulher, Maggie Concannon. " 

"Sou uma mulher irlandesa, Joseph." Lhe piscou os olhos um olho. "At os rebeldes." 

riu com deleite e, deslizando um brao pela cintura, conduziu-a pela sala. "Ah, a senhora Connelly." Jos lhe deu um aperto Maggie sutis a seu sinal. "Olhando impressionante 
como sempre." 

"Jos, sempre uma palavra suave. E isto-" Ana Connelly deslocado sua ateno do Jos, a quem considerava um mero facttum ao Maggie. "Este  o impulso criativo. 
Estou prazer em conhec-lo, meu querido. 

Sou a senhora Dennis Connelly-Anne. Acredito que encontrei a minha filha, Patricia, ontem. 

-Sim, sim ". Maggie encontra aperto de mos da Ana to delicado e suave como uma escova de raso. 

"Ela deve ser apagado com Rogam em alguma parte. Eles so um casal encantador, no?" 

"Muito". Maggie levantou uma sobrancelha. Ela sabia que uma advertncia quando ouviu uma. 

"Voc vive no Dubln, a Sra. Connelly? 

-Sim por certo. S umas poucas casas de distncia da manso Sweeney. Minha famlia foi uma parte da sociedade do Dubln durante geraes. E voc  dos condados ao 
oeste? " 

"Clara, sim." 

tetos "Lovely paisagem. Todos os pitorescos povos com encanto e com teto de palha. Sua famlia so agricultores, conforme me ho dito?" Anne elevou uma sobrancelha, 
obviamente divertido. "Se." 

"Isto deve ser muito emocionante para voc, em particular com sua educao rural. Estou seguro que voc desfrutou que sua visita ao Dubln. Estar voltar logo?" 

"Muito em breve, acredito." 

"Estou seguro de que se perca o pas. Dubln pode ser muito confuso para um no utilizados  vida da cidade. Quase como uma terra estrangeira." 

"Pelo menos entendo o idioma", disse Maggie equanimidade. "Espero que voc desfrute de sua velada, a Sra. Connelly. Perdoe, no?" E se Rogam pensou que venderia 
mulher que algo que Maggie Concannon criado, Maggie pensou enquanto se afastava, enforcou-se por isso. Os direitos exclusivos de ser condenados. Havia esmagar cada 
pea por ltima vez no p antes de que ela viu nas mos de qualquer Anne Connelly. Falando com ela como se fora uma leiteira com a boca aberta com a palha no cabelo. 
Manteve a calma de novo como fez sua maneira de sair da sala e para uma das salas de estar. Cada estava cheia de gente, falar, sentar-se, rir, falar dela. Sua cabea 
comeou a palpitar enquanto partia pelas escadas. Ela se havia obter uma cerveja da cozinha, decidiu-se, e ter uns minutos da paz. dirigiu-se diretamente a, s para 
ficar curtos quando viu um homem corpulento, fumando um charuto e uma pilsner de enfermaria. 

"Apanhados", disse, e sorriu timidamente. 
"Isso faz que dois de ns ento. Baixava a tomar uma cerveja tranqilo mim mesmo." 

"Vamos me buscar um." Galantemente, exalou sua major parte fora da cadeira e tirou uma garrafa para ela. "Voc no quer que me ponha o charuto, verdade? 

Sobre o motivo apoiado em sua voz a fez rir. "No, absolutamente. Meu pai estava acostumado a fumar cachimbo piores do mundo. 

Emprestava a raios. eu adorei. " 

"H uma moa." Encontrou-a uma cerveja e um copo. "dio estas coisas." -Assinalou com o dedo para o teto. "M'wife me arrasta". 

"Os dio, tambm." 

"O trabalho o suficientemente bonita, suponho", disse enquanto bebia. "Ao igual s cores e formas. No que eu saiba absolutamente nada sobre isto. Esposa do perito. 
Mas eu gostei do aspecto dela, e isso deveria ser suficiente, diria eu." 

"E eu" 

"Todo mundo sempre trata de explicar nestes assuntos criticou. O que o artista tinha em mente e tal. Simbolismo. "Ps a lngua pela palavra como se se tratasse de 
um prato estranho que no estava disposto a provar." No sei que demnios esto falando. " 

Maggie decidiu que o homem estava mdio em vaso de barro e que ela o amava. "Nem o fazem." 

"Isso  tudo!" Ele levantou seu copo e bebeu profundamente. "Nem o fazem. Justo fanfarro. Mas se eu ia dizer que a essa Anne  meu algema-haba me dar uma dessas 
olhadas." 

Ele entreabriu os olhos, baixou as sobrancelhas e franziu o cenho. Maggie vaiado pela risada. 

"A quem lhe importa o que pensam todos modos?" Maggie apoiou o cotovelo sobre a mesa e manteve um punho ao queixo. "No  como se a vida de ningum dependesse disso." 
Salvo o meu, pensou, e empurrou a idia de distncia. "No crie que assuntos como este so s uma desculpa para que a gente recebe bem vestido e atuar importante?" 

"Eu no fazem absolutamente." To completa era seu acordo de que ele golpeou seu copo fortemente  sua. "Quanto a mim, sabe voc o que queria fazer esta noite?" 

"O que?" 

"Sentado em minha cadeira, com os ps na almofada e o irlands em meu copo, ver a televiso." 

Suspirou, infelizmente. "Mas eu no podia decepcionar a Anne-ou Rogam, para o caso." 

"Voc sabe Rogam, ento?" 

"Ao igual a meu prprio filho. Um bom homem que resultou ser. Ele no tinha ainda vinte anos quando o vi primeiro. Seu pai e eu tivemos negcios juntos, e o menino 
no podia esperar para ser parte dela." Fez um gesto vago para abranger a galeria. "Inteligente, um ltego, -o." 

E que negcio est voc? " 

"Banca". 

"Desculpe". Uma voz feminina os interrompeu. Olharam para cima para ver de p Patricia na porta, as mos cruzadas prolijamente. 

-Ah, a est meu amor. " 

Enquanto olhava Maggie, de olhos saltados, o homem se lanou da cadeira e envolto em um abrao Patricia que poderia ter cansado uma mula. a reao da Patricia, e 
no de rechao ou repugnncia rgida afresco, era uma risada rpida e musical. 

"Papai, me vais romper pela metade." 

Daddy? Maggie pensamento. Daddy? pai da Patricia Henessy? marido da Ana? Este homem encantador estava casado  geada que pau de uma mulher? S foi se provar, decidiu 
que as palavras at que a morte nos separe foram as slabas mais tolo seres humanos se viram obrigados a pronunciar jamais. 

"Conhece minha menina." Com evidente orgulho, Dennis girou em torno de Patricia. "Uma beleza, no? Minha Patricia". 

"Sim,  obvio." Maggie se levantou, sonriendo. " agradvel voltar a verte." 

-E voc. Felicitaes pelo grande xito de seu programa. " 

"Seu show?" Dennis disse que sem compreender. 

"Nunca nos apresentamos". Rendo agora, Maggie se adiantou e ofereceu sua mo Dennis. 

"Estou Concannon Maggie, o Sr. Connelly." 

"OH." No disse nada por um momento enquanto se espremia o crebro tratando de recordar se havia dito algo insultante. - um prazer ", atinou a dizer que seu crebro 
em ponto morto. 

"Foi, de verdade. Obrigado pelos melhores dez minutos que tive desde que entrei pela porta." 

Dennis sorriu. Esta mulher parecia francamente humanos, para um artista. "Eu gosto das cores e as formas," oxal lhe ofereceu. 

"E isso  o melhor completo que tive toda a noite." 

"Papai, mame te est procurando." Patricia escovado uma cinza se separam da lapela. O gesto, que tinha usado um descuido com seu prprio pai em incontveis ocasione, 
flecha diretamente ao corao do Maggie. 

-Ser melhor que ela me encontrar, ento. Voltou o olhar para o Maggie, e quando lhe sorriu, lhe devolveu o sorriso. "Espero que nos voltemos a encontrar. Concannon 
senhorita. " 

"Eu tambm" 

No quer vir conosco? " Patricia perguntou. 

-No, no ahora-respondeu Maggie, que no desejam socializar mais com a me da Patricia. 

O olhar brilhante desapareceu o momento seus passos se desvaneceram no piso gentil. sentou-se, sozinho, na cozinha luminosa. Tudo estava tranqilo ali, to tranqilo 
que quase podia enganar lhe fazendo acreditar que o edifcio estava vazio, mas para ela. Queria acreditar que estava sozinha. Mais, ela queria acreditar a tristeza 
que sentiu de repente era que sentia falta da solido de seus prprios campos verdes e tranqilas colinas, as interminveis horas de silncio, com apenas o rugido 
de seu prprio forno e sua prpria imaginao a sua unidade. Mas no foi s isso. Nesta, uma das mais brilhantes noites de sua vida, no tinha a ningum. Nenhum 
dos conversando, gente brilhante de gente de acima a conhecia, preocupava-se com ela, entendida ela. No havia ningum esperando abovestairs Maggie Concannon. Assim 
que ela mesma havia, pensou, e se levantou. E isso foi o nico que se necessita. Seu trabalho foi bem recebido. No era to difcil de cortar atravs de todas as 
frases pomposas e elegantes at a medula. pessoas Rogam gostou do que fez, e que foi o primeiro passo. Ela estava em caminho, disse-se que ela o golpeou fora da 
cozinha. Estava correndo pelo caminho para a fama e a fortuna, o caminho que tinha evitado aos Concannons das duas ltimas geraes. E ela o faz todo ela mesma. 
A luz e a msica brilhava pela escada como o p de fadas ao longo da curva de um arco ris. Ela estava ao p da escada, agarrou sua mo no corrimo, o p no primeiro 
degrau. Logo, com uma sacudida, voltou-se para pressa fora, na escurido. 

Quando o relgio marcou a uma, Rogam arrancou a gravata negro elegante e jurou. A mulher, pensou enquanto se passeava pela sala s escuras, merecia o assassinato 
e no menos. desvaneceu-se como a fumaa em meio de um partido cheio de gente dispostos para seu benefcio. Deixando a ele, que recordava com rancor de ebulio, 
pr desculpas tolas. Ele deveria ter sabido que uma mulher de seu temperamento no se podia confiar em comporte de maneira razovel. Certamente, deve ter sabido 
melhor que lhe dar um lugar proeminente em suas prprias ambies, suas esperanas para o futuro de seu negcio. Como diabos podia esperar para construir uma galeria 
de arte irlandesa, quando o artista irlands primeiro que tinha selecionado pessoalmente, arrumado e exibido tinha fugido de sua prpria abertura como um menino 
irresponsvel? Agora era o meio da noite, e ele no tinha tido uma palavra dela. O brilhante xito da srie, sua prpria satisfao com o trabalho bem feito, nublou-se 
como seu cu precioso condado ao oeste. No havia nada que fazer a no ser esperar. E a preocupao. Ela no sabia do Dubln. Apesar de sua beleza e encanto ainda 
havia sees perigoso para uma mulher sozinha. E ali estava sempre da eventual ility de um acidente-la idia de que lhe provocou uma dor de cabea viciosa, uma sensao 
pulstil na base de seu crnio. 

Tinha tomado duas grandes pernadas para o telefone a chamar por telefone aos hospitais quando ouviu o clique da porta principal. girou-se e correu pelo corredor. 
Ela estava a salvo, e sob o resplendor da aranha hall de entrada, podia ver que estava ileso. Vises do assassinato de um salto para trs em sua dolorida cabea. 

"Quando no doce inferno estiveste?" 

Ela esperava que ele fora em algum clube de primeira classe, fazendo soar os culos com seus amigos. Mas j que no estava, lhe ofereceu um sorriso e um encolhimento 
de ombros. "OH, fora e ao redor. Seu Dubln uma cidade encantadora na noite." 

Enquanto a olhava, com as mos fechadas em punhos preparados. "Est-me dizendo que estiveste fora de turismo at a uma da manh?" 

" to tarde? Devo ter perdido a pista. Pois bem, vou dizer boa noite." 

-No, no o far. " Deu um passo para ela. "O que vai fazer  me dar uma explicao para seu comportamento." 

"Isso  algo que no tem que lhe explicar a ningum, mas se deseja ser mais clara, talvez faria uma exceo". 

"Havia perto de duzentas pessoas se reuniram esta noite para seu benefcio. Voc foi incrivelmente grosseiro". 

"Eu no era nada disso." Mais cansada do que queria admitir, enquanto caminhava junto a ele na sala, saiu dos tales incmodo e miservel e apoiou os ps cansados 
em um tamborete de trs picos. "A verdade  que estava to incrivelmente corts, meus dentes quase caiu da cabea. Espero que a Cristo no tem que sorrir a outra 
alma com sangre durante um ms. No me importaria um de seus brandies agora, Rogam.  fria esta vez da noite. " deu-se conta pela primeira vez que no levava nada 
sobre o vestido negro magro. 

"Quando o diabo  seu envoltrio?" 

"Eu no tinha uma. Ter que marca que em seu pequeno livro. Adquirir Maggie um envoltrio adequado de noite." Levantou a mo para a taa que tinha derramado. 

-Maldita seja, suas mos se congelam.  que no tem sentido? " 

"Eles vou esquentar suficientemente rpido." Suas sobrancelhas arqueadas como ele espreitou  chamin e se agachou para acender um fogo. "O que, no os funcionrios?" 

"Te cale. Quo nico no tolerar a partir de esta noite  o sarcasmo. tomei tudo o que pensa tomar." 

As chamas na vida para comer com avidez na madeira seca.  luz cambiante Maggie viu que seu rosto tenso de ira. A melhor maneira de cumprir com temperamento, ela 
tinha pensado sempre, foi a sua altura. 

"Dei-me nada para tomar." Ela bebeu um sorvo de aguardente, haveria suspirava pelo calor de bem-vinda do licor se ela e Rogam no tinha sido evidente o um ao outro. 
"Fui  amostra, no? Em um vestido adequado, com um sorriso tolo adequado pego em minha cara." 

"Foi a amostra", disparou ele para trs. mucoso "Voc ingrata, egosta, desconsiderado." Entretanto seu corpo cansado, no lhe permitiria continuar com essa linguagem. 
ficou rgida e se encarou com ele. "No vou contradizer. Eu sou exatamente como voc diz, e ho dito o que a maioria de minha vida. Felizmente para ns,  s meu 
trabalho tem que estar preocupado". 

"Voc tem alguma idia do tempo e esforo e os gastos que entrou em quo posta mostram juntos?" 
"Essa  sua provncia". Sua voz era to rgida como a coluna vertebral. "Como voc sempre to rpida que me diga. E eu estava ali, ficou mais de duas horas, acotovelando-se 
com os estranhos." 

-Ser melhor que saber que um cliente no  nunca um estranho, e que a grosseria no  atrativo. " 

O corte tranqilo, controlado atravs de seu tom de armas defensivas como uma espada. "Nunca estive de acordo para permanecer toda a noite. Precisava estar sozinho, 
isso  tudo." 

"E a vagar pelas ruas toda a noite? Sou responsvel por voc enquanto voc est aqui, Maggie. Por Deus, chamou-me perto da Garda." 

-Voc no  responsvel por mim, eu sou. " Mas ela podia ver agora que no se tratava simplesmente ira obscurecendo seus olhos, mas sim afetam tambm. "Se fiz se 
preocupe, vou pedir desculpas. Eu simplesmente fui dar um passeio." 

"Voc saiu caminhando e se foi a seu primeiro grande espetculo sem por-seu-ir-se?" 

"Sim". A taa estava fora da mo e se abateria sobre a chamin de pedra antes de que ela se desse conta. Vidro quebrado, chovia como balas. "Tive que sair, no poderia 
respirar. No o podia suportar. Toda essa gente, olhando para mim, em meu trabalho, e a msica, as luzes. Tudo  to formoso, to perfeito. Eu no sabia que me assuste 
assim. Pensei que tinha conseguido sobre ele do primeiro dia que me mostrou a habitao, e meu trabalho criado como um pouco sado de um sonho. " 

"Voc se assustaram". 

-Sim, sim, maldita seja. Est contente de ouvi-lo? Eu estava aterrorizada quando abriu a porta e olhei dentro e vi o que tinha feito. Eu logo que podia falar. Voc 
me tem feito isto ", disse com fria . "Voc abriu a caixa da Pandora e deixar todas minhas esperanas e meus temores e minhas necessidades. Voc no pode saber 
o que  ter necessidades, seres terrveis, que nem sequer pensa que deveria ter." Estudou ela agora, de marfim e das chamas com um vestido negro magro. "OH, mas 
que possa", disse em voz baixa. "Posso. me deveria haver isso dito, Maggie." Sua voz era doce agora como deu um passo para ela. 

Ela levantou ambas as mos, para conjurar. -No, no. No podia suportar que algum seja bom neste momento. Especialmente quando sei que no o merecem. Foi um engano 
de que v dessa maneira. Era egosta e ingrato. " Ela baixou as mos com impotncia aos flancos. 

"Mas no havia ningum para mim subir as escadas. Ningum. E me rompeu o corao." 

via-se to delicada de uma vez, assim fez o que pediu e no toc-la. Tinha medo de se o fez, entretanto brandamente, ela pode ser que encaixe em suas mos. "Se voc 
quiser que me faa saber quo importante era para ti, Maggie, tem-me feito acertos para que sua famlia aqui". 

"No se pode organizar Brianna. Deus sabe que no pode trazer para meu pai." Sua voz se quebrou, envergonhando a ela. Com um som estrangulado apertou a mo  boca. 
"Estou cansado, isso  tudo." Ela se enfrentaram em uma cruenta guerra para controlar sua voz. "Sobreestimulacin com toda a emoo. Devo-te uma desculpa por sair 
da maneira que o fiz, e gratido por todo o trabalho que fez por mim." 

Preferiu sua fria ou o pranto a esta cortesia adequadas. Lhe deixava outra opo que responder em espcie. "O importante  que o show foi um xito". 

"Sim". Seus olhos brilhavam  luz do fogo. "Isso  o importante. Se voc me desculpar agora, vou  cama." 

- obvio. Maggie? Uma coisa mais. " 

voltou-se para trs. ficou de p diante do fogo, as chamas saltando de oro detrs dele. Sim? 

"Eu estava ali para voc, subir as escadas. Talvez a prxima vez te lembrar disso, e estar contente." 

Ela no respondeu. Ouviu o vestido s roce de outra ndole que se apressou atravs do vestbulo e subiu as escadas, ento o teclo rpido de seu fechamento a porta 
do dormitrio. ficou olhando o fogo, viu um registro de romper, cortar pela chama e o calor. Fumaa inflada uma vez, agitado pelo vento. Ele seguiu olhando como 
uma chuva de fascas chovido contra a tela, pulverizados sobre a pedra e lhe piscou os olhos um olho para fora. Ela era, deu-se conta, igual de caprichosa, temperamental 
e brilhante como o fogo. To perigosas e elementar como. 

E ele foi, muito desesperadamente, apaixonado por ela. 



Captulo Dez 


"O que quer dizer, foi-se?" Rogam se separou de seu escritrio e raspagem Joseph com um olhar de indignao. - obvio que no foi. " 

"Mas ela . deteve-se pela galeria para dizer adeus faz s uma hora." Colocou a mo no bolso, Jos tirou um sobre. "Pediu-me que te desse isto." 

Rogam tomou, deixou-o sobre seu escritrio. "Est voc dizendo que se foi de novo a Clara? A manh depois de seu espetculo?" 

-Sim, e depressa lacrimejo. No teve tempo de mostrar seu as revises. " Jos chegou a jogar com o aro de ouro na orelha pequena. "Tinha reservado um vo ao Shannon. 
Disse que s tinha um momento para dizer adeus e que Deus os benza, deu-me a nota para voc, beijou-me e saiu correndo de novo." Sorriu. 

"Foi um pouco como ser maltratadas por um pequeno tornado." encolheu-se de ombros, deixou cair. 

"Sinto muito, Rogam, se eu tivesse sabido que queria que ficasse, trataram-me que det-la. Acredito que teria sido esmagada, mas eu tinha tentado ter." 

"No importa." Baixou com cuidado na cadeira de novo. "Como o parece?" 

"Impaciente, se precipitou, distrado. Muitssimo como de costume. Queria voltar para casa, foi tudo o que me disse, de volta no trabalho. I no era seguro que sabiam, 
assim pensei em vir e lhe dizer em pessoa. Tenho uma entrevista com o general Fitzsimmons, e era meu caminho. " 

"Agradeo-lhe isso. Devo ser pela galeria por quatro. Dar ao que respeita a meu general". 

"Darei-lhe o negcio", disse Jos com um sorriso a piscar. -Por certo, subiu outros cinco mil de entrega. " 

"No est em venda". 

Rogam recolheu a nota sobre seu escritrio depois de que Jos fechou a porta detrs dele. Fazendo caso omisso de sua obra, Rogam dividir o sobre com seu abrecartas 
com manga de bano. O desenho de fundo cremoso de sua prpria habitao se desvaneceu com mais de gancho de ferro apressado e bela Maggie. 

Estimado Rogam, 

Imagino que lhe incomoda que me deixaste to bruscamente, mas no pode ser ajudado. Tenho que estar em casa e de retorno no trabalho, e no vou desculpar me por 
isso. Eu lhe agradecero isso. Estou seguro de que vai comear a disparar cabos meu caminho, e te advirto de antemo tenho a inteno de fazer caso deles, ao menos 
por um tempo. Por favor, dar o melhor de minha a sua av. E no me importaria se pensava em mim de vez em quando. 

Maggie 

Ah, uma coisa mais. Talvez lhe interesse saber que estou levando a casa uma meia dzia de receitas do Julien-que  o nome de seu cozinheiro, se no souber. Ele pensa 
que sou encantadora. 



Rogam desnatada na carta pela segunda vez antes de coloc-la a um lado. Foi o melhor, disse-se. Seriam to mais feliz e mais produtivo com a totalidade da Irlanda 
entre eles. Certamente, seria.  difcil ser produtivos em torno de uma mulher quando est apaixonado por ela, e quando se sente frustrado em todos os nveis possveis. 
E com um pouco de sorte, nenhuma absolutamente, estes sentimentos que tinha crescido nele se facilidade e desaparecem com o tempo e a distncia. Assim ... Dobrou 
a carta e a ps a um lado. alegrou-se de que ela havia tornado, satisfeito de que tinha obtido a primeira fase de seus planos para sua carreira, feliz de que ela 
havia inadvertidamente lhe deu tempo para lutar com suas emoes prprias confusa. A mierda, pensou. sentia falta de se j. 



O cu era da cor de um ovo de petirrojo e claro como um arroio de montanha. Maggie se sentou na escada de pouco a sua porta, com os cotovelos sobre os joelhos, e 
logo que respirava. alm da porta de seu prprio jardim, e por detrs do, floresa fcsia, podia ver o verdor da colina e o vale. E mais longe, j que o dia era 
to clara, to brilhante, vislumbrou as escuras montanhas distantes. Ela olhou atravs de um dardo urraca sua linha de viso, piscando por cima do sebe em adiante. 
Reto como uma flecha que ia, at que inclusive a sombra dele se perdeu no verde. 

Uma das vacas do Murphy lowed e foi respondido por outro. Havia um zumbido eco que seria seu trator, e o rugido sealike mais insistente de seus fornos, o que lhe 
tinha disparado o momento tinha chegado. Suas flores eram brilhantes sob o sol, vivo begnias de cor vermelha enredada com os tulipas florao tardia e lanas delicada 
de espora de cavalheiro. Podia cheirar o romeiro e o tomilho e o forte perfume das rosas silvestres que se balanavam como bailarinos na brisa suave, doce. Um carrilho 
de vento que tinha feito de partes de vidro cantavam musicalmente por cima de sua cabea. Dubln, com suas animadas ruas, parecia muito longe. Na cinta da estrada 
no vale de abaixo, viu uma caminhonete vermelha, pequena e brilhante como um brinquedo, ao longo de estrondo, tomar um caminho e subir para uma casa de campo. Inicio 
para o ch, pensou, e deixou escapar um suspiro de pura satisfao. Ouviu o primeiro co, que a pleno pulmo fazendo-se eco da casca, o sussurro de pincel que lhe 
disse que tinha purgado uma das aves. A voz de sua irm saiu flutuando no ar, divertido, indulgente. 

"Deixa a pobre sozinho, Com, que grande bully". 

O co ladrou outra vez e, momentos mais tarde, equilibrou-se sobre a porta do jardim. Sua lngua pendurava feliz quando viu o Maggie. 

"Baixa de ah-ordenou Brianna. "Quer que volte para casa e encontrar a sua porta se estrelou no, e ... OH." Ela se deteve, lhe pondo uma mo sobre a cabea do co 
lobo macia como viu sua irm. 

"Eu no sabia que estava em casa." O sorriso apareceu pela primeira vez como ela atirou de abrir a porta. 

"Acabo de chegar". Maggie passou os seguintes minutos de ser recebido pelo Concobar, a luta e a aceitao de sua luxuosa lambe at que respondeu a Brianna comando 
de sentar-se. Sinta-o fazia, suas patas dianteiras sobre os ps do Maggie, como se queria assegurar-se de que ia ficar. 

"Tive um pouco de tempo", comeou Brianna. "Assim pensei que tinha vindo abaixo e tendem a seu jardim." 

v-se bem para mim. " 

"Sempre acredito. Trouxe-te um pouco de po ao forno I desta manh. ia pr a no congelador". Sentir-se incmodo, Brianna tendeu a cesta. Havia algo daqui, deu-se 
conta. 

Algo detrs do olhar frio, a calma nos olhos de sua irm. "Como se Dubln?" 

"Crowded". Maggie o cesto a seu lado no alpendre. O aroma debaixo do tecido limpo era to tentadora que levantou o tecido a um lado e se rompeu fora uma parte de 
po quente marrom. "Rudo". Cortou um pedao de po e a arrojou. Concobar se mordeu o ar, o tragou inteiro e sorriu. "Bastardo Greedy, no?" Lhe lanou uma pea 
antes de que ela se levantou. "Tenho algo para ti." 

Maggie se converteu na casa, deixando a Brianna no caminho. Quando retornou, deu-lhe Brianna uma caixa e um sobre de papel manila. 

"Voc no tinha que me tirar nada" Brianna comeou, mas se deteve. Foi culpa que sentia, deu-se conta. E culpa que devia sentir. A aceitao dela, abriu a caixa. 
"OH, Maggie,  encantador. O mais formoso que tive." Ela sustentou o passador at o sol e a observou brilho. 

"No deveria ter gasto seu dinheiro". " meu para passar", disse Maggie breve. "E espero que voc o pe com algo mais que uma plataforma." 

"Eu no me ponho um avental de todas partes", disse Brianna uniformemente. Voltou a colocar o passador com cuidado na caixa, a caixa se deslizou no bolso. "Obrigado. 
Maggie, quero" 

"No olhei no outro." Maggie sabia o que queria a sua irm, e no lhe importava a escut-lo. Lamenta que no tinha estado no Dubln para o espetculo no importava 
agora. Brianna estudou o rosto de sua irm, no achou sinais de abrandamento. -Muito bem, ento. Abriu o sobre, tirou uma folha. "OH, OH." Entretanto brilhante e 
formosa a cavilha, no era nada comparado withthis. Ambos sabiam. "Receitas. Tantos. Souffles e bolos, e OH, olhe esta galinha. Deve ser maravilhoso. " 

"". Maggie sacudiu a cabea com a reao da Brianna, quase um suspiro. "Provei-o a mim mesmo. E a sopa que as ervas so o truque para que, conforme me ho dito." 

"Onde os consigo?" Brianna capturado o lbio inferior entre os dentes, estudou as pginas escritas  mo como se fossem os tesouros de todas as idades. 

"A partir de cozinhar Rogam. Ele  um francs". 

"Receitas de um cozinheiro francs", disse Brianna com reverncia. 

"Prometi-lhe que lhe enviaria um nmero como de seu prprio comrcio." 

"Pela minha?" Brianna piscou, como se sasse de um sonho. "por que, no pode desejar a minha." 

"Ele pode, e o faz. Elogiei seu guisado irlands e seu bolo de bagos  lua e de volta. E eu lhe dava minha palavra solene se enviaria a esses. " 

"Assim o farei,  obvio, mas no posso imaginar-obrigado, Maggie.  um presente maravilhoso." Brianna deu um passo adiante para um abrao, continuando, de novo, 
talhado no mais vivo pela frieza da resposta do Maggie. 

No quer voc me dizer como foi para ti? Tratei de imaginar, mas no pude. " 

"Tudo saiu bastante bem. Havia um monto de gente. Rogam parece saber como fazer ccegas a seu interesse. 

Havia uma orquestra e garons com trajes brancos que serve flautas de champanha e bandejas de prata de sanduches de luxo. " 

"Deve ter sido formosa. Estou muito orgulhosa de ti " 

os olhos do Maggie refrigerados. "Se for voc?" "Voc sabe que eu sou." 

"Eu sei que te necessitava ali. Maldita seja. Brie, necessitava-te ali." 

Com gemeu na nota e olhou com inquietao ao Maggie a seu amante. 

"Tivesse-me estado ali se pudesse." 

"No havia nada que o para que nela. Uma noite de sua vida foi tudo o que pediu. Um. Eu havia ningum ali, nem famlia, nem amigos, nenhum que me amou. devido a 
que a escolheu como sempre o faz, por cima de mim , mais de D, inclusive a ti mesmo outra vez. " 

No era uma questo de escolher. " 

"Sempre  uma questo de escolher", disse Maggie com frieza. 

"Deixaste-te seu corao mat-la, Brianna, tal como ela matou a seu." Isso  cruel, Maggie. " 

-Sim, -o. Ela seria o primeiro em lhe dizer que cruel  o que sou. Entendimentos ou Penas Cruis, marcada com o pecado e condenados ao inferno. Bom, me alegro de 
ser mau. Escolheu-me no inferno em um abrir e fechar de joelhos nas cinzas e o sofrimento em silencio pelo cu como o faz. " Maggie deu um passo atrs, uma mo rgida 
enroscada ao redor da cavanhaque da porta. -Bom, tive minha noite sem ti, nem a ningum, e saram bastante bem. Imagino que ser parte de suas vendas fora de lucro. 
Terei dinheiro para voc em um par de semanas. " 

"Eu sinto que te machuque, Maggie." prprio orgulho Brianna ficou rgido sua voz. "No me importa o dinheiro." 

"Eu". Maggie fechou a porta. 

* * * 

Durante trs dias que no se interrompeu. O telefone no soou, no bateram na porta. Inclusive se tivesse havido uma ordem de comparecimento, o teria ignorado. Passou 
quase cada minuto de viglia na casa de cristal, a refinao, o aperfeioamento, a formao das imagens em seu crebro e em seu caderno de desenho no vidro. face 
 afirmao Rogam quanto a seu valor, pendurou seus desenhos em pinzas ou ms, de modo que uma esquina do estudo de repente chegou a parecer-se com uma habitao 
escura, com impresses de secagem. 

Ela se tinha queimado duas vezes em sua pressa, uma vez o suficiente como para que se detivera para algumas aplica a toda pressa os primeiros auxlios. Agora estava 
sentada em sua cadeira, com cuidado, meticuloso, voltando esboo de uma couraa de Apache em sua prpria viso. Era um trabalho suarento, e exigente com sanha. O 
sangrado de cor em cor, a forma na forma como ela queria requer centenas de viagens ao buraco da glria. Mas aqui, ao menos, podia esperar. 

chama o vermelho vivo gasto pelas portas do forno aberta, exploses fora o calor. O ventilador de escapamento zumbia como um motor para manter a capa de gases do 
vidro-y no seus pulmes a um tom iridescente. Durante dois dias trabalhou com os produtos qumicos, a mescla e a experimentao como um cientfico louco, at que 
tinha aperfeioado as cores que deseje. O cobre para a cor turquesa profundo, de ferro para a cor amarela dourada intenso, mangans por um real, prpura azulado. 
O vermelho, o rubi certo que ela queria, tinha-lhe dado problemas, j que a qualquer artista do vidro. Ela trabalhava com que agora, como um sandwich de que o artigo 
entre duas capas de vidro claro. Ela tinha usado o cobre de novo, com agentes redutores na penetrada para garantir uma cor pura. Apesar de que era venenoso, e potencialmente 
perigoso, inclusive sob condies controladas, que tinha eleito o cianeto de sdio. Inclusive com esta carcasa era necessria para evitar o vermelho de ir librea. 

O reunir informao de primeira da nova seo foi pirado, gira-se, ento cuidadosamente desvantagem da prancha. Ela usou pinzas largas assinalar  fuso, vidro taffylike 
em uma forma sutil de plumas. O suor jorrava para baixo sobre o leno de algodo que tinha pacote ao redor de sua frente enquanto trabalhava-se renen em segundo 
lugar, repete o procedimento. Uma e outra vez, ela foi ao buraco da glria para reaquecer, no s para manter o calor de vidro, mas para assegurar contra cepas trmica 
que poderia romper qualquer casco de navio e o corao do artista. 

Para evitar que as mos ardentes, que gotejava a gua pelo tubos. S a ponta necessria para manter-se quentes. Ela queria que o muro da couraa o suficientemente 
magra para que a luz poderia filtrar-se e ser refratada atravs dele. Esta viaje adicionais requeridas para a calefao e cuidadoso trabalho paciente com ferramentas 
para aplanar e de adio da curva ligeira imaginava. Horas depois de que tinha soprado-se renen em primeiro lugar, ps o copo no forno de recocido e golpeou o pontil. 
No foi mas sim at que tinha fixado a temperatura e o tempo que se sentia as cibras nas mos, os ns nos ombros e o pescoo. E o vazio em seu ventre. No raspagem 
de uma noite pode, decidiu. Ela se celebram com uma comida e uma pinta no pub. 

Maggie no perguntar-se por que, depois de suspirar pela solido, que agora se apressou para a empresa. Ela tinha sido seu lar durante trs dias e tinha falado com 
ningum mais que Brianna. E a seguir, uma breve e com aborrecimento. Maggie se compadeceu dele agora, sinto-o que ela no tinha tratado mais difcil de entender 
a posio da Brianna. Sua irm estava sempre no meio, o menino desafortunado segundo de um matrimnio imperfeito. Em lugar de saltar  garganta de sua irm, ela 
deveria ter tido em seu oversolicitousness para sua me com calma. E ela deveria haver dito a Brianna o que tinha aprendido do Christine Sweeney. Seria interessante 
avaliar a reao da Brianna s notcias do passado de sua me. Mas isso terei que esperar. Ela queria uma hora pouco exigente com a gente que conhecia, mais de um 
hotmeal e uma cerveja fria. Tomaria sua mente da obra que tinha sido sua conduo durante dias, dentro e fora do fato de que havia ainda notcias de Rogam. 

devido a que a noite estava muito bem e que queria trabalhar com o pior de suas dobras, ela se sentou escarranchado em sua bicicleta e comeou a caminhada de trs 
milhas no povo. Os largos dias do vero tinha comeado. O sol era brilhante e clida agradvel, mantendo muitos dos agricultores em seus campos muito tempo depois 
do jantar tinha terminado. A estreita estrada curva estava flanqueado a ambos os lados por sebes altos que no proporcionou o ombro e lhe deu a impresso do Maggie 
de montar em um comprido tnel, de aroma doce. Passou um carro, o condutor deu uma das ondas e sentir a brisa de seu bato as asas passar suas calas jeans. Pedalar 
duro, mais pela diverso que porque tinha pressa, tornou-se fora do tnel das coberturas na beleza do vale sem flego. 

O sol saiu correndo o teto de zinc de um palheiro e deslumbrado os olhos. O caminho era mais suave agora, se no mais largo, mas se desacelerou, simplesmente para 
desfrutar da brisa da tarde e o sol persistente. Captou o aroma da madressilva, de feno, erva atalho de doce. Seu estado de nimo, que tinha sido manaco e inquieto 
desde sua volta, comeou a suavizar-se. Passou casas com roupa tendida na linha e os meninos jogando no ptio, e as runas dos Castelos, majestoso ainda com suas 
pedras cinzas e lendas dos habitantes fantasmales, um testemunho de uma forma de vida que ainda persistia. 

Ela tomou uma curva, capturado o brilhante brilho que se HHE rio flui atravs da erva alta e se separaram deles para o povo. As casas eram mais abundantes e agora 
estava mais perto juntos. Algumas das mais recentes a fez suspirar de decepo. Eram blocos e claro aos olhos de seu artista, e pelo general de cor cinza. S os 
jardins, frondosos e vivos, salvou-os da fealdade. A ltima curva larga a levou a aldeia propriamente dita. Passou o aougue, a farmcia, "loja de mantimentos pouco 
0'Ryan e o hotel pequeno, limpo que tinha pertencido a seu av. Maggie fez uma pausa para estudar a construo de um momento, tratando de imaginar a sua me que 
vivem ali como uma menina. Uma menina encantadora, segundo o relatrio do Christine do Sweeney, com a voz de um anjo. Se fosse certo, por que tinha estado ali a 
msica to pouco na casa? E por que, perguntava-se Maggie, tinha sido alguma vez uma meno, um pingo de talento Maeve? Pediria-lhe, Maggie decide. E no era provvel 
que nenhum lugar melhor que Ou'Malley. 

Como ela tirou sua bicicleta  calada Maggie notado uma famlia de turistas perambulando a p, disparando e olhando vdeos enormemente satisfeitos de si mesmos 
para estar cometendo um pitoresco povo irlands sobre a cinta. A mulher sustentava a cmara pequena, pouco inteligente e ps-se a rir quando ela se centrou em seu 
marido e dois filhos. Maggie tem que intensificaram no marco, para a mulher levantou a mo e saudou. 

"boa noite, senhorita." 

E a voc. " 

Para seu crdito, Maggie nem sequer risita quando a mulher sussurrou a seu marido, "No  seu acento maravilhoso? lhe pergunte sobre os mantimentos, John. Morro 
por conseguir mais dela na cinta." 

"Ah ... perdo." 

O turismo no poderia prejudicar  aldeia, Maggie decidiu, e se voltou a jogar o jogo. 

"Posso lhe ajudar em algo esta noite?" 

"Se no me importaria. Perguntvamo-nos a respeito de um lugar para comer na cidade. Se voc pudesse recomendar algo." 

"E seguro que poderia fazer isso". devido a que parecia to encantado com ela, um condado ao oeste em capas pouco mais em seu discurso. "Agora, se o que busca  
querer um pouco de fantasia, no se podia fazer melhor, mas para conduzir por esta estrada outra, OH, quinze minutos, e voc poderia ter o mesmo rei das comidas 
no castelo do Dromoland. vai ser duro para sua carteira, mas seu gosto "brote estaro no cu." 

"No estamos vestidos para uma comida de luxo," pr  mulher pulg 

"Em realidade, espervamos algo bem simples aqui no povo." 

"Se voc estiver de humor para um pouco de comida de pub-fez uma piscada aos dois meninos, que estavam olhando como se ela tinha sado uma luz intermitente de ovni" 
que encontrar a seu Ou'Malley gosto, estou seguro. Seus chips so to bons como qualquer. " 

"Isso significa batatas fritas francesa," a mulher traduzida. "Acabamos de chegar esta manh, dos Estados Unidos", disse ao Maggie. -Temo-me que no sabemos muito 
sobre os costumes locais. So os meninos permite nos bares-pubs? " 
"Este  a Irlanda. Os meninos so bem-vindos em qualquer lugar e em qualquer lugar a'tall. Isso  Ou'Malley est a." Fez um gesto para o mdulo de sob cobertas 
com escuros guarnio. "Eu vou ali meself. Estariam contentes de ter voc e sua famlia para uma comida." 

"Obrigado". O homem lhe sorriu, olhou aos meninos e a mulher ainda no tinha tomado a cmara do fronte de sua cara. "Vamos lhe dar uma oportunidade." 

"Desfrute de sua comida, ento, e o resto de sua estadia." 

Maggie se voltou e se aproximou pela calada e em Ou'Malley. Era escuro, cheio de fumaa e cheirava a fritar a cebola e cerveja. 

"E como  voc, Tim? Maggie perguntou enquanto se acomodou no bar. 

"E olhe quem est arrastou pulg" Tim sorriu como ele construiu uma pinta do Guinness. 

"E como  voc, Maggie?" 

"Estou em forma e faminto como um urso." Ela intercambiou saudaes com um par em uma mesa selo de correios de tamanho detrs dela e nos dois homens que cuidou pintas 
no bar. "vai arrumar meu um dos sndwiches de carne, Tim, com uma pilha de fichas, e vou ter uma pinta de harpa enquanto estou esperando." 

O titular apareceu a cabea pela parte traseira do bar e gritou para o Maggie. -Bom, como era a cidade do Dubln? " -perguntou enquanto ele a chamou uma pinta. "Eu 
lhe direi isso." Apoiou os cotovelos na barra e comeou a descrever sua viagem para o dono do bar. Enquanto ela falava da famlia americana entrou e se instalou 
em uma mesa. 

"Champagne e o fgado de ganso? Tim negou com a cabea. "No  uma maravilha? E toda essa gente deve ver o copo. Seu father'd ser orgulhoso de ti, menina Maggie. 
Orgulhoso como um pavo." 

-Assim o espero. " Ela aspirou profundamente quando Tim se deslizou no prato frente a outros. 

"Mas a verdade  que prefere que seu sndwich de carne que uma libra de fgado de ganso." 

riu de boa vontade. "Essa  nossa garota." 

"Resulta que a av do homem que est dirigindo as coisas para mim foi um amigo de minha av, Grande Ou'Reilly". "Voc no fala a srio?" Com um suspiro, Tim se esfregou 
o ventre. -Claro e  um mundo pequeno ". 

"," Maggie de acordo, por isso  casual. "Ela  do Galway e Grande sabia quando eram meninas. Escreveram cartas durante anos depois de Grande mudei aqui, mantendo, 
sabe?" 

"Isso est bem. Nenhum amigo como um velho amigo." 

"Grande ela escreveu sobre o hotel e tal, a famlia. Mencionou como era minha me estava acostumada cantar". 

"isso OH foi faz muito tempo". Recordar, Tim agarrou um copo para polir. "antes de que nascesse, para estar seguro. O fato  que, agora que o penso, cantou aqui 
neste bar muito um dos ltimos tempos antes de que ela o deixou." 

"Aqui? Tinha cantar h antes? " 

-Sim, sim. Tinha uma voz doce, fez Maeve. Viajado por todo o pas. Logo que vi um pouco dela, OH, mais de dez anos, eu diria que, continuando, voltou a ficar um 
tempo. Parece-me mujercita Ou'Reilly estava doente. Assim que lhe perguntei se talvez Maeve que gostaria de cantar uma noite ou dois, no que havemos to grande 
como alguns um lugar no Dubln e Cork e Donnegal onde tinha realizado . " 

"Ela realizou? H dez anos?" 

"Bom, no sei como o fez grande parte dela ao princpio. Desejoso de estar apagado e estava fora Maeve, sempre e quando o recordo. Ela no era feliz fazendo camas 
em um hotel em um povo como o nosso, e faa-nos saber. " Lhe piscou os olhos um olho a tomar a picada de suas palavras. "Mas o fazia muito bem para quando ela retornou 
e cantou aqui. Depois, ela e Tom ... assim, s tinha olhos para si o momento em que entrou e escutou seu canto. " 

"E depois que se casaram", disse Maggie com cuidado, "no queria cantar mais?" 

"No lhe importava. No seria falar disso. O certo  que foi tanto tempo, at que voc o mencionou, quase me tinha esquecido." 

Maggie duvidado de sua me tinha esquecido, ou poderia esquecer. Como se sentiria se ela mesma algum giro em sua vida lhe exigiu que renuncie a sua arte? , perguntou-se. 
Zangado, triste, ressentido. Ela se olhou as mos, pensou em como seria se no pudesse as usar de novo. O que ia ser se de repente, justo quando estava a ponto de 
deixar seu rastro, dava-se tudo pela amurada? Se renncia a sua carreira no era uma desculpa para os amargos anos que tinha passado com sua me, pelo menos era 
uma razo. Maggie necessita tempo para trocar atravs dele, para falar com a Brianna. Ela jogava com sua cerveja e comeou a pr as peas da mulher que sua me tinha 
estado junto  personalidade da mulher se converteu. Que parte de ambos, Maggie se perguntou, Maeve tinha passado a sua filha? 

"Tem que comer esse sndwich", ordenou ao Tim enquanto se deslizava para baixo outra pinta no bar. "No estud-lo." 

"Eu sou". Para provar seu ponto, Maggie lhe deu uma dentada saudvel. O pub era clida e reconfortante. J haver tempo amanh, decidiu, para limpar o filme de velhos 
sonhos. Quer voc me fazer outra pinta, Tim? 

"Que vou fazer", disse, e levantou uma mo quando a porta do bar se abriu de novo. "Bom,  uma noite para os estrangeiros. Onde estiveste, Murphy?" 

"por que te falta, moo-ou". Detectar Maggie, Murphy sorriu e se uniu a ela no bar. "Espero que possa sentar-se junto  celebridade." 

-Suponho que se pode permitir ", replicou ela. "Esta vez, em todo caso. Assim, Murphy, quando vai a corte a minha irm?" 

Era uma velha brincadeira, mas ainda se fazem os patres pub risada. Murphy tomou um sorvo do copo do Maggie e suspirou. "Agora, querida, voc sabe que s h lugar 
em meu corao por ti." 

"Sei que  um descarado." Ela tomou de novo sua cerveja. 

Era um homem tremendamente bonito, recorte e forte e resistiu como um carvalho do sol e o vento. Seu cabelo negro encaracolado ao redor de seu pescoo, as orelhas, 
e seus olhos eram azuis como a garrafa de cobalto em sua loja. Sem polir, como Rogam, pensou. Em bruto de um cigano foi Murphy, mas com um corao to grande e doce 
como o vale que amava. Maggie nunca teve um irmo, mas Murphy era o mais prximo a ela. 

"Eu gostaria de me casar contigo manh", afirmou, o envio do botequim,  exceo dos americanos, que olhava com avidez, em gritos de risada. "Se voc quiser que 
eu tenho." 

"Voc pode estar tranqilo, pois, porque no vai ter um homem como voc. Mas eu te beijo e lhe fazem o sinto por ela" 

Ela cumpriu sua palavra, beijou-o larga e dura at que se tornou para trs e sorriu aos outros. "Perdeste-me, ento?" -Perguntou Maggie. "Nem um pice. vou tomar 
uma pinta do Guinness, Tim, e a mesma coisa nossa celebridade tendo". 

roubou-se uma de suas fichas. -ouvi que est de volta. " 

"OH." Sua voz se esfria um pouco. "Viu Brie? 

-No, ouvi que est de volta ", repetiu. "Seu forno." 

"Ah". 

"Minha irm me enviou alguns recortes, do Cork". 

"Mmm. Como  Elena Mara?" 

"OH, ela est em forma. Drew e os meninos, tambm." Murphy se tinha chegado no bolso, franziu o cenho, deu uns tapinhas em outro. 

"Ah, aqui vamos." Tirou duas peas pregadas de papel de peridico. "'Triunfa no Dubln Clarewoman'", leu. "Margarida Mara Concannon impressionou a palavra arte 
em uma exibio na galeria em todo mundo, do Dubln, a noite do domingo." " 

"Me deixe ver isso." Maggie lhe arrebatou o recorte de sua mo. "'Miss Concannon, um artista livre de vidro soprado, de elogios e felicitaes dos assistentes da 
feira com seu gculptures audazes e complexas e desenhos. A prpria artista  um diminutivo-diminutive', ja!" Maggie editorial. 

"Lhe dar as costas." Murphy atirou o recorte de distncia, e continuou a l-lo em voz alta a si mesmo. " 

"Uma mulher diminuta jovem de excepcional talento e beleza". Ah, voc mesmo ", adicionou Murphy, burlando-se dela. "A ruiva de olhos verdes, de tez marfim e considervel 
encanto era to fascinante como sua obra a este amante da arte. A nvel mundial, uma das galerias mais importantes do mundo, considera mesma sorte para mostrar o 
trabalho da senhorita Concannon. 

"" Acredito que ela  s comeado a explorar sua criatividade ", disse Rogam Sweeney, presidente do AI no mundo. 

"Levar o trabalho senhorita Concannon  ateno do mundo  um privilgio." ' 

"Isso disse?" Ela chegou pelo recorte de novo, mas Murphy sustentou fora de alcance. 

"O fez.  aqui, em branco e negro. Agora me deixe terminar. A gente quer escutar". 

De fato, o pub tinha ficado calado. Todas as olhadas estavam sobre o Murphy como terminou a reviso. 

"Todo mundo estar de gira por vrios do Miss Concannon de peas durante no prximo ano, e o manter 

outros, selecionados pessoalmente pelo artista e o Sr. Sweeney, em exibio permanente no Dubln. "Satisfeito, Murphy colocou o recorte na barra, onde Tim estirou 
mais para v-la. 

"E no h fotos", acrescentou, o desdobramento do segundo corte. "Pelo Maggie com a tez marfim e alguns de seus cristais de fantasia. Nada que dizer, Maggie?" 

Deixou escapar um comprido suspiro, arrastou a seu cabelo. "Acredito que ser melhor dizer" bebidas para todos meus amigos. " 

"Est tranqilo, Maggie Mae". 

Maggie sorriu sobre o apodo, uma que seu pai tinha usado para ela. Ela era mais que cmodo em caminho do Murphy, com sua bicicleta estivados na cama e o motor ronronando, 
ao igual a todas as mquinas do Murphy, como um gato satisfeito. 

"Estou pensando que sou um bbado poquito, Murphy". Estirou-se e lanou um suspiro. "E isso eu gosto da sensao de muito." 

-Bom, voc o merece. "Ela era mais que um bbado poquito, e por isso tinha miservel sua bicicleta em seu caminho antes de que pudesse pensar para discutir. "Todos 
estamos orgulhosos de ti, e eu por um olhar sobre a garrafa que me fez com mais respeito a partir de agora." 

- uma panela de malezas, que te hei dito que no, uma garrafa. Pe bastante ramos ou flores silvestres no mesmo. " 

por que algum traria ramitas, bonita ou no, na casa estava alm dele. "Assim vais voltar para o Dubln, ento?" 

"Eu no sei, no por um tempo, de todos os modos. Eu no posso trabalhar ali e o trabalho  o que quero fazer agora." 

Ela franziu o cenho a uma queda de tojo, chapeada pela lua agora em aumento. "O nunca atuou como se fora um privilgio, j sabe." 

O que  isso? " 

-OH, no, sempre foi que eu deveria estar privilegiada que tinha tomado uma segunda olhada a meu trabalho. Os grandes e capitalistas Sweeney dar aos pobres, lutando 
artista uma oportunidade para que a fama e a fortuna. Bom, Posso pedir a fama, e a fortuna, Murphy? Isso  o que quer saber? O peo? " 

Sabia que o tom, a bofetada beligerante, defensivo da mesma, e respondeu com cautela. 

"No posso dizer, Maggie. Mas no o quer?" 

" obvio que sim. Vejo-me como um fleabrain? Mas pedi-lo? No o fiz. Eu alguma vez lhe perguntou uma vez de uma bno, salvo ao comeo que me deixasse sozinha e 
ele o fez? Ah!" Ela cruzou os braos sobre seu peito. "No h muito que fez. Ele me tentou. Murphy, e o prprio diabo no pde ser mais ardilosos e persuasivos. 
Agora estou estagnado, j v, e no posso voltar." 

Murphy franziu os lbios e tirou sem problemas a uma parada por sua porta. "Bom, querem voltar?" 

-No, e isso  o pior dela. Quero exatamente o que ele diz que posso ter, e quero que o que me di o corao. 

Mas no quero que as coisas troquem ou, isso  o inferno dele. Quero que o deixem sozinho para trabalhar e pensar, e s ser. No sei como posso ter ambas as coisas. 
" 

"Pode ter o que quer, Maggie.  muito obstinada para ter menos". 

Ela se ps-se a rir e ficou a beij-lo descuidadamente. "OH, Amo-te, Murphy. por que no vem a cabo no campo e dana comigo na luz da lua? " 

Ele sorriu, agitou seu cabelo. "por que no pr sua bicicleta e cirurgia esttica que na cama?" 

"Farei-o meself". Ela desceu do caminho, mas ele era mais rpido. Ele tirou sua bicicleta e a ps no caminho. "Obrigado por me acompanhar a casa, o senhor Muldoon." 
"O prazer foi meu, senhorita Concannon. Agora mesmo ir  cama." 

Ela em sua bicicleta de rodas pela porta quando comeou a cantar. A suspenso s dentro do jardim, escutou como sua voz, um tenor forte, doce, flutuava na noite 
tranqila e desapareceu. 

"Alone solo pela cadeia de lavagem de onda, solo em uma sala cheia de gente. A sala  gay, e as ondas so grandes, mas meu corao no est aqui absolutamente." 
Ela sorriu um pouco e terminar o resto em sua mente. Voa longe, de noite e de dia, aos tempos e as alegrias que se foram. 

"Slievenamon" foi a balada, sabia. Mulher da Montanha. Bom, ela no estava de p sobre uma montanha, mas ela acreditou compreender a alma da melodia. A sala no Dubln 
tinha sido gay, mas seu corao no tinha estado ali. Ela tinha estado sozinho. Completamente sozinho. 

Ela roda em sua bicicleta ao redor das costas, mas em vez de ir por dentro, Maggie afastar-se da liouse. Era certo que estava um pouco enjoado e no muito firme 
sobre seus ps, mas ela no queria perder uma noite na cama. Solo na cama. E o dia bbado ou sbrio, ou da noite, poderia encontrar a seu passo sobre a terra que 
tinha sido dele. Ouviu o ulular de um mocho e o rangido de algo que caar e se escondeu de noite no passo mais alto para o este. Vamos, a lua, justo depois de tudo, 
Er-Aone como um farol de esperana em muito estrelas de natao. A noite sussurrou a seu redor, em segredo. Um arroio ao oeste balbuciou em resposta. 

Isto, isto, era parte do que queria. O que necessitava tanto como respirar era a glria da solido. Depois dos campos verdes que flui a seu redor, agora em lua chapeada, 
e a estrela de luz, com apenas o dbil resplendor na distncia que a luz foi na cozinha do Murphy. Recordou caminhando por aqui com seu pai, a mo de seu filho agarrou 
com gosto na sua. No se tinha falado da plantao ou a lavoura, mas dos sonhos. Sempre, tinha falado dos sonhos. Nunca tinha encontrado realmente o seu. Mais triste 
de algum jeito, pensou, era que estava comeando a ver que sua me tinha encontrado a sua, s para perd-la de novo. Como seria, perguntou-se, para ter o que queria 
o mais perto de sua mo, para que logo que escape? Por sempre. 

E no era isto exatamente o que ela mesma tinha tanto medo de? Estava tendida de costas sobre a erva, com a cabea girando com bebem muito e muitos sonhos outros 
prprios. As estrelas de rodas em sua dana dos anjos, e a lua, brilhante como uma moeda de prata, olhou para baixo dela. O ar estava adoado pela cadncia de um 
rouxinol. E a noite era s dele. 

Ela sorriu, fechou os olhos e dormiu. <p > 


Captulo XI 



Foi a vaca que despertou. Os grandes olhos lquidos estudou a forma de dormir acurrucada no pasto. No havia muito pensamento na cabea que no seja "de mantimentos 
e a necessidade de uma vaca que ordenhar. Assim que ela cheirou uma vez, duas vezes, na bochecha do Maggie, soprou e comeou a cortar a grama. 

"OH Deus, tenha piedade, qual  o rudo?" Sua cabea palpitante como um grande tambor de ser golpeado esmagado, em mais do Maggie, chocou solidamente em pata dianteira 
da vaca e abriu nublados, os olhos injetados em sangue. 

"Cristo doce Jesus!" chiado do Maggie retumbava na cabea como um gongo, provocando que agarrar-se s orelhas como se fossem estalar como ela revoltos de distncia. 
A vaca, to surpreendida como ela, mugia e ps os olhos. "O que est fazendo aqui?" 

Manter um bom agarre pela cabea, Maggie chegou aos joelhos. "O que estou fazendo aqui?" Quando deixou cair de novo em cuclillas, ela e a vaca entre si dbio. "Devo 
ter dormido. OH!" Em defesa lamentvel contra a ressaca furiosa, trocou as mos de suas orelhas aos olhos. "OH, a penitncia pago por uma bebida sobre o limite. 
Apenas se sintam aqui por um minuto, se no te importar, at que tenha a fora para suport-lo." 

A vaca, depois de um ltimo tiro de seus olhos, comeou a pastar de novo. A manh era luminosa e acolhedora, e cheia de som. O zumbido de um trator, o latido de 
um co, o canto dos pssaros alegres rodou na cabea doente do Maggie. Sua boca provado como se tivesse passado a noite em um comilo turbera, e suas roupas estavam 
cobertas de rocio da manh. 

"Bom,  uma coisa boa para passar em um campo como um vagabundo bbado." 

Chegou a seus ps, balanava-se de uma vez se queixou. A vaca agitava sua cauda no que poderia ter sido simpatia. Cauteloso, Maggie estirada. Quando seus ossos no 
se rompem, trabalhou o resto das torceduras e deixou que seus olhos arenosos explorao sobre o terreno. Mais vaga que no estivessem interessados em seu visitante 
humano, pastoreio. No seguinte campo, que podia ver o crculo de pedras, antiga como o ar, que a gente do lugar chamado Mark Druid. Recordava agora beijar a noite 
boa e Murphy, com sua cano descolorao jogando na cabea, vagando sob a lua. E o sonho que tinha tido, dormindo sob sua luz chapeada, voltou para sua forma to 
vvida, to sem flego, que se esqueceu dos batimentos do corao na cabea e a rigidez nas articulaes. A lua, resplandecente com a luz, palpitante como um batimento 
do corao do corao. As inundaes do cu e a terra debaixo dela com luz branca fria. Logo se tinha queimado, quente como um maarico at que se correu com a cor, 
o blues, sangrado e vermelho e dourado to formosa que inclusive no sonho que ela tinha estado chorando. Ela tinha chegado acima, e acima, e acima, at que ela o 
havia meio doido. Suave que tinha sido, e slida e fria como ela entre as mos. Neste mbito, viu-se, e profundo, em algum lugar profundo dentro dessas cores natao, 
tinha sido seu corao. A viso girando em sua cabea era mais que uma provocao para a ressaca. Impulsionado por ele, correu do campo, deixando s vacas a sua 
plcida de pastoreio e pela manh a seu canto dos pssaros. 

dentro da hora que estava em seu estudo, desesperado por converter a viso em realidade. Ela no necessitava esboo, no com a imagem to audazmente impressas em 
sua mente. Ela tinha comido nada, no era necessrio. Com a emoo do descobrimento brilhante sobre ela como um manto, tomou a primeira se renen. Ela o alisou sobre 
o mrmore para esfriar e o centro da mesma. Ento lhe deu o flego. Quando se esquenta e o lquido outra vez, ela marvered a borbulha mais de corantes em p. s 
chamas que foi outra vez at que a cor se fundiu na parede do copo. Repetiu o processo uma e outra vez, acrescentando cristal, fogo, ar, cor. Girando e girando a 
varinha tanto em contra e com a gravidade, alisou-se a esfera brilhante de remos para manter sua forma. Uma vez que se transladou do casco de navio de tubos para 
pontil, esquenta-se fortemente no buraco da glria. empregaria-se um pau molhado agora, sujeitando-o com fora  boca de seu trabalho de maneira que a presso do 
vapor ampliada o formulrio. Todas suas energias se enfocaram. Ela sabia que a gua no pau se evaporaria. A presso poderia apagar as paredes dos copos. Ela o teria 
feito com um menino pontil agora, algum que seja outro par de mos, a procurar ferramentas, para recolher mais de vidro, mas nunca tinha contratado a algum para 
o trabalho. Ela comeou a murmurar para si mesmo enquanto se viu obrigado a fazer a viagens a si mesmo, de novo ao forno, de novo a Marver, de volta  cadeira. O 
sol se elevava, entrando pelas janelas e a coroao ela em um nimbo de luz. 

Assim foi como Rogam viu quando abriu a porta. Sentado na cadeira, com uma bola de cor fundida a suas mos e a luz do sol dando voltas a ela. Lhe perdoou um olhar 
penetrante. 
"Te tire essa maldita jaqueta e gravata. Necessito suas mos." 

"O que?" 

"Necessito suas mos, maldita seja. Faa exatamente o que te digo e no me fala." 

Ele no estava seguro de poder. No era freqentemente mudo, mas nesse momento, com a exploso de fogo, as labaredas de sol, via-se como uma espcie de deusa feroz, 
ardente a criao de novos mundos. Deixou sua maleta a um lado e se tirou a jaqueta. 

-vais celebrar esta constante ", disse-lhe enquanto se deslizava fora da cadeira. "E voc gire o pontil tal como sou. V-o? Pouco a pouco, constantemente. N puxes 
ou faz uma pausa ou terei que te matar. Necessito um prunt". 

Estava to aturdido que ia confiar nele com seu trabalho que se sentou em sua cadeira sem dizer uma palavra. O tubo estava quente em suas mos, mais pesado do que 
esperava. Ela manteve a sua por cima de seu, at que sentiu que tinha o ritmo. 

"No te detenha", advertiu-lhe. "me acredite, sua vida depende disso." 

Ele no a dvida. Foi ao forno, reuniu a um prunt e retornou. 

"V como me fez isso? Nada a dita parte. Quero que o faa por mim a prxima vez. " 

Uma vez que a parede se suavizou, tomou tomadas e empurrou no copo. 

"Faz-o agora." Ela se tirou a pipa dele e continuou o trabalho. 

"Posso cortante de desconto para cada reunir muito". 

O calor do forno lhe roubou o flego. Colocou o tubo em, seguindo suas instrues concisas, enrolou-a na massa fundida. Viu como o cristal se renen e se aferram, 
como lgrimas quentes. 

"Voc me traga isso da parte posterior do banco j a direita". Antecipando-se a ele, ela agarrou um par de pinzas e tomou o controle da pontil, como antes a angulado 
para ela. Repetiu o processo, enviando fascas da cera, a fuso de vidro em vidro, cor em cor. Quando ela estava satisfeito com o desenho de interiores, que reblew 
do casco de navio, lhe insistindo a uma esfera de novo, lhe dando forma com o ar. O que vi foi Rogam um crculo perfeito, talvez o tamanho de uma bola de futebol. 
O interior da esfera de cristal claro explorou com cores e formas, sangrado e palpitava com eles. Se tivesse sido um homem de fantasia, que haveria dito o cristal 
vivia e respirava como o fez. As cores se formavam redemoinhos, incrivelmente vvido, no centro, e logo corria aos matizes mais delicados, j que arrastava  parede. 
Os sonhos, pensou.  um crculo dos sonhos. 

"Me traga esse arquivo, espetou-lhe ela-. 
"O que?" 

"O arquivo, exploso". 

Ela j estava em movimento a um banco coberto com almofadinhas resistentes ao fogo. Enquanto ela preparava a pontil em um parafuso de banco boscosas, tendeu-lhe 
a mo, como um cirurgio um bisturi exigentes. Rogam esbofeteou a um arquivo nela. Ouviu-a uma pausa para respirar lenta constante, ter, justo quando ela golpeou 
o cristal de bnus com o arquivo. Golpeou a pontil. A bola rodou comodamente na almofadinha. "As luvas", ordenou-lhe. 

"Os fortes de minha cadeira. Date pressa". 

Com os olhos ainda sobre o balo, atirou-lhe as luvas postas. OH, queria mant-lo. Para a taa em sua Palmas nu como havia em seu sonho. Em seu lugar, escolheu um 
garfo de metal, coberta com o amianto, e levou a esfera no forno de recocido. Ela programar o temporizador, continuando, deteve-se um minuto, olhando fixamente ao 
espao. 

" a lua, v-dijo-se em voz baixa. "atira-se das mars, no mar, em ns. Caamos por ela e por ela a colheita e o sonho por ela. E se tivermos a sorte, podemos ter 
nas mos e o sonho por ela." 

"O que vais chamar?" 

"No vai ter um nome. Todo mundo deveria ver o que mais querem nela". 

Como se sasse de um sonho a si mesmo, levantou uma mo  cabea. "Estou cansado". 

Ela caminhou cansativamente de volta a sua cadeira, sentou-se e deixou cair a cabea para trs. Estava plido leite, Rogam notado, vazamentos de energia a luz que 
a havia talher enquanto que ela tinha trabalhado. "trabalhou toda a noite outra vez?" 

"No, eu dormi ontem  noite. Sorriu para seus adentros. "No campo do Murphy, sob a brilhante lua enche." "Deitou-te em um campo?" 

"Eu estava bbado." Bocejou, ps-se a rir e abriu os olhos. -um pouco. E foi uma noite magnfica. " 

E quem, perguntou Rogam enquanto cruzava com ela, " Murphy? 

"Um homem que conheo. Quem tivesse sido um pouco surpreso de encontrar dormindo em seu prado. Me beber um gole?" Na frente levantada, ps-se a rir. 

"A um suave, se se quiser. Do refrigerador ali. E te ajudar a ti mesmo", acrescentou quando ele a obrigou. 

"Voc faz um menino pontil transitveis, Sweeney." 

-De nada-dijo-, tendo que para que um agradecimento.  medida que a ponta pode que lhe deu as costas, percorreu a sala. Ela no tinha estado ocioso, assinalou. Havia 
vrios novas peas escondido, suas interpretaes da tela americana nativa. Estudou um prato pouco profundo largo de lbios, decorado com cores profundas, aborrecido. 

"Lovely trabalho". 

"Mmm. Um experimento que saiu bem. Combinei vidro opaco e transparente." 

Ela voltou a bocejar, em trminos gerais. "Logo depois de estanho e que jogava fascas." 

"Tin-pirgena? No importa-dijo quando viu que ela estava a ponto de lanar-se a uma explicao complicada. "Eu no entenderia o que estava falando, de todos os 
modos. Qumica nunca foi meu forte. vou estar satisfeitos com o produto terminado." 

"Supe-se que deve dizer que  fascinante, tal como sou." 

Ele a olhou e torceu os lbios. "estive lendo seus comentrios, verdade? Deus nos ajude agora. por que no te vais descansar um pouco? vamos falar mais tarde. Eu 
te levarei a jantar." 

"Voc no veio at aqui para que me levasse a jantar." 

"Eu disfrutaria da mesma maneira." 

Havia algo diferente nele, decidiu. Algumas mudanas sutis em algum lugar profundo nos olhos de sua formosa. Fora o que fosse, ele o tinha tudo sob controle. Um 
par de horas com ela deve arrumar isso, Maggie chegou  concluso, e lhe sorriu. 

"vamos entrar na casa, um pouco de ch e um bocado para comer. Pode me dizer por que vieste." 

"Para verte, por uma coisa." 

Algo em seu tom de voz lhe disse que agudizar seu engenho entorpecido o trabalho. -Bom, voc me viu. " 

-Eu tambm. " Agarrou sua maleta e abriu a porta. -Viria-me bem que o ch. " 

"Bom, pode penetrar". Ela lanou um olhar por cima do ombro enquanto ela saiu. "Se voc souber como." 

"Eu acredito que sim. Seu jardim se v encantador." 

"Brie tendeu durante minha ausncia. O que  isto?" 

Ela golpeou um p em uma caixa de carto na porta traseira. 

"Um par de coisas que traje comigo. Seus sapatos para um. Voc os deixou na sala." 

Entregou-lhe a maleta e tirou a caixa na cozinha. depois de derrubar sobre a mesa, olhou ao redor da cozinha. 

Onde est o ch? 

"No armrio em cima da estufa." Embora foi se trabalhar, cortar a caixa aberta. Momentos depois estava sentado, sustentando seu ventre, enquanto ela ria. 

"A confiana nunca se esquea de uma coisa. Rogam, se no ir responder o telefone, por que devo escutar a uma secretria eletrnica tola?" 

-Porque te vou assassinar se no o fazem. " 

"No  isso." Ela se levantou outra vez e tirou um calendrio de parede. "Impressionistas franceses-murmur ela, estudando as imagens por cima de cada ms. "Bom, 
ao menos  o bastante." 

"Usa-o", disse com simplicidade, e estabelecer o hervidor de gua a ferver. "E a mquina, e isto". Colocou a mo na caixa de si mesmo e tirou um estojo de veludo 
de comprimento. Sem cerimnia se moveu de um puxo aberto e tirou um relgio de ouro fino, a cara de cor mbar, rodeado de diamantes. "Deus, eu no posso usar isso. 
 um relgio de dama. vou esquecer o tenho na ducha e com ele". 

" resistente  gua." 

"vou romper." 

"Ento vou conseguir te outro." Tirou-a do brao, comeou a desabotoar o punho de sua camisa. "Que demnios  isto?" -perguntou quando bate a vendagem. "O que tem 
feito?" 

" uma queimadura." Ela seguia olhando o relgio e no viu a luz a fria em seus olhos. "Tenho um pouco descuidado." 

-Maldita seja, Maggie. No tem voc direito a ser descuidado. Nenhum absolutamente. Devo estar preocupado a respeito de voc mesmo estabelecimento incendiado agora? 
" 

-No seja ridculo. Qualquer diria que me cortou a mo. " Ela haveria retirou a mo, mas apertou. "Rogam, por piedade, um artista do vidro se queima uma e outra 
vez. No  fatal." 

" obvio que no-disse com frieza-. Obrigou-se a voltar a ira que sentia em seu descuido e estreitou o relgio em sua boneca. "Eu no gosto de saber que foi descuidado." 
Deixou que sua mo vai, meteu-se a seus nos bolsos. "No  srio, ento?" 

"No" Ela o olhava com receio, quando foi responder estridente da bule. "Devo nos converte em um sanduche?" 

-Como voc queira. " 

"Voc no h dito quanto tempo estaria ficando". 

"Voltarei esta noite. Queria falar com voc em pessoa em lugar de tratar de localiz-lo por telefone." No controle de novo, terminado de fazer o ch e trouxe a panela 
 mesa. "trouxe os recortes que perguntei a minha av aproxima." 

"OH, os recortes." Maggie olhou a sua maleta. 

-Sim, isso foi outra boa. Lerei mais tarde. " Quando ficou sozinha. 

-Muito bem. E havia algo mais que queria lhe dar. Em pessoa ". 

"Algo mais". Deslizou-se por uma fogaa de po da Brianna. " um dia de presentes." 

Isto no qualificaria como um presente. "Rogam abriu sua maleta e tirou um sobre. 

" possvel que deseje abrir esta agora". 

-Muito bem, ento. Ela se sacudiu as mos, rasgou o sobre. Ela teve que agarrar o respaldo de uma cadeira para manter o equilbrio enquanto lia a quantidade no cheque. 
"Mara, Me de Deus." 

"Vendemos todas as peas que havia um preo." Mais que satisfeito pela reao dela, viu-a afundar-se na cadeira. "Eu diria que a exibio foi todo um xito." 

"Cada pea," ecoou se dela. "portanto". 

Pensou na lua, dos sonhos, das mudanas. Dbil, ela apoiou sua cabea sobre a mesa. "No posso respirar. Meus pulmes se derrubaram." De fato, logo que podia falar. 
"No posso recuperar o flego." 

-claro que sim. " foi detrs dela, uma massagem de ombros. 

"S dentro e fora. Tome um minuto para que se tome em espera". 

" quase duzentas mil libras." 

-Muito perto. Com o interesse que vai gerar a partir de gira por seu trabalho, e oferecendo s uma parte da mesma ao mercado, vamos aumentar o preo. " O som afogado 
que fez lhe fez rir. "Dentro e fora, o amor do Maggie. Basta pulsando o ar e lev-la de novo. vou dispor o envio das peas que tenha terminado. Poremos a excurso 
para o outono, porque completou to j.  possvel que deseje tomar um tempo livre para desfrutar. Desfrute de umas frias. " 

"Um dia de festa." sentou-se de novo. "No posso pensar nisso. No posso pensar em nada." 

"H tempo". Lhe acariciou a cabea, logo se transladou a seu redor para servir o ch. 

-Vai jantar comigo esta noite, para celebrar? " 

-Fui-murmur. "No sei o que dizer, Rogam. Eu nunca acreditava que ia ... Eu no acreditava." Ela se levou as mos  boca. Por um momento se temeu que comearia 
a chorar, mas era a risada, selvagem e alegre, que se tornou  boca de outros. "Eu sou rico! Sou uma mulher rica, Rogam Sweeney." Ela saiu da cadeira para lhe dar 
um beijo, e logo se voltou de distncia. "OH, eu sei que  uma gota no mar a ti, mas para mim, para mim,  a liberdade. As cadeias se rompem, se ela quiser que sejam 
ou no". 

"O que est falando?" 

Ela negou com a cabea, pensando na Brianna. "Os sonhos, Rogam, sonhos maravilhosos. OH, tenho que lhe dizer. Agora mesmo." Ela agarrou o cheque e impulsivamente 
o meteu em seu bolso traseiro. -Ficar, por favor. lhe pea a seu ch, fazer um pouco de comida. Utilize o telefone que tanto voc gosta. O que queira. " "aonde 
vai?" 

"No passar muito tempo". Havia asas em seus ps quando ela se voltou para trs e o beijou outra vez. Seus lbios se perdeu sua em sua pressa e lhe chamou o queixo. 
"No v." 

Com que estava correndo pela porta j travs dos campos. Estava fumando como uma mquina de vapor no momento em que ela revoltos em cima da cerca de pedra que a 
terra bordeado da Brianna. Mas ento, ela tinha estado fora da respirao antes de que ela tinha comeado a carreira. Logo que perdeu pisadela de sua irm pensamentos-un 
pecado que ela teria tido que pagar muito caro e patinou no caminho de pedra estreito que serpenteava pelas flores aveludadas. Ela tomou ar para gritar, mas no 
o viu os resduos como Brianna no caminito de verde mais  frente do jardim, pendurando roupa na linha. Clothespins na boca, lenis molhados nas mos, olhou atravs 
da Brianna aquilinas assentindo com a cabea e as margaridas, enquanto que Maggie se levou as mos a seu corao pulsava com fora. Sem dizer nada, Brianna rompeu 
a folha de maneira perita e comeou a clipe  linha. No resultou ferido no rosto de sua irm ainda, Maggie observou. E a ira. Todos os refrigerados ligeiramente 
com mescla especial da Brianna de orgulho e de controle. O co lobo deu um latido alegre e comeou a avanar, s para deter-se enfim tranqila da Brianna. instalou-se, 
com o que s podia ser uma expresso de pesar pelo Maggie, de volta aos ps de sua ama. Tomou outra folha da cesta a seu lado, atirou ele e a prendeu cuidadosamente 
a secar. 

"Ol, Maggie." <p > 
Assim que o vento soprava frio deste trimestre, Maggie refletiu, e colocou as mos nos bolsos traseiros. 

"Ol, Brianna. H clientes?" 

-Sim. Estamos cheios neste momento. Um casal americana, uma famlia de Ingls e um jovem da Blgica. " 

"A virtual das Naes Unidas." Ela farejou elaborada. 

"Voc h empanadas para assar." 

"Esto ao forno e de esfriamento no batente da janela." Porque odiava aos enfrentamentos de nenhum tipo, Brianna manteve os olhos em seu trabalho enquanto falava. 
"Pensei no que disse, Maggie, e quero dizer que o sinto. Devi ter estado ali para voc. Devi ter encontrado a maneira." 

"por que no?" 

Brianna deixou escapar um pouco de ar, seu nico signo de agitao. "Alguma vez fazem que seja fcil, verdade?" 

"No" 

"Eu obrigaes, no s a ter", disse antes do Maggie podia falar. 

"Mas a este lugar. No  o nico com ambies, ou com sonhos". 

As palavras climatizada que se queimou na lngua Maggie se esfriou, e logo desapareceu. voltou-se a estudar a parte de atrs da casa. A pintura estava fresca e branca; 
as janelas, abertas  tarde do vero, brilhavam. cortinas de encaixe se elevava, romntico como um vu de noiva. As flores encheram o cho e saram das panelas e 
baldes de lata. 

"Fez um trabalho muito bem aqui, Brianna. Grande teria aprovado." 

-Mas voc no o fazem. " 

"Est equivocado". Em uma apologia da sua, p-lhe uma mo no brao de sua irm. "No digo que eu entendo como o faz, ou por que deseja, mas isso no me corresponde 
dizer. Se este lugar for seu sonho, Brie, que tem feito brilhar. Sinto ter gritado voc ". 

"OH, estou acostumado a isso." Apesar de seu tom resignado, estava claro que tinha descongelado. "Se for esperar at que terminei aqui, ponho-me um pouco de ch. 
Tenho um pouco de algo para ir com ela." 

estmago vazio Maggie responderam com entusiasmo, mas ela negou com a cabea. "No tenho tempo para isso. Deixei Rogam de volta na casa." 

"Esquerda ele? Se houvesse o trazido com voc. No se pode deixar por um hspede de chutar os tales dessa maneira." 

"No  um convidado,  ... bom, no sei o que atendia a sua chamada, mas isso no importa. Quero te mostrar algo. " 

Embora seu sentido da correo se sentiu ofendido, Brianna tirou a capa de travesseiro passado. -Muito bem, ensine-me isso. Ento, volta a Rogam. Se no ter comida 
na casa, traz-lo aqui. O homem veio todo o caminho do Dubln, depois de tudo, e " 

"vai deixar de preocupar-se com o Sweeney?" Maggie corte com impacincia-, e tirou o cheque de seu bolso. "E olhe isto?" 

Uma mo na linha, Brianna olhou o papel. Sua boca aberta e a pina de roupa caiu a plop no cho. A capa de travesseiro flutuando atrs dele. 

"O que ?" 

" um cheque, est voc cego? Uma grande cheque gordo, formoso. Vendeu todo isso, Brie. Tudo o que tinha estabelecido para vender." "portanto?" Brianna s podia 
boquiaberto a todos os ceros. "portanto? Como pode ser isso?" 

"Sou um gnio." Maggie agarrou os ombros Brianna e girou a seu redor. "No leia minhas crticas? 

Hei profundidades sem explorar da criatividade. "Rendo, arrastou Brianna em uma dana animada." Ah, e h algo mais a respeito de minha alma e minha sexualidade. 
No o memorizei todos ainda. " 

"Maggie, espera. Spinning Minha cabea est." 

"Vamos lhe dar voltas. Somos ricos, no v?" Caram ao cho juntos, Maggie rir a gargalhadas e saltando em crculos Com frentico a seu redor. "Posso comprar essa 
torno vidro que quis, e voc pode ter essa nova estufa que estiveste fingindo que no  necessrio. E teremos um dia de festa. Em todo mundo, em qualquer lugar a'tall. 
vou ter uma nova cama. "Ela se deixou cair sobre a erva a lutar com Com." E se pode acrescentar uma asa inteira no Blackthorn se tiver uma mente. " 

"No posso tom-lo pulg Simplesmente no posso entender pulg" 

"vamos encontrar uma casa." Ao pulsar de novo a si mesmo, Maggie passou um brao ao redor do pescoo Com. "Qualquer seja o tipo que quer. E contratar a algum para 
trazer e levar por ela." 

Brianna fechou os olhos e se recuperou a primeira labareda culpado de jbilo. "No pode ser que deseje" 

"vai ser o que quer. me escute". Maggie agarrou as mos e a apertou Brianna. "Ela vai, Brie. E ela estar bem cuidado. Ter o que lhe agrada. Amanh entraremos no 
Ennis e falar com o Pat Ou'Shea. Vende casas. Vamos a instalou como pomposamente como nos  possvel, e rapidamente. Prometi-lhe que me D o melhor de mim pelos 
dois, e isso  o que vou fazer ". 

"No tem conta?" Maeve estava no atalho do jardim, um xale sobre os ombros a pesar do calor do sol. O vestido debaixo dela se engomado e engomado, com a mo da Brianna, 
Maggie no tinha nenhuma dvida. -Aqui, gritando e chiando, enquanto que um corpo est tratando de descansar ". Ela tirou o xale perto e golpeou com o dedo a sua 
filha menor. 

"Levante se do cho. O que te passa? Comportar-se como um marimacho, e com convidados na casa." <p > 
Brianna se levantou com rigidez, escovado em suas calas. " um bom dia. Talvez gostaria de sentar-se no sol." 

"Eu como era assim. Chamem a esse co vicioso." 

-Sente-se, Com ". Protetora, Brianna lhe ps uma mo sobre a cabea do co. "Posso te oferecer uma taa de ch?" 

-Sim, e prepar-lo adequadamente este momento ". Maeve arrastando os ps  cadeira e a mesa Brianna tinha estabelecido junto ao jardim. "Esse moo, que a Blgica, 
est ruidosamente pela escada duas vezes hoje. vais ter que lhe dizer  mente a raquete.  o que vem quando os pais permitem que seus filhos traipse em todo o pas". 

"vou ter o ch em um momento. Maggie, ficar?" 

"No para o ch. Mas vou falar com a me." Ela enviou a sua irm um olhar de ao para evitar que qualquer argumento. 

"Pode estar dispostos a impulsionar no Ennis para amanh dez. Brie? 

"Eu, sim, vou estar preparado." 

"O que  isto?" Maeve exigiu como o Brie se dirigiu para a porta da cozinha. 

"Quais so os dois de voc de planejamento?" 

"Seu futuro". Maggie tomou a cadeira ao lado de sua me, jogou suas pernas. Ela tivesse querido ir sobre ela de maneira diferente. depois do que tinha comeado a 
aprender, ela esperava que ela e sua me pde encontrar um ponto de encontro em algum lugar alm das velhas feridas. Mas j as iras de idade e culpas estavam trabalhando 
nela. Recordando  lua a noite anterior e seus pensamentos a respeito dos sonhos perdidos, falava em voz baixa. 

"Estamos atrs da compra de uma casa que voc." Maeve fez um som de desgosto e depenadas na franja de seu manto. -Tolices. Estou contente aqui, com a Brianna a cuidar 
de mim. " 

"Estou seguro de que so, mas est a ponto de finalizar. OH, vou contratar a um companheiro. Voc no precisa preocupar-se de que ter que aprender a fazer por ti 
mesmo. Mas voc no vai utilizar qualquer Brie mais tempo ". 

"Brianna entende as responsabilidades de um menino a sua me." 

"Mais", acordado Maggie. "Fez tudo em seu poder para fazer que o contedo. Me. No foi suficiente, e talvez comecei a entender isso." 

"Vocs no entendem nada." 

"Talvez, mas eu gostaria de entender." Ela respirou fundo. Embora no podia chegar a sua me, fsica ou emocionalmente, sua voz se suavizou. "Realmente o faria. 
Sinto-o pelo que deu por vencido. Aprendi do canto de s" 

"Voc no vai falar disso." Maeve voz era frgida. Sua pele plida j branqueado mais com o choque de uma dor que nunca tinha esquecido, nunca perdoado. "Nunca se 
falar da poca." 

"Eu s queria dizer que o sinto." 

"Eu no quero sua dor." Com a boca apertada, Maeve olhou a um lado. No podia suportar que o passado jogou na cara, digno de lstima, porque tinha pecado e perdeu 
o que terei que mais importava a ela. 

"Voc no vai falar dela a mim outra vez." 

-Est bem. " Maggie se inclinou para diante at que Maeve olhar se posou sobre ela. "vou dizer isto. Voc me culpa do que perdeste, e possivelmente isso comodidades 
que de algum jeito. No me posso deseja nascer. Mas vou fazer o que puder. Ter uma casa, uma boa e uma mulher respeitvel, competente para ver suas necessidades, 
algum que a esperana pode ser um amigo para voc, assim como um companheiro. Isto que vou fazer para D, e para o Brie. E para voc. " 

"No tem feito nada para mim em sua vida, mas me causa a misria." 

Assim no teria que abrandamento, Maggie se deu conta. No h sesso na terra nova. "Assim que me h dito, uma e outra vez. vamos encontrar um lugar o suficientemente 
perto como para que Brie para que o visitem, porque sentir que dbito. E vou contribuir o lugar, assim, como voc queira. Voc vo ter uma atribuio mensal para 
comida, de roupa, por isso seja que voc necessita. Mas te juro ante Deus vai estar fora de sua casa e em sua conta, antes de um ms terminou. " "Pipe Dreams". Seu 
tom era brusco e depreciativo, mas Maggie sentiu um calafrio de medo por debaixo. 

"Ao igual a seu pai, est cheio de sonhos vazios e planos de tolo." 

"No  vazia, e tolo no." Uma vez mais, Maggie assinalou  sada de seu bolso. Esta vez teve a satisfao de ver os olhos de sua me vo de largura e em branco. 
-Sim,  real, e  meu. Ganhei-me isso. Ganhei-me isso porque havia D a f em mim para me fazer aprender, vou tratar ". 

olhos Maeve sacudiu ao Maggie, o clculo. "O que ele te deu pertencia para mim tambm." 

"O dinheiro para Veneza, para a escolarizacin e para o teto sobre minha cabea, isso  verdade. O que outra coisa que me deu no tinha nada que ver com voc. E 
ter sua parte disto. "Maggie metido o cheque de novo. 

"Ento te devo nada." 

"Deve-me sua vida", Maeve cuspiu. 

"O meu no foram muito significativos como para voc. Eu saiba o que  isso, mas isso no troca a forma em que me faz sentir em seu interior. Entende-me, ficar 
sem queixa, sem fazer que seus ltimos dias com a Brianna uma misria por ela. " 

"No vou." Maeve escavado em seu bolso um leno de encaixe fio. 

"Uma me necessita o consolo de seu filho." 

"No tem voc mais por amor Brianna que voc para mim. Os dois sabemos. Me. Ela poderia pensar de maneira diferente, mas aqui, agora, vamos a pelo menos, ser honestos. 
H meio doido em seu corao,  certo, e Deus sabe que  digno de todo amor tem nesse frio corao dos seus. " depois de um comprido suspiro, tirou a carta de triunfo 
que tinha estado levando a cabo durante cinco anos. "Haveria voc me diga por que seu Rory McAvery se foi a Amrica e lhe rompeu o corao?" 

Maeve mos lhe deu um puxo pouco rpido. "No sei o que est falando?" 

"OH, mas voc o faz. Voc o levou  parte quando viu que ia a srio em seu cortejo. E voc lhe disse que no podia com a conscincia tranqila que d com seu corao 
a sua filha. No quando lhe tinha agradvel corpo a outro. Voc o convenceu, e ele era s um menino, depois de tudo, que tinha estado dormindo com o Murphy ". 

" uma mentira." Maeve empurre o queixo, mas no havia medo em seus olhos. -Voc  um mal, a mentira infantil, Margarida Mara. " -Voc  o mentiroso, e pior, muito 
pior que isso. Que classe de mulher  o que rouba a felicidade de seu prprio sangue, porque no tem nenhum a si mesmo? Que escutei do Murphy ", disse Maggie lacnicamente. 

"depois de que ele e Rory golpear-se mutuamente s massas com sangue. Rory no acredita que sua negao. por que ia, quando a me da Brianna prpria havia lgrimas 
nos olhos lhe disse que o conto?" 

"Ela era muito jovem para casar-se", disse Maeve rapidamente. "Eu no a haveria cometer o mesmo engano que eu, arruinando sua vida dessa maneira. O menino no estava 
bem para ela, digo-lhe isso. Nunca teria subido a nada". 

"Ela o amava." 

"O amor no levar o po  mesa". Maeve punho de suas mos, retorcendo o leno neles. "por que no lhe disse?" 

-Porque pensei que s prejudicaria mais a ela. Perguntei ao Murphy por no dizer nada, sabendo que o orgulho da Brianna, e como seria destroado. E talvez porque 
eu estava zangado porque ele te teria acreditado, que ele no a amava o suficiente para ver a mentira. Mas eu o direi agora. vou caminhar  direita nessa cozinha 
e lhe digo agora. E se tiver que faz-lo, vou arrastar mais de pobres Murphy de estar junto a mim. No ter ento uma . " 

Ela no tinha conhecido o sabor da vingana seria to amargo. Estava frio e o mau gosto na lngua do Maggie enquanto continuava. "vou dizer nada se fizer o que digo. 
E te prometo que vou oferecer para voc todo o tempo que viver e fazer o que puder para ver que est contido. No posso devolver o que tinha, ou queria ter antes 
de que me concebeu. Mas te posso dar algo que poderia te fazer mais feliz do que estive aps. Sua prpria casa. S tem que aceitar minha oferta com o fim de ter 
tudo o que sempre quis de dinheiro, uma boa casa e um criado que lhe tendem. " 

Maeve apertou os lbios. OH, esmagou o orgulho de negociao com a garota. 

"Como sabe que vais cumprir sua palavra?" 

-Porque o dou a ti. Porque juro a voc estas coisas na alma de meu pai. " Maggie se levantou. "Isso tenho que contido. lhe diga a Brianna vou estar pela recolh-la 
manh s dez." E com estas palavras, Maggie girou sobre seus tales e se afastou. Captulo Doze 



tomou seu tempo caminhando de volta, de novo a eleio do campo em lugar da estrada. Sua experincia ao recolhia flores silvestres, reina dos prados e a valeriana 
que tomavam o sol sobre a erva. vacas bem alimentados Murphy, seus gordinha beres e quase preparado para a ordenha, pastoreio despreocupadamente enquanto subia 
pelas paredes de pedra que os pastos separados de campo arado e o campo de feno do vero. Ento viu o prprio Murphy, em cima de seu trator, com o jovem Brian e 
Ou'Shay Finnian Dougal com ele, tudo para a colheita do feno agitando. Chamaram-no comhair em irlands, mas Maggie sabia que aqui, no oeste, a palavra significava 
muito mais que sua traduo literal de "ajuda". Significava a comunidade. Nenhum homem estava sozinho ali, e no quando se tratava de feno, ou a abertura de um banco 
de turfa ou a semeia na primavera. Se hoje Ou'Shay e Finnian estavam trabalhando a terra do Murphy, ento amanh ou ao dia seguinte, ele seria o seu prprio trabalho. 
Ningum teria que pedir. O trator ou arado ou duas boas mos e umas costas forte, simplesmente ia chegar, e a obra se levaria a cabo. cercas de pedra poderia separar 
campos de um homem de outro, mas o amor  terra se uniram a eles. 

Ela levantou a mo para responder a saudao dos trs agricultores e, recolhendo suas flores, seguiu a sua casa. Uma gralha voou cabea, queixando com ferocidade. 
Um momento depois, Maggie viu por que como Com canho atravs do bordo da baa, a lngua pendurando feliz. "Ajudar ao Murphy de novo, verdade?" Ela se agachou para 
frisar seu cabelo. 

"E um agricultor que est bem, tambm. Ir na parte posterior, ento. 

Com uma srie de latidos presunoso, Com correu para o trator. Maggie ficou olhando a seu redor, o ouro da palha, o verde dos pastos com suas vacas preguioso e 
as sombras projetadas pelo sol no crculo de pedras que geraes do Concannons, e agora Murphy, tinha deixado em repouso durante o tempo fora da mente . Viu o marrom 
rico da terra onde a batata se escavou. E sobre tudo, um cu to azul como um aciano em flor. 

Uma risada rpida borbulhava na garganta, e se encontrou correndo o resto do caminho. Talvez foi o puro prazer do dia, junto com a emoo vertiginosa de seu primeiro 
grande xito que fez que seu jejum bombear o sangue. Poderia ter sido o som do canto dos pssaros, como se seu corao se rompa, ou o aroma de flores silvestres 
recolhidas por suas prprias mos. Mas quando ela se deteve justo frente a sua prpria porta e olhou a sua prpria cozinha, ela estava sem flego, com mais de uma 
luta rpida sobre os campos. 

Ele estava na mesa, elegante em seu traje Ingls e sapatos feitos  mo. Sua maleta estava aberta, sua pluma. fez-se sorrir ao lhe ver trabalhar ali, no meio da 
desordem, em uma mesa de madeira crua que poderia ter utilizado para lenha no lar. O sol entrava em torrentes pelas janelas e de portas abertas, luz de alerta de 
ouro de sua pluma, como escreveu em sua mo limpa. Logo tocou com os dedos sobre as teclas de uma calculadora, vacilou, golpeou de novo. Podia ver seu perfil, a 
tnue linha de concentrao entre as sobrancelhas negro forte, o conjunto slido da boca. Tomou seu ch, bebeu um sorvo enquanto estudava suas figuras. Deixou-o 
outra vez. Escrevi, li. 

Elegante, era-o. E formosa, pensou, de uma maneira to singular masculino, e to maravilhosamente competentes e precisa que a mquina pequeno e prtico que se utiliza 
para executar suas figuras. No  um homem a correr pelos campos ensolarados ou mentir sonhando sob a lua. Mas ele era mais do que tinha imaginado primeiro que seja, 
muito mais, agora se entende. 

A entristecedora Insistir se apoderou dela para afrouxar o n da gravata cuidado, que desabotoar o pescoo apertado um pouco e encontrar ao homem debaixo. Estranha 
vez Maggie lhe negar prprios impulsos. deslizou-se no interior. Apesar de que sua sombra caiu sobre seus papis, ela estava a cavalo entre suas pernas e a boca 
de fixao  sua. Shock, o prazer e a luxria lanceado nele como uma flecha com ponta de trs, todos os agudos, todos os fiis a fim. A pluma se havia estrondo de 
seus dedos e suas mos se mergulhou no cabelo antes de tomar o prximo flego. Atravs de uma bruma sentiu o puxo na gravata. 

"O que?" as arrumou em algo assim como um grasnido. A necessidade da dignidade havia lhe esclarecendo-a garganta e pressionando as costas. "O que  isto?" 

"Voc sabe ...." Ela marcada por suas palavras plumagem beijos luz sobre seu rosto. Cheirava a cara, deu-se conta, todo o sabo fino e linho engomado. "Sempre pensei 
que um empate uma tolice, uma espcie de castigo para um homem pelo simples feito de ser homem. No se voc afogue?" 

No, a menos que seu corao estava em sua garganta. "No" Ele a empurrou as mos longe, mas o dano j parecia. Sob seus dedos rpido, a gravata estava solto e seu 
pescoo sem fazer. "O que voc est a ponto, Maggie?" 

"Isto deveria ser bastante bvio, inclusive para um Dubliner". Ela riu dele, seus olhos verdes maldade. 

"Traga-te flores". 

Estes ltimos foram, nesse momento, esmagado entre eles. Rogam jogou uma olhada s ptalas golpeada. 

"Muito bonito. Podiam usar um pouco de gua, imagino." Jogou para trs a cabea e riu. "Sempre  o primeiro primeiro com voc, no? Mas Rogam, de onde estou sentado, 
estou consciente de que h algo em sua mente que no seja ir procurar um floreiro". 

No podia negar sua evidente e muito humana reao. -Ser endurecer um homem morto ", murmurou, e ps suas mos firmemente sobre os quadris para levantar a de distncia. 
Ela sozinho se retorcia mais perto, tortur-lo. 

"Agora, isso  um completo o bastante, por certo. Mas no est morto, verdade? Ela o beijou outra vez, usando seus dentes para demonstrar seu ponto. "Voc est pensando 
que haja trabalho para terminar, e no h tempo que perder?" 

"No" Suas mos ainda estavam em seus quadris, mas os dedos se entrincheiraram e comearam a amassar. Cheirava a flores silvestres e a fumaa. Tudo o que podia ver 
era seu rosto, a pele branca com seu rubor da rosa, sardas de ouro, o verde de seus olhos sem fundo. Fez um esforo herico para nivelar sua voz. "Mas estou pensando 
que isto  um engano." Um gemido ressonou em sua garganta quando ela movia os lbios a seu ouvido. "Que h um tempo e um lugar." 

"E isso voc deve escolher", murmurou enquanto seus dedos geis abriu a resto dos botes de sua camisa. 

-Sim, no ". Meu deus, como era um homem a pensar? 
"Que devemos ambos o desejam, depois de que nos temos proposto algumas prioridades." 

"Hei s uma prioridade neste momento." Suas mos, subindo o peito, esmagando ptalas flores silvestres contra sua pele. "Eu vou ter agora, Rogam." Sua risada se 
repetiu, baixa e desafiante, antes de que seus lbios se afundou na sua. "Adiante, a luta me off". 

No tinha tido inteno de toc-la. Esse foi seu ltimo pensamento coerente antes das mos para cima e cheio de estrias eles mesmos com seus peitos. Seu gemido gutural 
derramado em sua boca como o vinho, ricos e as drogas. Logo atirava longe a camisa e empurres da mesa de uma vez. 

"Ao diabo com isso", murmurou contra sua boca gulosa, e foi elevando. 

Seus braos e pernas envoltas ao redor dele como de seda corda, pendurando de sua camisa uma boneca onde os botes lugar. Debaixo, levava uma regata de algodo liso 
como ertica a ele como encaixe marfim. Era pequena e ligeira, a no ser com o sangue apregoando em seu crebro, pensou que poderia ter levado a uma montanha. Sua 
boca ocupada nunca se deteve, as carreiras da bochecha  mandbula a orelha e as costas, enquanto que pouco sexy gemidos ronronou na garganta. 

Comeou a sair da cozinha, tropeou com um tiro frouxo atapeta e chamou as costas contra a ombreira da porta. Ela se limitou a rir, sem flego agora, e se aperta 
o parafuso de banco de suas pernas ao redor de sua cintura. Seus lbios se fundem de novo em um beijo em bruto, desesperada-se. Com a porta e seus prprios membros 
apoiando seus, rompeu a boca livre para fix-lo no peito, a lactao com avidez pelo prazer cotton.The dele, escuro e contundente, lanceado como uma lana atravs 
de seu sistema. Isto era mais, deu-se conta de que o sangue crepitante por suas veias comeou a zumbir como um motor. mais do esperado. mais do que poderia ter sido 
preparado. Mas no havia volta atrs. deu-se a volta longe da parede. 

"Rpido", foi tudo o que pde dizer enquanto avanava para a escada. "Rpido". 

Suas palavras bombeados como um pulso de seu sangue. Date pressa. Date pressa. Contra seu corao ensurdecedor, o sua era um fantstico resposta furiosa. Com o Maggie 
pegos como um morango, levantou-se de um salto, mas todas as escadas, deixando um rastro de flores rotas a seu passo. voltou-se infalivelmente para a esquerda, no 
dormitrio onde o sol verte o ouro e a brisa perfumada levantou as cortinas abertas. Caiu com seu j caiu nas folhas. Se era uma loucura que se apoderou dele,  
ela falhou tambm. No tinha pensado, ou a necessidade, em qualquer deles para carcias, palavras suaves ou as mos lento. Romperam o um ao outro, sem sentido como 
bestas, arrastando a roupa, atirar, atirar, dando incio aos sapatos, todo o tempo de alimentao com avidez de beijos violentos. Seu corpo era como um motor, alimentado 
por motivos de raa. Ela resistiu e rodou e se criou, enquanto que a respirao entrecortada chamuscados em chamas. As costuras rotas, as necessidades explorou. 

Suas mos eram suaves. Em outra ocasio, que possam ter sobre seu corpo se deslizava como a gua. Mas agora se agarrou e golpeado e saqueado, com o que seu prazer 
indescritvel que rasgou atravs de seu sistema de pagamento excessivo como o pranto de um cu escurecido um raio. Encheu suas mos com o peito de novo, e agora, 
sem barreiras, assinalou  ponta rgida na boca. Ela gritou, no na dor pelo roce spero de seus dentes e a lngua, mas na glria como o primeiro orgasmo dura, cruel 
golpeou como uma bofetada. Ela no o esperava lhe dar uma bofetada to rpido e duro, nem tinha experiente nunca o total desamparo que seguiram to rapidamente nos 
tales da tormenta morrer. antes de que pudesse fazer mais que perguntar-se, em forma de ltego enrolado necessidades frescos em seu interior. 

Ela fala em palavras Gaelic, medeio-record ela no sabia que ela tinha sustentado em seu corao. Ela nunca tinha acreditado, nunca, que a fome podia tragar e deixar 
a seu tremor. Mas ela sacudiu em suas mos, em virtude da demanda selvagem da boca. Por outro interldio aturdido que estava totalmente vulnervel, sua fuso ossos 
e sua mente cambaleando-se, aturdido na entrega pelo golpe de seu prprio clmax. 

Nunca sentiu a mudana. S sabia que ela vibrava sob seus ps como um arco depenado. Estava molhada e quente e excitante insuportvel. Seu corpo era suave, suave, 
flexvel, tudo os molhos e as curvas de sua encantada para explorar. Sabia que s o desejo desesperado por conquistar, possuir, e assim se abarrotou o sabor de sua 
carne at que parecia a essncia de seu correu por suas veias como seu prprio sangue. Ele estreitou sua mo em sua claudicao e devastada at que ela gritou uma 
vez mais, e seu nome era como um soluo no ar. Com a sala de spinning como um carrossel em torno dela, arrastou-a de suas mos, seus dedos enredados em seu cabelo. 
Precisa saltou atravs de seu novo, vorazmente. Colocou seus quadris. 

"Agora!" A demanda se separou de sua garganta. "Rogam, porque Deus  amor" 

Mas ele j se inundou em seu interior, profundo e difcil. Ela arqueou as costas, arqueou-se, no glorioso bem-vinda como novo geysered agradar por ela em uma puno, 
flash fundido. Seu corpo se aparearon com seus ritmos a jogo, para os acidentes cerebrovasculares se desesperada. A mordida das unhas nas costas foi no sentidas. 
Com a viso imprecisa e atenuado, ele a olhava, via cada piscada sensao de atordoamento em seu rosto. No ser suficiente, pensou vertiginosamente. Apesar de que 
a dor banguela atravs do escudo brunido da paixo, ela abriu os olhos e disse que seu nome outra vez. Assim se afogou neste mar de verde, e enterrar sua cara no 
fogo de seu cabelo, renderam-se. Com um ltimo brilho da avareza glorioso, esvaziou-se nela. Em uma guerra de qualquer tipo, produzem-se baixas. Ningum, pensou 
Maggie, conhecia a glria, a dor ou o preo de batalha melhor que os irlandeses. E se, como ela tinha muito medo nestes momentos, seu corpo estava paralisado de 
por vida como resultado desta pequena guerra maravilhosa, ela no contar o custo. 

O sol ainda estava brilhando. Agora que seu corao tinha deixado de acidente como um trovo na cabea, ouviu o canto dos pssaros, o rugido de seu forno, e o zumbido 
de uma abelha zumbindo pela janela. Estava tendida sobre a cama, com a cabea clara fora do colcho e miservel pela gravidade. Tinha os braos doloridos. Talvez 
porque wer e segue envolto como imprensas ao redor Rogam, quem foi estendidas sobre ela, um silncio de morte. sentia-se, quando celebrou sua prpria respirao, 
a carreira de azougue de seu corao. Foi, decidiu, uma maravilha que no tinham matado uns aos outros. Contido com seu peso, e drouzy a sensao de telaraas em 
seu crebro, enquanto observava a dana do sol no teto. 

Sua prpria mente elimina lentamente, a nvoa vermelha maturao, continuando, desaparecendo por completo at que se deu conta novamente da luz tranqila e o corpo 
pequeno e quente por debaixo da sua. Fechou os olhos outra vez e ficou quieto. Quais foram as palavras que devia dizer? , perguntou-se. Se lhe disse que ele tinha 
descoberto, para sua surpresa e a confuso prpria, que a amava, por que teria que acreditar? Dizer essas palavras agora, quando ambos eram ainda satisfeito e aturdido 
pelo sexo, dificilmente agradar a uma mulher como Maggie, ou lhe fazer ver a verdade nua deles. Que palavras estavam ali, depois que um homem tinha arrojado a uma 
mulher abaixo e saqueado como um animal? OH, havia sem dvida o tinha desfrutado, mas isso no troca o fato de que tinha perdido completamente o controle, de sua 
mente, de seu corpo, pelo que fora que separava aos civilizados da natureza. Pela primeira vez em sua vida, ele tinha tomado uma mulher sem delicadeza, sem cuidado 
e, pensou com um sobressalto, sem pensar nas conseqncias. Ele comeou a trocar, mas ela murmurou em sinal de protesto e apertou os agarre j muito intenso. 

"No v". "Eu no o sou." deu-se conta de sua cabea estava sem apoio e, cavando a mo debaixo dela, rodou a reverter suas posies. E perto deles enviados atravs 
da outra borda. "Como pode dormir em uma cama deste tamanho? Apenas o suficientemente grande como para um gato." 

"OH, se faz o suficientemente bem como para mim. Mas estou pensando em comprar outro agora que hei dinheiro de sobra. A um grande bem, como o de sua casa." 

Pensou em um estilo Chippendale com dossel no pequeno loft e sorriu. Logo seus pensamentos se desviou para trs e se limpou o sorriso de distncia. "Maggie". Seu 
rosto brilhava, com os olhos mdio fechados. Houve um pequeno sorriso de suficincia na cara. 

"Rogam," disse no tom srio mesma, ento se ps-se a rir. "OH, voc no vai comear a me dizer que o sente que pisotearam minha honra ou algo assim? Se a honra de 
ningum foi pisoteada, depois de tudo, era a tua. E eu no sou um pouco de pena por ele. " 

"Maggie", disse de novo, e se sacudiu o cabelo alvoroado da bochecha. "O que a mulher que .  difcil sentir lstima pelo pisadela, ou por ser pisoteada quando 
I- interrompeu. Tinha levantado a mo enquanto falava, comeou a lhe beijar os dedos, quando seu olhar caiu sobre as manchas escuras em seu brao. Horrorizada, 
comeou. -J te feri ". 

"Mmm. Agora que o menciona, estou comeando a senti-lo." Ela ps o ombro. "Devo ter golpeado a porta de entrada muito difcil. Agora, que est a ponto de dizer?" 

moveu-se fora dela. "Sinto-o muito", disse com voz estranha. " indesculpvel. Uma desculpa  apenas suficiente para meu comportamento." 

Tinha a cabea inclinada, e se levou uma boa olhada a ele. Cria, pensou de novo. Como poderia um homem macho nu sentado sobre uma cama desfeita parecem to digna. 
"Seu comportamento?" , repetiu. "Eu diria que  mais nosso comportamento, Rogam, e que era bem feito por ambas as partes." Rendo-se dele, ela mesma fez subir e fechou 
os braos ao redor de seu pescoo. "voc crie que alguns moretones que me queira como uma rosa, Rogam? No se, prometo-lhe isso, sobre tudo quando ganhou". 

"O ponto " 

"O ponto  que se desabaram entre si. Agora deixar de atuar como se eu sou uma flor frgil que no pode admitir ao ter desfrutado de uma briga boa e quente de sexo. 
Porque eu o desfrutei de muito, e assim, meu querido amigo, voc o fez. " 

Ele arrastava a ponta do dedo sobre o hematoma leve por cima da boneca. "Prefiro no te tivesse marcado." 

-Bom, no  uma marca que  permanente ". 

No, no o era. Mas havia algo mais, em seu descuido, que poderia ser. "Maggie, eu no pensava antes, e certamente no deixou do Dubln planejar hoje para pr fim 
desta maneira.  um pouco tarde para estar pensando de ser responsvel." Em frustrao que passou a mo pelo cabelo. "Poderia ter conseguido que o embarao?" 

Ela piscou, sentou-se sobre suas ancas. Deixou escapar um comprido suspiro. Nascido no fogo. Recordou que seu pai lhe havia dito que tinha nascido no fogo. E isto 
era o que queria dizer. "No" Disse que de plano, suas emoes muito mesclada e instvel para que ela explore. "O momento est mau. E eu sou responsvel por mim 
mesmo, Rogam." 

"Devi ter visto a mesma." Estirou a mo para esfregar os ndulos por sua bochecha. "Deslumbrou-me, Maggie, sentada em meu regao com suas flores silvestres. Deslumbram-me 
agora." 

Seu sorriso voltou, acendendo seus primeiro olhos, logo se curva de seus lbios. "Eu vinha pelo campo longe de minha irm e para sua casa. O sol brilhava, Murphy 
foi a colheita de feno em seu campo, e havia flores a meus ps. No me hei sentido to feliz desde que meu pai morreu faz cinco anos. Logo te vi na cozinha, trabalhando. 
E pode ser que se sentiu deslumbrado tambm. " ajoelhou-se de novo, apoiou a cabea em seu ombro. Tem que voltar de noite do Dubln, Rogam? " 

Todos os detalhes minuto e aborrecida de seu programa correu como um rio atravs de seu crebro. Seu aroma, misturado com a sua, apoderou-se deles como uma nvoa. 
"Posso reordenar algumas costure, sair pela manh." 

Ela se tornou para trs, sorriu. "E prefiro no ir, sair para jantar." 

"vou cancelar as reservas." Jogou um olhar pela habitao. "No tem um telefone por aqui?" 

"por que? portanto, pode soar em meu ouvido e despertam? 

"No posso pensar nisso que lhe pedi." aliviou-se de distancia para atirar das calas enrugadas de seu traje. "vou baixar, fazer algumas chamadas." Olhou de novo 
aonde se ajoelhou no centro da estreita cama, enrugado. "Muito rpida das chamadas." 

"Poderiam esperar", gritou atrs dele. 

"No tenho inteno de ser interrompida por nada at manh." apressou-se a baixar, sentimentalmente recolhendo uma rainha dos prados farrapos a seu passo. 

Vamos, Maggie esperou cinco minutos, seis antes de subir da cama. estirou-se, fazendo uma careta um pouco na dor. A seu julgamento, o manto que foi arrojada descuidadamente 
sobre uma cadeira, continuando, cantarolando, abaixo passeava sem ela. Ainda estava no telefone, o receptor martelado em seu ombro enquanto tomava notas em seu livro. 
A luz, mais suave agora, agrupados a seus ps. "Reprogramar que para as onze. No, onze", repetiu. "vou estar de volta no escritrio por dez. Sim, e fique em contato 
com o Jos, verdade, Eileen? lhe diga que tenho que ter enviado outra remessa do Clare. Concannon de trabalho, sim. I. .." 

Ouviu o som detrs dele, olhou para trs. Maggie ficou como uma deusa da chama coroada, toda a pele de alabastro, curvas lisas e os olhos sabendo. A voz de seu secretrio 
zumbiam em seus ouvidos como uma mosca molesta. 

"O que? O que?" Seus olhos, sua expresso aturdida ao princpio, logo se esquenta, desnatada acima e para baixo, logo para cima outra vez para bloquear no rosto 
do Maggie. "vou tratar com ele quando retornar." Seus msculos do estmago se estremeceu quando Maggie se adiantou e atirou abaixo a cremalheira de sua cala. -No-disse 
com voz afogada. "Voc no pode ficar em contato comigo j dia de hoje. Eu sou ... "O flego assobiou entre dentes quando Maggie tomou em seus dedos largos e artista." 
Doce Jesus. Amanh, "disse com o ltimo de sua vontade". Verei-te amanh ". 

deu-se uma palmada ao receptor na base, onde se sacudiam a seguir, tirou-se a se chocar com o contador. "Interrompeu-me a chamada,-comeou-, logo riu quando ele 
a arrastou contra ele. estava-se passando de novo. Quase podia estar fora de si mesmo e ver o animal dentro de assumir o controle. Com um puxo desesperado, atirou 
a cabea para trs pelos cabelos e a garganta destroada, com a boca. A necessidade de levar a seu estava em seu apogeu, uma droga mortal que apunhalou em suas veias, 
a acelerao pulsados de seu corao e nubla sua mente. Lhe faria mal outra vez. Inclusive saiba, ele no podia parar. Com um som, a fria parte, o triunfo parcial, 
empurrou as costas  mesa da cozinha. Teve a satisfao escura, retorcida de ver seus olhos se abrem com surpresa. "Rogam, seus papis." 

Atirou de seus quadris do bordo da madeira, levantando com suas mos. Seus olhos estavam brilhantes guerreiros na dela como ele mesmo impulsionou nela. Sua mo se 
agitava a cabo, atirou a taa de seu pires e enviado em avio  planta. China rompeu, mesmo que a tabela sacudida enviou a sua maleta aberta estelar se contra o 
cho. Estrelas pareciam explorar ante os olhos do Maggie enquanto ela se entregou ao delrio. Ela sentiu a spera madeira em suas costas, o suor que floresceu at 
slicken sua pele. E quando se preparavam as pernas mais altas e profundas de empurre a si mesmo, ela poderia ter jurado que sentia lhe toque seu corao. Ento ela 
no sentia nada absolutamente, a no ser o vento selvagem que a jogou para cima e para cima e sobre esse pico de borde dentados. Ela faltou o ar como um afogamento 
mulher, logo expulso por um comprido gemido, lnguida. Mais tarde, em algum momento mais tarde, quando se encontrou com que podia falar, embalava-se em seus braos. 
"Terminou suas chamadas, ento?" Ele se riu e a levou fora da cozinha. 

Era cedo quando ele a deixou. Um Sunshower lanou vacilante arco ris no cu da manh. Fazia algumas oferecem sonho para ele fazer ch, e logo tinha derivado de 
novo. Assim que ele tinha ido  cozinha sozinho. Teria sido um jarro de endurecimento miservel caf instantneo em seu armrio. Apesar de que havia uma careta de 
dor, Rogam se tinham estabelecido para isso, e para o ovo em seu refrigerador. Estava recolhendo e tratando de resolver, seus papis se dispersaram quando ela tropeou 
na cozinha. Ela foi e de olhos turvos e enrugada, e apenas um grunhido dele enquanto se dirigia  caldeira. At aqui, pensou, para despedidas amoroso. 

"Eu o que parecia ser sua ltima toalha limpa." 

Ela grunhiu de novo e tirar com uma colher de ch. 

-E voc ficou sem gua quente em meio de minha ducha. " 

Esta vez s bocejou. 

"No tem nenhum ovo." 

Ela murmurou algo que soou como "galinhas do Murphy". Golpeou seus papis enrugados juntos e os empilhou em sua maleta. "deixei os recortes que queria no mostrador. 
Haver um caminho esta tarde a recolher o envio. Dever gaveta antes de uma." Quando ela no respondeu absolutamente a isto, ele rompeu sua maleta fechada. "Tenho-me 
que ir." Molesto, ele se aproximou dela, tomou o queixo com firmeza na mo e a beijou. "Te sentirei falta de, tambm." 

Foi pela porta principal antes de que pudesse reunir a seu engenho e correr atrs dele. "Rogam! Pelo amor de Deus, espera um momento. Logo que pus meus olhos abertos." 
voltou-se justo quando ela se lanou para ele. Perder o equilbrio, quase se desabou aos duas na cama de flores. Logo se foi capturado perto e se estavam beijando 
cada flego de outros na chuva suave e luminosa. 

"Te sentirei falta de, carajo." Lhe apertou a cara contra seu ombro, respirou profundo. 

"Vem comigo. Ir atirar algumas costure em uma bolsa e vem comigo." 

"No posso". Tornou-se para trs, surpreso de quanto o queria gozar de rechaar. "Hei algumas costure que tenho que fazer. E II no pode trabalhar muito bem no Dubln." 

-No-disse depois de um comprido momento. "No acredito que possa." 

"Poderia voltar? Tome um dia ou dois." 

"No  possvel agora. Em um par de semanas, talvez que podia." 

-Bom, isso no  tanto tempo. " Parecia uma eternidade. "Os dois podemos conseguir o que ter que fazer por fazer, e logo .. . " 

"E ento". Inclinou-se para beij-la. "Voc pensa em mim, Margarida Mara." 

"Farei-o." 

Ela o viu ir-se, levando sua maleta no carro, arrancar o motor, o respaldo  rua. ficou de p durante muito tempo depois de que o som do carro se desvaneceu, at 
que cessou a chuva e o sol dourado da manh. 



Captulo Treze 



MAGGIE cruzou a sala de estar vazia, jogou um largo olhar pela janela frontal, e logo voltou sobre seus passos. Foi a quinta casa que tinha considerado em uma semana, 
o nico que no ocupados atualmente pelos vendedores de esperana, e o ltimo tinha a inteno de vista. Foi nos subrbios do Ennis, um pouco mais longe do que Brianna 
tivesse gostado-y no do suficiente como para gostos do Maggie. Era novo, que estava em seu favor, uma caixa de uma casa com as habitaes em planta baixa. Dois 
dormitrios, Maggie refletiu enquanto percorria uma vez mais. Um banho, uma cozinha com espao para comer, uma sala de estar com um monto de tijolos do lar da luz 
e ordenado. Ela tomou um ltimo olhar, apertou os punhos nos quadris. "Isto  tudo." 

"Maggie,  claro que o tamanho correto para ela." Brianna se mordeu o lbio enquanto escaneada a habitao vazia. "Mas no temos que ter algo mais perto de casa?" 

"por que? Ela odeia que em nenhum caso." 

"Mas" 

"E isto est mais perto de mais comodidades. Lojas de mantimentos, o qumico, lugares para comer fora de se ela for de uma mente." "Ela nunca se apaga." 

" hora de que o fez. E j que no ter que saltar em cada estalo de um dedo, ela tem que faz-lo, no  certo?" 

"Eu no salto." rgida a coluna vertebral, Brianna se aproximou da janela. "E o fato da questo , o mais provvel  que se negam a avanar nesta questo, em qualquer 
caso." 

"Ela no se negar". No, pensou Maggie, com a tocha que tenho na cabea. "Se for deixar de lado que a culpa te quero envolver a respeito de voc por um momento, 
voc admitir isto  o melhor para todos. Ela ser mais feliz em seu prprio lugar, ou to feliz como uma mulher de sua natureza pode ser . Voc pode lhe dar o que 
queira sair da casa se que facilitar sua conscincia, ou vou lhe dar dinheiro para comprar novos. O que  o que ela prefere. " "Maggie, o lugar  sem encanto." 

"E assim  nossa me." antes da Brianna poderia replicar, Maggie se aproximou dela e abriu um brao pelos ombros rgidos. -vais fazer um jardim, justo s portas 
ali. vamos ter as paredes pintadas ou empapeladas ou o que seja necessrio ". 

"Poderia ser bom". 

"Ningum est melhor preparado para fazer isso que voc. Voc tirar todo o dinheiro que se necessita at que os dois de vocs esto satisfeitos". 

"No  justo, Maggie, que deve suportar todos estes gastos." 

"Mais justo do que pensa." chegou o momento, Maggie decidiu, para falar com a Brianna sobre sua me. "Sabia voc cantava? Profissionalmente?" 

"Me?" A idia era to descabelada, Brianna se ps-se a rir. "De onde tirou uma idia assim?" 

" certo. Aprendi dele por acidente, e comprovei para estar seguro." Colocou a mo em sua bolsa, tirou o Maggie recorte amarelados. "pode-se ver por ti mesmo, que 
foi escrito inclusive at um par de vezes." 

Sem palavras, Brianna escaneado do papel imprensa, olhava a foto desapareceu. "Ela cantou no Dubln", murmurou. "Ela tinha uma vida." Uma voz to clara e doce como 
sinos da igreja a manh de Pscoa ", diz. Mas, como pode ser isto? Ela nunca falou que isso uma vez. Tampouco d bem. " 

"pensei nisso muito nos ltimos dias." Ao voltar a vista, Maggie se aproximou da janela. "Ela perdeu algo que ela queria, e tem algo no o fez. Durante todo este 
tempo ela se est castigada, e todos ns. " 

Aturdido, Brianna baixou o recorte. "Mas nunca cantou em casa. No  uma nota. Ever". 

"Estou pensando que no podia suportar, ou que se considere sua penitncia por seu pecado negativa. Provavelmente ambas as coisas." Um cansao se apoderou do Maggie 
e ela lutou para defender-se. "Estou tratando de desculpas para isso, Brie, imaginar como devastada ela deve ter sido quando se inteirou que estava grvida de mim. 
E ser o que , no teria sido nada para ela, mas o matrimnio." 

"Foi um engano de sua parte te culpo, Maggie. Sempre foi. Isso no  menos certo hoje em dia." 

-Talvez. Entretanto, d-me mais de um entendimento de por que ela nunca me quis. Nunca ". 

"Voc ..." Cuidadosamente dobrada Brianna os recortes e os ps em seu prprio bolso. "falaste com ela dele?" 

"tentei. Ela no quer falar disso. Pde ter sido diferente." Maggie se voltou para trs, odiando  carga da culpa que no podia evitar. "Poderia ter sido. Se no 
podia ter a carreira que queria, no poderia ter sido a msica ainda. Ela tem tudo para fechar porque no podia o ter tudo?" 

"No sei a resposta. Algumas pessoas no se contentam com menos de tudo". 

"No pode ser trocado", disse Maggie com firmeza. "Mas vamos lhe dar isto, vamos dar tudo de ns isto." 

Com que rapidez o dinheiro regateou a distncia, Maggie pensou uns dias mais tarde. Parecia que quanto mais tem, mais te necessitava. Mas a escritura da casa estava 
em nome do Maeve, e os detalhes, as dzias deles que vinham de estabelecer um lar, estavam sendo tratados, um por um.  uma pena os detalhes de sua prpria vida 
parecia suspensa no limbo. Ela tinha falado logo que Rogam, pensou enquanto punha cara larga em sua mesa da cozinha. OH, as mensagens que teria sido transmitida 
atravs de seu Eileen e Jos, mas estranha vez a molstia de contatar com ela diretamente. Ou de voltar, como havia dito que faria. Bom, isso estava bem, pensou. 
Estava ocupada em qualquer caso. Havia qualquer quantidade de esboos que pediam que se converteu em cristal. Se ela era um pouco tarde para comear esta manh, 
foi s porque havia ainda deve decidir que projeto para perseguir em primeiro lugar. Certamente, no era porque estava esperando que o telefone criticou a soar. 
levantou-se e ficou  porta quando viu a Brianna pela janela, o co lobo dedicados atrs. 

"Bem. Eu esperava que me agarra antes de comear o dia." Brianna tomou a cesta de seu brao enquanto ela entrou na cozinha. 

"Voc o fez, justo. Vai bem?" 

"Muito". A passo acelerado e eficiente, Brianna ao descoberto os pozinhos ao vapor que havia trazido. "Procurando o Lottie Sullivan  como um presente de Deus." 
Ela sorriu, pensando na enfermeira retirada que tinha contratado como companheiro Maeve. "Ela  simplesmente maravilhoso, Maggie. Como parte da famlia j. Ontem, 
quando estava trabalhando nos macios de flores diante, me levava a cabo a respeito de como era muito tarde no ano para a semeia e como a pintura no exterior da 
casa era da cor equivocada. E, OH, justo a contrria. E Lottie estava ali rendo, em desacordo com tudo o que dizia. Juro-lhe isso, os dois deles eram o melhor momento 
de suas vidas ". 

"Oxal tivesse visto". Maggie abriu um pozinho. O aroma da mesma, e a foto da Brianna tinha posto em sua cabea, quase formado para pospor o trabalho de sua manh. 
-encontraste um tesouro, Brie. Lottie'll mant-la a raia. " 

" mais que isso. Ela desfruta muito de faz-lo. Cada vez que a me diz que algo horrvel, Lottie ri e pisca os olhos um olho e se vai de seu negcio. Nunca pensei 
que diria que, Maggie, mas realmente acredito que isto vai funcionar ". 

" obvio que vai funcionar". Maggie jogou um pouco de marco  pacincia Com esperana. "Perguntou-lhe se havia Murphy ajudar a mover a cama e as outras coisas que 
quer?" 

"Eu no tinha A. Palavra que compraste uma casa perto de seu Ennis. tive uma dzia de pessoas em passar pelas duas ltimas semanas, casuallike. Murphy j oferecia 
suas costas e seu caminho". 

"Ento ela se moveu ordenadamente com o Lottie antes de na prxima semana est para acima. comprei ns uma garrafa de champanha, e vamos a ns mesmos beber bbado 
quando se faz." 

Brianna lbios lhe tremeram, mas sua voz estava sbrio. "No  algo para celebrar." 
-Ento, s vou cair em, casual, como, "disse Maggie com um sorriso malicioso. "Com uma garrafa de champanha me sob o brao." 

Embora Brianna lhe devolveu o sorriso, seu corao no estava nela. "Maggie, tratei de falar com ela a respeito de seu canto." Estava triste de ver a luz sai dos 
olhos de sua irm. "Pensei que devia." 

" obvio que sim." A perda de seu apetite pelo pozinho, Maggie jogou o resto a Com. "Teve mais sorte que eu?" 

"No, ela no quis falar comigo, s se zangou." No valia a pena contar os golpes verbais golpe por golpe, Brianna pensamento. Para isso s serviria para difundir 
a infelicidade mais grosa. "Ela se foi a sua habitao, mas ela tomou os recortes com ela." -Bom, isso  algo. Talvez seu bem-estar. " Maggie sacudiu quando o telefone 
soou e saiu a toda pressa da cadeira com tanta rapidez que Brianna se abria. "Ol. OH, Eileen, verdade?" A decepo em sua voz era inconfundvel. "Sim, enviei as 
fotos que para o catlogo. vem-se mais que bem. Talvez deveria lhe dizer ao senhor que me Sweeney-OH, uma reunio. No, isso est bem, ento, voc pode lhe dizer 
que aprovava eles. No h de que. Adeus. " 

"Voc respondeu o telefone", comentou Brianna. 

" obvio que sim. Soou, no?" 

O tom sarcstico da voz de sua irm havia sobrancelhas arqueadas Brianna'S. "Esperava uma chamada?" 

"No. por que pensa assim? " 

-Bom, a forma em que remontar, como se fosse um menino detrs ter arrebatado de diante de um carro. " 

OH, que tinha? Maggie pensamento. Se tivesse feito isso? Foi humilhante. "Eu no gosto do maldito timbre minhas orelhas, isso  tudo. Tenho que ir trabalhar." Com 
uma tarifa que, como-te-bien, ela saiu da cozinha. 

No importava um carajo brincar a seu se se chamava ou no, Maggie se disse. Talvez tinha passado trs semanas desde que tinha voltado para o Dubln, ao melhor s 
tinha falado com ele duas vezes em todo esse tempo, mas apenas lhe importava. Estava muito ocupado para ser incomodado conversando por telefone, ou descansar, se 
ele foi ver a. Tal como havia sangue e disse que, acrescentou em silncio, e fechou a porta da loja detrs dela. No necessitava companhia Rogam Sweeney, ou de qualquer 
pessoa. Ela mesma havia. Maggie agarrou sua pipa e ficou a trabalhar. 



O comilo formal Connellys 'recordaram-se ao Maggie em um conjunto que tinha visto na telenovela brilhante que tinha sido na televiso o dia que seu pai morreu. 
Tudo brilhava e brilhava e brilhava. Veio da colheita de uvas melhor brilhava o ouro no cristal, arco e flecha ris nas facetas. Velas, magro e branco, somados  
elegncia da luz derramado de um candelabro de cinco nveis. A gente que rodeia  mesa com coberta de encaixes eram to gentil como o quarto. Anne, de seda de safira 
e diamantes da av, era a viva imagem da anfitri amvel. Dennis, elimine da boa comida e melhor companhia, com vigas a sua filha. Patricia olhou particularmente 
encantador, e to delicado como as prolas rosa bolo e cremoso que levava. Atravs dela, Rogam bebeu seu vinho e lutou para manter sua mente se distraia ao oeste, 
para o Maggie. 

" muito bom ter uma comida familiar e tranqilo." Anne e recolhido na parte miservel de faiso no prato. A escala lhe tinha advertido que tinha acrescentado duas 
libras no ltimo ms, e que nunca faria. "Espero que no est decepcionado por no convidou a uma festa, Rogam." 

" obvio que no.  um prazer, um uma estranha para mim nestes dias, para passar uma tarde tranqila com os amigos." 

"Exatamente o que estive dizendo ao Dennis-prosseguiu Anne sucessivamente. "por que, quase no vimos em meses. Voc trabalha muito duro, Rogam." 

"Um homem no pode trabalhar muito duro em algo que ama," Dennis ps pulg 

"Ah, voc e seu trabalho do homem." Anne riu brandamente e logo que resistiu patadas a seu marido debaixo da mesa com elegncia. "Muito negcio muito tempo faz que 
um homem, digo eu. Especialmente se ele no tem esposa de acalm-lo". Saber onde se tratava de lderes, Patricia fez todo o possvel para trocar de tema. "Voc teve 
um grande xito em mostrar a senhorita do Concannon, Rogam. E ouvi a arte indgena americana foi muito bem recebida". 

-Sim, em ambos os casos. A arte americana se est movendo  galeria Cork esta semana, e a senhorita Maggie's Concannon's-passa a Paris pouco. Ela terminou algumas 
peas assombrosas deste ms passado ". 

"Vi alguns deles. Acredito que Jos cobia o mundo. A uma com tudas as cores e formas em seu interior.  muito fascinante realidade." Patricia cruzou as mos em 
seu regao como sobremesa se serve. "Pergunto-me como se feito." 

"Se chegar o caso, eu estava ali quando ela o fez." Recordou o calor, as cores sangrada, a zling siz fascas. "E ainda no o posso explicar a voc." 

O olhar de seus olhos Anne ps em alerta mxima. "Saber muito sobre o processo artstico pode danificar o desfrute, no te parece? Estou seguro de que  todo rotina 
 senhorita Concannon, depois de tudo. Patricia, voc no nos h dito aproxima seu pequeno projeto? Como vai o dia escolar? " 

"Est ficando muito bem, obrigado." 

"Imagine nossa pequena Patricia abrir uma escola." Anne sorriu com indulgncia. 

Rogam se deu conta de um salto culpado de que ele no tinha pedido a Patricia sobre seu projeto favorito nas ltimas semanas. "encontraste um lugar, ento?" 

"Sim, tenho.  uma casa do Mountjoy Square. O edifcio requerer uma certa renovao,  obvio. contratei a um arquiteto. Os motivos so mais que adequadas, com muito 
espao para reas de jogo. Espero o ter preparados para meninos a prxima primavera. " 

E ela o podia imaginar. Os bebs e meninos pequenos cujas mes necessitavam um lugar confivel para deixar a seus filhos enquanto trabalhavam. Os meninos maiores 
dessa idade que viria depois da escola e antes do fechamento de atividades. Seria encher alguns dos dores, pensou, e o vazio que pulsava em seu interior. Ela e Robert 
no tinha tido filhos. Tinham estado to seguro de que havia um monto de tempo. To seguro. 

"Estou seguro que Rogam podia lhe ajudar com o final do negcio da mesma, Patrcia-prosigui Anne sucessivamente. "depois de tudo, voc no tem nenhuma experincia." 

"Ela  minha filha, no?" Dennis interrompeu com uma piscada. "Ela vai fazer bem". 

"Estou seguro que o far." Uma vez mais Ana morria de vontades de conectar com o p com a perna de seu marido. 

Ela esperou at que esteve na sala com sua filha e os homens foram detendo-se em copos de porto no comedor-una costume Ana se negou a acreditar antiquada. Despediu-se 
da donzela que tinha rodado no caf, e se voltou para sua filha. 

"O que est esperando, Patricia? Est deixando que o homem escorregar entre os dedos." 

"Por favor, no comece isto". J Patricia podia sentir a vibrao surda e persistente de uma dor de cabea. 

"Quer ser uma viva de toda a vida, suponho." Sombrias de olhos, nata da Anne acrescentado  taa. "Estou-te dizendo que foi tempo suficiente." 

"Estiveste-me dizendo que, posto que um ano depois do Robbie morreu." 

"E no  mais que a verdade." Anne suspirou. Ela tinha odiado a ver sua filha chorar, tinha chorado larga e dura si mesmo, no s pela perda do filho-em-lei que 
ela tinha amado, mas pela dor que ela tinha sido incapaz de apagar dos olhos da Patricia. "Carinho, tudo o que todos desejamos que no era assim, Robert se foi." 

"J sei. Eu o aceitei e estou tratando de seguir adiante". 

"Ao iniciar um servio de creche para os filhos de outras pessoas?" 

"Sim, em parte. Fao isso para mim, me. Porque necessito o trabalho, a satisfao dela." 

"terminei que tratar de falar disso." Em um gesto de paz, Anne levantou as mos. "E se for o que quer, realmente, pelo que  o que quero tambm." 

"Obrigado por isso." Patricia rosto se suavizou quando ela se inclinou para beijar a bochecha de sua me. "Eu sei que s querem o melhor para mim." 

-Sim. O que  exatamente por isso que quero Rogam para ti. No, no se fecham para acima em mim, moa. Voc no pode me dizer que no o querem assim. " 

"Preocupo-me com ele", disse Patricia com cuidado. -Muito. Sempre tenho feito. " 

"E para ti. Mas voc  um passo atrs, com muita pacincia, e esperando que dar o seguinte passo. E enquanto espera que se converta em distrao. Uma mulher cega 
podia ver que ele est interessado em mais que isso Concannon a arte da mulher. E no  o tipo que esperar ", adicionou Anne com um movimento do dedo. -OH, no, 
certamente. Ela v a um homem de origem Rogam e mdios e o complemento at antes de que possa abrir e fechar. " 

"Duvido muito Rogam pode encaixar-se", disse Patricia com secura. "Ele sabe que sua prpria mente." 

"Na maioria de reas", assentiu Anne. "Mas os homens precisam ser guiados, Patricia. Ofuscados. Voc no se estabeleceu para seduzir Rogam Sweeney. Tem que fazer 
que o veja voc como mulher, no como a viva de seu amigo. Voc o deseja, no verdade? 

"Acredito" 

" obvio que sim. Agora v a ele que ele te quer, tambm." 

Patricia disse Rogam pouco quando a conduziu a casa. Inicio  casa que tinha compartilhado com o Robert, a casa no podia dar-se por vencido. J no entrava em uma 
habitao esperando encontrar o esperava, ou sofrido as barras de prata de dor a momentos perdidos, quando de repente recordou sua vida em comum. trata-se simplesmente 
de uma casa que mantinha boas lembranas. Mas, que querem viver nela sozinho pelo resto de sua vida? Queria passar seus dias cuidando dos meninos de outras mulheres, 
enquanto que no havia nenhum de sua prpria para iluminar sua vida? Se sua me tinha razo, e Rogam era o que queria, ento o que estava mal com um atrativo pouco. 

No quer vir em um momento? " -perguntou ela quando ele a acompanhou at a porta. " cedo ainda, e estou inquieto." 

Pensou em sua prpria casa vazia, e as horas antes de que comeasse a jornada trabalhista. "Se me prometerem um brandy. 

"Na terrao-assentiu ela, e entrou. 

A casa reflete a tranqila elegncia e o gosto impecvel de sua proprietria. Apesar de que sempre havia sentido por completo como em casa, Rogam pensamento desordenado 
da casa do Maggie e a cama desfeita estreito. Inclusive a taa de conhaque recordava ao Maggie. Pensou na forma em que ela tinha quebrado uma contra a chamin em 
uma fria da paixo. E pelo pacote que tinha chegado dias depois, a celebrao da que ela tinha feito em seu lugar. 

" uma noite formosa", disse Patricia, e suas aventuras enganchado ateno. 

"O que? OH, sim. Sim, -o." Ele fez girar o conhaque, mas no bebeu. 

Uma lua crescente montou o cu, embaciado pelas nuvens, continuando, brilhando branca e fina como a brisa lhes deu uma cotovelada clara. O ar era morno e fragrante, 
s turbado pelo rudo surdo de trfico alm dos sebes. 
"Quero saber mais sobre a escola,-comeou-. "O que o arquiteto escolheu?" Chamou uma empresa passava. Eles fazem um bom trabalho. utilizamos por ns mesmos. " 

"Sei. Jos lhes recomendou. foi uma ajuda maravilhosa, embora me sinto culpado de tomar sua mente de seu trabalho". 

"Ele  muito capaz de fazer uma meia dzia de coisas de uma vez." 

"Nunca se parece com a mente minha queda na galeria". Prova dele, ela mesma, Patricia se aproximou. -Te senti falta de. 

As coisas foram agitados. "ficou o cabelo detrs da orelha, um gesto antigo, um velho costume que nem sequer estava informado de." Teremos que fazer um espao. No 
fomos ao teatro nas ltimas semanas, verdade? " 

"No" Lhe agarrou a mo, sustentou-o. "Mas me alegro de que temos tempo agora. Sozinha. " 

Um sinal de alarme soou em sua cabea. Descobriu que esqueceu to ridculo e lhe sorriu. "vamos fazer mais. por que no vm por que a propriedade que compraste, 
revis-lo para voc?" 

"Voc sabe que o valor de sua opinio." O corao lhe pulsava luz, rpida, no peito. "Voc valor". 

antes de que pudesse trocar de opinio, inclinou-se para diante e apertou a boca  sua. Se tivesse havido alarma em seus olhos, ela se negou a v-lo. N doce beijo, 
esta vez platnico. Patricia curvou os dedos no cabelo e se serve no mesmo. Ela queria, queria desesperadamente, a sentir algo novo. Mas suas armas no chegaram 
a seu redor. Seus lbios no calor. ficou de p, imvel como uma esttua. No era o prazer, nem era o desejo que tremia entre eles. Era o frio ar de descarga. tornou-se 
para trs, viu o assombro e, pior, muito pior, o pesar em seus olhos. Picado, ela se voltou de distncia. 

Rogam estabelecido seu conhaque sem tocar abaixo. "Patricia". 

"No o faa. Ela apertou os olhos com fora. "No diga nada". 

" obvio que o farei. Tenho que faz-lo." Suas mos vacilou sobre seus ombros e finalmente se estabeleceu com suavidade. "Patricia, sabe quanto I. .." Que palavras 
estavam ali? pensava freneticamente. Que possveis palavras? "Preocupo-me com ti", disse, e odiava a si mesmo. 

"Deixa nisso." agarrou-se com as mos juntas at que seus dedos lhe doam. "Estou humilhado o suficiente." "Nunca pensei-" Amaldioou-se uma e outra, porque se sentia 
to miservel, maldito Maggie por ter razo. "Patty", disse com impotncia. "Sinto muito". 

"Estou seguro de que ". Sua voz era fria de novo, apesar de seu uso de seu apodo de idade. "E eu tambm, por que lhe pe em uma posio to incmoda." 

"A culpa  minha. Entenderam-me." 

"por que?" Fria, ela se separou de suas mos, deu-se a sua vez. Na luz das estrelas com manchas, sua cara era frgil como o cristal, com os olhos em branco. "Sempre 
estou a, no? Deixar cair por, disponvel para qualquer que seja a noite  possvel que tenha livre. Pobre Patricia, a to cabos soltos, sonhar com seus projetos 
pouco para manter-se ocupada. A jovem viva que se conforma com um tapinha na cabea e um sorriso indulgente. " 

"Isso no  de tudo certo. No  a maneira que me sinto." 

"No sei como se sente." Sua voz se elevou, gretados, alarmante aos dois. "No sei como me sinto. S sei que quero que v, antes de dizer as coisas que nos envergonham 
de uma vez mais do que j so." 

"No posso sair desta maneira. Por favor, entrar, sentar-se. vamos falar." 

No, pensou, ela chorava e completar sua mortificao. "Quero dizer que, Rogam," disse ela secamente. "Eu quero que v. No h nada para nenhum de ns de dizer, 
mas as boa noite. Voc sabe a maneira de sair." Ela passou junto a ele, na casa. 

Malditos sejam todos mulheres, Rogam pensou enquanto avanava na galeria da tarde seguinte. Malditos sejam por sua assombrosa habilidade para fazer que um homem 
se sinta culpado e necessitados e idiota. Tinha perdido um amigo, quem era muito querido por ele. Lost ela, pensou, porque tinha deixado de ver seus sentimentos. 
Os sentimentos, que recordava com crescente ressentimento, que Maggie tinha visto e entendido em um abrir e fechar de olhos. O acossado pelas escadas, furioso consigo 
mesmo. por que foi que no tinha idia de como dirigir duas das mulheres que tanto significava para ele? quebrado-se o corao da Patricia, sem cuidado. E com o 
Maggie, Deus a amaldioou, tinha o poder de romper o seu. A gente alguma vez se apaixonam por algum que estava ansioso por retornar? Bom, ele no seria to parvo 
para atirar seus sentimentos aos ps do Maggie e a ho esmag-los. Agora no. No depois de que tinha feito sem querer esmagar alguns dos seus. Podia se levam muito 
bem por sua conta, obrigado. Entrou na primeira sala de estar e franziu o cenho. ps-se umas quantas peas mais de seu trabalho em tela. Uma mera olhada do que seria 
uma excurso nos prximos doze meses. O mundo que tinha criado diante de seus olhos brilharam de novo nele, que parecia conter todos os sonhos que tinha reclamado 
se levaram a cabo no interior, os sonhos que agora se burlaram dele enquanto olhava em suas profundidades. Era igual de bem que ela no tinha respondido o telefone 
quando ele tinha chamado a noite anterior. Talvez havia a necessitava nesse momento enquanto que o miservel por culpa Patricia tinha arranhado nele. Havia precisava 
ouvir sua voz, a acalmar-se com ele. Em seu lugar, tinha ouvido o seu, recortado e preciso na secretria eletrnica. negou-se a fazer a prpria gravao. Assim em 
lugar de uma conversao tranqila, talvez tarde na noite ntima, que tinha deixado uma mensagem concisa que, sem dvida, incomodar ao Maggie tanto como lhe incomodava. 
Deus, que a desejava. 



-Ah, justo o homem que queria ver. " Alegre como um petirrojo, Jos veio  habitao. "vendi Carlotta". sorriso de satisfao do Jos se desvaneceu na curiosidade, 
quando se voltou Rogam. "Mau dia, verdade?" 

"Eu tive melhores. Carlotta, diz voc? A quem?" 

"Para um turista americano que passeava nesta manh. Estava absolutamente fascinado pela Carlotta. Estamos tendo seu enviado, o pintura, que  a um lugar chamado 
Tucson. " 

Jos se sentou na esquina da sede amor e acendeu um cigarro de celebrao. "A American afirmou que ela adora nus primitivo, e nossa Carlotta era certamente primitivo. 
Estou muito afeioado de nus mim mesmo, mas nunca foi Carlotta meu tipo. Muito pesado no quadril e as pinceladas. Bom, o artista carecia da sutileza , digamos. " 

"Foi um excelente azeite", disse Rogam ausente. 

"Por seu tipo. Desde que prefere algo um pouco menos bvio, no se arrepender para enviar Carlotta fora ao Tucson". Atirou um cinzeiro pouco flip-Top de seu bolso 
e tocou seu cigarro no mesmo. "Ah, e essa srie de aquarela, do escocs? Chegou faz uma hora.  um trabalho formoso, Rogam. Acredito que tenho descoberto outra estrela. 
" 

"Um golpe de sorte. Se no tivesse sido a comprovao da fbrica no Inverness, eu nunca teria visto a pintura." 

"Um artista da rua." Jos meneou a cabea. "Bom, no por muito tempo, posso garanti-lo. H uma qualidade mstica maravilhosamente  obra, mas bem frgil e austero". 
Seus dentes brilharam em um sorriso. "E um nu assim, para compensar a perda da Carlotta. mais de meu gosto, vou ter que dizer. Ela  elegante, muito delicado e um 
pouco tristes olhos. Apaixonou-me perdidamente." 

interrompeu-se, ruborizando-se um pouco ao redor do pescoo quando viu a Patricia na porta. Seu corao tremia sem remdio. Fora de seu alcance, moo-ou, recordou-se. 
Caminho fora de seu alcance. Seu sorriso foi correndo enquanto se levantava. 

"Ol, Patricia. Que formoso verte." 

Rogam se voltou, decidiu que devia ser aoitado por pr essas sombras sob os olhos. 

"Ol, Jos. Espero no estou molesto." 

"No, absolutamente. A beleza  sempre bem-vindo aqui". Tomou a mo, beijou-a, e chamou a si mesmo um idiota. "Gosta do ch?" 

-No, no problemas ". 

"No  nenhum problema, nenhum problema absolutamente. Est perto do fechamento." 

"Sei. Eu esperava ..." Patricia se preparou. 

"Jos, te importaria? Preciso ter um momento a ss com Rogam." 

" obvio que no." Louco. Genis. Imbecil. "Vou para abaixo. vou pr a bule se voc trocar de opinio ". 

"Obrigado". Esperou at que ele se foi, continuando, fechou a porta. "Espero que no te importa minha chegada, j que  to perto do fechamento." 

-No,  obvio que no. Rogam no estava preparado, uma vez mais, descobriu, a si mesmo manga. -Me alegro de que tenha vindo. " 

-No, no o . " Ela sorriu um pouco enquanto o dizia, para aliviar a ardncia. "Voc est de p ali, desesperadamente tratando de pensar no que dizer, como comportar-se. 
soube que muito tempo, Rogam. Podemos nos sentar? 

-Sim,  obvio. " Ele comeou a oferecer uma mo e logo o deixou cair a seu lado. Patricia elevou uma sobrancelha no movimento. sentou-se, cruzou as mos sobre o 
regao. "vim a pedir desculpas." Agora, sua angstia foi total. "Por favor, no. No  necessrio." 

H cada necessidade. Voc me faz a cortesia de me escutar. " 

"Patty". Se sentou, assim, sentiu que seu estmago estacada. "Fiz chorar." Era mais que evidente agora que estavam perto. Entretanto a maquiagem cuidada, podia ver 
os sinais. 

-Sim, fez-o. E depois que tinha terminado de chorar, pu-me a pensar. Quanto a mim. " Ela suspirou. "tive muita prtica muito pouco pensar por mim mesmo, Rogam. Mame 
e papai cuidava perto de mim. E tinham expectativas. Eu sempre tinha medo de que no podia reunir-se com eles." 

"Isso  absurdo" 

"Eu pedi que me escute", disse em um tom que havia lhe olhando com surpresa. "E o far. Voc sempre esteve ali, do momento em que era o que-quatorze, quinze? E logo 
estava ali Robbie. Eu estava to apaixonada que no havia necessidade de pensar, no h espao para isso. Tudo era ele, e pr a casa juntos, formar um lar. Quando 
o perdi, pensei que me ia morrer, tambm. Deus sabe que eu queria. " 

No havia nada mais Rogam podia fazer, mas tomar sua mo. "Eu o amava tambm." 

"J sei. E foi voc quem me conseguiu atravs dele. Voc, que me ajudou a chorar, continuando, deslocar-se depois do duelo. Eu poderia falar do Robbie com voc, 
e rir ou chorar. foste o melhor dos amigos de mim, assim era natural que eu te amo. Se parecia razovel que espere at que comeou a ver-me como uma mulher em lugar 
de um velho amigo. Ento, no seria muito natural para que voc possa apaixonar-se por mim, pea-me que te case? " 

Seus dedos se moviam sem descanso sob o seu. "Se tivesse emprestado maior ateno" 

"Teria que ainda se v nada do que no desejamos ver", concluiu ela. "Por razes que prefiro no amaldioar DIS, decidi que tomaria o seguinte passo a mim mesmo, 
ontem  noite Quando te beijo, eu esperava sentir, OH, Stardust e raios de lua. Lancei-me a beijar a voc, esperando que ser tudo o que tinha estado esperando, todos 
esses rebocadores maravilhoso, terrvel e tira. Queria tanto a sentir de novo. Mas no o fiz. " 

"Patricia, no  que o I- interrompeu, entrecerrando os olhos. "Peo-lhe perdo?" 

Ela riu, confundindo o to mais. "Quando terminei meu castigo ataque de pranto, pensei que atravs de todo o episdio. No era s que foi tomado por surpresa, Rogam. 
Dava-me conta de que havia sentido nada quando me beijou . " 

"Nada absolutamente", repetiu depois de um momento. "Nada mais que a vergonha por ter posto aos duas em uma situao potencialmente terrveis. Me ocorreu que, embora 
Te amo com loucura, eu no estou apaixonado por voc em tudo. Simplesmente estava beijando a meu melhor amigo." 

-J vejo. " Era ridculo sentir-se como se sua dignidade tinha sido impugnada. Mas ele era, depois de tudo, um homem. "Isso  sorte, no?" 

Lhe conhecia bem. Rendo, lhe estreitou a mo  bochecha. "Agora que te ofendi. 

-No, no. Alivia-me que ordenamos isto. " Seu olhar suave lhe havia maldio. -Est bem, maldita seja, insultaste-me. Ou pelo menos banguela meu orgulho masculino 
". Lhe devolveu o sorriso dela. "Amigos, ento?" 

"Sempre." Deixou escapar um comprido suspiro. "No posso dizer quo aliviado estou de que isso  mais. Sabe, acredito que vou ter ao Jos de que o ch. Pode te unir 
a ns?" 

"Sinto muito. Acabamos de conseguir em um embarque desde o Inverness Quero olhar por cima." 

Ela se levantou. "Voc sabe, tenho que estar de acordo com a me em uma coisa. Est trabalhando muito, Rogam. est-se comeando a mostrar. Necessita uns dias para 
relaxar-se." "Em um ms ou dois." Sacudindo a cabea, ela se inclinou para beij-lo. "Voc sempre diz isso. Eu gostaria de pensar que significava este momento". 
Ela inclinou a cabea, sorriu. "Acredito que sua vila no sul da Frana  um lugar excelente no s para relaxar-se, mas para a inspirao criativa. As cores e as 
texturas, sem dvida, uma chamada a um artista." 

Abriu a boca, fechou-a de novo. "Voc me conhece muito bien-murmurou-. 

"Sim quero. lhe d um pouco de pensamento." Ela o deixou melanclico e baixou  cozinha. Dado que Jos estava na galeria principal com uns poucos clientes persistentes, 
comeou a elaborar cerveja o ch a si mesmo. Joseph chegou justo quando estava jogando a primeira taa. "Sinto muito", disse. "Eles no se apressou ao longo, nem 
podiam seduzir a desprender-se de uma s libra. Aqui pensei que terminaria o dia com a venda de que a escultura de cobre. J sabe, que se v um pouco como um arbusto 
de acebo, mas se afastou de mim. " 

"Tem um pouco de ch e do console a ti mesmo." 

-Farei-o, obrigado. H-se deteve quando ela se voltou para ele e viu seu rosto na plena luz. 

"O que ? O que tem de mau?" 

"por que, nada." Ela trouxe as taas  mesa, esteve a ponto de cair to quando a agarrou pelos braos. 

-estiveste chorando ", disse em uma voz tensa. "E h sombras sob os olhos." 

Em um suspiro impaciente ps as taas empurres para baixo. "por que so to condenadamente caros cosmticos se no fazer o trabalho? Uma mulher no pode permitir-se 
a si mesmo em uma rajada boa chorando se no poder confiar nela em p." Ela comeou a sentar-se, mas suas mos se mantiveram firmes em seus ombros. Surpreendida, 
ela levantou a vista para ele. O que viu em seus olhos havia torpes. "No  nada, realmente nada. S um pouco de necedad. Sou ... agora estou bem." 

No acreditava. Tinha-a celebrado antes,  obvio. Tinham danado juntos. Mas no havia msica agora. S ela. Pouco a pouco, levantou uma mo, o polegar roou brandamente 
sobre as manchas tnues sob os olhos. "Ainda o sinto falta de. Robbie". 

"Sim. Eu sempre o farei." Mas o rosto de seu marido, to bem amado, imprecisa. Ela s viu o Jos. "No estava chorando pelo Robbie. Em realidade no. Que no estou 
seguro exatamente o que eu chorava por". 

Ela era to formosa, que a seca. Seus olhos to suave e confuso. E nunca seu piel-tinha ousado tocar seu similar antes-foi como a seda. "No ter que chorar, Patty," 
ouviu-se dizer. Ento ele a beijava, a boca infiltrada a dela como uma flecha, sua mo recolhendo nesse balano de cabelo suave. perdeu-se, afogando-se no perfume 
dela, dor na forma em que seus lbios se abriram pela surpresa que lhe permitem um gosto comprido, com corpo dela. Seu corpo deu  sua, uma influncia delicada da 
fragilidade que despertou as necessidades insuportvel e em conflito. Para tomar, para proteger, para consolar e possuir. Era seu suspiro, descarrega parte, perguntam-se 
parte, que lhe rompeu as costas como um faceful de gua geada. "II peo perdo." Procurou provas sobre as palavras, e logo ficou rgido com pesar quando ela sozinho 
o olhou fixamente. Emoes batido doentia dentro dele como ele deu um passo atrs. "Isso foi imperdovel." Girou sobre seus tales e se afastou antes de que sua 
cabea deixou de girar. Deu um passo detrs dele, seu nome nos lbios. Ento se deteve, apertou a mo ao corao de sua carreira e a deixou tremendo as pernas fivela 
dela em uma cadeira. 

Jos? Sua mo se deslizou do peito a sua bochecha avermelhada. Jos, pensou de novo, cambaleou-se. por que, era ridculo. Eles no eram mais que amigos casuais que 
compartilhavam um afeto por Rogam e para a arte. Foi ... assim, o mais parecido que sabia a um bomio, decidiu. Encanto, sem dvida, como toda mulher que entrou 
na galeria que dou f. E s tinha sido um beijo. S um beijo, disse-se ao chegar  taa. Mas sua mo tremeu e se derramou o ch sobre a mesa. Um beijo, deu-se conta 
de um salto, que lhe tinha dado os raios da lua, o Stardust, e todos os rebocadores maravilhoso e aterrador e tira dela tinha esperado. Jos, pensou outra vez, e 
saiu correndo da cozinha para busc-lo. Ela alcanou a ver dele fora e se lanou o passado Rogam com apenas uma palavra. 
Jos! " 

deteve-se, jurou. Aqui foi, pensou com amargura. Havia uma bofetada por boa e correta, e-posto que ele no tinha feito uma sada bastante rpida em pblico. Resignado 
a fazer frente  msica, voltou-se, arrojou sua juba por cima do ombro. Ela se deslizou a uma polegadas de alto em frente dele. "I-" Ela se esqueceu por completo 
o que ela esperava que dizer. 

"H todo o direito de estar zangado," disse-lhe. "Pouco importa que alguma vez quis, quer dizer, eu s queria ... Maldita seja, que espera? Vem em um aspecto to 
triste e formosa. To perdido. Esquecia-me, e me desculpei por isso ". 

Ela se havia sentido perdido, deu-se conta. perguntou-se se ia entender o que era como saber exatamente onde estava, e acreditar que sabia onde foi, mas que se perde 
de todos os modos. Ela pensou que ele poderia. 

"vai ter jantar comigo? " 

Piscou, deu um passo atrs. Olhou fixamente. "O que?" 

"Quer jantar comigo?" , repetiu. sentia-se enjoada, quase temerria. "Esta noite. Agora." 

"Quer jantar?" Falava devagar, espaando cada palavra. "Comigo esta noite?" 

Lhe via to desconcertado, por isso desconfiam, que se ps-se a rir. "Sim. Em realidade, no, isso no  o que quero absolutamente." 

-Muito bem, ento. Ele assentiu com a cabea rgida e se dirigiu pela rua. 

"No quero comer", disse em voz alta, em voz alta que as cabeas do volta. Quase sem nenhum reparo? pensou OH, no, totalmente imprudente. "Quero que me beije outra 
vez." 

Isso o impediu. voltou-se, ignorou a piscada e palavra de flego de um homem com uma camisa floreada. Como um cego a provas, aproximou-se para ela. "No estou seguro 
de que tomei". 

"Ento vou falar claro." tragou-se uma borbulha de orgulho estpido. "Quero que me leve a casa com voc, Jos. E quero que me beije outra vez. E a menos que haja 
muito equivocado o que estamos sentindo tanto, quero fazer o amor comigo." Ela tomou o ltimo passo para ele. "Entendeu isso, e  agradvel para voc?" 

" aceitvel?" Tomou a cara entre as mos, olhou fixamente aos olhos. "perdeste o julgamento. Graas a Deus." Ele riu e se precipitou seu contrrio. "OH,  mais 
que agradvel, querida Patty. Muito mais. 



Captulo XIV 



MAGGIE dormido em sua mesa da cozinha, com a cabea sobre os braos cruzados. dia da mudana tinha sido um verdadeiro inferno. Sua me se queixou constantemente, 
cedeu desinteresadamente, sobre tudo, da queda constante de chuva para as cortinas Brianna tinha pendurado na janela do frente amplo da nova casa. Mas valeu a pena 
a misria dos dias para ver Maeve ao fim se instalou em sua prpria casa. Maggie tinha mantido sua palavra, e Brianna estava livre. Entretanto, Maggie no tinha 
esperado a onda de culpa que lhe alagou quando Maeve tinha chorado, suas costas encurvada, a cabea afundada entre as mos e as lgrimas quentes rpida filtrao 
atravs de seus dedos. No, ela no tinha esperado a sentir-se culpado, ou para sentir lstima por to miserablemente  mulher que logo que tinha terminado a maldio 
antes de que ela se desabou em pranto. Ao final, foi Lottie, com sua alegria a passo ligeiro, imperturbvel que tinham tomado o controle. Ela correu ao tanto Brianna 
e Maggie fora da casa, lhe dizendo que no se preocupassem, no, no se preocupe um pouco, j que as lgrimas eram to naturais como a chuva. E o que  um lugar 
encantador que era, tinha ido dizer, todo o tempo empurrando e empurrando ao longo. Ao igual a uma casa de bonecas e ordenada como simplesmente. Estariam bem. Seriam 
como os gatos acolhedor. Havia quase empurraram em caminho do Maggie. Assim se fez, e tinha razo. Mas no haveria abertura de garrafas de champanha de noite. 

Maggie tinha bebido um usque reforos cruzados e simplesmente em um monto de emoes esgotado na mesa enquanto a chuva tamborilava no teto e o entardecer aprofundou 
a escurido. O telefone no pde despert-la. Soou mais exigente enquanto ela dormitava. Mas a voz de Rogam apunhalado atravs da fadiga e a havia sacudida para 
acima, sacudindo o sonho. 

"vou esperar para ouvir de voc pela manh, como hei nem o tempo nem a pacincia para dever buscar eu mesmo." 

"O que?" Aturdido, piscou como um mocho e olhou ao redor do quarto escuro. por que, ela tivesse jurado que tinha estado a, acossando a ela. 

Molesto porque a sesta se interrompeu, e que a interrupo lhe recordou que tinha fome e no havia mais que comer na casa que satisfaa a um pssaro, ela se separou 
da mesa. Havia baixar toErie s ", decidiu. Raid sua cozinha. Talvez poderiam animar uns aos outros. Ela estava chegando a um limite quando viu o eco impaciente vermelho 
na secretria eletrnica. 

"Bloody chateio-murmur-, mas apunhalado os botes at que rebobinar a cinta, e logo jogou. 

"Maggie". Uma vez mais, a voz de Rogam encheu a habitao. fez-se sorrir ao dar-se conta de que tinha sido a nica para despert-la, depois de tudo. por que diabos 
no alguma vez responder a esta coisa?  meio-dia. Quero que chamar o momento em que chegam de seu estudo. Digo-o a srio. H algo que tenho que discutir com voc. 
portanto, voc estranho. Maldita voc, Maggie, voc estranho ". A mensagem se apagou, e antes de que pudesse sentir-se muito satisfeito dela, comeou outra. 

"Crie que no tenho nada melhor que fazer que passar meu tempo a falar com este condenado mquina? " 

-No-respondeu ela-, mas voc  o que o ps aqui. " 

" um meio quatro agora, e tenho que ir pela galeria. Talvez eu no me explico bem. Preciso falar com voc, hoje em dia. vou estar na galeria at as seis, ento 
voc pode ficar em contato comigo em casa . No me importa um cominho como est envolto em seu trabalho. Maldita que por ser to longe. " 
"O homem passa mais tempo condenatria mim que qualquer outra costure-murmur-. 

-E voc  to longe de mim como eu de ti, Sweeney. " 

Como em resposta, sua voz chegou de novo. "Voc irresponsvel, estpido, insensvel mucoso. supe-se que preocupar-se agora que te queimaste com seus produtos qumicos 
e acomodar seu cabelo em chamas? Graas a sua irm, que d resposta a seu telefone, sei perfeitamente que est a. So quase as oito, e tenho uma reunio do jantar. 
Agora me escuta, Margarida Mara. Consiga ao Dubln, e levar seu passaporte. No vou perder meu tempo explicando por que, faz o que te digo. Se no poder organizar 
um vo, vou enviar o avio para voc. Espero ouvir de voc pela manh, como hei nem o tempo nem a pacincia para te buscar eu mesmo. " 

"Me traga? Como se pudesse." ficou por um momento, franzindo o cenho na mquina. Assim que se supe que se chega ao Dubln, era ela? S porque assim o exigia. Nunca 
um favor ou um lhe, faz o que lhe dizem. O gelo se derivariam no inferno antes de que lhe daria a satisfao. 

Esquecendo sua fome, tomaram por assalto da sala e subiu as escadas. Obter ela ao Dubln, que jogava fascas. O nervo do homem, ordenando a seu redor. Ela atirou 
a mala de seu armrio e lanou sobre a cama. Acreditava ele que estava to ansioso por ver que havia deixar tudo e luta livre para fazer suas ordens? Ele ia encontrar 
de maneira diferente. OH, sim, ela decidiu que lhe atirou a roupa no caso. ia dizer lhe de outra maneira, em pessoa. Cara a cara. Ela duvidava que lhe dar as obrigado 
por isso. 

"Eileen, necessitarei Limerick aos fax cifra ajustadas antes de que finalize o dia." detrs de seu escritrio, Rogam marcado uma linha de sua lista, esfregou-se 
a tenso na base de seu pescoo. -E eu quero ver o relatrio sobre a construo ali o momento em que entra em jogo " 

"Prometeu-se para o meio-dia." Eileen, uma moria que conseguiu recortar o escritrio to habilmente como o fez seu marido e seus trs filhos, apontou a nota. "Tem 
um duas reunies com o Sr. Greenwald. Isso  voltar para as mudanas no catlogo de Londres." 

"Sim, tenho que. Querer martinis". 

"Vodca", disse Eileen. "Duas azeitonas. Devo ver sobre uma bandeja de queijos para que no fora surpreendente?" 

-Ser melhor ". Rogam fez tamborilar os dedos sobre o escritrio. "houve nenhuma chamada de Clara? 

"Nenhum desta manh." Ela lanou um olhar rpido, interessado por debaixo de suas pestanas. "vou estar seguro para lhe fazer saber ao momento a senhorita Concannon 
chamadas." 

Fez um som, o equivalente vocal de um encolhimento de ombros. "Seguir adiante e pr essa chamada atravs da Roma se se quiser." 

"Agora mesmo. Ah, e me ho dito projeto da carta ao Inverness em meu escritrio se voc desejar que o passe." 

-Muito bem. E ser melhor que enviar um telegrama a Boston. Que hora  ali? " 

Comeou a revisar seu relgio quando uma falta de definio de cor na porta o deteve. "Maggie". 

-Sim. Maggie ". Ela jogou a mala no cho com um rudo surdo e punhos das mos nos quadris. "Hei poucas palavras bem escolhidas por voc, senhor Sweeney." Ela se 
mordeu o temperamento tempo suficiente para assentir  mulher levantando-se da cadeira frente ao escritrio de Rogam. "Voc Eileen? 

"Sim.  um prazer te conhecer por fim Concannon, senhorita." 

" muito amvel de sua parte diz-lo. Devo dizer que te v muito bem para uma mulher que trabalha para um tirano". Sua voz se elevou na ltima palavra. 

Eileen os lbios lhe tremeram. esclareceu-se garganta, fechou bloco de papel. 

" muito amvel de sua parte diz-lo. H algo mais, o Sr. Sweeney?" 

-No Agento pede por favor. " 

-Sim, senhor. " Eileen saiu, fechando a porta detrs dela com discrio. 

"Assim". Rogam se recostou em sua cadeira, tocou-se o lpis contra a palma de sua mo. "Tem minha mensagem". 

"J o tenho." Caminhava pela habitao. No, Rogam pensava, rebolando atravs dela, as mos ainda punhos nos quadris, os olhos brilhantes. Ele no se envergonha 
de admitir que sua gua a boca ante a viso dela. 

"Quem neste mundo todo te crie que ?" Lhe golpeou as Palmas sobre a mesa, fazendo vibrar as plumas. 

"Eu assinei meu trabalho para voc, Rogam Sweeney, e sim, dormi contigo, a meu pesar eterno. Mas nada disso lhe d o direito a me dar ordens ou juro eu em cada cinco 
minutos". 

"No falei em dias", recordou-lhe. "Ento, como jurei a ti?" 

"Ao longo de sua horrvel mquina que atirou ao lixo esta mesma manh." 

Com muita calma, fez uma nota em uma caderneta. -No comece com isso. " 

"Limito-me a anotar que voc necessita uma substituio para sua secretria eletrnica. Voc no teve problemas para conseguir um vo, vejo." 

"No h problemas? Voc foi nada mais que problemas para mim do momento em que entrou em minha casa de cristal. Nada mais. Crie que s pode fazer-se carrego de tudo, 
no s meu trabalho, o qual  bastante mau, mas eu tambm. Estou aqui para lhes dizer que no se pode. I won't, onde no inferno vai? no terminei. " 

"Nunca pensei que tinha." Seguiu  porta, fechou-a, voltou-se. 

"Abrir a porta". 

"No" 

O fato de que estava sonriendo enquanto voltava para ela no ajudou a seus nervos. "No ponha suas mos sobre mim." 

"Estou a ponto. De fato, estou a ponto de fazer algo que no o tm feito nos doze anos que trabalhei neste escritrio." 

Seu corao comeou uma tatuagem dura rpida na garganta. "Voc no o so." 

Assim, pensou, tinha-lhe surpreso seu fim. Viu como seu olhar se deslize  porta, logo fez seu agarre. 

"Pode-se rabia em mim uma vez que tenha terminado contigo." 

"Terminado comigo?" Apesar de que ela tomou um giro que lhe estava esmagando sua boca  sua. 

"me deixem, bruto torpe". 

"Voc gosta de minha mo." E ele o utilizou para atirar para acima seu suter. "Voc me h isso dito." 

"Isso  mentira. No vou ter isto, Rogam." Mas a negao terminou em um gemido enquanto seus lbios desnatada quente sobre sua garganta. Ento, "I'll nota abaixo 
do terrao," uma vez que obteve seu flego. 

"Adiante". Ele se mordeu, no muito brandamente. "Eu gosto quando se nota". 

"Maldita seja", murmurou, e foi de boa vontade quando lhe baixaram ao cho. 

Foi rpido e quente, um acoplamento frentico que tinha terminado logo que tinha comeado. Mas a velocidade no diminuiu o poder. Pem enredavam um momento mais, 
membros de vibrao. Rogam voltou a cabea para pressionar um beijo a sua mandbula. 

" voc muito amvel ao passar por, Maggie." 

Ela se armou da fora para fazer ricochetear o punho de seu ombro. "Descer de mim, bruto". Teria que o empurrou, mas ele j estava trocando, atraindo-a com ele at 
que se sentou escarranchado sobre suas pernas. " melhor?" 
"Que o que? Ela sorriu, e ento recordou que estava furiosa com ele. Empurrar longe, sentou-se no tapete e arrumou sua roupa. "H um nervo, faz-o, Rogam Sweeney." 

-Porque me arrastou at o cho? " 

"No" Ela rompeu suas calas jeans. "Seria uma tolice dizer que, quando  bvio que o desfrutei". 

"Muito bvio". 

Lhe enviou um olhar de ao enquanto se levantava e lhe ofereceu uma mo. 

"Isso  nem aqui nem l. Quem crie que , me ordenava que aproxima, diz-me o que fazer sem um lhe ou um no?" 

agachou-se e atirou dela a seus ps. "Voc est aqui, no?" 

"Estou aqui, desgraado, para te dizer que no vou tolerar o. Aqui foi quase um ms desde que foi de meu assobio porta, e " 

"Voc no me alcanou." 

Ela sussurrou nele. "Eu no o fez. Tenho mais que suficiente para manter meu tempo cheio. OH, endireitar a gravata tolo. V-te como um bbado." 

Ele a obrigou. "Voc sentia saudades, Margarida Mara, embora nunca se incomodou em diz-lo quando me arrumei isso para chegar por telefone." 

"No posso falar por telefone. Como se supe que devo dizer algo a algum que no pode ver? E voc  enjoar a perdiz". 

"Qual  o problema?" recostou-se comodamente contra seu escritrio. 

"No vou receber ordens. Eu no sou um de seus empregados ou um de seu pessoal, assim que isso na cabea. Marca-a nesse caderno de couro de luxo da sua se voc precisa 
recordar. Mas no alguma vez me dissesse o que fazer de novo. "Deixou escapar uma respirao curta, satisfeito." Agora que deixei claro, vou estar em meu caminho. 
" 

"Maggie. Se no havia inteno de ficar, por que a mala?" 

Ele a havia ali. Pacientemente esperou enquanto molstia, desconcerto e confuso se desenhou em seu rosto. 

"Talvez tenho uma mente para permanecer no Dubln durante um dia ou dois. Posso entrar e sair quando eu queira, no posso?" 

"Mmm. Trouxe seu passaporte?" 

Ela o olhou com receio. "E o que se o fiz?" 

"Bem". Deu a volta ao redor de seu escritrio, sentou-se. "vai economizar tempo. Acreditei que poderia ter sido teimoso e o deixou em casa. Tivesse sido uma molstia 
para voltar a procur-la. "Ele se tornou para trs, sonriendo. 

"por que no se sinta? vou pedir Eileen para trazer um pouco de ch?" 

"No quero me sentar, e eu no quero tomar o ch." Cruzando os braos, separou-se dele e olhou fixamente  a Georgia Ou'Keeffe na parede. "por que no tornaste?" 

"Houve um par de razes. Uma, que fui alagado aqui. Tive vrias questes que queria esclarecer o que teria um bloco de tempo livre. Em segundo lugar, queria permanecer 
longe de voc por um tempo. " 

"OH, verdade?" Manteve o olhar nas cores audazes. "Sabia voc agora?" 

-Porque no queria admitir o muito que queria estar com voc. " Esperou, sacudiu a cabea. "No h resposta a isto, vejo. No, eu-queria-a-ser-com-o-que-bem?" 

"Eu o fiz. No  que no tenho uma vida prpria. Mas houve momentos estranho quando me tivesse gostado a sua companhia." 

E ele, ao parecer, tem que conformar-se com isso. "Est a ponto de consegui-lo. voc poderia se sinta agora, Maggie? H algumas costure que ter que discutir." 

-Muito bem, ento. voltou-se, sentou-se frente a seu escritrio. Parecia perfeito ali, pensou. Digna, competente, responsvel. Nada que ver com um homem que tenho 
cansado em uma briga selvagem no tapete de escritrio. A idia a fez sorrir. 

"O que?" 

"Perguntava-me o que sua secretria pode ser que pense que h." Levantou uma sobrancelha. "Estou seguro de que ela assume que estamos tendo uma conversao de negcios 
civilizado." 

"Ah! Parecia uma mulher sensvel para mim, mas voc vai  direita na crena de que". Agradado pela forma em que seus olhos piscaram  porta, apoiou-se o tornozelo 
no joelho. "Ento, que negcio estamos a ponto de discutir?" 

"Ah-seu trabalho durante as ltimas semanas foi excepcional. Como vocs sabem, retivemos dez peas da primeira mostra com o propsito de viajar com o passar do ano 
que vem. Eu gostaria de manter a alguns de suas mais recentes peas no Dubln, mas o resto j est em caminho de Paris. " 

-Assim que seu muito eficiente e muito sensvel Eileen me disse isso. Ela comeou a aproveitar seus dedos em seu tornozelo. "Voc no me chamou todo o caminho ao 
Dubln para me dizer de novo, nem acredito que me chamaste aqui para um pouco de sexo quente no tapete de escritrio." 

-No, no o fiz. Tivesse preferido discutir os planos com voc por telefone, mas nunca se incomodou em voltar para minhas chamadas. " 

"Estava fora uma boa parte do tempo.  possvel que tenha direitos exclusivos para meu trabalho, mas no a mim, Rogam. Tenho minha prpria vida, como j expliquei." 

"Um nmero de vezes." Podia sentir o temperamento se filtra de novo nele. "No estou interfiriendo com sua vida. Sou a gesto de sua carreira. E para isso, vou viajar 
a Paris para fiscalizar a tela, e mostra o". 

Paris. Havia logo que tinha uma hora com ele e ele j estava falando de sair. Afligida por seu prprio corao caindo em picado, falou com firmeza. - uma maravilha 
a manter seu negcio prspero, Rogam. Eu acredito que seria a contratao de pessoas capazes de dirigir os detalhes como que sem que voc sinta a necessidade de 
olhar sobre seus ombros. " 

-Asseguro-lhe, tenho gente muito competente. D a casualidade de que tenho um interesse pessoal em seu trabalho, e quero dirigir esses detalhes a mim mesmo. Quero 
que se faa bem ". 

"O que significa que quer que se faa a sua maneira." 

-Precisamente. E quero que venha comigo. " 

O comentrio sarcstico pouco que tinham surto nos lbios se tirou. "Com voc? A Paris?" 

"Dou-me conta de que tm alguma objeo moral ou artstica, possivelmente,  promoo de seu prprio trabalho, mas o fez bastante bem na feira do Dubln. Seria vantajoso 
ter que aparecer, embora seja brevemente, em sua primeira exposio internacional ". 

"Minha primeira exposio internacional", repetiu, assombrado como a frase se afundou na cabea. "Eu dom'ti no falam francs." 

"Isso no vai ser um problema. Ter uma olhada  galeria de Paris, prescindir um pouco de encanto e tm um monto de tempo para ver os lugares de interesse." Esperou 
a que sua resposta, recebeu nada mais que um olhar em branco. "E bem?" 

"Quando?" 
"Amanh". 
"Amanh". O primeiro saltam de pnico havia a pressionando uma mo no estmago. 

"Quer que v contigo a Paris amanh?" 

"A menos que haja algum compromisso anterior pressionando." 

"Eu no, no." -Ento, est arrumado. " O alvio foi quase brutal. "Depois nos convencemos que a amostra de Paris tem xito, eu gostaria de ir ao sul comigo." 

"Sul"? 

"Tenho uma vila no Mediterrneo. Quero estar a ss contigo, Maggie. Sem distraes, sem interrupes. S voc". 

Seus olhos se levantou a sua. "O bloco de tempo que estive trabalhando durante estas semanas?" 

"Sim". 

"Eu no teria gritado a ti se lhe me explicou isso." 

"Eu tinha que me explicar a mim mesmo em primeiro lugar. Quer vir?" 

-Sim, irei com voc. " Ela sorriu. -Ser mais que perguntar. " 

Uma hora mais tarde se tornou  galeria, s para deter-se e cozinhe a fogo lento com a frustrao enquanto esperava ao Jos para terminar com um cliente. Enquanto 
que ele encantado uma mulher o bastante major para ser sua me, Maggie se passeavam pela sala principal, tendo em conta que a visualizao do ndio americano tinha 
sido substitudo por uma seleo de esculturas de metal. Intrigado pelas formas, ela perdeu seu sentido de urgncia na admirao. 

"Um artista alemo", disse Joseph a suas costas. 

"Esta obra em particular  que me sinto, to visceral e alegre. Uma celebrao de foras elementares." 

"Terra, fogo, gua, a sugesto de vento na plumagem do cobre". ficou o acento ventilado para que coincida com a sua. "Potente feito em seu alcance, mas com um dano 
subjacente que sugere a stira." 

"E pode ser tuas por to s duas mil libras. 

"Um trato.  uma lstima que estou sem um cntimo que me nomeie." voltou-se, rendo, e o beijou. 

"Voc est procurando em forma, Jos. Quantos coraes tem quebrado desde que foi?" 

"Nenhuma s uma. Mina Desde pertence a voc." 

"Ah! Uma coisa boa para os dois que sei que est cheio do Blarney. Tem um minuto que perder?" 

"Para ti, dia. Semanas". Lhe beijou a mo. "Anos". 

"Um minuto me far. Joseph, o que necessito para Paris?" 

"Um suter ajustado negro, uma saia curta e saltos muito altos." 

"Esse ser o dia. De verdade, tenho que ir, e no tm nem idia do que vou necessitar. Tratei de chegar  Sra. Sweeney, mas ela est fora hoje". 

"Assim sou sua segunda opo. Voc me devastam ". Fez um gesto a um de seu pessoal para que a habitao. 

"Tudo o que necessita para Paris, Maggie,  um corao romntico." 

"Onde posso comprar um?" 

"Voc tem o seu prprio. No pode te esconder de mim, vi seu trabalho." 

Fez uma careta, e logo deslizou seu brao. -Escuta agora, no havia admitir isto a qualquer, mas eu nunca viajei. Em Veneza eu s tinha que preocupar-se de aprender 
e no levava nada que pode incendiar-se. E o pagamento do aluguel. Se eu for desfrutar de uma viagem a Paris, eu no quero fazer o ridculo. " 

"Voc no o far. Lhe Vai rogam, a meu entender, e ele sabe de Paris, assim como um nativo. S tem que atuar um pouco arrogante, um pouco aborrecido, e voc caber 
 direita dentro " 

"vim a lhe pedir seu conselho da moda. OH,  humilhante para diz-lo, mas no posso ir procurar desta maneira. No  que me quero pintar como um manequim, mas no 
querem ver-se como primo de Rogam pas tampouco. " 

"Hmm". Jos tomou a questo a srio, a elaborao de costas  longitude do brao de um lento e cuidadoso estudo. "Faria bem como voc, mas ..." 

"Mas?" 

"Compra uma blusa de seda, muito  medida, mas suave. As cores vivas, minha menina, no bolos para voc. Calas do mesmo tipo. Utilize seu bom olho para a cor. Ir 
para o choque. E essa saia curta  uma necessidade. Voc "tenho esse vestido negro?" 

"Eu no o traga comigo." Ele estalou a lngua como uma tia solteirona. "Um sempre deve estar preparado. Muito bem, isso est fora, assim a por glitter este momento. 
Algo que deslumbra os olhos". Tocou-se a escultura junto a eles. Estes tons metlicos lhe convm. No v de clssico, v para o atrevimento. Encantado com a idia, 
ele assentiu com a cabea. "Como  isso?" 

"Confundir. Envergonho-me de encontrar me importa." 

"No h nada vergonhoso nisso.  simplesmente uma questo de apresentao." 

-Pode ser, mas eu gostaria de agradecer a voc, se voc no mencionou isto a Rogam. " 

"Tem-me por confessor, meu amor." Olhou por cima do ombro, e Maggie viu salto alegria em seus olhos. 

Patricia entrou, vacilou, logo cruzou os quadros de brilhante. "Ol, Maggie. Eu no sabia que foste vir ao Dubln". 

"Eu tampouco" Que mudana foi isso? Maggie se perguntou. Atrs ficava a sombra da tristeza, a reserva frgil. S tomou um momento, ao ver que os olhos da Patricia 
acesas sobre o Jos, que lhe desse a resposta. 

Estraguem, pensou. Assim h onde sopra o vento. 

-Sinto-o interromper. S queria lhe dizer ao Jos ... " Patricia bombardeada a seu fim. nomeao "Ah, isso , eu estava passando pelo negcio e recordou que tnhamos 
discutido. O as sete?" 

"Sim". Jos colocou as mos nos bolsos para evitar que se alcance para ela. "Sete em ponto." 

-Temo-me que tenho que fazer sete e meia. Tenho um pouco de um conflito. Queria estar seguro de que no alteraria o calendrio. " 

"vou ajustar." 

"Bem. Isso  bom." ficou por um momento, olhando bobamente a ele antes de recordar Maggie e suas maneiras. "vai estar na cidade muito tempo? 

"No, em realidade, vou amanh". A forma em que o ar era candente, pensou Maggie, que era uma maravilha das esculturas no se derretia. "De fato, vou agora". 

"OH, no, por favor, no correndo por minha causa. Tenho que ir." Patricia enviou um olhar mais desejo na direo do Jos. "Hei pessoas esperando por mim. S queria, 
bom, adeus." 

Maggie esperou um tempo. "Est voc s vai estar aqui?" vaiou ao Jos como Patricia se dirigiu  porta. "Hmm, o que? Perdo." Ele fez o guia  porta em dois segundos. 
Viu sua vez Patricia, rubor, sorria. Logo foram em cada um dos braos do outro. 

O corao romntico Maggie se negou a acreditar que tinha, inchou-se. Esperou at que Patricia saiu a toda pressa e Jos ficou olhando atrs dela como um homem recentemente 
golpeado por um raio. 

"De modo que seu corao pertence para mim, verdade?" 

O olhar aturdido apagar-se dos olhos. "Ela  formosa, no?" 

No ter que neg-lo. " 

"estive apaixonado por ela tanto tempo, inclusive antes de casar-se com o Robbie. Nunca pensei que nunca, que se crie ..." riu um pouco, ainda deslumbrado pelo amor. 
"Pensei que era Rogam." 

"Eu tambm  fcil de ver que faz-la feliz. "Ela o beijou na bochecha." Me alegro por ti. " 

".-estamos tratando de manter entre ns. ... Pelo menos at por um tempo. ... Sua famlia lhe posso garantir que sua me no aprovar de mim." 

"A mierda com sua me." 

"Patricia disse que quase a mesma coisa." trouxe-se um sorriso aos lbios que o recorde. "Mas no vou ser a causa de nenhum problema ali. Assim que me apreciam que 
se diria que nada." 

"No Rogam bem?" 

"Eu trabalho para ele, Maggie.  um amigo, sim, mas eu trabalho para ele. Patricia  a viva de um de seus mais velhos amigos, uma mulher que ele mesmo se acompanhou. 
Muita gente pensou que se converteu em sua esposa." 

"No acredito que Rogam estava entre eles." 

"Seja como for, eu prefiro dizer eu mesmo, quando o direito do tempo". 

" seu negcio, Jos. Teu e o da Patricia. Assim vamos  confisso do comrcio para a confisso." 

"Estou muito agradecido com voc." 

"No  necessrio. Se Rogarem de dura nuca suficiente para desaprovar, merece ser enganado." 



Captulo Quinze 



Paris estava quente, mido e cheio de gente. O trfico era abominvel. Carros, nibus, motocicletas e desviou gritou e correu, seus condutores parecem empenhados 
em se desafiando entre si aos duelos caminho sem fim. Ao longo das caladas, a gente caminhava e rebolando em um desfile colorido de pedestres. Mulheres nessas saias 
curtas Joseph parecia to aficionado ao olhar simples e aborrecido e chique impossvel. Os homens, igualmente de moda, olhava-os das mesas pequeno caf onde tomou 
um sorvo de vinho tinjo ou caf negro. Flores floresceu em todas partes: rosas, gladolos, malmequeres, bocas de drago, begnias cair fora dos postos dos vendedores, 
tomando o sol nos bancos, verta-se ao exterior dos braos das jovens cujas pernas brilhavam brilhante como as folhas ao sol. Os meninos patinavam por isso ptios 
de po de ouro cravando acima fora das bolsas. Packs de turistas destinadas cmaras como escopetas tantas exploso longe em seu ponto de vista do obturador da vida 
de Paris. E havia ces. A cidade parecia uma verdadeira guarida deles, fazendo cambalhotas com correias, espreitando nas ruelas, lanando pelas lojas. Inclusive 
o mais humilde act parecia extico, maravilhosamente estrangeiros e francs com arrogncia. Maggie o levou tudo desde sua janela com vista a Agrada da Concorde. 
Ela estava em Paris. O ar estava cheio de rudo e aroma e chamativa luz. E seu amante dormia como uma pedra na cama detrs dela. Ou isso acreditava ela. 

Tinha estado olhando seu relgio de Paris por algum tempo. Ela apareceu pela janela de cauda, sem fazer caso da roupa de dormir de algodo cair seu ombro esquerdo. 
Tinha atuado completamente indiferente  cidade quando chegaram a noite anterior. Seus olhos se ampliaram no vestbulo da exuberante Hotel Crillon de, mas ela no 
fez nenhum comentrio quando tinha registrados Lhe havia dito pouco mais quando entraram na sute de luxo e altas, e se afastou quando inclinou a Rogam botes. Quando 
lhe perguntou se o quarto de seu mesmo pau, que havia simplesmente se encolheu de ombros e disse que faria o suficientemente bem. Lhe fez rir e arrastar a  cama. 
Mas ela no era to enfastiados agora, assinalou. Podia ver todos, mas a emoo brilhante ao redor dela enquanto olhava para a rua e se absorve a vida morrem buliosa 
da cidade. Nada podia haver mais gostava que lhe desse Paris. 

"Se se inclinar para fora muito mais longe, deixar de trfico". 

Ela sacudiu e, arrastando o cabelo de seus olhos, olhou a seu redor aonde ele estava entre os lenis enrugados e uma montanha de travesseiros. 

"Uma bomba no podia deixar que o trfico. por que querem matar a diey um ao outro?" 

" uma questo de honra. O que O que pensa voc da cidade durante o dia? " 

" gente. Pior que Dubln." Logo cedeu e lhe sorriu. " precioso, Rogam. Ao igual a um tribunal de idade, mulher com mau gnio. H um vendedor dali com um oceano 
de flores. E cada vez que algum se detm olhar ou comprar, os ignora, como se debaixo de sua dignidade os aviso . Mas ele tem seu dinheiro, e a recontagem de cada 
moeda. " arrastou-se de volta na cama e se estirou por cima dele. "Sei exatamente como se sente", murmurou. "Nada te faz mais irritvel que vender o que voc gosta." 

"Se ele no os vender, que ia morrer." Ele levantou o queixo. "Se voc no vender o que tem amor, parte de ti morreria tambm." -Bom, a parte que precisa comer seria 
sem lugar a dvidas. vais chamar a um dos garons de luxo e lhe ho nos trazer o caf da manh? " 

"O que quer?" 

Seus olhos danavam. "OH, de tudo. A partir desta ..." Ela atirou das folhas de distncia e lhe caiu em cima. 



um pouco mais tarde saiu da ducha, envolveu-se na bata de felpa branca que tinha pendurado na parte posterior da porta. Ela encontrou Rogam em uma mesa pela janela 
do salo, servindo caf e lendo o peridico. 

"Esse jornal em francs". Ela farejou uma cesta de medialunas. "Voc l francs e italiano?" 

"Mmm". Suas sobrancelhas estavam unidas pelas pginas financeiras. Ele estava pensando em chamar a seu agente de bolsa. "Que mais?" 

"O que outra coisa, o que?" 

"Que mais lido da palavra. Idioma que quero dizer." 

"Alguns alemes. Suficiente espanhol para sair adiante." 

"Gaelic?" 

"No" Se voltou a pgina, a explorao das notcias dos leiles de arte. "E voc?" 

"A me de meu pai que falava, por isso aprendi". Seus ombros se moveu inquieto enquanto lubrificava gelia em um croissant vapor. "No  muito bom, suponho,  exceo 
da maldio. No quer voc consegue a melhor mesa em um restaurante francs." 

" valioso. perdemos uma quantidade considervel de nosso patrimnio." O qual era algo que ele pensou, freqentemente. " uma lstima que s h bolsos na Irlanda, 
onde se pode escutar irlands falado." Devido a este lhe recordou uma idia que tinha estado jogando com, cruzou-se de papel e deixe-a a um lado. "Dava algo no Gaelic". 

"Eu estou comendo". 

"Dava algo por mim, Maggie, na antiga lngua." 

Ela fez um pequeno som de impacincia, mas lhe obrigaram. Se musical, extico e alheio a ele como o grego. 

"O que h dito?" 

"Que tem uma cara agradvel de ver de uma manh." Ela sorriu. "Voc v que  um idioma to til para a adulao como o  para amaldioar. Agora me dizer algo em 
francs." 

Ele fez mais que falar. inclinou-se, tocou seus lbios com suavidade  sua, e logo murmurou: "Me reveiller noivo um cote de toi, c'est o plus de toneladas rev-lhes. 
"Seu corao se fez um redemoinho lento e comprido no peito. 

"O que significa?" 

"Esse despertar a seu lado  mais formosa que qualquer sonho." 

Ela baixou os olhos. -Bom. Parece francs  uma lngua bastante mais ateno aos sons que a simples Ingls ". 

Sua reao rpida, no planejada feminina divertido e seduz. -J te hei meio doido. Trataram-me francs antes. " 

"No seja tola". Mas ele a havia meio doido, profundamente. Ela combater a debilidade inquieta ao atacar a sua comida. "O que estou comendo?" 

"Os ovos Benedict." 

" bom", disse com a boca enche. "um pouco no lado rico, mas bom. O que estamos fazendo hoje depois, Rogam?" 

"Ainda  rubor, Maggie." "Eu no o sou." Ela olhou aos olhos por pouco, em um desafio. "Eu gostaria de saber quais so os planos. Suponho que esta vez vai falar 
deles com minha primeira vez de que me atirava ao longo como um co idiota." 

"Estou crescendo muito a que a vespa se chama uma lngua", disse amavelmente. "Provavelmente estou perdendo a cabea. E antes de que me picam de novo, pensei que 
voc gosta de ver algumas da cidade. You'd sem dvida, gozam do Louvre. Assim que me deixei bastante claro pela manh para fazer turismo ou ir s compras, ou o que 
queira, vamos pela galeria esta tarde.. " 

A idia de passear pelo grande museu gostava. Ela coroada caf Rogam, logo se esquenta at sua prpria taa de ch. "Eu gostaria para andar por a, suponho. Para 
ir s compras, querem-me encontrar algo para recuperar para o Brie." 

"Voc deve ter algo para o Maggie tambm." 

"Maggie no necessita nada. Alm disso, eu no o pode permitir." 
"Isso  absurdo. No tem voc necessidade de negar-se a si mesmo um presente ou dois. O ganhou." 

"passei o que ganhei". Ela fez uma careta por cima de sua taa. "Tm o descaramento de chamar a este ch?" 

"O que quer dizer que o passaste?" Deixou o garfo. "S faz um ms que lhe dava um cheque nas seis cifras. Dificilmente se pode ter que desperdiou de distncia." 

"Desperdiado? Fez um gesto perigosamente com sua faca. "Vejo-me como um fritterer?" 

"Meu deus, no." 

"E o que se supe que significa isso? Que no tenho o gosto ou o estilo de gastar meu dinheiro bem?" 

Ele levantou uma mo para a paz. "No significa nada mais que no. Mas se voc perdeu o dinheiro que te dava, eu gostaria de saber como". 

"No perdi nada, como se se tratasse de seu negcio para comear." 

"Voc  meu negcio. Se voc no pode dirigir seu dinheiro, farei-o por ti". 

"No vou. por que pomposo, culo miserveis, a minha tis, no  hoje, e se foi, ou a maior parte dela. Assim s ter que ver que vender meu trabalho e me consiga 
mais. " 

"Isso  precisamente o que vou fazer. Agora, onde foi?" 

"Away". Enfurecido, envergonhada, tornou-se para trs da mesa. "Hei gastos, no? Fornecimentos que necessitava, e eu era to parva para comprar um vestido." ' 

Dobrou as mos. "passaste, dentro de um ms, quase duzentas mil libras de fornecimentos e um vestido." 

"Eu tinha uma dvida que pagar", que durou nele. "E por que tenho que explicar a voc? No diz nada de como me gasto o dinheiro em seu contrato com sangue." 

"O contrato no tem nada que ver com isso", disse com pacincia, porque via que no era tanta ira como a mortificao que conduzia ela. "Estou-me perguntando onde 
foi o dinheiro. Mas voc  sem dvida nenhuma obrigao legal para me dizer isso 

Seu tom razovel s beliscou mais difcil em sua humilhao. "Comprei uma casa a minha me, embora ela nunca me agradecero isso. E tive que contribuir para ela, 
no? tomou-se todas pau e almofada da Brianna de outra maneira. "Frustrado, arrastou as duas mos pelo cabelo e o enviou s borlas de fogo." E tive que contratar 
ao Lottie, e ver que havia um carro. E ela ter que pagar cada semana, assim que lhe dava o suficiente Brie para seis meses de salrio e dos mantimentos e tal. Logo 
estava o embargo, apesar de Brie ficar furioso quando se inteira que o paguei. Mas era minha a pagar, como D o tirou para mim. Assim se faz. Eu cumpri com minha 
palavra a ele e no vou ter que me dizer o que devo ou no fazer com meu prprio dinheiro ". 

Tinha assaltado pela habitao enquanto ela falava e se deteve agora pela mesa onde Rogam seguia sentado, em silncio, com pacincia. "Se me permite resumir? disse. 
"Voc comprou uma casa para sua me, subministrem-na, comprou um automvel e contratou a um companheiro para ela. pagaste um direito de reteno, o que desagrada 
a sua irm, mas que sentia era sua responsabilidade. Vocs lhes deram suficientes Brianna para manter a sua me durante seis meses, compra de insumos. E com o que 
ficava, comprei-te um vestido. " 

-Assim . Isso  o que pinjente. E o que? " 

Estava ali, tremendo de fria, seus olhos brilhantes e ntidas e ansioso de batalha. Podia, pensou, digo-lhe que admirava sua incrvel generosidade, a lealdade a 
sua famlia. Mas duvidava que havia apreciar o esforo. 

"Isso o explica tudo." Tomou seu caf. "Ocuparei-me de que voc consegue um avano." 

Ela no estava segura de poder falar. Quando o fez, sua voz saiu em um vaio perigoso. "No quero sua antecipao em sangue. Eu no o quero. vou ganhar me a vida 
prpria." 

"O que est fazendo e muito bem. No  caridade, Maggie, ou inclusive um emprstimo.  um transao de negcio." 

"Maldito a seu negcio." Seu rosto era de cor rosa com vergonha agora. "No vou dar um centavo at que me ganhaste isso. Acabo eu sado da dvida, no vou entrar 
nela outra vez." 

"Deus, voc  teimoso." Deu uns golpecitos com os dedos sobre a mesa quando pensou que sua reao atravs de, tratando de entender sua exibio da paixo. Se era 
o orgulho que tanto necessitava, podia ajudar a seu mant-lo. -Muito bem, vamos fazer isto de outra maneira por completo. tivemos vrias ofertas em sua rendio, 
o qual rechacei. " 

"Rechaou?" 

"Mmm. O ltimo, acredito, era de trinta mil." "Libras!" A palavra surgiu dela. "Ofereceram-me trinta mil libras por ela, e voc o rechaou? Est louco? Pode parecer 
pouco ou nada para ti, Rogam Sweeney, mas eu poderia viver luxuosamente nessa quantidade durante mais de um ano. Se isto for como lhe as acertas " 

"Fica calada". E como o disse com tanta indiferena, pelo ausente, fez-o precisamente isso. "No aceitei a oferta porque tinha a inteno de comprar o mesmo pedao, 
depois de que o tinha percorrido. Eu simplesmente vou comprar agora e que seguir na excurso como parte de minha coleo. Faremos que trinta e cinco mil. " 

Atirou da quantidade como se fora Louvo-se Change casualmente caiu em um escritrio. 

Algo em seu interior estava tremendo como o corao de um pssaro assustado. "por que?" 

"No posso, tica que adquiriu  para mim na mesma quantidade oferecida por um cliente." 

"No, quero dizer, por que o quer?" 

deteve-se seus clculos mentais e a olhou. -Porque  formoso trabalho, o trabalho ntimo. E porque sempre que o Miro, lembro-me de fazer o amor com voc a primeira 
vez. Voc no queria vend-lo. Acreditava que no podia ver que em seu rosto o dia voc me mostrou isso? De verdade crie que no podia entender quanto machuco a 
voc a renunciar a ela? " 

No se pode falar, limitou-se a negar com a cabea e se afastou. 

"Era minha, Maggie, inclusive antes de hav-lo terminado. Como muito, acredito que, como era o seu. E se acontecer com ningum mais. Nunca tive a inteno  ir 
a qualquer outra pessoa." 

Ainda em silncio, aproximou-se da janela. "Eu no quero que me paguem por isso". 

"No seja absurdo-" 

"No quero seu dinheiro", disse ela rapidamente, enquanto pde. -Tem razo-que a obra foi terrivelmente especial para mim, e eu estaria muito agradecido se o aceitaria. 
" Deixou escapar um comprido suspiro, olhando fixamente atravs do cristal. "Agrada-me saber que o sua era". 

"A nossa", disse em um tom que atraiu o olhar de novo a seu gosto de um m. "Como est pensado para ser." 

"A nossa, ento. Ela suspirou. "Como posso estar zangado com voc?" disse em voz baixa. "Como posso lutar contra o que voc faz para mim?" 

"No se pode." 

Tinha medo de que tinha razo nisso. Mas poderia, ao menos, tomar uma posio sobre um assunto menor. "Estou agradecido por que oferece um avano, mas eu no o quero. 
 importante para mim de tomar s o que fao, quando o fazem. Tenho bastante  esquerda para sair adiante. No quero mais que, por agora. O que terei que fazer se 
faz. A partir de agora, o que vem ser o meu. " 

" s o dinheiro, Maggie." 

" to fcil dizer quando houver mais do que sempre necessitei". O bordo de sua voz, to parecida com sua me, deixou de frio. Ela respirou fundo e soltou o que 
havia em seu prprio corao. "O dinheiro era como uma ferida aberta em meu casa-la falta dela, a habilidade de meu pai por ter perdido, e repreenses constantes 
de minha me para mais. No quero depender de libras para minha felicidade, Rogam. E assusta e Me envergonha que eu. " 

Assim, pensou, o estudo dela, esta  a razo por que lhe tinha lutado em cada passado do caminho. "No me disse uma vez que no se recuperou de seu tubo de cada 
dia pensando no benefcio no outro extremo dela?" 

-Sim, mas-" 

"Voc crie que de agora?" 

-No-rogam " 

"Est argumentando contra as sombras, Maggie." ficou de p para passar a ela. "A mulher que se decidiu j que o futuro ser muito diferente do passado." "No posso 
retornar", murmurou. "Inclusive se eu queria, no podia voltar atrs." 

-No, no pode. Sempre ser um ir para frente ". Ele a beijou brandamente na frente. Quer te vestir agora, Maggie? me deixe lhe dar Paris. " 

Ele o fez. Durante quase uma semana lhe deu tudo o que a cidade tinha que oferecer, da magnificncia do Notre me D  intimidade dos cafs tnues. Comprou-lhe flores 
dos vendedores ambulantes com os lbios apertados cada manh at a sute cheirava como um jardim. Caminharam com o passar do Sena no claro de lua, Maggie com os 
sapatos na mo e a brisa do rio em suas bochechas. dana-se nos clubes a jogar mal a msica americana, e jantou em comida e o vinho glorioso no Maxim'S. O viu nos 
poros arte na rua, procurando sempre para outro diamante em bruto. E embora ele fez uma careta quando comprou a pintura, sem dvida, um mal da Torre Eiffel, ela 
s riu e lhe disse que a arte era na alma, no sempre na execuo. As horas que passou na galeria de Paris foram to emocionante para ela. Enquanto Rogam ordenada, 
dirigida e arrumada viu brilhar o trabalho sob seu olho vigilante. Um interesse, que havia dito. No podia negar que ele tendia seus interesses tambm. Era to apaixonado 
e atento a sua arte durante as tardes como estava a seu corpo durante as noites. Quando teve terminado, e a ltima pea foi criada para brilhar sob as luzes, ela 
pensou que o show foi exatamente igual a um resultado de seus esforos como por sua conta. Mas a associao fez harmonia no sempre  igual. 

-Maldita seja, Maggie, se mantm queixar-se ali vamos chegar tarde. " Pela terceira vez em outros tantos minutos, Rogam bateu na porta da habitao que tinha bloqueado. 

"E se segue incomodando, vamos estar mais adiante ainda", disse em voz alta. "Vete. Melhor ainda, passar  galeria de ti mesmo. Sou capaz de chegar quando estou 
preparado." 

"No se pode confiar", murmurou, mas suas orelhas eram agudos. 

"No necessito um porteiro, Rogam Sweeney." Ela ficou sem flego de lutar para chegar  cremalheira de baixa de seu vestido. "Nunca vi um homem to regido pelas 
mos de um relgio." 

"E nunca vi uma mulher mais descuidados de tempo. Abrir-lhe esta porta?  revoltante ter que gritar atravs dele." -Est bem, est bem. " Por quase deslocou o brao, 
as arrumou para sujeitar o vestido. moveu-se seus ps em saltos de bronze ridiculamente altas, amaldioou a si mesmo por ser to parvo para seguir o conselho do 
Jos, continuando, girar a fechadura. "Eu no tivesse tomado tanto tempo se faziam roupa de mulher com a mesma considerao que fazem os homens. Seus fechamentos 
so de fcil acesso." Ela se deteve, atirou-lhe uma vez na prega do vestido de curto. "E bem? Est bem ou no?" 

No disse nada absolutamente, s girar o dedo para indicar que a queria dar a volta. Pondo os olhos ao cu, ela acessou. 

O vestido era sem suspensrios, quase sem respaldo, com uma saia que se deteve metade da coxa brincadeira. brilhavam-se, bronze, cobre, ouro, fogo saltam fascas 
em cada respirao. Seu cabelo se ecoou do sinal de maneira que parecia uma chama de uma vela, magro e brilhante. 

"Maggie. Voc me deixa sem flego." 

"A costureira no foi generosa com o material." 

"Admiro sua parcimnia." 

Quando ele seguiu olhando, levantou as sobrancelhas. "Voc h dito que tinham pressa." 

"troquei minha mente." 

Suas sobrancelhas elevado ao alto como ele se dirigiu para ela. "Advirto-lhe isso, se voc me tire deste vestido, ser sua responsabilidade para mim voltar a entrar" 

"To atrativo como sonha, ter-se que esperar. Tenho um presente para ti, e parece que a sorte guiou minha mo. Acredito que isto complementar seu vestido muito 
bem." 

Colocou a mo no bolso interior de seu traje e tirou uma caixa de veludo fino. "J me compraste um presente. Essa enorme garrafa de perfume." 

"Isso foi para mim." inclinou-se para cheirar seu ombro nu. O perfume de fumaa poderia ter sido criado pensando nela. -Muito forte para mim. Isto  para ti. " 

-Bom, j que  muito pequeno para ser outra secretria eletrnica, levo-me isso. " Mas quando abriu a caixa, a risada morreu em sua garganta. Os rubis, as chamas 
quadrados deles, a fogo lento com diamantes ao vermelho vivo em uma gargantilha de trs nveis unidos entre si por giros de te tremulem oro. No quinquilharias delicado, 
mas um brilho em negrito, um raio de calor de cor ridas e brilho. 

"Algo para recordar Paris," disse-lhe Rogam como ele me escapou da caixa. O colar correu como o sangue e a gua entre os dedos. " diamantes. Rogam, no posso usar 
diamantes". 

" obvio que pode." Levou-o a sua garganta, seus olhos nos dela enquanto se ajustava o broche. "No s talvez. Estariam em frio e no lhe convm. Mas com as outras 
pedras ..." Deu um passo atrs para tomar no efeito. -Sim, exatamente. Parece uma deusa pag. " 

No podia deixar da mo de alcanar acima, correndo atravs das gemas. sentia-se quente contra sua pele. "No sei o que dizer a voc." 

"Dava as obrigado, Rogam.  formoso". 

-Obrigado, Rogam. " Seu sorriso floresceu e se estendeu. " muito mais que formosa.  deslumbrante." 

"E voc tambm." inclinou-se no beijo, e logo deu uns tapinhas no traseiro. "Agora que mover-se, ou chegaremos tarde. Onde est seu casaco?" 

"Eu no tenho nenhum". 
"Tpico", murmurou, e atirou dela para a porta. 

Maggie pensou que ela dirigiu seu segunda mostra com garbo muito mais do que havia a primeira. Seu estmago no estava to nervosa, seu temperamento no to curto. 
Se o fazia, uma ou duas vezes, pensa com nostalgia de escapamento, cobriu-a bem. E se ela consumia por algo que no podia ter, recordou-se que o xito s vezes tinham 
que ser suficiente em si mesmo. 

"Maggie". 

separou-se das divagaes forte acento de um francs cujos olhos tinham deixado estranha vez o decote e ficou olhando estupefato a sua irm. 

"Brianna?" 

"Certamente o ." Sonriendo, Brianna se reuniram a sua irm assombrado em um abrao. "Eu gostaria de estar aqui faz uma hora, mas houve um atraso no aeroporto." 

"Mas, como? Como est aqui?" 

"Rogam enviou seu avio para mim." 

"Rogam?" Desconcertado, Maggie escaneada da habitao at que o encontrou. Ele s sorriu, e logo a Brianna, antes de voltar sua ateno a uma mulher enorme em fcsia 
encaixe. Maggie deu uma cotovelada a sua irm a um rinco da habitao. "vieste no avio de Rogam?" 

"Eu pensava que ia ter que baixar de novo, Maggie." Mais que um pouco afligido pela viso do trabalho do Maggie brilhante em um quarto cheio de estranhos exticos, 
Brianna deslizou a mo em sua irm. "Estava tratando de pensar em como dirigi-lo. Me est bem para o Lottie,  obvio, e sabia que podia sair com Com o Murphy. Inclusive 
me perguntou a senhora McGee se se tivesse cuidado do Blackthorn por um dia ou dois. Mas ento ainda era a maneira de chegar at aqui. " 

"Voc queria vir", disse Maggie em voz baixa. "Voc queria." 

" obvio que sim. Eu queria nada mais que estar contigo. Mas nunca imaginei que seria assim." Brie ficou olhando ao garom com bata branca que lhe ofereceu champanha 
de sua bandeja de prata. "Obrigado". 

"Eu no acredito que te importava." Para apagar a emoo de sua garganta, Maggie bebeu profundamente. "Eu estava, justo agora, de p aqui pensando que queria que 
te importava. " 

"Estou orgulhoso de ti, Maggie, to orgulhoso. J te hei dito." 

"Eu no acredito. OH Deus." Ela sentiu que as lgrimas brotam e piscou furiosamente a distncia. 

"Voc deveria envergonhar-se de si mesmo, pensando to pouco de meus sentimentos", arreganhou Brie. 

"A gente nunca mostrou nenhum interesse", disparou Maggie costas. 

"Mostrou-me todo o interesse que podia. No entendo o que faz, mas isso no quer dizer que no me faz orgulhoso de que o faz." Framente, Brianna inclinada para 
trs seu copo. -Oh-murmurou, olhando o vinho borbulhante, "mas isso  formoso. Quem teria pensado que nada podia provar dessa maneira?" 

Com uma gargalhada, beijou a sua irm Maggie fora na boca. "Jesus nos salva, Brie, o que estamos fazendo aqui? Os dois de ns, bebendo champanha em Paris." 

"Por minha parte, vou desfrutar o. Tenho que agradecer a Rogam. Crie que podia interromper por um momento?" 

"depois de que me contaste o resto. Quando o chame?" 

"No, me chamou. Faz uma semana". 

"Ele te chamou?" 

-Sim, e antes de que pudesse lhe desejar bom dia, estava-me dizendo o que eu faria e como o faria. " 

"Isso  Rogam." 

"Disse que estaria enviando o avio, e que eu ia encontrar se com seu condutor no aeroporto de Paris. Tratei de dizer uma palavra, mas depois de fazer rodar a direita 
sobre mim. O condutor me levaria a hotel. Tenha Viu alguma vez pelo estilo daquele lugar, Maggie?  como um palcio. " "Estive a ponto de trag-la lngua quando 
entrei Adiante." 

"Ento, eu era para mim estar preparado, e o condutor ia trazer me aqui. O que o fez, embora me dava a que me mataria no caminho. E havia na habitao do hotel, 
com uma nota dele me dizendo que lhe agradaria se me poria isso. " passou-se uma mo pela seda azul brumoso do traje de etiqueta que levava. "Eu no o teria tomado, 
mas ps a solicitude de tal maneira que me hei sentido m educao no." 

"Ele  bom nisso. E te v maravilhosa nele." 

"Sinto-me muito bem nela. Confesso minha cabea segue dando aos avies e os carros e todo isso. Tudo isto,-disse de novo, olhando ao redor do quarto. Estas pessoas, 
Maggie, todos esto aqui para ti. " 

"Me alegro de que o so. Quer que te levar ao redor assim que voc pode encanto para mim?" 

"Eles esto encantados j, s de ver os dois de voc." Rogam saiu ao lado deles e tomou a mo da Brianna. " agradvel voltar a verte." 

"Estou agradecido pela organizao da mesma. No posso comear a lhe dar as obrigado." 

"S tem. No me importa se lhes apresento aqui? Sr. LeClair, - ali, o homem mas bem de aspecto extravagante pelo Momentum do Maggie? No  mais que me confessou 
que ele est apaixonado por voc." 

"Certamente, cai com facilidade, mas estarei encantado de reunir-se com ele. Eu gostaria de andar to bem. Nunca vi o trabalho do Maggie se mostra como este". Ao 
cabo de s minutos antes do Maggie era capaz de desenhar Rogam lado outra vez. "No me diga o que necessito para fazer circular", disse antes de que pudesse faz-lo. 
"Tenho algo que tenho que te dizer." 

para monopolizar o artista. " 

"No passar muito tempo para que te diga que isto era o mais amvel que ningum tem todo o fato por mim. Eu nunca o esquecerei." 

Fez caso omisso da distrao da rpida francs uma mulher conversavam no ombro e tomou a mo do Maggie aos lbios. "Eu no quero que uma vez mais infeliz, e foi 
a coisa mais singela do mundo que disponha Brianna de estar aqui." 

"Poderia ter sido singelo." Recordou que o artista esfarrapados que tinha acompanhado aos passos elegantes da galeria. Isso, tambm, tinha sido singela. "Isso no 
o faz qualquer tipo menos. E que lhe mostre o que significa para mim, eu no s ficarei atravs de toda a noite, at que o ltimo convidado toddles pela porta, vou 
falar com cada um deles . " 

"Muito bem?" 

"Muito bem. No importa quantas vezes ouvi a palavra visceral" 

"Essa  minha garota." Beijou-lhe a ponta do nariz. "Agora te ponha a trabalhar." 



Captulo Dezesseis 



IFParis tinha cambaleado ela, o sul da Frana com seu varrido de praias e montanhas cobertas de neve deixou pasmados Maggie. No havia rudo de trfico daqui em 
Vila espumosos Rogam vistas s guas ardentes azul do Mediterrneo, sem multides buliosas para as lojas e cafeterias. A gente que salpicavam a praia no eram mais 
que parte da pintura que abrange a gua e a areia, flutuando navios e um cu infinito, sem nuvens. 

O campo, que ela podia ver de uma das muitas terraos que caminharam pela vila, que se estende em pulcras campos quadrados rodeado por cercas de pedra como as que 
via desde sua porta de entrada prpria no Clare. Mas aqui, o cho se levantou em ladeiras com terraos, dos hortas, taludes ensolarados para o verde dos bosques 
mais altos e nos contrafortes dos maravilhosos Alpes. 

Rogam motivos eram exuberantes, com flores e ervas com flores, exticas com olivos e caixa e o brilho das fontes. O silncio s foi quebrado pela chamada das gaivotas 
e a msica da gua ao cair. Contido, Maggie descansavam em uma das cadeiras acolchoadas em uma terrao ao sol e lavagem de esboar. 

"Pensei que te encontraria aqui." Rogam saiu e deu um beijo, to casual e ntima, na parte superior da cabea. 

" impossvel permanecer no interior em um dia." Ela entreabriu os olhos para ele at que tomou os culos sombra que tinha arrojado sobre uma mesa e os ps no nariz. 
"Terminou seu negcio?" 

"por agora". Sentou-se junto a ela, trocando a fim de no bloquear sua viso. "Eu sinto que estive tanto tempo. Uma chamada parecia conduzir a outro". 

"No importa. Eu gosto de estar por minha conta." 

"Dei-me conta. Ele apareceu no caderno de esboos. "Uma paisagem marinha?" 

" irresistvel. E eu pensei que atrair a alguns das paisagens, por isso Brie podia v-la. Ela tinha um tempo maravilhoso em Paris." 

"Eu sinto que ela s podia ficar um dia." 

"Um dia bonito.  difcil acreditar que caminhamos pela margem esquerda do rio com minha irm. As irms Concannon em Paris." Ainda fazia rir a pensar nisso. "No 
o esquecerei, Rogam." Colocando seu lpis detrs da orelha, Maggie agarrou a mo. "Tampouco eu" 

-h me deu as obrigado, os dois. E a verdade  que no fez mais que fazer algumas chamadas. Falando de chamadas, que me manteve afastado faz um momento era de Paris 
". Chegar a mais, Rogam, selecione uma uva com acar da cesta de frutas junto a eles. "H uma oferta, Maggie, do conde da Lorena. 

"Do Lorraine? Lbios franzidos, ela procurou em sua memria. "Ah, o fraco de idade com um fortificao que falava em voz baixa." 

"Sim". Rogam fez graa ouvir seu descrever um dos homens mais ricos da Frana como um velho fraco. "lhe gostaria de encarregar a fazer um presente para as bodas 
de sua neta em dezembro." 

Seus cabelos de ponta se levantou instintivamente. "vou ter nenhuma comisso, Rogam. Fiz isso em claro desde o comeo." 

"Voc o fez, sim". Rogam teve outra uva e o meteu na boca do Maggie para mant-la tranqila. "Mas  minha obrigao de lhe informar de todas as solicitudes. No 
estou sugiriendo que voc est de acordo, embora seria bastante impressionante em uma pluma de seu Worldwide's e capitalizao. Simplesmente estou cumprindo meus 
deveres como seu manager. " 

lhe olhando, Maggie se tragou a uva. Seu tom, assinalou, foi adoado como como a fruta. "No o farei." 

"Sua eleio,  obvio." Agitou todo o assunto de distncia. "Quer que chame por algo frio? Onade Lem talvez, ou ch gelado?" 

"No" Maggie tomou o lpis detrs da orelha, deu-lhe uns golpes em seu caderno. "No estou interessado em fazer-a-ordem". 

"E por que quer ser?" ele respondeu, toda razo. "Sua amostra de Paris foi to bem-sucedida como a do Dubln. Tenho plena confiana em que esta tendncia continuar 
em Roma e mais  frente. Est bem em sua maneira, Margarida Mara." inclinou-se e a beijou. "No  que a petio do conde tem nada que ver com feitos  ordem.  
muito disposto a deix-la por completo em suas mos. " 

Cauteloso, Maggie ponta por seus culos e o estudou na ponta. "Voc est tratando de doce me convencesse." 

"No acredito." Mas,  obvio, era-o. "Devo acrescentar, entretanto, que o conde-um conhecedor de arte muita respeitada, por estejam disposto a pagar por somely". 

"No me interessa." Ela empurrou seus culos em seu lugar outra vez, ento jurou. "Quanto  bonito?" 

"At o equivalente de cinqenta mil libras. Mas eu sei como inflexvel que est a ponto o ngulo de dinheiro, assim no precisa lhe dar um pensamento. Disse-lhe 
que era pouco provvel que te interesse. Gosta de baixar  praia? Tome uma unidade ? " 

antes de que pudesse levantar-se, Maggie enganchou o pescoo. "OH, voc  um ardiloso um, no  assim, Sweeney?" 

"Quando as necessidades de ser". 

"Seria tudo o que decide fazer? O que veio para mim?" 

"Seria". Riscou um dedo por cima do ombro ao descoberto, que comeava a sua vez a cor de um pssego no sol. "Exceto ..." 

"Ah, aqui estamos." 

"Blue", disse Rogam, e sorriu. "Ele quer azul." 

"Azul, verdade?" A risada comeou a tremer. "Qualquer tonalidade particular?" 

-Quo mesmo os olhos de sua neta. Sustenta que se esto to azuis como o cu do vero. Parece que ela  seu favorito, e depois de ver seu trabalho em Paris, nada 
que ver que mas que tm algo feito para ela sozinha de suas formosas mos . " "Suas palavras nem na tua?" 

"um pouco de ambas as coisas", respondeu Rogam, beijando uma dessas formosas mos. 

"Eu vou pensar." 

"Esperava que o fizesse. J no se trate de bloquear sua opinio, ele se inclinou para mordiscar seus lbios. "Mas pensar nisso mais tarde, verdade? 

"Excusez-moi, monsieur. Um criado de rosto suave estava no bordo da terrao, com as mos a seus flancos e seus olhos discretamente a direo do mar. 

"Oui, Enrique?" 

"Vous et senhorita, voudriez-vous dejeuner sul a terrao maintenant?" 

-Non, dejeuner allons nous plus tard ". 

"Trs bem, senhor. Henri se desvaneceu, silencioso como uma sombra na casa. 

"E o que foi isso?" -Perguntou Maggie. "Queria saber se queramos comer. Pinjente que comeria mais tarde." Quando Rogam chileno se inclinou de novo, Maggie lhe deteve 
com uma mo deu uma palmada no peito. "Algum problema?" Rogam murmurou. "Posso cham-lo e lhe dizer que estamos preparados depois de tudo." 

-No, no quero que o chame. "  a inquietava pensar no Enrique, ou qualquer dos outros agentes,  espreita em uma esquina, esperando para servir. moveu-se da cadeira. 
"No te quero voltar a estar sozinho?" 

"Estamos sozinhos. Isso  exatamente por que queria trazer aqui." 

"Alone? Deve ter seis pessoas divagar ao redor da casa. Jardineiros e cozinheiros, empregadas e mordomos. Se eu fosse estalar os dedos neste momento, um deles vm 
correndo. " 

"Qual  exatamente o propsito de ter serventes." 

"Bom, eu no os quero. Sabe voc uma dessas donzelas pouco queria lavar minha roupa interior?" 

-Isso  porque  seu trabalho para cuidar de ti, no porque queria rifle suas gavetas. " 

"Posso tendem para mim mesmo. Rogam, quero que despedi-los. Todos eles." 

levantava-se isso. "Quer que o fogo a ajuda?" 

-No, pelo bem de piedade, no sou um monstro, jogando em pessoas inocentes na rua. Quero que envi-los, isso  tudo. Em um dia de festa, ou o que seja que lhe chamem 
isso ". 

"No posso menos que dar ao pessoal um dia livre, se quiser." 

"No h dia, a semana". Ela deixou escapar um flego, ver sua perplexidade. "No tem nenhum sentido para voc, e por que teria que faz-lo? Est to acostumado a 
eles, nem sequer v-los." 

"Seu nome era Henri, o cozinheiro  Jacques, a criada que o descaradamente se ofereceu a lavar sua roupa interior  Enjoe." Ou, possivelmente, pensou, Monique. 

"Eu no estava depois de ter comeado uma briga." Ela se aproximou, com as mos por seu alcance. "No me posso relaxar como o faz com toda esta gente revoando ao 
redor. Simplesmente no estou acostumado, eu no acredito que queira ser. Faz-o por mim, por favor, Rogam. lhes d uns dias de descanso . " 

-Espera aqui um momento. " 

Quando se foi, ficou de p na terrao, sentindo-se estpido. Ali estava ela, pensou, descansando em uma vila mediterrnea com nada do que se pode pedir a seu alcance. 
E ainda no estava satisfeito. trocou-se, deu-se conta. Nos poucos meses desde que conheceu Rogam, ela tinha trocado. Ela no s desejava mais agora, cobiava mais 
do que ela no tinha. Ela queria que a facilidade e o prazer de dinheiro poderia trazer, e no s para sua famlia. Ela o queria para ela. Havia diamantes desgastadas 
e tinha danado em Paris. E queria faz-lo de novo. Entretanto, dentro dela, ficava que necessitam as pequenas e quente para ser s ela mesma, a necessitar nada 
nem a ningum. Se perdia o que, pensou Maggie com um ltego de pnico, teria se perdido tudo. Ela recolheu seu caderno de desenho, passou as pginas. Mas por um 
momento, um momento terrvel, sua mente era to branco como a folha diante dela. Ento ela comeou a desenhar freneticamente, com uma intensidade de violncia que 
brotou dela como um vendaval. A mesma foi a oradora assinala. As duas partes, entrelaados, tirou  parte e to desesperadamente tratando de voltar a reunir-se. 
Mas como poderiam, quando a gente era to absolutamente contra a outra? Arte pela arte, a solido  prudncia, a independncia de orgulho. E no outro lado, a ambio, 
fome e necessidades. Ela ficou olhando o desenho terminado, assombrados de que se derramou de seu to rapidamente. E agora que o tinha, estava extraamente tranqilo. 
Talvez aquelas duas foras opostas que a fez o que era. E talvez se alguma vez realmente em paz, que estaria menos do que poderia ser. 

foram-se. " 

Sua mente segue  deriva, olhou sem compreender at em Rogam. "O que? Quem se foi?" 

Em uma risada mdio, sacudiu a cabea. "O pessoal. Isso  o que queria, no?" 

"O pessoal? OH." Sua mente se limpou, assentaram-se. "Expulsaram-nos? Todos eles?" 

"Fiz-o, embora s Deus sabe como vamos comer nos prximos dias. Sem embargo-se interrompeu quando ela saltou a seus braos. Como ela tinha disparado sobre ele como 
uma bala de uma arma, cambaleou-se para trs, perda de equilbrio para evitar que se estrelando-se atravs da porta de vidro biselado detrs dele e esteve a ponto 
de cair pela amurada. 

- um homem maravilhoso, Rogam. Um prncipe de um homem. " 

Passou-lhe em seus braos e olhou com cansao pela diminuio no corrimo. "Eu era quase um homem morto." < P> 
"Estamos sozinhos? Completamente?" 

"Somos, e me ganhei a gratido eterna de todos, do mordomo abaixo. A donzela chorou de alegria." Como supunha que devia, com o bnus de frias que lhe tinha agradvel 
e o resto dos criados. "Assim agora vamos  praia ou ao pas ou ao lugar em seus coraes os conduzir. E temos que a casa para ns mesmos." 

Ela o beijou, duro. "E estamos a ponto de utilizar cada centmetro dela. Comearemos com esse sof na sala s atravs dali." 

"Vamos?" Divertido, ele no protestou quando ela comeou a desabotoar sua camisa. "Est cheio de exigncias de hoje, Margarida Mara." 

"O negcio com os criados era uma petio. O sof  uma demanda ". 

Ele arqueou uma sobrancelha. "O carro est mais perto." 

"Assim ". Ela riu quando ele a baixou  mesma. "Assim ". 

Nos prximos dias, que tomavam o sol na terrao, caminhou na praia ou nadar voltas preguiosa na piscina lagoonlike  msica das fontes. Teve comidas mal preparadas 
para ser comido na cozinha e as unidades da tarde pelo campo. Houve tambm,  cabea do Maggie, inteiramente conexo de muitos. Poderia ter sido um dia de festa, 
mas nunca mais foi Rogam que um telefone ou um fax de distncia dos negcios. Havia algo em uma fbrica no Limerick, algo mais a respeito de um leilo em Nova Iorque, 
e ininteligvel murmura a respeito da propriedade que estava procurando para adicionar outro ramo a todo mundo Galerias. Poderia a haver incomodado se no tivesse 
comeado a ver que seu trabalho era to parte de sua identidade como sua obra foi  sua. Todas as diferenas a um lado, no podia queixar-se dele de passar uma hora 
ou dois encerrado em seu escritrio quando tomou a absoro em seus esboos com calma. Se ela tinha acreditado em um homem e uma mulher para encontrar o tipo de 
harmonia que se necessita para toda a vida, poderia ter acreditado que o tinha encontrado com Rogam. 

-vamos ver o que tem feito. " 

Com um bocejo contente, Maggie lhe ofereceu seu caderno de esboos. O sol ficava, tinja afogamento varrer o cu do oeste. Entre elas a garrafa de vinho que tinha 
eleito de sua adega se localizada em um cubo de prata geada com gelo. Maggie levantou sua taa, bebeu um sorvo e se acomodou para desfrutar de sua ltima noite na 
Frana. 

-vais estar muito ocupado quando chegar a casa ", comentou Rogam enquanto estudava cada desenho. "Como vai escolher a que deseje trabalhar primeiro?" 

"Me vai escolher. E por muito que desfrutei fazendo o vago, estou desejando voltar para meu e o fogo do forno." 

"Eu posso ter as que elaboraste para a Brianna mate e emoldurado. Por simples esboos a lpis so bastante boas. Eu gosto ..." Ele calou quando se voltou uma pgina 
e me encontrei com um pouco totalmente diferente de um esboo do mar ou uma paisagem. "E o que temos aqui?" 

Quase muito preguiosos para mover-se, olhou por cima. "OH, sim, isso. No fao retratos freqentemente, mas que algum era irresistvel. " 

Era ele mesmo, tendido sobre a cama, com o brao arrojados como se tivesse sido chegar a algo. Por ela. 

Tomado por surpresa e no satisfeitos de tudo, ele franziu o cenho no desenho. "Voc assinalou isto enquanto eu dormia." 

"Bom, eu no queria despertar a voc e danificar o momento." escondeu-se seu sorriso em seu copo. -Estava dormindo to docemente. Talvez gostaria de pendurar uma 
que em sua galeria do Dubln. " "Estou nua." 

"Nude  a palavra, vou recordar. Quando  uma arte. E te v muito nu artstico, Rogam. J o assinei, j v, assim pode conseguir um bom preo por isso". "No acredito." 

Ela colocou a lngua na bochecha. "Como meu manager que  seu dever para comercializar meu trabalho. Sempre est dizendo voc mesmo. E isto, se me permite diz-lo, 
 um de meus melhores desenhos. Ver a luz, e a forma em que joga com o os msculos de voc " 

"J vejo-disse com voz afogada. "E assim seria todo mundo." 

"No h necessidade de ser modesto. H uma boa forma. Acredito que o capturei ainda melhor neste outro." 

Seu sangue, simplesmente, lhe gelou. "A outra?" -Sim. vamos ver agora ". Alargou a mo para voltear as pginas de si mesmo. "Aqui estamos. Mostra um pouco mais de 
contraste ... quando est de p, parece-me. E um pouco de arrogncia que vem atravs de tambm." 

As palavras lhe falharam. Lhe tinha desenhado de p na terrao, um brao apoiado no corrimo detrs dele, o outro catacin uma taa de conhaque. E um sorriso, um 
sorriso satisfeito tudo no rosto. Era tudo o que tinha posto. 

"Nunca me fiz passar por isso. E nunca hei ficou nu na terrao brandy potvel." 

"Licena artstica", disse airly, encantado de que lhe tinha desconcertado por completo. "Sei que seu corpo o suficientemente bem para tirar da memria. Tivesse 
estragado o tema para preocupar-se com a roupa." 

"O tema? Qual ?" 

"Professor da casa. Eu acreditava que  o que faria que o ttulo Ambos os realidade. Voc pode oferecer como um grupo" 

"No vou vender os". 

E por que no? Eu gostaria de saber? Voc vendeu vrios de meus outros desenhos que no so to bem feito. Aqueles que no quero que vender, mas eu tinha assinado 
na linha dedilhada, por isso fez. Quero que estes negociados. "Seus olhos danavam." De fato, insisto, como acredito que  meu direito, contratualmente falando. 
" 

"Me vou comprar eu mesmo, ento. 

"Qual  sua oferta? Meu concessionrio me diz que meu preo est subindo." 

"Est-me chantageando, Maggie." 

-OH, sim ". Lhe brindou a seguir, bebeu mais vinho. "Ter que conhecer meu preo". 

Olhou o desenho de novo antes, fechando o livro. "Qual ?" 

"vamos ver .... acredito que se me levaram acima e feito o amor at que saia a lua, que poderia haver um acordo". 

"H um sentido de negcios inteligente." 

"Aprendi-o que um professor." Ela comeou a ficar de p, mas ele sacudiu a cabea e agarrou em seus braos. 

"No quero que deslizar-se pelas lacunas neste acordo. Acredito que os trminos eram que se levaram acima." 

"Tem razo. Suponho que  por isso que necessitamos um treinador". Ela ferida uma mecha de seu cabelo ao redor dos dedos enquanto a levava a casa. "Voc sabe,  
obvio, se no estar satisfeito com o resto dos trminos, a oferta de fora". 

"Voc estar satisfeito." 

Na parte superior da escada se deteve para beij-la. Sua resposta foi, como sempre, rpido e urgente, e como sempre, que acelerou seu sangue. Entrou no dormitrio, 
onde a luz se suavizou de pr-do-sol nadou atravs das janelas. Logo a luz se cinza com o anoitecer. Sua ltima noite por si s no se gastaria na escurido. Pensando 
nisto, tendeu-se na cama, e quando chegou para ele, escapou a acender velas. Eles foram pulverizados pela sala, alguns recibos, alguns crios magros, todos os queimou 
a longitudes variveis. Maggie se ajoelhou na cama enquanto Rogam golpeou as chamas e se envia o ouro danando luz. 

"Romance". Ela sorriu e se sentiu extraamente meio doido. "Parece um pouco de chantagem foi bem vale a pena o esforo." 

Fez uma pausa, um partido da queima entre os dedos. "Dei-te romance to pouco, Maggie?" 

"S estava brincando". Jogou-se o cabelo para trs brisa agitava. Sua voz tinha sido muito grave. "No tenho necessidade de romance. Sincero desejo  o suficientemente 
boa para mim. " 

 isso o que temos? " Cuidadosamente ps a partida  mecha logo sacudiu. "Lust". 

Rendo, ela tendeu os braos. "Se voc quer deixar de perambular pela habitao e vem aqui, te vou mostrar exatamente o que temos." 

Ela se viam radiantes sob a luz de velas com as ltimas cores da hemorragia dia atravs das janelas junto  cama. Tinha o cabelo em chamas, sua pele beijada por 
seus dias no sol e seus olhos sabem, zombadora e acolhedor, sem dvida. Em outros dias e outras noites se teria mergulhado nesse convite, aceitou-a, deleitava-se 
nela e a tormenta de fogo que podiam fazer entre eles. Mas seu estado de nimo tinha trocado. Cruzou lentamente a ela, lhe agarrando as mos antes de que pudessem 
atirar com entusiasmo na cama com ela, levantando os lbios enquanto seus olhos a observava. 

"Esse no era o trato, Margarida Mara. ia fazer te o amor.  tempo de que o fiz." Ele manteve suas mos nas suas, o desenho os braos cansados aos flancos enquanto 
se inclinava para diante para jogar com os lbios. " hora de que me permite isso." 

"Que loucura  essa?" Sua voz no era estvel. Ele a beijava como o tinha feito uma vez, lentamente, brandamente, e com a mxima concentrao. "Fiz mais que lhe 
permitem um grande nmero de vezes antes". 

"No  assim." Sentiu suas mos contra sua flexo, seu corpo retroceder. " voc tanto medo de ternura, Maggi e? " 

" obvio que no o sou." No podia recuperar o flego, sim podia ouvir, sentir vir lento e pesado atravs de seus lbios. Todo seu corpo se formigo, entretanto, 
logo que toc-la. Algo escapa dela. "Rogam, eu no quero" 

Para seduzir? "Ele tomou os lbios dela, deixar que perambulam tranqilamente pela cara. 

-No, eu no. " Mas sua cabea inclinada para trs como desnatada em sua boca at a garganta. 

"Est a ponto de ser". 

Lhe soltou as mos e depois chamar a sua mais prxima. No h um abrao febril este momento, mas uma posse ineludible. Seus braos pareciam incrivelmente pesada 
enquanto que a ferida de seu pescoo. Ela no podia fazer mais que aferrar-se como lhe acariciou o cabelo, sua cara, com os dedos suaves que no sentia mais substancial 
que um sussurro no ar. Sua boca se voltou para ela em um cho mido, profundo, o beijo de caf da manh que prosseguiu sem cessar, sem cessar, at que ela era to 
dcil como a cera em seus braos. Tinha enganado a ambos, Rogam se deu conta de que ele ps suas costas na cama. Ao permitir que s o fogo tom-los, que tinha mantido 
aos dois de experimentar todas as clidas,  espera poos de ternura. Esta noite seria diferente. Esta noite a levaria atravs de um labirinto de sonhos antes das 
chamas. 

O sabor do filtrado nela, seu impressionante, assombroso ela com ternura. A cobia que sempre tinha sido uma parte to importante de suas relaes sexuais tinha 
maturado em uma preguiosa pacincia ela no pde resistir nem rechaar. Muito antes de que se abriu a blusa e leite desnatado as gemas dos dedos suaves, inteligentes 
sobre sua pele, estava flutuando. Lnguidamente suas mos se deslizou de seus ombros. Seu flego capturados e expulsos como ele lavava a lngua por ela, procurando 
pequenos gostos secreto, deter-se neles. Saboreando. Que deriva em varrido lento da sensao, ela estava a par de todos os pontos do pulso despertou, da corda larga, 
tranqila do mais profundo dentro dela. To diferente de uma exploso. Assim que muito mais devastadores. Murmurou seu nome quando uma mo cavada debaixo da cabea 
e levantou seu corpo a sua fuso. 

" minha, Maggie. Ningum mais lhe levar aqui." Teria que haver objees a esta nova demanda de exclusividade. Mas no pde. Por sua boca estava caminhando sobre 
ela outra vez como se tivesse anos, dcadas, para completar a explorao. A luz das velas piscavam soadoramente contra suas plpebras pesadas. Podia cheirar as 
flores que tinha recolhido essa mesma manh e tinha colocado em um vaso azul pela janela. Ouviu a brisa que anuncia a noite mediterrnea com os aromas das flores 
e a gua a seu passo. Por debaixo dos dedos e os lbios de sua pele se suavizou e se estremeceu seus msculos. Como no ia ou seja que a tinha querido assim? Todos 
os fogos banco, s rescaldo de fumaa j a deriva. movia-se sob suas mos impotentes, incapazes de fazer outra coisa que absorver o que lhe deu, siga onde dirigiu. 
Apesar de que o sangue golpeou na cabea, em seus lombos, manteve a luz carcias, brincadeiras, esperando, velando seu diapositiva de uma sensao de fuso na prxima. 
Quando ela se estremeceu, quando um suspiro novo gemido escapou de seus lbios, tomou as mos de novo, braceleting eles em um de seus de modo que ele era livre de 
seu impulso no primeiro bordo. Seu corpo se inclinou, agitou suas pestanas. Viu como o punho de primeiro veludo ficou sem respirao. Logo se dirigiu de novo o lquido, 
lnguida e claudicao. Seu prazer brotava dentro dele. O sol se afundou. Velas acanaladas. Ele a conduziu de novo, um pico mais alto que a fez gritar com voz dbil. 
O som se ecoou de distancia em suspiros e murmrios. Quando seu corao estava to cheio que, tambm, parecia com chorar, ele se meteu nela, tomando com ternura 
enquanto que a lua. 

Talvez ela dormia. Sabia que sonhava. Quando abriu os olhos outra vez, a lua se levantou e a habitao estava vazia. Lnguido como um gato, que ela considerava o 
encrespar-se para acima outra vez. Mas inclusive quando ela acariciou no travesseiro que sabia que no poderia dormir sem ele. levantou-se, flutuando um pouco como 
se sua mente estava aturdida com o vinho. Ela encontrou uma tnica, uma amostra fina de seda que Rogam tinha insistido em lhe dar. instalou-se sem problemas em sua 
pele enquanto ela ia busc-lo. 

"Eu deveria ter sabido que estaria aqui." 

Ele estava na cozinha, de p sem camisa em frente da estufa na cozinha reluzente brilhante branco e negro. Pensando em seu estmago? " 

E o teu, minha menina. " Apagou o fogo da frigideira antes de cumprir. Os "ovos". 

"Que mais?" Tudo era um deles podia cozinhar de maneira competente. "No se surpreenda se estamos cacarejando quando voltarmos a Irlanda amanh". Porque se sentia 
inesperadamente torpe, passou-se uma mo pelo cabelo uma vez, logo duas vezes. "Deveria ter feito que me levante e arrum-lo." 

"Made you?" Ele estendeu a mo para as placas. Essa seria a primeira vez. " 

"O que quero dizer , eu o teria feito. depois de tudo, no me sinto que fiz minha parte antes". 

"antes de que?" 

-Vamos. Na cama. No  exatamente o que me corresponde. " 

"Uma ganga  uma ganga." Ele recolheu os ovos nas placas. "E desde meu ponto de vista, fez-o muito bem. Watching you desentranhar foi um prazer incrvel para mim." 
A gente tinha a inteno de voltar a experimentar, muito em breve. "por que no sentar-se a comer. O moon'11be durante algum tempo ainda." 

-Suponho que sim. " Mais a gosto, ela lhe uniu na mesa. "E isto s me pode dar minha energia de volta. Sabe voc-disse com a boca enche. "Eu no sabia que o sexo 
pode te fazer to dbil." 

"No foi s sexo". 

O garfo a meio caminho se deteve os lbios em seu tom. No teve feridos por debaixo da molstia aguda, e que lamentava ter causado. Assombrado de que podia. "No 
dizer isso, Rogam. No to impessoal. Quando duas pessoas gostam de um do outro " 

"Sou muito mais que te quer, Maggie. Estou apaixonado por ti." 

O garfo lhe escapou dos dedos e ruidosamente no prato. Pnico rasgou a garganta de afiadas presas, faminto. "Voc no ." 

"Eu sou". Disse-o com calma, apesar de que estava amaldioando a si mesmo para fazer sua declarao em uma cozinha bem iluminada sobre os ovos mau cozidos. -E voc 
est apaixonada por mim. " 

"No -no estou, no pode me dizer o que sou." 

"Posso quando  muito estpido para dizer o mesmo. O que h entre ns  muito mais que atrao fsica. Se no estivesse to cabeudo, que lhe deixemos de fingir 
que era". 

"No sou cabeudo". 

"Voc , mas me parece que  uma das coisas que eu gosto de ti". Estava pensando framente e satisfeito de estar de volta no controle. "Poderamos ter discutido 
tudo isto em circunstncias mais atmosfrico, mas sabendo que, pouco importa. Estou apaixonado por ti, e quero que te case comigo." 



Captulo XVII 



MATRIMNIO? A palavra entupido em sua garganta, ameaou asfixiando-a. No se atreveu a repeti-lo. "Est fora de sua mente." 

"me criem, considerei a possibilidade." Agarrou o garfo e a comeu com a apario da prudncia. Mas a dor, inesperado e matrias primas, raspar a ele. -Voc  teimoso, 
freqentemente grosseira, mais de vez em quando absorto em si mesmo e no um pouco temperamental. " 

Por um momento sua boca se movia como um Guppy. "OH, verdade?" 

"Voc certamente so, e um homem teria que ter tomado uma permisso de seus sentidos a querer esse tipo de bagagem para toda a vida. Mas-lhe serve o ch que tinha 
tido de encharcamento" a est. Eu acredito que  acostuma a usar a igreja da noiva, assim que nos casaremos no Clare. " 

"Consuetudinrio? Pendure seus costumes, Rogam, e voc com eles". Foi este pnico que sentia, arraste ao longo de seu espinho dorsal como o gelo irregular? Certamente 
no, disse-se. Tinha que ser gnio. Ela no tinha nada que temer. "No me vou casar com voc nem com ningum. Ever". 

"Isso  absurdo.  obvio que vai casar se comigo. Estamos incrivelmente bem adaptados, Maggie." 

"Faz um momento eu era teimosa e temperamental e grosseiro." "E voc tambm. E me deseja muito". Tomou a mo, ignorou sua resistncia e atirou aos lbios. "E vai 
de maravilha." 

-Bom, no me convm. No, absolutamente. Talvez me abrandei para sua arrogncia, Rogam, mas isso est trocando pelo segundo. me entenda ". Atirou a mo livre dele. 
"vou ser a esposa de ningum." 

-No homem, a no ser a minha. " 

Ela sussurrou uma maldio. Quando ele s sorriu a isso, ela teve um forte aperto em seu temperamento. Uma briga, pensou, poderia ser satisfatrio, mas no resolveria 
nada. "Voc me trouxe aqui para isto, no?" 

"No, em realidade, no o fiz. Eu tinha pensado para ter mais tempo antes de arrojar meus sentimentos a seus ps." Com muito cuidado, muito deliberadamente, trocou 
seu prato a um lado. "Sabendo muito bem que havia a patadas a mim." Seus olhos ficou na sua, o nvel, paciente. "Voc v que voc conhece muito bem, Margarida Mara." 

"No". Temper, e o pnico que no queria admitir, que se filtrou fora dela, deixando espao para a tristeza. "Hei razes para ficar com todo meu corao, Rogam, 
e nunca considerar a possibilidade do matrimnio." 

interessadas-se e tranqilizou a entender que o matrimnio no era para ele que lhe parecia espantar, mas o matrimnio em si. "O que so?" 

Ela baixou o olhar  taa. depois de um momento de vacilao, acrescentou seus habitual trs cubos de acar e se agita. "perdeste a seus pais." 

"Sim". Seu cenho franzido. Isto certamente no foi a ttica que a tinha esperado a tomar. "Faz quase dez anos." 

" difcil perder famlia. Despoja de toda uma capa de segurana, expe-lhe ao simples feito de frio da mortalidade. Voc os amou?" -Muito. Maggie " 

-No, eu gostaria de ouvir o que tem que dizer a respeito.  importante. Amei-te? " -Sim, fizeram-no. " 

"Como sabe?" Bebeu agora, sustentando a taa com as duas mos. "Foi porque lhe deu uma boa vida, uma boa casa?" 

"No teve nada que ver com o bem-estar material. Sabia que me queria porque o sentia, porque lhe notava. E pude ver que se amavam tambm." 

"No havia amor em sua casa. E a risada? Houve risadas, Rogam?" 

"um pouco dela." Podia recordar ainda. "Eu estava devastada quando morreu. Assim logo, to brutalmente sbita ..." Sua voz em off cnico, continuando, reforou-se 
de novo. "Mas depois, quando o pior tinha passado, alegrei-me de que tinham ido juntos. Cada um deles teria sido s de meia vida sem o outro." 

"No tem voc conta de quo afortunada , o que  um presente que lhe estavam crescendo abandonado em um lar amoroso e feliz. Nunca soube. Nunca o farei. No havia 
amor entre meus pais. Havia ira e a culpa e a culpa e no havia direito, mas o amor no. voc pode imagin-lo que era, que crescem em uma casa onde as duas pessoas 
que tinham feito que no lhe importava nada o um ao outro? que solo estavam a porque seu matrimnio era uma priso de restrio deles em com a conscincia e a lei 
da igreja. " -No, no posso. " cobriu-se a mo com a sua. "Sinto que posso". 

"Jurei, quando ainda era uma menina, jurei que nunca seria encerrado em uma priso dessa maneira." 

"O matrimnio no  s uma priso, Maggie-disse brandamente. "Meus prprios pais foi uma alegria." 

"E voc pode fazer um para se um dia. Mas no eu faz o que sabe, Rogam. E no pode trocar o que vieste. Minha me me odeia." 

Ele teria protestado, mas ela disse que o importa de maneira casual, por isso simplesmente, no pde. 

"Inclusive antes de nascer eu me odiava. O fato de que cresci dentro de lhe arruinou a vida, que me diz to freqentemente como  possvel. Todos estes anos no 
sabia quo profundo realmente foi, at que sua av me disse que minha me havia teve uma carreira ". "Uma carreira?" Jogou a cabea para trs. O canto? O que tem 
isso que ver contigo? " 

"Tudo. Que opo tinha ela que renunciar a sua carreira? Que carreira ia ter tido a esquerda como uma mulher solteira, grvida em um pas como o nosso? Nenhum." 
Fria, estremeceu-se e deixou escapar um suspiro tremente. Doeu-me que dizer em voz alta esta maneira, para diz-lo tudo em voz alta. "Ela queria algo para si mesmo. 
Entendo que, Rogam. Eu sei o que  ter ambies. E imagino, muito bem, o que seria como ter as frustraram. J v, nunca se teria casado se Eu no tinha sido concebido. 
Um momento de paixo, da necessidade, isso era tudo. Meu pai mais de quarenta anos, e ela ltimos trinta anos. Ela sonha, Suponho que, de romance e que ver uma mulher 
formosa. Era encantada ento. H fotos. Era encantada antes da amargura o comeu tudo pela amurada. E foi a semente da mesma, meu beb de sete meses que a humilhou 
e arruinou seus sonhos. E ele, tambm. Aye e os seus. " 

"Dificilmente se pode culpar-se a si mesmo por ter nascido, Maggie." 

"OH, isso sei. No crie que eu sei? por aqui?" De repente, feroz, deu uns golpecitos na cabea. "Mas em meu corao-no pode voc ver? Eu sei que minha existncia 
e cada flego que tomo pesavam sobre a vida de duas pessoas sem medida. Vim nica paixo, e cada vez que olhava para mim, recordou-lhe que tinha pecado. " 

Isso no s  ridculo,  uma tolice. " "Talvez seja. Meu pai disse que tinha amado uma vez, e talvez era certo." Ela o podia imaginar, caminhar em Ou'Malley, j 
Maeve, o ouvido dela e deixar que seu corao romntico elevar o vo. 

Mas se tinha estrelado logo. Para os dois. 

"Eu tinha doze anos quando ela me disse que no tinha sido concebido dentro do matrimnio. Assim  como ela diz. Talvez ela tinha comeado a ver que eu estava fazendo 
essa mudana lenta de menina a mulher. Eu tinha comeado a olhar moos, j v. tinha praticado minha paquera do Murphy e um ou duas mais da aldeia. Ela me agarrou 
nela, de p junto ao celeiro com o Murphy, provando um beijo. S um beijo, isso era tudo, ao lado do feno em uma tarde calorosa do vero, os dois jovens e curiosos. 
Foi meu primeiro beijo, e que era precioso, suave e tmido e inofensivo. 

"E nos encontramos." Quando Maggie fechou os olhos, a cena reproduz vividamente. "Ela se foi em branco, osso branco, e lanou um grito e se enfurecia, arrastou-me 
 casa. Eu era mau, disse, e pecadora, e porque meu pai no estava em casa a det-la, ela me pegava". 

"Whipped voc?" Shock lhe havia aumento de sua cadeira. "Est-me dizendo que te golpeou porque tinha beijado a um menino?" 

"Ela me golpearam", disse Maggie rotundamente. "Era mais que o dorso da mo que me tinha acostumado. Ela tomou um cinturo e ps em mim at que eu pensava que me 
matariam. Enquanto o fazia lhe gritou escritura e se estendeu sobre a marca do pecado." "Ela no tinha direito a trat-lo assim." ajoelhou-se diante dela, tomou 
a cara entre as mos. 

-No, ningum tem esse direito, mas no det-los. Pude ver o dio em sua continuao, e o medo, tambm. O medo, cheguei a entender, era que ia terminar como ela 
o havia , com um beb em meu ventre e o vazio em meu corao. Eu sempre tinha sabido que ela no me amava como me estavam destinados a amar a seus filhos. tivesse 
sabido que ela era mais fcil, um pouco mais suave no Brie. Mas at esse dia, eu no sabia por que. " 

No podia sentar-se por mais tempo. O aumento, foi  porta que dava a um ptio de pedra com coberta pouco com as panelas de barro cheias de gernios brilhante. 

"No h necessidade de que fale mais disto", disse Rogam a suas costas. "vou terminar." O cu estava tachonado de estrelas, a brisa suave em um sussurro entre as 
rvores. "Ela me disse que eu estava marcada. E me golpearam at que a marca seria no exterior e, por isso ia entender o que uma mulher leva uma carga, porque  
ela a que leva a menino." 

"Isso  vil, Maggie." No se pode reprimir a suas prprias emoes, deu-lhe a volta, as mos duras sobre os ombros, os olhos azuis gelados e furioso. "limitaram-se 
a uma garota." 

"Se eu fosse, deixei de ser um esse dia. Porque entende, Rogam, que queria dizer exatamente o que ela disse." 

"Foi uma mentira, una uma lstima." 

"No a ela. Para ela era a verdade a libra esterlina. Ela me disse que eu era sua penitncia, que Deus a tinha castigado por sua noite de pecado, comigo. Ela acreditava 
que, por completo, e cada vez que olhava para mim, ela se lembrou dela. Que at a dor e a misria de meu nascimento no foi suficiente. Por mim que estava apanhada 
em um matrimnio que ela desprezava, unido a um homem ao que no podia amar e me de um menino que nunca tivesse querido. E, como tenho descoberto recentemente, 
a runa de tudo o que ela realmente queria. Talvez a runa de tudo o que era. " 

"Ela  a que deveria ter sido aoitado. Ningum tem o direito de abusar de um menino assim, e pior para utilizar uma viso deformada de Deus como a correia". 

- curioso, meu pai me disse quase o mesmo quando chegava a casa e viu o que tinha feito. Acreditei que ia golpear a.  a nica vez em minha vida que nunca o tinha 
visto perto da violncia. Tiveram uma briga terrvel. Era quase pior que a surra a escutar a ele. Subi  habitao para escapar do pior de tudo, e Brie chegou com 
ungento. Ela tendeu para mim como uma me da pequena, dizendo tolices todo o tempo os gritos e maldies retumbou pelas escadas. Tremiam-lhe as mos. " 

Ela no se ops quando Rogam a atraiu a seus braos, mas seus olhos permaneceram secos, sua voz tranqila. "Pensei que ia a seguir. Disseram coisas to vicioso entre 
si, pensei que no h duas pessoas poderiam viver sob o mesmo teto depois. Pensei que se acabasse de nos levar com ele, se Brie e eu s podia ir com ele, em qualquer 
lugar, que ia estar bem outra vez. Ento lhe ouvi dizer que ele estava pagando, tambm. O fato de que estava pagando pelos sculos de ter acreditado que amava e 
desejava. Que ia se pagar sua tumba.  obvio, ele no foi. " 

Maggie se apartou de novo. Deu um passo atrs. "ficou mais de dez anos mais, e ela nunca me tocou outra vez. No de maneira nenhuma. Mas nenhum de ns se esqueceu 
de que um dia acredito que nenhum de ns queria. Tratou de compens-lo por me dar mais, amar algo mais. Mas no pde. Se a tinha deixado, se nos levaram e a deixou, 
tivesse trocado as coisas. Mas isso no podia fazer, por isso vivia nessa casa, como os pecadores no inferno. E eu sabia que no importa o que me queria que havia 
ocasies em que deve ter pensado que se no tivesse sido-si no tivesse sido, teria sido livre ". "Honestamente culpar ao menino, Maggie?" 

"Os pecados dos pais ..." Ela negou com a cabea. "Uma das expresses favoritas de minha me  isso. No, Rogam, eu no lhe reprovo nada ao menino. Mas isso no 
troca os resultados." Ela respirou fundo. Ela foi melhor por haver dito tudo. "Nunca vou a risco de bloqueio a mim mesmo nessa priso." 

" muito inteligente para acreditar que uma mulher o que aconteceu seus pais acontece com todos." 

"No a todo mundo, no. Um dia, agora que ela no est em problemas pelas exigncias de minha me, Brie se casaro. Ela  uma mulher que quer a famlia." 

"E no o faz." 

-No-disse ela-, mas as palavras soavam ocas. "Hei meu trabalho, e a necessidade de estar sozinho." Ele tomou o queixo na mo. "Voc tem medo." 

"Se o estiver, tenho um direito a ser." liberou-se dele. "Que classe de esposa ou me que fao com o que vim?" 

"Entretanto, voc acaba de dizer a sua irm vai ser de uma vez." 

" a afetou de maneira diferente do que era eu. H tanta necessidade da gente e para uma casa j que tenho que fazer sem eles. Tinha razo suficiente quando disse 
que eu era teimoso e grosseiro e ensimismada. Sou eu." 

"Talvez voc teve que ser. Mas isso no  tudo o que so, Maggie.  compassivo e fiel e carinhosa. No  s uma parte de ti me apaixonei, mas o tudo. Quero passar 
minha vida com voc ". 

Algo se estremeceu em seu interior, frgil como o cristal golpeado por uma mo descuidada. "No escutaste uma palavra que hei dito?" 

"Cada palavra. Agora sei que no me acaba o amor. Voc me necessita." 

Arrastou as duas mos pelo cabelo, os dedos na escavao e atirando na frustrao. "Eu no necessito a ningum". 

" obvio que sim. Voc tem medo de admiti-lo, mas isso  compreensvel". Ele o sentia, com amargura, para o menino que tinha sido. Mas ele no podia permitir que 
isso troque seus planos para a mulher. "Encerraste-te em uma priso, Maggie. Uma vez que admitir a essas necessidades, a porta se abrir." 

"Estou contente com como so as coisas. por que tem que trocar?" 

"Porque quero mais que uns poucos dias ao ms com voc. Quero uma vida com voc, os meninos com voc." Ele desnatada uma mo por seu cabelo  taa a parte posterior 
de seu pescoo. -Porque  primeira e nica mulher que amei. No vou perder, Maggie. E no vou deixar que me perca. " 

"Dei-te tudo o que posso dar, Rogam." Sua voz era dbil, mas ela se manteve firme. " mais do que eu dei a ningum mais. te contente com o que eu sou capaz de dar, 
porque se no poder, vou ter que lhe pr fim." 

"Pode-se?" 

"vou ter que". 

Sua mo apertou uma vez na base de seu pescoo, e logo posto em liberdade e se afastou. "Persistentes", disse com um sotaque de diverso para ocultar a dor. -Bom, 
eu tambm posso esperar a que venha para mim. No, no me diga que no ", acrescentou ao tempo que abria a boca para protestar. "S o far mais difcil a voc quando 
voc o faz. vamos deixar as coisas como so, Maggie. Com uma alterao". 

O alvio que havia sentido deslocado  cautela. "Qual ?" 

"Amo-te". Ele tomou em seus braos, tampou-lhe a boca com a sua. "vais ter que acostumar-se a que o escuta." 

alegrava-se de estar em casa. Em sua casa pode desfrutar da solido, desfrutar de sua prpria companhia e os dias largos e largos onde a luz se aferrou ao cu at 
as dez. Em casa, ela no tinha que pensar em nada mais que trabalho. Para demonstr-lo, entregou-se trs dias em sua casa de cristal, trs dias sem interrupo. 
Ela era produtiva, satisfeito com os resultados que viu de esfriamento no forno de recocido. E estava, pela primeira vez em sua memria, sozinho. Isso foi na cabea, 
pensou enquanto olhava o crepsculo crescer e aprofundar e belamente deslizamento para a noite. Ele a tinha enganado para desfrutar de sua companhia, a desfrutar 
da voragem das cidades e povos. Fazia a quero muito. Ela o queria muito. Matrimnio. A idia a fez estremecer enquanto recolhia o que queria da mesa da cozinha. 
Isso, ao menos, nunca pde fazer que queira. Estava segura de que, dado um pouco de tempo, ele o veria sua maneira. Se no ... 

Ela saiu, fechou a porta. Era melhor no pensar em nada se no terem. Rogam foi, acima de tudo, um homem sensato. Ela tomou a caminhada de noite lentamente como 
Brianna's se estabeleceram a seu redor. Uma nvoa lenta reunidos a seus ps, e uma participao brisa sussurrou um calafrio de advertncia atravs das rvores. Ao 
igual a um farol de bem-vinda,  luz na cozinha da Brianna brilharam na noite. Maggie trocou os esboos que tinha emoldurado e acelerou o passo. 

Ao aproximar-se, um grunhido soou fora das sombras dos pltanos. Maggie chamou em voz baixa e foi respondida por um feliz casca. Com saltou das sombras, atravs 
da nvoa, e teria saltado sobre ela para demonstrar seu amor e devoo que ela no havia tendeu uma mo para det-lo. 

"Prefiro no ser derrubado, obrigado." esfregou-se a cabea, o pescoo, enquanto que sua cauda oscilante rasgou a nvoa fina como trapo. "Amparo de sua princesa 
esta noite, verdade? Bom, vamos procur-la." 

No momento no Maggie abriu a porta da cozinha, disparou Com travs de uma mancha de pele e msculo. Fez uma pausa atravs da habitao na porta que dava ao corredor, 
golpeando a cauda. 

"Fora dali, verdade?" Maggie estabelecer o esboo a um lado e se aproximou da porta. Ouviu vozes atravs dela, uma risada suave e um acento britnico. "Ela tem convidados", 
disse a Com, e decepcionou ao co a fundo quando ela se separou da porta. "No vamos incomodar a ela, por isso est pego comigo." Para fazer que a perspectiva um 
pouco mais otimista, foi  despensa onde Brianna manteve bolachas Com. "Bom, que truque que faz por mim, moo -Ou? 

Com olhos da bolacha que estava contendo, estalou os lbios. Com a dignidade que conteve com cheio ao Maggie, sentou-se e levantou uma pata. 

"Bem feito, moo." 

Uma vez que teve o tratamento entre os dentes, Com cambalhotas no tapete frente ao fogo da cozinha, um crculo trs vezes, logo se estabeleceu com um suspiro a 
desfrutar. 

"Pude ver com algo a mim mesmo." 

Uma rpida snoop ao redor da cozinha revelou um tesouro. Um quadrado de po de gengibre, mdio ido, descansava sob um pano de amparo. Maggie se comeu uma fatia, 
enquanto que a caldeira se esquentava e se sentou a outro com uma panela de ch caseiro. 

Quando chegou na Brianna, Maggie foi raspando as migalhas da placa. 

"Perguntava-me se tinha que encontrar." Brianna se agachou para acariciar ao co, que tinha ressuscitado a si mesmo de imprensa contra suas pernas. 

"Tivesse sido mais logo, se eu tivesse sabido isto estava esperando. convidaste, j vejo." 

-Sim, um casal de Londres, um estudante do Derry e duas damas doces desde o Edimburgo. Como desfrutar de suas frias? " 

"Foi um formoso lugar, dias quentes e ensolarados, noites clidas. Chamou-te algumas fotos para que te veja por voc mesmo." Fez um gesto a eles. 

Brie levantou as imagens e seu rosto se iluminou de alegria. "OH, so maravilhosos." 

"Pensei que gostaria que mais de um carto postal." 

"Sim quero. Obrigado, Maggie. Hei alguns recortes sobre seu show em Paris." 

Maggie se surpreendeu. "OH, como a tiraste? 

"Pedi-lhe a Rogam para envi-los a mim. Quer ver?" 

"Agora no, no. S me d um estmago nervoso, e meu trabalho vai muito bem." 

"Vai a Roma, quando a feira se translada aceso?" 

-No sei. No pensei nisso. Tudo o que parte dela parece muito longe daqui. " 

"Como um sonho". Brianna suspirou enquanto se sentava. "Logo que posso acreditar que estava em Paris." 

"Pode-se viajar mais agora, se o desejar." 

"Mmm". Talvez havia lugares que gostaria de ver, mas a casa de seu lugar. "Alice Quinn tinha um filho. David o esto chamando. Foi batizado ontem. Ele se lamentou 
por todo o servio." "E provavelmente Alicia revoavam ao redor como um pssaro." 

"No, ela no tinha muito David e tranqilizou ele, logo o levaram a enfermeira. O matrimnio e a maternidade a trocaram. Voc no pensaria que  a mesma Alice." 

"O matrimnio sempre troca a gente". 

"Freqentemente, para melhor." Mas Brianna sabia o que Maggie estava pensando. "Me de levar-se bem." 

"Eu no lhe perguntei." 

-No-disse Brianna uniformemente. "Mas eu estou dizendo. Lottie importunado em sua sesso no jardim todos os dias, e em sair a caminhar." 

"Walking? Apesar de si mesmo, o interesse do Maggie estava enganchado. "Me, caminhar?" 

"No sei como o faz, mas Lottie tem uma maneira com ela. A ltima vez que visitou me, da l, enquanto que Lottie se fez uma bola. Quando entrei, ela o derrubou 
e comeou a destrambelhar sobre como a mulher a levasse a tumba. Afirmou que disparou duas vezes Lottie, Lottie, mas no iria. Todo o tempo a me se queixou, Lottie 
se balanava em sua cadeira, sonriendo e pondo os fios ". 

"Se as unidades de distancia-lottie mulher" 

-No, me deixe terminar. " Brianna se inclinou para diante, seu baile olhos. "Fiquei ali, pondo desculpas e desculpas e esperando o pior. E depois de um tempo deixou 
de balanar-se Lottie." Maeve, "ela disse," deixar de incomodar  garota que te soa como uma urraca.. ' E tendeu o fio de novo a ela e me disse como estava depois 
da TEAC hing Mothing a tecer. " 

"O ensino que ela, OH, que ser o dia". 

"A coisa era que a me parava de murmurar em voz baixa e discutir com o Lottie. Mas ela parecia estar desfrutando. Tinha razo sobre que ela tivesse seu prprio 
lugar, Maggie. Pode que no saiba ainda, mas ela  mais feliz que ela esteve a maior parte de sua vida ". 

"O ponto  que ela est fora daqui." Inquieto, Maggie se levantou rondar pela cozinha. "Eu no quero que lhe faam iluses pensando que o fez pela bondade de meu 
corao". 

"Mas o fez", Brianna disse em voz baixa. "Se voc quiser a ningum mais que eu soubesse, isso  sua eleio." 

"No vim aqui para falar dela, mas para ver como seria de ti. mudou-se  habitao  cozinha? " 

"Sim. D-me outra habitao de acima gratuito para os clientes." 

"D-te um pouco de intimidade." 

No  isso. Tenho um lugar para um escritrio em ali, assim podem fazer os livros e a papelada. Eu gosto de ter uma janela da direita sobre o jardim. Murphy disse 
que podia ter um posto na porta, se quiser, assim podia entrar e sair sem passar pelo resto da casa. " 

"Bem". Maggie levantou um frasco de passas de Corinto, deixou-o outra vez. "H suficiente para que o trabalho de parto?" 

"Hei suficiente. foi um bom vero. Maggie, no me diz o que se preocupa?" 

"Nada ," Maggie respondeu bruscamente. "Tenho muito em minha mente, isso  tudo." "brigaste com Rogam?" 

"No" No se poderia chamar uma briga, pensou. "por que deveria supor que estaria pensando nele?" 

"Porque te vi juntos, viu o muito que os uns por outros." 

"Isto deveria ser suficiente, se no ser assim?" Maggie demandada. "Preocupo-me com ele e por mim. O negcio que temos juntos  o xito e provavelmente seguir sendo. 
Isto deveria ser suficiente." 

"No sei a resposta a isso. Est apaixonada por ele?" 

"Eu no o sou." No seria. "Ele acredita que eu sou, mas no posso ser responsvel pelo que pensa o homem. Tampouco vou trocar minha vida por ele, nem a ningum. 
Ele j tem feito trocar". Ela abraou braos, sensao de frio de repente. "E, maldita seja, no posso voltar atrs." 

"Voltar para que?" 

"Para ser o que era, o que eu pensava que era. Ele me fez querer mais. Sei que sempre fez, mas ele me obrigou a admitir. No  suficiente para mim acreditar em meu 
trabalho, eu o necessito. Fez mesmo uma parte dela, e se no, no no sozinho. Quando tenho xito, a satisfao no  s minha tampouco. E acredito que 

Comprometi-me porque dei uma parte de mim, o melhor de mim, em suas mos. " 

" sua arte no que estamos falando, Maggie, ou  seu corao?" Brianna ficou olhando fixamente a sua irm quando ela fez a pergunta. 

Maggie se voltou a sentar, derrotado. "No tenho uma sem a outra. Assim parece que lhe dei um pedao de ambos." Rogam se teria surpreso para ouvi-lo. Tinha decidido, 
depois de uma boa dose de reflexo, para o tratamento de sua relao com o Maggie como o faria qualquer fuso de negcios com uma empresa relutante. Fazia sua oferta. 
Agora era o momento dar um passo atrs, tomar distncia, enquanto que a outra parte em conta. 

No havia nenhuma razo profissional a seu contato. O espetculo em Paris seguir sendo por outras duas semanas antes de transladar-se a Roma. As peas que se escolheu 
nas bases estabelecidas. No futuro previsvel, ela tinha seu trabalho e havia com este peso. Qualquer contato com as empresas podero ser realizadas atravs de seu 
pessoal. Ele, em outras palavras, deixou-a guisado.  importante que seu orgulho e seus planos no para lhe fazer saber o muito que seu rechao de seus sentimentos 
tinha feito mal. Alm disso, poderiam avaliar cada um de seu futuro de maneira objetiva. Juntos, eles simplesmente se terminam na cama. Isso j no era suficiente. 
A pacincia e uma mo firme  o que se requer. Rogam estava seguro disso. E se Maggie se manteve to estupidamente obstinado depois de um perodo razovel de tempo, 
ele se utilizaro todos os meios ao seu dispor. Rogam golpeou com fora  porta de sua av. No era sua hora habitual para visitar, mas depois de estar de novo no 
Dubln durante uma semana, que necessitava a comodidade da famlia. 

Ele assentiu com a cabea  donzela que lhe abriu a porta. " minha av na casa?" 

-Sim, senhor Sweeney. Est no salo. Direi-lhe que est aqui. " 

"No faz falta." Caminhou pelo corredor e pelas portas de sala aberta. Christine se levantou imediatamente e estendeu os braos para ele. 

"Rogam Que grata surpresa." 

"Tive uma reunio cancelada, assim pensei que me passe por aqui e ver como estava". Assinalou a suas costas, levantando uma sobrancelha enquanto estudava o rosto. 
"V-te muito bem." 

"Sinto-me muito bem." Ela riu e lhe levou a uma cadeira. "Quer que te beber um gole?" 

-No, no fica muito tempo, e s vim para a companhia. " 

"ouvi quo bem foi em Paris." Christine se sentou junto a ele, aliviado pela saia de seu vestido de linho. "Tive um almoo com a Patricia a semana passada, e ela 
me disse que era um xito." 

-Foi. Embora no posso dizer como Patricia saberia. " Pensou em seu amigo com uma destilao persistente de culpa. "Ela est bem?" 

-OH, muito. Blooming, poderia-se dizer. E acredito que disse Jos lhe havia dito sobre o negcio de Paris. Ela est trabalhando muito duro em sua escola o dia, e 
Jos lhe est dando um pouco de ajuda. " 

"Boas. No tive muito tempo na galeria da semana passada, temo-me. O fato  que a expanso no Limerick est tomando a maior parte de meus esforos." 

"Como vai isso?" 

-O suficiente. tive algumas complicaes, por isso vou ter que fazer uma viagem at orden-los. " 

-Mas voc conseguiu quase as costas. " 

"No deve tomar mais de um dia ou dois." Ele inclinou a cabea, olhando a sua av rebocador da saia, escovo em seu cabelo. "H algo mal?" 

"No" Ela sorriu brilhantemente e a obrigou  mos ainda. "No, absolutamente, embora haja algo que quero discutir com voc. Voc v ..." Interrompeu-se, chamando-se 
a si mesmo um covarde miservel. "Como est Maggie? Ela desfrutar da Frana?" 

"Ela parecia." 

" um belo momento do ano para frias na vila. Foi o bom tempo?" 

-Foi.  o tempo que queira discutir, av? " 

"No, eu estava justo est seguro de que no deseja que a bebida?" 

Um fio de alarme se saiu pelas costas. "Se algo estiver mau, quero que me diga." 

"No h nada mau, querido. Nada absolutamente mal." 

Para sua surpresa se ruborizou como uma colegiala. "Av" 

Foi interrompido por um rudo na escada e uma nota. "Chrissy? Onde foste a, menina?" 

Rogam se levantou devagar como um homem apareceu na porta. Era corpulento de peito, calvo como um ovo e vestido com um traje mau talhado a cor dos malmequeres. Sua 
cara era redonda e enrugada. sorriu-se como uma lua. 

-A o tem, minha querida menina. Pensei que te tinha perdido. " 

"Eu estava a ponto de chamar a tomar o ch." Christine rubor se fez mais profunda quando o homem entrou na habitao e lhe beijou as duas mos revoando. 

"Rogam, se trata do Niall Feeney. Niall, meu neto, Rogam." 

"Assim que este ser ele mesmo." Rogam encontrou a mo um sobre e se bombeia de boa vontade. "Bom,  que estou prazer em conhec-lo em pessoa se de uma vez. Chrissy 
me disse tudo a respeito de ti, moo. por que, voc  a ma muito de seu olho." 

"Eu-sou-o prazer de conhec-lo, senhor Feeney." 

-No, no, agora, nenhum dessa formalidade entre ns. No com todas as conexes de nossa famlia. " Lhe piscou os olhos um olho e riu at seu ventre sacudiam. 

"Conexes? Rogam disse fracamente. 

destino-s, comigo crescer no mais longe que um sapo pode cuspir do Chrissy aqui. Cinqenta anos passam, begad, e agora diz que est dirigindo todos os que o vidro 
bonita minha sobrinha faz. " 

"Sua sobrinha?" Realizao golpeou como um punho. - o tio do Maggie. " 

"Eu sou na verdade." Niall sentado, como em casa, o ventre fundo substancial sobre o cinturo. "Orgulhoso como um pavo da menina, direi-o, embora eu no entendo 
absolutamente nada do que est fazendo. Tenho que aceitar a palavra da Cristina que est bem." 

"Chrissy", Rogam repetiu em voz baixa. 

"No  adorvel, Rogam?" Christine est nervoso sorriso di a cara. "Parece Brianna escreveu ao Niall no Galway para lhe dizer Maggie e que estavam trabalhando juntos. 
 obvio, ela mencionou que voc era meu neto. Niall me escreveu de novo, e uma coisa levou a outra. veio a visitar um momento." 

"Visita. No Dubln?" 

"Uma cidade mais formosa , sem dvida." Niall golpeou uma mo no brao do sof delicada. "Com as garotas mais lindas de toda a Irlanda." Fez uma piscada ao Christine. 
"Embora, na verdade, hei olhos mais que para um." 

"Vamos com voc, Niall". 

Rogam ficou olhando a par deles, tudo menos faturamento e arrulho ante seus olhos. "Acredito que vou ter que tomar algo depois de tudo," disse. "Um usque". 



Captulo Dezoito 



ITwas uma muito moderada Rogam que deixou salo de sua av e abriu pela galeria que acaba de fechar. No queria acreditar que tinha visto o que ele sabia que tinha 
visto. Ao igual a Maggie havia dito uma vez, quando um casal  ntimo, que desfazer-se dos sinais. Sua av, pelo amor de Deus, estava paquerando com o tio com cara 
de lua do Maggie do Galway. No, ele decidiu que se deixou na galeria, que no levavam pensando. Os sinais que poderia ter sido, mas, sem dvida, que os tinha lido 
mal. Sua av era, depois de tudo, mais de setenta anos, uma mulher de gosto impecvel, irrepreensvel carter, seu estilo impecvel. E Feeney Niall era ... era simplesmente 
indescrib poder, decidiu Rogam. O que precisava era um par de horas de completa paz e tranqilidade em sua galeria de escritrio longe da gente e os telefones e 
algo remotamente pessoal. Sacudiu a cabea enquanto cruzava a habitao. Estava soando todo muito ao Maggie. As vozes que o deteve antes de que sua mo se reuniu 
com o mando. Um argumento estava em seu apogeu no outro lado da porta. Embora poderia maneiras o insistiram a retirar-se, a curiosidade se voltou a mar. 

Abriu a porta ao Jos e Patricia em todo vapor. "Eu te digo que voc no est usando a cabea do Deus te deu", gritou Jos. "No vou ser a causa de um distanciamento 
entre voc e sua me." 

"Eu no dou um alfinete sangrenta pelo que minha me pensa:" Patricia gritou de volta, fazendo que a boca de Rogam a cair aberto. "Isto no tem nada que ver com 
ela." 

"O fato de que se pode dizer o demonstra meu ponto. Voc no est em uso a cabea. She's-rogam." rosto furioso do Jos ficou imvel como uma pedra. "No me esperava 
entrar" 

"Obviamente". Rogam foi contemplada com receio do Jos a Patricia. "Parece-me que interromperam". 

"Talvez voc pode falar com sua maneira atravs desse orgulho dos seus." Os olhos brilhavam de emoo, Patricia jogou para trs seu cabelo. "No posso". 

"Isto no tem nada que ver com Rogam." a voz do Jos estava em silncio, com o ao de sob alerta. 

-OH, no, no devemos deixar que ningum sabe. " A primeira lgrima se derramou. Patricia se ps-se a correr. "Devemos ter s escondidas como adlteros-como. Bom, 
eu no o farei mais, Jos. Estou apaixonado por ti e no me importa quem sabe." Ela se voltou para Rogam. "E bem? O que tem que dizer a respeito?" 

Ele levantou uma mo como se queria recuperar o equilbrio. "Acredito que deveria deixar em paz." 

"No faz falta." Ela procurou sua bolsa,. "No lhe faz caso a mim. Foi meu engano acreditar que o faria. Que ele era o nico que realmente o faria." 

"Patricia". < P> 
"No me Patricia nesse tom", espetou- ela ao Jos. "Toda minha vida me ho dito o que fazer e como faz-lo. Qual  adequada, o que  aceitvel, e estou farto dela. 
Tolerado que as crticas sobre a abertura de minha escola, e a crena tcita de meus maldito amigos e familiares que havia um engano. Bom, no vou falhar ". Ela 
se voltou para Rogam de novo como se tivesse falado. "Oua, no vou falhar. vou fazer exatamente o que quero, e vou fazer o bem. O que no vai tolerar  a crtica 
de minha eleio dos amantes. No se de ti, no de minha me , com toda segurana e no da amante que escolhi. " 

Levanta o queixo, voltou a olhar ao Jos com os olhos de lgrimas banhado. "Se no me quiserem, continuando, ser honesto e diz-lo. Mas no te atreva a me dizer 
o que  o melhor para mim. " 

Jos deu um passo para ela, mas ela j estava lanando-se fora da porta. "Patty! Maldita seja."  melhor deix-la ir, Joseph se disse. Melhor para ela. "Sinto muito, 
Rogam,-disse com frieza. "Tivesse-me encontrado uma forma de ter evitado essa cena se tivesse sabido que estava chegando" 

"Posto que voc no o fez, talvez poderia explic-lo". Do mesmo modo rgido, Rogam arredondado seu escritrio e se sentou, assumindo cin a posio de autoridade. 
"De fato, insisto". 

Jos no se alterou na mudana contnua de Rogam de amigo a empregador. " bvio que estive vendo a Patricia". 

"Acredito que o trmino que usou foi furtivamente ao redor." 

A cor lavada de novo na cara do Jos. "Nosotros-pensei que o melhor que se fssemos discretos". 

E voc? " Um fogo aceso nos olhos de Rogam. "E tratar a uma mulher como Patricia como um de seus assuntos casuais foi sua idia da discrio?" 

"Estava preparado para sua desaprovao, Rogam." 

debaixo da jaqueta  medida, os ombros do Jos estavam rgidos como o ao. "Esperava-me isso." 

"E bem, deve-se ter", disse Rogam uniformemente. 

"Assim o fiz, como esperava a reao que recebeu de sua me quando Patricia me convenceu para jantar com eles a noite anterior." Suas mos apertadas nos punhos. 
"Um gerente da galeria sem uma gota de azul em seu sangue. Ela pode ser que tambm o ho dito, porque era nos olhos. Sua filha poderia faz-lo melhor. E Cristo, 
que pode. Mas no vou estar aqui e ter que dizer que o que h entre ns  um assunto casual. "Sua voz se elevou a uma nota no momento em que se terminou. 

-Ento, o que ? " 

"Estou apaixonado por ela. estive apaixonado por ela desde a primeira vez que a vi, faz quase dez anos. Mas estava ali, Robert ... e ali estava." 

"Nunca fui eu." Desconcertado, Rogam se esfregou as mos pela cara. Foi o mundo que passa louco? , perguntou-se. Sua av e o tio do Maggie, ele e Maggie, e agora 
Jos e Patricia. "Quando passou isto?" 

"A semana antes de sair forParis". de novo Jos encadeie essas horas de vertigem, os maravilhosos dias e as noites frente  realidade havia pulg "Eu no o planejei, 
mas isso no troca nada. Dou-me conta de que voc o deseja, pode optar por outra soluo agora". 

Rogam deixou cair as mos. "O que outra maneira?" 

"Para a gesto da galeria. 

O que necessitava, Rogam pensamento, de ir a casa e encontrar uma garrafa de aspirina. "por que?" -perguntou com cansao. 

"Eu sou seu empregado". 

"Voc , e espero que siga sendo-o. Sua vida privada no tem nada que ver com seu trabalho aqui. Deus, vejo-me como uma espcie de monstro que o fogo para que aleguem 
ser no amor com um amigo a minha? " permitiu-se sua agora palpitante cabea um momento, pressionando os tales de suas mos aos olhos. "Passeio-me por aqui, em meu 
prprio escritrio, vou recordar e encontrar aos dois de vocs romper-se como terriers. antes de que possa tomar o prximo flego, Patricia arranhando mim por no 
acreditar sua capacidade de funcionamento de uma escola. "Sacudiu a cabea e deixou cair as mos." Nunca pensei que ela era incapaz de nada. Ela  uma das mulheres 
mais inteligentes que conheo. " 

"S ficou apanhado no contragolpe", murmurou Jos, e cedeu  desesperada necessidade de um cigarro. 

"Por isso parece. Tem um direito de me dizer que  meu assunto, mas sim como algum que te conhece h dez anos, e Patricia j que isso, eu tomo um interesse. Que 
diabos estava brigam?" 

Jos soprou fumaa. "Ela quer fugir-se". 

"Fugir-se?" Se Jos lhe havia dito Patricia queria danar nua no St. Praa do Esteban, que havia no foram mais escalonada. "Patricia?" 

"Ela  cozinhado algum esquema louco por ns fazendo subir toScotland. Parece que havia uma fila com sua me e vinho assalto direto por aqui." 

"Nunca conheci a Patricia  tormenta em qualquer lugar. Sua me no est a favor da relao, a meu entender." 

"Algo menos". Ofereceu-lhe um dbil sorriso. "A verdade  que ela pensa que Patricia deve pendurar para fora para voc." 

Rogam apenas se surpreendeu com a notcia. "Ela est condenada  decepo ali", disse. "Hei outros planos. Se se ajudar  situao, vou a que fiquem claros para 
ela." 

"No sei como se poderia machucar." Jos vacilou, logo se sentou como ele estava acostumado, na esquina da mesa de Rogam. "No te importa, ento? No te incomoda?" 

"por que teria que faz-lo? E quanto a Ana que se trate, Dennis a levar ao redor." 

"Isso  o que disse Patricia." Jos estudou o cigarro aceso entre os dedos, e logo tirou o cinzeiro pouco flip-Top e o esmagou a cabo. "Ela parecia pensar que se 
to somente escapou e se casou, sua me logo estariam de acordo com a idia de que se tivesse sido seu desde o comeo." 

"Eu arrumado por ele. Ela no estava interessada no Robbie em um primeiro momento tampouco." 

"No era ela?" Jos tinha o aspecto de um homem que estava comeando a ver a luz. 

"No, absolutamente seguro de que era o suficientemente bom para sua filha querida." Especulando, Rogam se recostou em sua cadeira. "No passou muito tempo para 
que ela comece a adorar nele.  obvio, no levava um pendente." 

Jos sorriso brilhou enquanto levantava uma mo  orelha. "Patty gosta." 

"Hmm", foi tudo Rogam podia pensar que dizer. "Ana poderia ser um pouco difcil". Fez caso omisso do Snort grosseira Jos. "Mas ao final, quo nico quer  a felicidade 
de sua filha. Se a resposta a isso, Ana se quer assim. Voc sabe, poderamos dirigir bastante bem por aqui, se voc tomou uma repentina viagem toScotland". 

"No podia. No seria justo para ela." 

"Sua empresa,  obvio. Mas ..." Rogam se estendia para trs em sua cadeira. "Parece-me que uma mulher pode encontrar um passeio selvagem da fronteira, uma cerimnia 
em uma capela a umidade e uma lua de mel em theHighlands muito romntico. " 

"No quero que ela o lamento". Jos era comear a ning a ser menos certas. 

A mulher que saiu daqui faz um momento me olhou a conhecer sua prpria mente. " 

"Ela o faz, e veio a conhecer as minas com muita rapidez." Ele se separou da mesa. -Ser melhor que ir procurar a. " deteve-se na porta, lanou um sorriso por cima 
do ombro. "Rogam, pode me reposto para uma semana?" 

"Toma dois. E beijar  noiva para mim." 

O cabo que se produziu trs dias depois, dizendo que Rogam senhor e a senhora Joseph Donahoe estavam bem e feliz lhe demonstrou que ele no era um homem de corao 
duro. De fato, gostava de acreditar que tinha feito sua parte para acelerar os dois amantes em seu caminho. Mas havia dois outros amantes que teria dado muito que 
ver ir a seus caminhos por separado. De fato, todos os dias fantasiava sobre o arranque Niall Feeney todo o caminho de volta ao Galway. Ao princpio Rogam tratou 
de ignorar a situao. Quando mais de uma semana tinha passado e Niall seguia comodamente instalado na casa do Christine do Sweeney, tratou de pacincia. depois 
de tudo, disse-se, quanto tempo uma mulher de gosto a sua av e sensibilidades ser enganados por um encanto menos, Sharpie Borish oeste do condado? 

depois de duas semanas, decidiu que era hora de provar a razo. Rogam esperou na salga-la sala, voltou mente si mesmo que reflete o estilo e a cria de uma mulher 
encantadora, sensvel e generosa. 

"por que, Rogam." Christine se deslizou no quarto aspecto, seu neto pensamento, tudo muito atrativo para uma mulher de sua idade. "Que grata surpresa. Pensei que 
estava em seu caminho ao Limerick." 

"Eu sou. Acabo deteve no caminho ao aeroporto". Beijou-a, olhou por cima do ombro  porta. "Assim ... est sozinha?" 

-Sim, fora do Niall a execuo de alguns mandados. Tem tempo para comer algo antes de ir? Forno Cook algumas bolos encantadora. Niall encantou sua maneira, que ela 
esteve assando trata todos os dias. " 

"Seu Charmed?  medida que seu abuelita, sentada Rogam ps os olhos. 

-OH, sim. Sempre saltam  cozinha para lhe dizer o que de uma maneira que tem com a sopa, ou de pato ou algum prato ou de outro tipo. Ela no pode fazer o suficiente 
para ele. " 

"Sem dvida se parece com um homem que come bem". 

sorriso do Christine foi indulgente. "OH, adora sua comida, Niall faz". 

"Estou seguro de que vai abaixo fcil, quando  grtis". 

O comentrio havia Christine levantando uma sobrancelha. "ho me fatura a um amigo para uma comida, Rogam?" 

" obvio que no. esteve na cidade h algum tempo", disse, a mudana de tachinhas. "Estou seguro de que deve perder sua casa e seu negcio." 

"OH, est retirado. Como diz Niall, um homem no pode trabalhar toda sua vida." 

"Se tiver trabalhado absolutamente", disse Rogam em voz baixa. "Av, estou seguro de que foi agradvel para visitar com um amigo de sua infncia, mas-" 

"H. foi realmente maravilhoso. por que, sinto-me jovem outra vez." Ela se ps-se a rir. a noite como "uma garota. O passado fomos danar. tinha-me esquecido o que 
 um bailarino  Niall. E quando vamos ao Galway" 

"Estamos?" Rogam se sentia plido. "Vamos ao Galway? 

-Sim, a semana que vem estamos planejando tomar um comprido viagem de volta para o oeste. um pouco de nostalgia para mim.  obvio, estou interessado em ver sua casa 
do Niall ". 

"Mas no se pode.  absurdo. No se pode ir ao Galway traisping fora com o homem." 

"por que no sempre?" 

"devido a que .,  minha av, pelo amor de Deus. No vou ter ..." 

No me ho o que? " -perguntou em voz muito baixa. 

O tom, o que reflete o tipo de ira que estranha vez se dirige a ele, haviam-se Rogam frear pulg "Grande me, dou-me conta de que h te deixe levar pelo homem, pelas 
lembranas. Estou seguro de que no h nada mau nela. Mas a idia de que ia com um homem que no viu h mais de cinqenta anos  ridculo. " 

Que jovem era, Christine pensamento. E como penosamente adequada. "Acredito que, a minha idade, eu gosto de fazer algo ridculo. Entretanto, no acredito que fazer 
uma viagem de volta a casa de minha infncia com um homem ao que tenho muito carinho, um homem que sabia muito antes de que nascesse , encaixa nessa categoria. Agora, 
talvez, "ela disse, sustentando em alto uma mo antes de que pudesse falar", voc encontra que a idia de que tivesse uma relao, um adulto, a satisfao da relao 
com o Niall, cabe nessa categoria. " "No me est dizendo, est dizendo-no tem em realidade no ..." 

"Dormi com ele?" Christine se tornou para trs, golpeando as unhas bem cuidadas no brao do sof. "Isso  realmente meu negcio, no? E eu no requerem que sua aprovao". 

" obvio que no." Ele ouviu si mesmo comea a balbuciar. "S estou interessado,  obvio." 

"Sua preocupao se nota". ficou de p, regiamente. "Eu sinto que est surpreso por meu comportamento, mas no tem remdio." 

"No estou surpreso, maldita seja,  obvio que estou surpreso. No se pode chegar ..." Logo que podia pronunciar as palavras, verdade? Na sala de sua av. -Carinho, 
no sei nada sobre o homem. " 

"Eu sei dele. No hei qualquer plano definido sobre quanto tempo estar no Galway, mas estamos deixando de ver o Maggie e sua famlia no caminho. Vou lhe dar suas 
saudaes? " 

"No pode ter pensado nisto." 

"Sei que minha prpria mente e o corao melhor, ao parecer, pelo que pensa. Boa viagem, Rogam." 

Cessados, no tinha mais remedeio que beij-la na bochecha e se vo. No momento em que ele estava no carro, que arrancou no telefone. "Eileen, reprogramar Limerick 
para o artigo Tomorrow .... Sim, h um problema", murmurou. "Tenho que ir a Clara." 

Quando o primeiro toque da queda acariciava o ar e as rvores douradas, parecia um pecado no desfrutar dela. depois de duas semanas de trabalho slida, Maggie decidiu 
de foi um dia de descanso. Passou a manh no jardim, carpe-a com um vigor que teria feito Brianna orgulhoso. Para recompensar a si mesmo, decidiu em bicicleta at 
o povo para um almoo tarde na Ou'Malley. 

Houve uma dentada ao ar, e as nuvens em capas ao oeste prometia chuva antes do anoitecer. Ela ficou a boina, bombeia seu pneumtico traseiro, que foi um curto tempo, 
logo se dirige at a moto na casa e pela porta. Ela partiu para um ritmo pausado, sonhando um pouco mais da colheita nos campos. O fcsia seguiu a florescer em lgrimas 
de vermelho apesar da ameaa de geadas tempranas. A paisagem ia trocar logo que o inverno ficou, se rido e varrido por um vento gelado. Mas ainda seria formoso. 
As noites se alargam, insistindo s pessoas a seus fogos. As chuvas viriam, varrendo atravs do Atlntico com o uivo do vento. Ela esperava que ele, e ao trabalho 
que faria nos meses frios por diante. perguntou-se se podia convencer a Rogam vir ao oeste durante o inverno, e se o fazia, ia encontrar o encanto das janelas que 
faam rudo e o fogo com fumaa. Confia em que o faria. E quando deixou de castigar a ela, espera-se que possa voltar para as coisas como tinham sido antes de que 
a noite passada na Frana. Havia em razo, disse-se, e se inclinou a baixa altura sobre a bicicleta contra o vento. Ela faria o que vejo. Havia inclusive lhe perdoa 
por ser prepotente, excesso de confiana e ditatorial. No momento em que estavam juntos de novo, ia estar tranqilo e fresco e doce lngua. ps-se este desacordo 
tola detrs deles, e- 

Teve tempo a chiar, com muita dificuldade, e dar um viraje nos sebes como um carro de canho na curva. Freios gritou, o carro se saiu, e Maggie terminou primeiro 
na parte inferior de endrino. 

"Jesus, Mara e Jos, que classe de louco se cega, ignorante  o que tenta atropelar a gente inocente?" Empurrou a parte posterior da PAC que se cansado sobre os 
olhos e olhou. "OH,  obvio. Terei que ser". 

Est voc ferido? " Rogam estava fora do carro e junto a ela em um instante. "No trate de mover." 

"Posso-me mover, eles amaldioam." Ela bate sua explorao das mos afastadas. "O que quer dizer conduzir a essa velocidade to horrvel? No se trata de uma pista 
de rodagem". 

O corao que tinha apresentado duro na garganta se liberou. "No estava conduzindo to rpido. Voc estava no meio do caminho, sonhando acordado. Se tivesse chegado 
em torno a que a sua vez um segundo antes, tivesse-te esmagado como um coelho." 

"No estava sonhando acordado. Pensando em minhas coisas era o que estava fazendo, sem esperar que alguns jackeen possa passar ao longo de um carro de luxo." Ela 
sacudiu a sede de sua cala, logo a chutou em bicicleta. "Olhe o que tem feito. Tenho uma espetada." 

"Tem sorte de que  o pneumtico que  plaina e no a ti mesmo." 

"O que est fazendo?" -perguntou. 

"Me vou pr esta desculpa para o transporte no carro." Uma vez que tinha feito, voltou-se para ela. "Vamos, levarei-te de volta a casa." 

"Eu no ia a casa. Se tivesse algum sentido de direo, voc see1 ia  aldeia, onde eu ia ter uma comida". 

"Isso ter que esperar." Tirou-a do brao na forma de propriedade lhe esqueceu que tinha encontrado divertido. 

"OH, verdade? Bom, voc me pode conduzir  aldeia ou em nenhuma parte, porque eu tenho fome." 

"Eu te levo a casa", disse de novo. "Tenho algo que discutir com voc, em privado. Se eu tivesse sido capaz de chegar at esta manh, eu poderia haver dito que ia 
vir e no teria sido montar a bicicleta no meio do caminho. " Com isto, fechou a porta do carro a suas costas e borde o sino. "Se voc tivesse sido capaz de obter 
atravs desta manh, e tinha tido esta forma desagradvel a respeito de voc, ho-me dito que no se incomodou em vir." 

"tive uma manh difcil, Maggie." resistiu  tentao de esfregar a cabea detrs de sua bateria templos. "No me empurre". 

Comeou, ento vi que se havia dito nada mais que a verdade. Havia problemas nos olhos. " um problema no trabalho?" 

"No, em realidade tenho algumas complicaes com um projeto no Limerick. Estou em meu caminho." 

"Assim no vais ficar." 

"No" Ele a olhou. "No vou ficar me. Mas no  a expanso da fbrica que preciso falar com voc aproxima." deteve-se na porta, apaga o carro. "Se no ter nada que 
comer, vou correr para o povo e trazer algo em troca." 

"No  um problema. Posso fazer fazer". Ela cedeu o suficiente para fechar uma mo sobre a sua. "Me alegro de verte, apesar de que quase me correu para baixo." 

"Me alegro de verte." Levantou a mo aos lbios. "Apesar de que quase se chocou contra mim. Conseguirei sua bicicleta." 

"Deixa-o no fronte." Depois caminhando pelo atalho, voltou-se. "voc tem um bom beijo para mim?" 

Era difcil resistir a esse brilho de sorriso rpido, ou a forma em que chegou at o enlace com as mos detrs da cabea. "Tenho um beijo para ti, adequada ou no". 
Era fcil conhecer o calor, para extrair a energia pulg O que foi difcil foi comprovar a necessidade, esse desejo instantneo a suas costas atravs da porta e tudo. 
"Talvez eu estava sonhando acordado um pouco antes", disse ela, atirando de seus lbios. "O pensamento 1was de vocs, e me perguntava quanto tempo mais voc me corrige". 

"O que quer dizer?" 

"Ao estar longe de mim." Falou alegremente enquanto empurrava a porta. 

"No se est castigando". 

"S permanecendo longe, ento. 

"Distanciamento mim mesmo, para lhe dar tempo para pensar." 

"E o tempo a sentir falta de". 

"Perder mi. E para trocar de opinio." 

"Perdi-te, mas eu no troquei que opinio ou qualquer outra coisa. por que no se sinta? Preciso conseguir algumas grama mais pelo fogo." 

"Quero-te, Maggie." 

Que a deteve, havia lhe fechando os olhos um momento antes de que ela se voltou. -Acredito possvel, Rogam, e se algo em mim se esquenta  mesma, no troca nada. 
" Ela se apressou a sair. 

No tinha vindo a mendigar, recordou-se. Tinha vindo a lhe pedir que lhe ajudasse com um problema. Embora a partir de sua reao, que acreditava que as coisas estavam 
trocando mais do que estava disposto a admitir. passeava-se  janela, ao sof cansados, as costas de novo. 

"Quer te sentar?" -perguntou quando voltou com os braos com montes de blocos de grama. "Levar a cabo o cho. O que  isso no Limerick?" 

"A poucas complicaes, isso  tudo." Viu como ela se ajoelhou no lar e expertamente empilhadas combustvel. Lhe ocorreu que nunca tinha visto ningum construir 
um fogo de turfa antes.  vista de descanso, pensou, que atraiu a um homem prximo a procurar que o corao quente de cor vermelha. "Estamos ampliando a fbrica." 

"Ah, e o que faz em sua fbrica?" "China. Na maioria da classe econmica que est de moda em lembranas." 

"Lembranas? Fez uma pausa em seu trabalho, tornou-se para trs em cuclillas. "Lembranas, quer dizer no? As cascavis e as taas de ch e como nas lojas de turismo?" 

Esto muito bem feito ". 

Jogou para trs a cabea e riu. "OH, que  rica. Contratei a um homem que recentemente com placas de trevos por toda parte." 

"Tem idia de que percentagem de nossa economia depende do turismo, sobre a venda de placas de pouco com trevos sobre eles, ou os suteres tecidos  mo, roupa, 
encaixe, cartes postais com sangue? " 

"No" Ela soltou um bufido detrs de sua mo. "Mas estou seguro de que me possa dizer, at o peniques. me diga, Rogam, fazem-lhe negcios tanto nos duendes de gesso, 
ou shillelaghs de plstico?" 

"No vim aqui para justificar meu negcio para voc, ou para discutir o fato de que esta expanso-que nos permitem fabricar alguns dos melhores a China produziu 
em Irlanda-criar mais de um centenar de novos postos de trabalho em uma parte do o pas que os necessita desesperadamente. " 

Ela fez um gesto com a mo para det-lo. -Sinto muito, insultei-te. Estou seguro de que h uma crescente necessidade de dedais e cinzeiros e taas que dizem "Erin 
Ir Bragh.  s difcil para mim, j v,  foto de um homem que leva trajes maravilhosos como ser dono de um lugar que os faz. " 

"O fato de que eu fao faz possvel que todo mundo para subvencionar e oferecer becas a um nmero de artistas cada ano. Inclusive se forem esnobes". 

esfregou-se o dorso da mo pelo nariz. Isso me pe em meu lugar. E como eu no quero perder o que temos tempo de discutir, vamos dizer nada mais a respeito. vais 
sentar se, ou fique a parado e olhar com cenho a mim? No  que no se vem bem, inclusive com o cenho franzido em sua cara. " 

entregou-se em um comprido suspiro. "Seu trabalho vai bem?" 

"Muito bem". Trocou, cruzando as pernas sobre o tapete. "Te vou mostrar o que h de novo antes de ir, se houver tempo". "Estamos um pouco mais atrs na galeria. 
Suponho que devo lhe dizer que Jos e Patricia fugiram". 

-Sim, sei. tive um carto deles. " 

Ele inclinou a cabea. "Voc no parece absolutamente sul prezado". 

"Eu no o sou. Estavam loucos apaixonados um do outro". 

"Parece-me recordar que voc reclama Patricia era uma loucura no amor comigo." 

"No, absolutamente. Disse-me que estava meio apaixonado por ti, e eu fico com isso. Imagino que queria estar apaixonado por ti-tivesse sido muito conveniente, depois 
de tudo. Mas foi Joseph todo o tempo. Isso no  o que se preocupa, verdade? " 

-No admito que tomou por surpresa, mas no me preocupam. dei conta de que tomei as habilidades do Jos por sentado. Voltar amanh, e estou ful ralo para isso ".

-Ento, o que ? "

"teve voc uma carta de seu tio Niall?"

"Brianna tem. Ela  a que os consegue, como ela  a que recordarei para responder  costas. Ele escreveu para lhe dizer que estaria visitando o Dubln e poderia
passar atravs de seu caminho de volta a casa. Viu-o?"

"Visto nele?" Em um som de desgosto, Rogam empurrado fora da cadeira de novo. "No posso me aproximar de minha av sem pisar sobre ele. Ele est arrumado

a si mesmo em sua casa durante duas semanas. Temos que decidir o que fazer a respeito ".

"por que devemos fazer nada?"

"Est-me escutando , Maggie? Eles estiveram vivendo juntos. Minha av e seu tio "

"Tio av, em realidade."

"Qualquer que seja o diabo,  a voc, que esteve tendo um romance em chamas."

"Eles tm?" Maggie soltou um rugido de aprovao da risada. -Bom, isso  maravilhoso. "

"Maravilhoso?  uma loucura. Ela esteve atuando como uma garota atordoada, ir danar, ficar fora a metade da noite, compartilhando sua cama com um homem cujos trajes
so de cor dos ovos fritos."

"Assim que voc se ope a seu gosto pela roupa?"

"Oponho a ele. No vou danar a valsa lhe ho em casa de minha av e, posto na sala como se pertence ali. No sei o que  seu jogo, mas no o haver explorar seu
gener unidades organizativas corao, sua vulnerabilidade. Se ele acreditar que vai ter em suas mos um centavo de seu dinheiro "

"Isso Hold". Saltou como um tigre. - meu sangue que voc est falando de, Sweeney. "

No  o momento de ser muito sensvel. "

"Muito sensvel". Lhe cravou no peito. "Olhe quem fala. Est ciumento porque algum tem sua av, alm de voc em sua vida."

"Isso  ridculo."

" certo que o dia. Crie que um homem no poderia estar interessado nela, mas sim por seu dinheiro?"

O orgulho familiar endureceu sua coluna vertebral. "Minha av  uma mulher formosa, inteligente."

No vou estar em desacordo com isso. E meu tio Niall no  caador de fortunas. retirou-se de seu negcio mais um equipamento confortvel. Ele no pode haver uma
vila na Frana ou o desgaste trajes a medida pelo sangrento britnico, mas que ele tem feito o suficientemente bem e no tem necessidade de jogar gigol. E no vou
ter que falar de minha famlia de tal maneira em minha prpria casa. "

"No era minha inteno ofender. vim a ti porque, como sua famlia, toca a ns fazer algo a respeito da situao. J que esto planejando uma viagem ao Galway nos
prximos dias, e que passa por aqui no caminho, eu esperava que pudesse falar com ele. "

"Certamente, vou falar com ele. Ele  meu parente, no? Eu quase no o ignoram. Mas eu no lhe ajudar a interferir. Voc  o esnobe, Rogam, e uma dissimulada tambm."

"Dissimulada?

-Voc  ofendido pela idia de sua av com uma vida sexual rica e plena. " Deu um coice, assobiou entre dentes. "OH, por favor. Eu no quero imaginar."

"Tampouco deve, j que  seu negcio privado". Sua boca se torceu. "Ainda assim ...  interessante." 

"No o faa. Derrotado, afundou-se na cadeira de novo. "Se houver uma imagem que no quero em minha mente,  isso". 

"Em realidade, eu no o posso chegar eu. Agora bem, no seria uma coisa estranha se se casavam? Ento ns estaremos no caminho de primos, depois de tudo." Rendo, 
ela golpeou as costas quando se afogou. "Viria-lhe bem um usque, carinho?" 

"Eu poderia. Maggie". Tomou vrias respiraes profundas. "Maggie", voltou a chamar como ela rebuscou na cozinha. "Eu no quero ser machucado." "Sei." Retornou, 
sustentando dois copos. " saber que o que me impediu de manchar de sangue o nariz quando falava to do Tio Niall. Sua Grande  uma mulher fina, Rogam, e um sbio". 

"She's" Por ltimo, disse em voz alta. "Ela  tudo o que fica de minha famlia". 

os olhos do Maggie suavizou. -Voc no  perd-la. " 

Deixou escapar um suspiro, olhou a seu copo. -Suponho que voc pensa que estou sendo um parvo. " 

"No, No o-exatamente." Ela sorriu quando seus olhos se levantou a sua. "Um homem pode esperar a ser um pouco nervosa quando sua av toma um noivo." 

Rogam fez uma careta. Ela se ps-se a rir. 

"por que no deixar que ela seja feliz? Se facilitar sua mente, vou olhar a situao em quando se detm aqui." Isso  algo pelo menos. "tocou-se o vidro  sua, e 
atiraram o usque de novo juntos." Tenho que ir. " 

-estiveste aqui apenas. por que no vem ao botequim comigo e teremos uma comida juntos. Ou-se deslizou seus braos ao redor dele, "ficaremos aqui e passar fome." 

No, pensou enquanto baixava a boca  sua. No seriam fome durante muito tempo. 

"No posso ficar ".Deixou a taa vazia a um lado para tom-la pelos ombros. "Se o fizemos por to somente na cama. Isso no solucionaria nada". 

No tem por que ser nada para solucionar. por que voc o faz complicado? Somos bons para juntos. " 

"Estamos". Lhe emoldurava o rosto entre as mos. -Muito bem juntos. Isso  s uma das razes mora quero passar minha vida contigo. No, no se afastam. Nada do que 
me disse troca o que podemos ter. Uma vez que te d conta disso, voc vem para mim. Posso esperar. " 

"Voc acaba de ir, logo afastar-se de novo? assim,  o matrimnio ou nada?" 

" o matrimnio." Beijou-a de novo. "E todas as coisas. Estarei no Limerick durante quase uma semana. O escritrio sabe onde me encontrar". 

"No vou chamar." 

Riscou um dedo sobre os lbios. -Mas voc querer. Isso  suficiente por agora. " 



Captulo XIX 



YOU'REbeing cabeudo, Maggie. " 

"Sabe, estou cansado de ter essa palavra em particular se aplica para mim." Com culos de amparo dos olhos, Maggie experimentaram com o trabalho do abajur. Durante 
quase uma semana tudo o que tinha soprado livre tinham desaparecido satisfeitos ela. Por uma mudana de ritmo que tinha criado uma meia dzia de tochas, trs pina 
a cada lado de um banco, e foi esquentar um tubo de vidro no fogo cruzado. 

-Bom, se se aplicar a voc com a suficiente freqncia, pode ser verdade ", disparou Brianna costas. " da famlia. Voc pode economizar uma noite para a famlia." 

"No  uma questo de tempo." referia-se a isto, embora por alguma razo, Maggie sentia momento em que se respira na nuca como um co grunhindo. "por que me sujeita 
para jantar com ela?" Com cuidado, cenho franzido, ficou a atirar e girar o vidro abrandado. "Posso te dizer que no tem apetite por ela. Tampouco o far." 

"'Tisn't s Me que vir. Tio Niall Sweeney e a senhora estar ali. E Lottie,  obvio, seria grosseiro no de vocs por vir ".

"Ho-me dito que eu sou, assim como teimoso." Como com todo o resto que havia meio doido durante os ltimos dias, o vidro se negou a seguir a viso em sua cabea.
A prpria viso imprecisa, o que enfureceu tanto como lhe dava medo. Puras manteve a obstinao de trabalho.

"Voc no viu o tio Niall j raiz D. E ele est trazendo av Rogam, por heav na causa. Voc me disse que gostava de muito."

"Eu". Maldita seja, o que acontecia com suas mos? O que tinha que mau em seu corao? fundem-se duas varinha  outra, queimado se fosse pouco, retornou, queimam-se. 
"Possivelmente uma das razes pelas que no quero estar ali  pelo que no vai ser submetido a uma de nossas comidas em famlia feliz". 

O sarcasmo  to quente como uma do Maggie pontos de fogo. Brianna se enfrentava a abaixo com gelo. "No lhe custaria muito deixar a um lado seus sentimentos por 
uma noite. Se o tio Niall e a Sra. Sweeney vai sair de seu caminho a nos visitar antes de ir ao Galway, vamos lhes dar a bem-vinda. Todos ns." 

"No me acossando, quer? Est bicando em mim como um pato maldito. No pode ver que estou trabalhando?" 

"Dificilmente se fazer outra coisa, assim  necessrio para interromper se quiser uma palavra. Estaro aqui dentro de pouco, Maggie, e no vou pr desculpas para 
voc." 

Em um gesto similar  postura habitual de sua irm, Brianna se cruzou de braos. "vou estar aqui e seguir bicando at que o faa o que se espera de ti." 

-Est bem, Jesus bem.. vou vir ao jantar maldito ". 

Brianna sorriu serenamente. Ela nunca tinha esperado menos. "Em meio sete. Estou servindo a minhas hspedes anteriores, assim teremos uma comida familiar privado".

"E OH, que alegre o tempo que ser." 

"Vai o suficientemente bem como se a promessa de guardar essa lngua desagradvel dos seus. S estou perguntando para os mais pequenos dos esforos." 

"vou sorrir, vou ser educado. No vou comer comigo dedos." Com um suspiro amargo, Maggie empurrada at seus culos e manteve a cifra no extremo do tubo fora das 
chamas. 

"O que tem feito a?" Curioso, Brianna se aproximou mais. "Voltado louco".

" o bastante.  um unicrnio?


"por que no descansa um momento, Maggie? V-te muito cansado."
"Talvez o farei, depois de que uma gaveta de poucas peas." tornou-se a um lado os culos, esfregou-se as mos pela cara. Estava cansada, Maggie se deu conta. Ultrajantemente.
"No se preocupe, Brie, voc no ter que enviar aos ces para mim. Hei dito que estarei ali.". "Estou agradecido". Brianna se agachou para apertar a mo de 
sua irm. "Tenho que voltar, assegure-se de que tudo est em seu lugar. A metade de sete, Maggie." "Sei." 
Saudou sua irm. Para manter sua mente em assuntos prticos, tomou uma das caixas que tinha feito e envasilhado com cheio. depois de difundir o plstico 
de borbulhas sobre uma mesa, voltou-se para as prateleiras na parte traseira da loja. S havia uma s pea ali, a ltima vez que tinha concludo antes de 
a visita de Rogam. Alto e robusto, o tronco lanceado, logo curvas, as inundaes no magro, elegante atapeta de ramos quase pareceu balanar-se. Seria 
de p, pensou, como o salgueiro que o tinha inspirado. E seria duplo, rendimento, ainda quando se manteve fiel a si mesmo. A cor foi um toalha de mesa profundo, 

azul puro 
alagado da base e empalideceu ligeiramente at a ponta delicada. Ela o envolveu com cuidado, pois era mais que uma escultura. Esta foi a ltima obra que 
tinha sido capaz de aproveitar com xito de seu corao. Nada do que tinha tentado aps havia gelificado. Dia detrs dia ela tinha trabalhado s e 
de refusin de refusin. Dia detrs dia ela se aproximou de soltar o pnico que jitter em seu interior. 
Sua culpa, disse-se que se assegurou a parte superior da caixa. Sua culpa de seu tentador com a fama e a fortuna, por pr a sua vaidade a um xito to impressionante 

e rpida. Agora estava bloqueado, secou-se. Como o tubo oco como se formou em um unicrnio. Fazia a quero muito. Quer muito nele. 
Ento 
ele se tinha afastado e lhe confirmar, brutalmente, o que era no ter nada. Ela no renunciar, nem ia dar pulg Maggie se prometeu que teria seu orgulho por 
o 
menos. Enquanto seu forno rugia burlonamente se sentou em sua cadeira, sentia a familiaridade de sua forma. 
No foi at que ela tinha estado trabalhando muito duro, sem dvida. Ela mesma tinha estado pressionando para fazer o trabalho melhor e melhor com cada pea. A 
presso 
da explorao em que o xito lhe tinha bloqueado, isso era tudo. Ela no pde reprimir a idia de que  medida que a excurso se transladou de Paris seria achado 

falto. Isso seria achado falto. Que ela no voltaria a agarrar o tubo s para ela, s pelo prazer de faz-lo. Rogam tinha trocado todo isso. Tinha, como o 
havia dito a ele que o faria, trocado. 
"'E como era, pensou, fechando os olhos, como pode ser que um homem pudesse fazer o ama por ir-se? 
-Fez bem por ti mesmo, verdade, carinho? " Niall, embutido em um de seus trajes de vivos tons como uma salsicha feliz, sorriu Brianna. "Est-me always1 
uma moa inteligente. Tira de mim querida irm, no Brianna, Chrissy." 
"Voc tem uma casa preciosa." Christine aceitou morrer i Brianna oferecidos. "E seus jardins so simplesmente impressionantes." 
"Obrigado. Do-me prazer." "Rogam me contou que desfrutou de sua breve estadia" Christine suspirou, satisfeito com o calor do fogo e o resplendor do abajur. 
"Posso ver por que." "Ela tem o toque". Niall Brianna deu um aperto lhe esmaguem sobre os ombros. "No sangue, j sabe. Corre sangue verdadeiro." Pelo 
que 
parece. Eu conheci sua av bastante bem. " 
"Chrissy estava sob os ps todo o tempo." Niall piscou os olhos um olho. Pensei que no a viu. Shy era o que estava. "Nunca teve um momento tmido em sua vida", 

disse Christine 
com um sorriso. "Voc pensou que eu era uma molstia." Se o fazia, troquei-me que opinio. "Ele se inclinou e sob o olhar curioso da Brianna, beijou Christine 
firmemente na boca. 
"Tomou mais de cinqenta anos." "Parece que foi ontem". 
"Bom ..." Desconcertado, Brianna se esclareceu garganta. -Suponho que deve comprovar ... acredito que  Me e Lottie, "ela continuou quando levantou a voz retumbou 

pelo corredor. 
"Voc conduz como uma mulher cega", explica ao Maeve com. "vou caminhar de novo ao Ennis antes de entrar nesse carro novo com vocs." 
"Se o pode fazer melhor, voc deve conduzir. Ento voc tem um sentido de independncia". ously evi indiferente, Lottie se passeava na sala, desembrulhando 
uma grosa cachecol ao redor de seu pescoo. " uma noite fria", anunciou que, de bochechas rosadas e sorridentes. 
"E me arrasta no que me ps na cama durante uma semana." 
"Me". Ombros pe frente envergonhar ambiente, Brianna ajudado Maeve fora com seu casaco. "Eu gostaria que conhea a senhora Sweeney. A Sra. Sweeney, esta 
 minha me, Maeve Concannon, e nosso amigo Lottie Sullivan." 
"Estou encantada de conhecer os dois." Christine se levantou para oferecer a mo a ambas as mulheres. "Eu era um amigo de sua me, a senhora Concannon. Fomos juntos 

s meninas no Galway. Rogam Christine estava ento". 
"Ela falava de ti," disse Maeve breve. "Estou prazer em conhec-lo". Seu olhar se deslocou a seu tio, reduziu-se. -Bom, tio Niall, verdade? No nos favoreceram 

com sua presena durante muitos dias. " 
"Me alegra o corao de verte, Maeve." Ele seu Envel desenvolvidos em um abrao, lhe acariciando as costas rgida, com uma mo carnuda. "Espero que os anos ho 

sido amveis com voc." 
"por que o fariam?" No momento em que foi posto em liberdade, Maeve se sentou em uma cadeira junto ao fogo. "Este fogo  o desenho mau, Brianna." 
No era, mas Brianna se aproximou de realizar os ajustes minuto para a sada de fumaas. 
"Deixe de queixar-se," ordenou Niall com um gesto casual da mo. " fino desenho. Todos sabemos Maeve vive para queixar-se." 
"No se, agora?" Lottie enquanto falava amavelmente, tirando as agulhas de tecer da cesta que havia trazido. "No lhe empresto mente para mim. Mas isso vem de criar 

quatro filhos, suponho." 
No est seguro sobre o que acontecer tomar, Christine se centrou no Lottie. "O bonito de l, a senhora Sullivan." 
Obrigado. Sou parcial a mim mesmo. Havia uma boa viagem do Dublin, ento? " 
"A uma formosa, sim. Me tinha esquecido quo formosa esta parte do pas era". 
"Nada mais que campos e vacas", atirou ao Maeve, molesto porque a conversao foi girando fora de seu controle. "Est bem para viver no Dubln e passar atravs 
de 
um dia de outono, muito bem. O inverno, voc no pensaria que  to formoso." Ela poderia ter contnuo o Acme, mas Maggie entrou 
"Mas se for o tio Niall, grande como a vida." Com uma gargalhada, foi a seus braos. 
"Little Maggie Mae, todos os adultos". 
"Como estive durante algum tempo." Deu um passo atrs, voltou a suspirar. -Bom, voc perdeu quase tudo o de agora. " esfregou uma mo carinhosa sobre seu 
cabea. 
"Foi uma formosa cabea, j v, o bom Deus no v a necessidade de cobri-lo com o cabelo. ouvi falar de quo bem est fazendo, carinho. Estou orgulhoso 
de 
ti." 
-A senhora do Sweeney que lhe diz que para que possa presumir a seu neto.  encantada que ver ", disse Maggie ao Christine. -Espero que no permitir que este se 

executa um esfarrapado no Galway. " 
"Acredito que posso manter o ritmo. Tinha a esperana, se no ser inconveniente para voc, que eu pudesse ter uma olhada a sua casa de cristal amanh antes de ir." 

" obvio que estaria encantado de mostrar. Ol, Lottie, est bem?" 
"Fit como um violino." Suas agulhas clacked musicalmente. "Tinha a esperana de que te venha  casa e nos fale sobre sua viagem a Frana." Esta declarao assinala 

a cheirar um audvel do Maeve. A escolarizacin suas faces, Maggie se voltou. "Me". 
"Margarida Mara. estiveste muito ocupado com suas prprias aes, como de costume, j vejo." 
"Tenho". 
"Brianna encontra tempo para vir duas vezes  semana para ver que tenho tudo o que necessito." 
Maggie assentiu com a cabea. "Ento no  necessrio que eu faa o mesmo." 
"vou servir o jantar agora, se estiver preparado de todos", corte Brianna pulg 
"Sempre estou preparado para comer", mantm Niall emano de puas do Chris na sua, usando seu livre para dar um ombro do Maggie um aperto, j que entrou no comilo. 

No havia roupa na mesa, e as flores frescas, com a calidez das velas que piscavam no board. A comida era maravilhosamente preparados e abundantes. 
Deveria ter sido uma tarde agradvel, simptico. Mas,  obvio, no o era. Maeve e recolhido na comida. O mais claro  o estado de nimo na mesa se 
converteu no mais escuro cresceu a sua. Invejava Christine a multa, o vestido bem talhado, o brilho das prolas ao redor de sua garganta, o aroma tranqilo, 
afastado de caro que sua pele. E a prpria pele, suave e mimada pela riqueza. amiga de sua me, Maeve pensamento. Sua infncia companheiro de jogos, uma classe 
a 
outra. A vida Christine Sweeney tinha dado lugar deveria ter sido dela, pensou Teria sido dela, mas sim por um engano. Mas para o Maggie. Poderia ter chorado da 

raiva dela, da vergonha dela. Da perda indefesos de tudo isto a seu redor a conversao borbulhava como um vinho caro, fale espumosa e tola 
das flores e os velhos tempos, sobre Paris e Dubln. Sobre os meninos. 
"Que formoso para que voc tenha uma famlia to grande," Christine estava dizendo ao Lottie. "Sempre fui sinto que Michael e eu no podia ter mais filhos. A 
pesar de que adorava a nosso filho, e logo em Rogam." 
"Um filho", murmurou Maeve. "Um filho no se esquece de sua me." 
 certo,  um vnculo especial. "Christine sorriu, com a esperana de suavizar a dureza ao redor da boca Maeve." Mas confesso que, sempre quis uma filha 
do prprio raio. Est benta com dois, a senhora Concannon. " 
"Maldito, mas bem." 
Trate dos cogumelos, Maeve. " Deliberadamente Lottie colher no prato alguns Maeve. Esto fritos em seu ponto. H uma mo fina, Brianna. " 
1learned a habilidade destes de minha av ", Brianna comeou." Sempre estava incomodando a seu Aceitar para mostrar a forma de cozinhar. " 
"E me culpam porque no escolheram a minha correia da estufa", atirou a cabea para trs Maeve. "Eu no gostar. Arrumado a que no passam muito tempo na cozinha, 

a Sra. Sweeney." 
"No muito, temo-me." Consciente de sua voz se esfriou, Christine feito o esforo para esclarec-lo de novo. "E vou ter que admitir que nenhum de meus 
esforos 
no pode aproximar-se do que nos serviu esta noite, Brianna. Rogam foi direito a elogiar a sua cozinha. " 
"Ela ganha a vida dela. Roupa de cama e estranhos de embarque." 
"Deixa-a em paz." Maggie falou em voz baixa, mas o olhar de seus olhos era to aguda como uma nota. "Deus sabe que ela abordou camas e voc tambm." 
"Como era seu dever. No h ningum nesta mesa pode negar que  obrigao de uma filha para cuidar de sua me. O que  mais do que tenho feito, Margarida Mara." 

"Ou nunca o farei, para contar suas bnes que Brie te tolera." 
"Eu no tenho a bno de contar, com meus prprios filhos me lanando fora de minha prpria casa. Ento me deixa, doente e sozinha." 
"por que, voc no esteve doente um dia, Maeve," disse Lottie complacncia. "E como pode que estar sozinho quando estou ali, dia e noite? " 
"E voc desenha um salrio semanal de estar ali. Deve ser meu prprio sangue tende mim, mas no. Minhas filhas do as costas, e meu tio, com sua formosa casa no 

Galway, 
no paga importa absolutamente." 
-O suficiente para ver que no trocaram, Maeve. " Niall a olhava com lstima. "Nem um pice. Peo desculpas, Chrissy, por mau comportamento de minha sobrinha." 

"Acredito que teremos nossa sobremesa na sala." Plido e tranqila, Brianna rosa. "Se quer entrar e sentar-se, o vou servir". 
"Muito mais acolhedor", coincidiu Lottie. "Eu te ajudarei, Brianna." 
"Se me desculpar, tio Niall, a Sra. Sweeney, eu gostaria de falar com minha me antes de reunir-se com voc." Maggie mantm seu assento, esperando at que a nfase 

habitao atada a cabo. "por que o faria?" -Perguntou Maggie Maeve. "por que estragar por ela? Teria sido to duro para lhe dar a iluso de uma noite 
em que fomos uma famlia?" 
A vergonha s afiada lngua Maeve. "No tenho iluses, e no h necessidade de impressionar  senhora Sweeney do Dubln." 
"Voc lhe impressionou da mesma maneira-mau. Nelas se flects em todos ns." 
"Crie que pode ser melhor que o resto de ns, Margarida Mara? Melhor porque traipse fora a Veneza ou Paris?" Com os ndulos branqueiam no bordo de 
a 
mesa, Maeve se inclinou para diante. "Crie que no sei o que estiveste fazendo com o neto de uma mulher? Prostituio por si mesmo sem um pingo de vergonha. 
Ah, ele v que tem o dinheiro e a glria que sempre quis. Voc s teve que vender o corpo e a alma para consegui-lo. " 
Maggie juntou as mos debaixo da mesa para tratar de deter o tremor. "Meu trabalho  o que vendem, assim possivelmente haja um ponto de minha alma. Mas a minha 
de 
meu corpo o dei a Rogam livremente.". 
Maeve empalideceu como suas suspeitas se confirmaram. "E voc ter que pagar por ela, como eu. Um homem de sua classe no quer nada mais dos gostos de voc 
que 
o que encontra na escurido." 
"Voc no sabe nada a respeito. Nada dele." 
"Mas eu te conheo. O que acontecer sua carreira muito bem quando voc descobre um beb em seu ventre?" 
"Se me encontrei com um menino para cri-lo, peo a Deus que faria um trabalho melhor que voc. Eu no daria todo o acima e me envolvo e o menino de cilcio pelo 

resto de meus dias. " 
"E isso que no sabe nada", disse Maeve bruscamente. "Mas seguir assim, e o far. Saber o que  deixar de ver sua vida e seu corao quebrado." 
"Mas no tinha por que. Outros msicos tm famlia." 
"Deram-me um presente." Para sua prpria misria, Maeve sentiu que as lgrimas queimam os olhos. "E como eu era arrogante, como voc, que foi tirada de mim. No 

h 
havido 
msica em mim do momento em que voc fez." 
"Poderia ter sido," Maggie em voz baixa. "Se o que queria o suficiente como." 
Wanted ? Inclusive agora Maeve podia sentir o batimento do corao velha cicatriz sobre seu corao. "Do que serve querer?" -perguntou. "Toda sua vida quiseste, 

e agora se 
arrisca 
a que o levaram pela emoo de ter a um homem entre suas pernas." 
"Ele me ama", Maggie se ouviu dizer. 
"Um homem fala com facilidade de amar na escurido. Nunca ser feliz. Nascido no pecado, viver no pecado, morrer no pecado. E sozinho. Justo quando estou 
sozinho." 
"Tem-me feito odiar trabalho de sua vida, e um bom trabalho que tem feito dela." Pouco a pouco, com passo inseguro, Maggie se levantou. "Sabe o que me assusta, 
me 
assusta at o osso? Odeio-me porque te v quando me olha. Deus me ajude se tiver razo." 
Ela fugiu da habitao, e na noite. 
* * * 
O mais difcil de tragar a plula se desculpa. Maggie se postergou demolio, distraindo a si mesmo, mostrando Christine e Niall seu estudo. Na fria luz da 
amanh, 
o desagradvel da noite anterior um pouco imprecisa. Ela foi capaz de acalmar ao explicar as distintas ferramentas e tcnicas, inclusive, quando Niall insistiu, 

tratando de nibus atravs de seu sopro primeira borbulha. 
"No  uma trompetista". Maggie estreitou a mo no tubos quando comeou a levantar alto. "Fazer-se ver como que no fazem mais que ho vidro quente se derrame 
por toda parte." 
"Acredito que fico com meu golfe". Lhe piscou os olhos um olho e se voltou o tubo de costas a ela. "Um artista o suficiente da famlia." 
"E realmente fazer seu prprio copo." Christine se passeavam pela loja, com calas a medida e uma blusa de seda. "Da areia." 
"E algumas outras coisas. Areia, inspida, cal. Viga Feld, dolomita. um pouco de arsnico". 
"Arsnico". Christine olhos como pratos. 
"E isto e o outro", disse Maggie com um sorriso. "Guardo minhas frmulas de perto, como um mago com um feitio. Dependendo de que cor o deseja, adicionar outros 

produtos 
qumicos. Vrias mudanas corantes em diferentes copos ent apie. Cobalto, cobre, mangans. Logo esto os carbonatos e os xidos. O SENIC ar  um xido de 
excelente ". 
Christine olhou dudosamente aos produtos qumicos Mag gie mostrou. "Eu acredito que seria mais singelo fundir vidro utilizado ou comercial". "Mas no  tua ento, 

no?" 
"No me dava conta que tinha que ser um qumico, assim como um artista." 
"Nossa Maggie sempre tinha sido um um brilhante". Niall abriu um brao sobre seu ombro. "Sarah foi sempre me escreve brilhante que estava na escola, 
que doce disposio Brianna'S." 
"Isso foi tudo", disse Maggie com um sorriso. "Eu era brilhante, Brie era doce." 
"Ela disse que era brilhante Brie tambm", disse Niall incondicionalmente. 
"Mas arrumado a que nunca me disse que era doce." Maggie se voltou a roar seu rosto com seu casaco. "Estou muito contente de voltar a verte. No me dava conta 
o 
feliz 
que seria." 
-J te esqueci desde que Tom morreu, Maggie Mae ". 
"No. Todos tnhamos nossas prprias vidas, e Brie e eu entendia que a me no o fazem fcil para que voc visita. Quanto a isso ... "Ela se tornou atrs, 
tomou 
uma respirao profunda." Eu gostaria de pedir desculpas pela ltima noite. No deveria hav-la provocado, e certamente no deveria ter deixado sem dizer boas 
noites. " 
"No h necessidade de desculpas de voc, ou da Brianna como lhe hei dito hoje j". Niall acariciou a bochecha do Maggie. "Maeve se tinha posado em seu estado de 

nimo 
antes de sua chegada. Voc provocado nada. Voc no tem a culpa da forma que escolheu ir pela vida, Maggie." 
"Se for ou no, sinto-o de noite se sentia incmodo." 
"Chamaram-me que iluminao," disse Christine com calma. 
"Suponho que foi," Maggie esteve de acordo. "Tio Niall, alguma vez escuto cantar?" < P> 
"Eu o fiz. Bonito como um rouxinol, para estar seguro. E inquieto, como um desses grandes felinos que v enjaulado no zoolgico. Ela nunca foi uma garota 
fcil, Maggie, feliz s quando a gente se cala e escuta sua msica . " 
-Ento, ali estava meu pai. " 
-Ento no era Tom. Pelo que me dizem que eram cegos e surdos a tudo menos a outros. Talvez o um ao outro tambm. " Acariciou-lhe a mo grande por seus 
cabelos. "Poderia ser nenhum deles viu o que havia dentro at que foram obrigados. E quando o fizeram, o que viram era diferente do que esperava. 
Deixou que esse amargo ela." 
"Crie que se no se encontraram, teria sido diferente?" 
Sorriu um pouco e manteve a mo suave. "Estamos sacudidos pelos ventos do destino, Maggie Mae. Uma vez que termina onde sopram ns, que fazemos de ns 
mesmos o faremos". 
"Sinto-o por ela", disse Maggie em voz baixa. "Nunca pensei que poderia ser." 
"E o tem feito bem por ela." Beijou-a na frente do Maggie. "Agora  tempo para fazer o que quiser." 
"Estou trabalhando nisso." Ela voltou a sorrir. "Muito duro nisso" 
Satisfeito de que era o momento oportuno, Christine tomou a palavra. "Niall, seria um carinho e me d um momento com o Maggie?" 
"Girl Talk, verdade?" Sua cara redonda aumentou em sorrisos. "Tome seu tempo, vou dar um passeio." 
"Agora bien-comeou ao Christine logo que a porta se fechou detrs do Niall. "Tenho uma confisso. Eu no fui  sala da direita depois de ontem  noite. Voltei, 

pensando que poderia ser capaz de suavizar as coisas. "Maggie baixou os olhos para olhar ao cho." Vejo ". 
"O que fiz, grosseiramente, escuta-se. Tomou meu controle no todos os navios que nesse quarto e lhe dar a sua me um pedao de minha mente." 
"S se tm feito costure piores". "Qual foi por que no ceder  tentao, embora tivesse sido uma grande satisfao." tem Chris tomou pelos braos do Maggie, 
deu-lhe uma pequena sacudida. "Ela no tem idia do que tem em vs." 
"Talvez ela sabe muito bem. vendi parte do que sou porque h uma necessidade em mim, ao igual a h nela, por mais". 
"Ganhaste-te mais". "Se me ganhaste isso, ou recebeu como um presente, no troca as coisas. Queria estar contente com o que tinha, a Sra. Sweeney. Quis tanto 
ser, porque do contrrio estaria admitindo que no tinha sido suficiente. Que meu pai nos tinha falhado, e no o fez. Rogam Antes entrou por essa porta, eu 
estava 
contente, ou me tinha falado na crena de que poderia ser. Mas a porta est aberta agora e tive o gosto dela. Eu no tenho feito o trabalho uma hora 
decente em uma semana ". 
"por que crie que ?" "Ele empurrou a um rinco, por isso. No pode ser para mim mais, no posso ser para mim mais. trocou isso. No sei o que fazer. Sempre sei 

o que 
fazer." 
"Seu trabalho vem atravs de seu corao. Isso  evidente para qualquer que tenha visto pulg Talvez voc est bloqueando seu corao, Maggie. " 
"Se eu for,  porque tenho que faz-lo. No vou fazer o que fez. Tampouco o fez meu pai. No vou ser a causa da misria, ou a vtima dela." 
"Acredito que voc foi vtima dela, minha querida Maggie. Est deixando que se sinta culpado por ter xito, ainda mais culpado por albergar a ambio de 
ter 
xito. E acredito que te nega a deixar sair o que h em seu corao, porque uma vez o faz, voc no ser capaz de levar a de volta, apesar de que a celebrao 
em te est fazendo infeliz. Est apaixonado por Rogam, no? " 
"Se o estiver, trouxe-o para si mesmo." 
"Estou seguro de que vai tratar com ele de maneira admirvel." Maggie se deu volta para ferramentas aleatria em um banco. "Nunca a conheci. Acredito que me assegurei 

de que no queria nem mesmo ele no podia ver que era como ela. Moody e meia, descontentes." 
"Lonely", disse Christine em voz baixa, e assinalou aos olhos do Maggie ao dele. "Ela  uma mulher solitria, Maggie, por culpa de ningum mais que a sua. Vai a 

ele ningum 
mais que a ti se estiver sozinho, tambm." Vindo para diante, tomou as mos do Maggie. "No sabia que seu pai, mas deve haver alguma dele em ti tambm". 
"Sonhava. Eu tambm." 
E sua av, com sua mente rpida e temperamento preparado. Ela est em ti tambm. Niall, com sua luxria para a vida maravilhosa. Todo isso est em voc. Nada de 

isto constitui o conjunto. direito Mall se trata disso, Maggie. Assim que a direita. Voc te fazer o que queira. " 
"Pensei que eu tinha. Pensei que sabia exatamente quem era e queria ser. Agora est tudo misturado em minha cabea." 
"Quando a cabea no lhe dar a resposta, o melhor  escutar a seu corao." 
"Eu no gosto da resposta que me est dando." 
Christine se ps-se a rir. "Ento, minha querida menina, voc pode estar absolutamente seguro de que  a correta." 
Captulo XX 
BYmidmorning, sua solido colocou a seu redor, Maggie se incorporou a sua pipa. Duas horas mais tarde o navio se queimou foi arrojado de novo na sucata 
de 
vidro fundido. Ela estudou minuciosamente seus esboos, rechaou-os, tratou outros. depois de franzir o cenho no unicrnio que tinha estabelecido em uma prateleira, 

voltou-se para suas tochas para o trabalho do abajur. Mas logo que tinha tomado uma varinha de vidro antes de que a viso se desvaneceu. Ela olhou a ponta 
da varinha de imerso, derretem-se, comeam a decair. Apenas o pensamento do que estava fazendo, ela comeou a cair os pedaos de vidro fundido 
em 
um recipiente com gua. Alguns romperam, outros sobreviveram. Ela tomou um cabo pela ponta para estudar. Apesar de que se formou pelo fogo, que 
foi 
bem agora, em forma de lgrima. Uma queda do Prince Rupert, nenhuma novidade mais de um artista do vidro, um menino poderia criar. Esfregar a queda de um entre 
os 
dedos, a levou a seu polarizem. Atravs do lente das tenses internas na gota estalou em um arco ris de cores deslumbrantes. At aqui, pensou, 
dentro 
de to pouco. deslizou-se a queda no bolso, tirou vrios mais da cubeta. Mover com cuidado estudados, que fechou seus fornos. Dez minutos depois estava caminhando 

na cozinha de sua irm. 
"Brianna. O que v quando me olha?" 
Soprando um cabelo perdida de seus olhos, olhou para cima e Brianna continuou a amassar sua massa de po. "Minha irm,  obvio." 
-No, no. Prove por uma vez no ser to literal-mente. O que  o que v em mim? " 
"Uma mulher que parece estar ao bordo de algo, sempre. Algum que tem a energia suficiente para me cansar at o osso. E a ira." Brianna olhou as mos 
de novo. "A ira que me faz triste e lamentvel". "O egosmo?" 
Sobressaltado, Brianna olhou de novo. "No, no  isso. No sempre. Isso  um defeito que nunca vi em ti." 
"Mas outros?" 
"H suficiente deles. O que, quer ser perfeito?" 
O tom depreciativo havia Maggie fazendo uma careta. -Ainda est molesta comigo a respeito da noite anterior. " 
"Eu no sou, no." Com renovado vigor Brianna comeou a golpear a massa. "Com meu mesmo, com posturas circunstncias, com o destino, se o desejar. Mas no com voc. 

No era tua, e Deus sabe que me advertiu que no ia funcionar. Mas eu gostaria que no sempre saltam a defender mim ". 
"No posso evit-lo." 
"Sei." Brianna alisou a massa em um montculo e a guardou em um recipiente por um segundo aumento. "Ela se comportou melhor depois de que se foi. E um 
pouco de vergonha, parece-me. antes de ir me disse que tinha cozinhado uma comida agradvel. No  que se comeu nada disso, mas ao menos ela o disse". 
"tivemos pior ao entardecer." 
Essa  a verdade de Deus. Maggie, ela disse algo mais. " 
"Ela diz muitas coisas. No vim a passar todo isso." 
"Tratava-se dos candelabros", contin uacin Brianna, e Maggie havia se levantando ambos os frentes. 
"Qual deles?" 
Os que havia no aparador, as que me tinha feito o ano passado. Ela disse que o bonito trabalho que estavam ". 
Com uma gargalhada, Maggie sacudiu a cabea. "Voc esteve sonhando." 
"Eu estava acordado e de p em meu prprio corredor. Olhou-me e me disse. E ela seguia ali, me olhando at que entendi que no podia dizer a voc mesma, mas ela 

queria que soubesse ". 
"por que teria que faz-lo?" Maggie disse vacilante. 
"Acredito que foi uma espcie de desculpa, por isso passou entre vocs no comilo. o melhor que podia fazer. Quando ela viu que eu a entendia, comeou no 
Lottie 
novo, assim que os dois deles abandonaram a forma em que ' d vm pulg Argumentando ". 
"Bom". Maggie no tinha idia de como reagir, como se sente. Sem descanso, com os dedos a mo no bolso para jogar com as gotas de cristal liso. 
" um pequeno passo, mas um passo que ". A passo acelerado, Brianna comeou  farinha de p nas mos na preparao para amassar o po que vem. "Ela 
 feliz na casa que voc lhe deu, embora ela no sabe ainda." 
"Voc poderia ter razo." Sua respirao se enganchou um pouco como ela o soltou. "Espero que esteja. Mas no prever alguma comidas familiares mais no futuro 
prximo". 
Isso no o farei. " 
"Brianna ..." Maggie duvidou, terminou pelo olhar impotente cin a sua irm. "Estou conduzindo ao Dubln na atualidade." 
"OH, voc ter um comprido dia, ento. Vocs sejam necessrios na galeria? 
-No me vou ver Rogam. Estou bem vai dizer lhe que no vou ver o de novo, ou que vou casar me com ele. 
"Te case com ele?" Brianna coxeando a seguinte bola de massa. - voc pediu que se casasse com ele? " 
"A ltima noite que estivemos na Frana. Disse-lhe que no, absolutamente no. Disse-o a srio. Ainda poderia.  por isso que estou dirigindo, para me dar tempo 

para pensar nisso. Dei-me conta que tem que ser um ou o outro. "Ela tocou o vidro cai no bolso." Assim vou, e eu queria lhes dizer. " 
"Maggie" Brianna ficou com as mos cheias de massa, olhando  porta de atrs lhe atirando. 
O pior no era encontr-lo em casa e saber que devesse ter consultado antes de fazer a unidade. Na galeria, seu mordomo lhe havia dito, mas quando chegou 
ali, 
amaldioando o trfico do Dubln at o final, j se tinha ido e no caminho a seu escritrio. Uma vez mais, o sentia falta de, por no mais de cinco minutos, se 
o 
informou. Ele w como a partida para o aeroporto e um vo a Roma. ficou ateno atravs de uma chamada ao telefone de seu carro? Ela no o faria, Maggie 
decidiu, tropear com uma das decises mais importantes de sua vida atravs do telefone. Ao final, ficou de novo em seu caminho e fez o comprido viaje, sozinha 

de novo a Clara. Era fcil chamar um parvo. E a si mesmo dizer que ela era melhor que no hav-lo encontrado. Esgotado pelas horas de conduo, dormia como 
um tronco at o meio-dia do dia seguinte. Logo tratou de trabalhar. 
"Quero que o buscador da vanguarda, e a Trada centrado, precisamente." 
Rogam estava na sala de exposio ao sol lavagens do AI no mundo da Galeria, Roma, vendo seu pessoal de organizar o trabalho do Maggie. As esculturas 
ficou de p e na decorao rococ douradas. O veludo vermelho pesada que tinha eleito para cobrir os pedestais e mesas acrescentado um toque real. Algo que 
ele estava seguro de que Maggie se queixaram, mas que convinha a clien televiso desta galeria particular. Olhou o relgio, murmurou para si em voz baixa. Tinha 

uma 
reunio em vinte minutos. No havia nada que fazer, pensava como ele chamava a outro pedido de um ajuste dos minutos. ia chegar tarde. a influncia do Maggie, 
sups. Ela tinha corrompido seu sentido do tempo. 
"A galeria se abre em quinze minutos", que r mentalidade do pessoal. "Conte com um pouco de imprensa, e ver que cada um deles receber um catlogo." Olhou a 
habitao uma ltima vez, observando a colocao de cada pea, a tampa de cada queda. "Bem feito". 
Ele saiu  luz do sol da Itlia, onde seu chofer esperou. 
"Est-me fazendo tarde, Carlo". Rogam trocado em seu assento e abriu sua maleta. 
Carlo sorriu, colocou a tampa do chofer mais deso na frente e flexiona os dedos como um pianista de concerto preparando para lanar em um arpejo. "No por muito 

tempo, signore". 
Para crdito de Rogam, que logo que levantou uma sobrancelha como o carro saltou como um tigre da calada, grunhindo e grunhindo aos carros que cortar. Preparando-se 

na 
esquina da praa, Rogam dirigiu sua ateno a uma lista de figuras de seu ramo romana. Tinha sido um ano excelente, decidiu. longe da bonana de escalonamento 
de meios dos oitenta, mas o suficientemente boa. Ele pensou que talvez o melhor era que os dias em que uma pintura pode exigir hun centenas de milhes 
de libras em um leilo tinham terminado. A arte, com to alto preo, era muito freqentemente ocultos em uma abbada at que foi to desangelado como lingotes de 

ouro. 
Ainda assim, foi um ano rentvel. O suficientemente rentvel, pensou, que podia pr em prtica sua idia de abrir outra sucursal mais pequena do Mundial de largura, 

que mostram e vendem somente as obras de artistas irlandeses. Tinha sido um germe em sua mente durante os ltimos anos, mas ultimamente, s ultimamente, 
tinha crescido. Uma pequena, acolhedora galeria-incluso muito acessvel, da decorao at a arte mesmo. Um lugar que convida  navegao, com a arte de 
boa qualidade aprecio em uma fila que convida a ser dono. Sim, ele pensava que o tempo estava perfeito. Absolutamente perfeita. 
O carro parou em seco, mas todos os cria como um semental. Carlo saiu a toda pressa para abrir a porta de Rogam. "Voc est a tempo, signore". 
"Voc  um mago, Carlo." 
Rogam, durante trinta minutos com o chefe do ramo romana, o dobro que em uma reunio da junta, continuando, concedeu entrevistas back-to-back "para promocionar 

a excurso Com-canho. Vrias horas se dedicaram a estudar propostas de aquisio de Roma j os artistas reunio. Ele tinha previsto voar a Veneza de noite 
e sentar as bases para t que a prxima parada do tour. Medio de seu tempo, escapou para colocar umas quantas chamadas o Dubln. 
"Jos". 
"Rogam, como est Roma? 
"Sunny. terminei aqui. Teria que estar em Veneza por sete a mais demorar. Se houver tempo, vou pela galeria ali esta noite. Do contrrio, vou fazer 
o dia de amanh preliminares." 
"Tenho a programao aqui. Estar de volta em uma semana?" 
"Antes, se eu o posso dirigir. Algo que deveria saber?" 
"Aiman foi pulg comprei dois esboos de sua rua. So razoavelmente boa". 
Isso est bem. Tenho uma idia que poderia ser capaz de vender mais de seu trabalho depois da primeira parte do ano. " 
"OH?" 
"Um projeto vou discutir com voc quando retornar. Algo mais? " 
"Vi sua av e seu amiga fora ao Galway." 
Rogam grunhiu. "Trouxeram-lhe para a galeria, verdade?" 
"Queria ver alguns dos trabalhos na configurao adequada. Maggie  todo um personagem." 
"Certamente o ." 
"Ah, e falando do Maggie, foi por princpios desta semana." 
"por a? No Dubln, para que?" 
"No o disse. Ela espcie de traos na entrada e sada. Nem sequer falar com ela eu. Ela fez um envio, com o que parece ser uma mensagem para ti." 
"Que mensagem?" 
"' azul'". 
os dedos de Rogam se deteve em seu caderno. "A mensagem  azul?" 
-No, no, a mensagem diz: " azul."  uma pea preciosa, mais delicada e esbelta. Appar ently pensou que saberia o que queria dizer. " 
"Eu". Sorriu para si mesmo, esfregando a ponte do nariz. " para o conde da Lorena, de Paris. Um presente de bodas para sua neta. Querer contato com ele." 
-Farei-o ento. OH, e parece que Maggie estava por seu escritrio, e a casa tambm. Suponho que ela estava procurando por alguma razo. " 
"Assim parece." debateu-se um momento e logo atuou no instinto. "Jos, me faa um favor contate  galeria em Veneza. lhes diga que vou demorar uns dias." 
"Eu gosto do. Alguma razo?" 
"Eu o farei saber. Patricia D o melhor possvel. Estarei em contato". Maggie tamborilar os dedos sobre uma mesa na Lei de Ou'Mau, deu uns golpecitos com o 
p, deixou escapar um comprido suspiro. "Tim, dar-me um sndwich de corredor de apostas a ir com esta pinta? No posso esperar a que todos os sangrentos depois 

do meio-dia com o estmago vazio Murphy". 
"Feliz de faz-lo. Tem uma entrevista, verdade? Ele sorriu de mais da barra, retorcia-se as sobrancelhas. 
"Ah. O dia em que a data do dia do Murphy Muldoon perco o que fica de minha mente. Disse-me que tinha um assunto no povo e que me encontro isso aqui." Ela 
golpeou a caixa no cho com ela. "Tenho seu presente de aniversrio para sua me." 
"Algo que fez, ento?" 
-Sim. E se ele no est aqui pelo tempo que terminei que comer, ele ter que dever buscar ele mesmo. " "Alice Muldoon," disse David Ryan, que estava sentado 
no bar fumando um cigarro. "Ela viver at o Killarney agora, no?" 
"Ela", de acordo ao Maggie. "E foram estes ltimos dez anos ou mais." 
"No crie que a tinha visto ao redor. Casado de novo, fez-o, depois do Rory Muldoon passou?" 
"Ela o fez." Tim tomou a histria enquanto construa uma pinta do Guinness. "Casado um nome mdico rico do Golin Brennan." 
"Kin ao Daniel Brennan." Outro patro recolheu o relato, meditando sobre seu prato de guisado. "Voc sabe, que tem uma loja de mantimentos no Clarecastle". 
-No, no. " Tim negou com a cabea enquanto se dirigia a servir Maggie seu sandwich. "'Familiares Tisn't ao Daniel Brennan, mas ao Bobby Brennan do Newmarket on 

Fergus. 
"Acredito que te equivoca nisso." David assinalou com a bituca de seu cigarro. 
"Arrumado a duas libras nele." 
"Feito. Pediremos Murphy si mesmo." 
"Se alguma vez chegue aqui", murmurou Maggie, e a mordeu seu sandwich. "A gente pensaria que no tenho nada melhor que fazer que sentar-se aqui fazendo girar os 

polegares." 
"Eu sabia que uma vez Brennan." O velho ao final da barra tomou a palavra, deteve-se, fez estalar um anel de fumaa preguiosa. "Frankie Brennan, foi, desde 
Ballybunion, onde vivi quando era menino. Uma noite ia caminhando a casa do bar. Se um cheio de cerveja, fez-o, e nunca teve a cabea por ela." 
Soprou outro anel de fumaa. O tempo passou, mas ningum falou. Uma histria estava em floraes. 
"Assim que se foi caminhando a casa, cambaleando-se um pouco, e abrangem um campo de cortar o caminho. Havia uma colina de fadas, e em sua estado de embriaguez, 

que pisava 
direito sobre ela. Bom, um homem deve saber melhor, bbado ou sbrio, mas Frankie Brennan tem menos de sua parte quando o Senhor se deprimiu sentido. Agora, 
 obvio, as fadas teve que lhe ensinar maneiras e o respeito, por isso atirou fora toda a roupa enquanto se dirigia a sua assombrosa atravs do campo. E chegou 

a sua casa, completamente nu, mas sim por seu chapu e um sapato. "Fez outra pausa, sorriu." Nunca se encontrou o outro sapato. " 
Maggie deu um grito de risada apreciativa e apoiou os ps sobre a cadeira vazia frente a ela. Podiam manter Paris e Roma e o resto, pensou. Estava justo onde 
queria 
estar. Logo caminhou pulg Rogam Sua entrada ganhou umas quantas olhadas, as avaliaes. No era freqente que um homem em um traje to formoso passeio em Ou'Malley 

em uma tarde nublada. Maggie, a jarra de cerveja quase at os lbios, congelou-se como a pedra. 
"bom dia. H algo que possa conseguir?" -Perguntou Tim. 
"Uma pinta do Guinness, obrigado." Rogam se apoiou contra a barra, sorriu ao Maggie enquanto que Tim de fechar a torneira. "bom dia, Margarida Mara." 
"O que est fazendo aqui?" 
"por que, estou a ponto de ter uma pinta". Sem deixar de sorrir, deslizou-se pela barra de moedas. "Voc est procurando tambm." 
"Pensei que estava em Roma." 
"Eu estava. Seu trabalho demonstra bem ali." 
"Estaria voc Rogam Sweeney, ento?" Tim se deslizou o copo a Rogam. 
-Faria-o, sim ". "Estou Ou'Malley, Ou'Malley Tim". depois de limpar a mo pela plataforma, Tim teve Rogam e bombeado. "Eu era um grande amigo do pai do Maggie. 

Teria sido satisfeito com o que est fazendo por ela. Satisfeito e orgulhoso. comeamos um livro de lembranas, meu Deirdre e eu" 
"Eu lhe prometo que irei acrescentando  mesma. Senhor Ou'Malley, h algum tempo por vir". 
"Se tiver vindo a ver se tiver que trabalho que lhe mostre", chamou o Maggie a cabo, "eu no. E no se se voc respirar na nuca". 
"No vim a ver seu trabalho." Fazendo uma piscada ao Tim, Rogam se aproximou do Maggie. sentou-se a seu lado, tomou o queixo na mo e a beijou brandamente. E a 

beijou larga. "vim a verte." 
Deixou escapar o flego que tinha esquecido que estava contendo. Um olhar com o cenho franzido no bar tinha a curiosos dirijam sua ateno em outra parte. 
Ou fingindo. 
"Tomou seu valioso tempo." 
"J haver tempo para que me perca." 
"Quase no trabalhei nada desde que foi." devido a que era difcil de admitir, ficou com os olhos fixos em seu copo. "comecei e se deteve, comeou 
e se deteve. Nada est saindo como eu quero que faa. No me importa muito este sentimento, Rogam. No me importa para ele absolutamente." 
"Que sentimento  esse?" 
Lhe lanou um olhar de debaixo das pestanas. "Eu estive desaparecido. Cheguei ao Dubln". "Sei." Jogou com os extremos de seu cabelo. Tinha um pouco, disse, 
e se perguntou quanto tempo passaria antes de que fora golpeado de novo com seu eu, como ela disse que s vezes o fazia. "Foi muito difcil chegar para mim, Maggie?" 

-Sim, foi. Por mais que o que tenho feito. Ento, no estavam ali. " 
"Estou aqui agora." 
Ele era. E ela no estava segura de poder falar em nome dos batimentos do corao de seu corao. H coisas que quero te dizer. No o he- interrompeu ao abri-la 

porta, 
entrou e Murphy "OH, aperfeioar seu momento ." 
Murphy indicou ao Tim antes de dirigir-se para o Maggie. "Voc teve o almoo, pois. Em uma tura GS casual, raspou uma cadeira e lhe arrebatou uma de suas fichas. 

Trouxeste-o? 
"Eu o fiz. E voc me fez esperar a metade do dia." 
" apenas uma." Olhando Rogam, Murphy se comeu a outro dos chips do Maggie. -Ser-se Sweeney, verdade? " 
"Eu o faria." 
-Foi o traje ", explicou Murphy. "Maggie disse como se vestem assim todos os dias era domingo. Estou Murphy Muldoon, vizinho do Maggie." 
O primeiro beijo, Rogam recordava, e se deram a mo como com precauo como Murphy. " bom conhec-lo." 
-E voc. " Murphy se inclinou para a cadeira sobre suas patas traseiras como o fez sua medio. "Quase se poderia dizer que sou um irmo do Maggie. Como ela no 

 
o homem a olhar para fora para ela." 
"E ela no  uma necessidade", atirou ao Maggie. Ela teria chutado a cadeira do Murphy de debaixo dele se no tinha sido o suficientemente rpido como para no 
deix-la 
cair em seu lugar outra vez. "vou olhar para fora para mim muito bem, obrigado". 
"Assim que ela me contou muitas vezes." Rogam dirigida Murphy. "Mas a necessidade ou no, ela tem uma." 
A mensagem que se transmite, macho a macho. depois de um momento de reflexo, Murphy assentiu com a cabea. "Isso est bem, ento. Trouxe ou no, Maggie?" 
"Se que o fiz." Em um movimento de impacincia, inclinou-se para agarrar a caixa do piso e a ps sobre a mesa, entre eles. "Se no fora por minha afeio 
de sua me, que o havia bash sobre sua cabea." 
"vai estar agradecido de que voc mesmo contida." Como Tim plunked abaixo outra cerveja Murphy abriu a caixa. Isto  grandioso, Maggie. vai estar contente ". 
Rogam imaginado assim. A terrina de cor rosa plido foi to fluido como a gua, agitando seus lados at o final em cristas delicado. O cristal estava to magro, 

to frgil, que podia ver a sombra das mos do Murphy atravs dele. 
"Voc lhe desejamos um feliz aniversrio para mim tambm." 
"Farei-o." Murphy desnatada em um dedo da mo calosa sobre o cristal antes de coloc-la na caixa. "Cinqenta libras, no?" 
-Foi. " Maggie lhe tendeu uma mo, palma para cima. "Cash". 
Fingindo relutncia, Murphy se arranhou a bochecha. "Parece-me muito caro para uma pequena terrina, Maggie Mae-que nem sequer pode comer. Mas minha me gosta das 

tolas, coisas inteis." 
-Segue falando, Murphy e price'll o ir para acima. " 
-Cinqenta libras. " Sacudindo a cabea, Murphy jogou mo a sua carteira. Ele contou os projetos de lei na mo estendida. "Voc sabe que eu poderia ter tido 
seu todo um conjunto de pratos para isso. E talvez uma nova frigideira bem" 
"E ela te tivesse golpeado na cabea com ela." Satisfeito, Maggie colocou os bilhetes de distncia. "Nenhuma mulher quer uma frigideira para seu aniversrio, e 
qualquer 
homem que pense que no merece as conseqncias." 
"Murphy". David Ryan se moveu sobre seu tamborete. "Se voc terminou seu transao no, temos uma pergunta para voc cin." 
-Ento vou ter que responder a ela. " Retomando sua cerveja, levantou-se Murphy. - um fino traje, o Sr. Sweeney. " afastou-se para resolver a aposta de 
a Brennan. 
-Cinqenta libras? Rogam murmurou, assentindo com a cabea para evitar o quadro do Murphy tinha deixado sobre a mesa. "Voc e eu somos conscientes de que voc 
poderia conseguir mais de vinte vezes mais." "E o que?" Imediatamente a defensiva, que empurrou sua taa a um lado. " meu trabalho, e vou pedir que o que me agrade. 

Tem sua maldita clusula de exclusiva, Sweeney, por isso me pode demandar se voc tem gosto para romp-lo, mas no ter a taa." 
"Eu no o fez-" 
"Dava- minha palavra ao Murphy," canho dela. "E a tratar de fazer. Voc pode ter seu maldita vinte e cinco por cento das cinqenta libras. Mas se dito fazer 
algo para um amigo" 
"No foi uma queixa." envolveu-se a mo a seu redor um punho. "Foi um completo. Voc tem um corao generoso, Maggie." 
Com o vento to exitosamente despojado de suas velas, suspirou. "Os peridicos dizem que no estou para fazer algo que no vai com voc. "Os peridicos 
dizem que" ele esteve de acordo. "Imagino que seguirei grunhindo sobre ele, e vai deslizando em seus presentes amigos quando melhor lhe convenha." Lhe lanou uma 

olhar de debaixo de suas pestanas, to descaradamente culpado, ps-se a rir. "Vejo que voc poderia ter demandado a uma ou duas vezes durante os ltimos meses. 

Podemos fazer o que algum chamaria um acordo paralelo. No vou tomar minha percentagem de suas cinqenta libras, e far algo por minha av para Natal. " 
Ela assentiu com a cabea baixou os olhos outra vez. "No se trata s de dinheiro, quer dizer, Rogam? Temo-me que  s vezes, que hei deixa que seja. Porque eu 
gosto 
do 
dinheiro, j v. Eu gosto de muito, e tudo o que com ela. " 
"No se trata s de dinheiro, Maggie. No se trata s de projees de champanha ou recortes de peridicos ou as partes em Paris. Estas so s adornos. Do que 
trata realmente  o que est dentro de ti, e tudo o que se que se dedica  criao do belo, o nico e surpreendente da. " 
"No posso voltar atrs, v. No posso voltar para as coisas como eram, antes que voc." Ela o olhou ento, o estudo de sua funo pela caracterstica da cara 
enquanto sua mo estava morna sobre a sua. "Vai dar uma volta comigo? H algo que quero te mostrar." 
"Tenho um automvel fora. J hei guardar a bicicleta na mesma." 
Ela teve que sorrir. "Eu deveria ter sabido que o faria." 
Com um vento queda no ar, e as folhas uma exploso de cor, dirigiam-se para o Loop Hea. longe da estreita estrada, derramando as costas como o mar 
mesmo, colheram-se os campos e as profundidades, verde, bela e muito especial para a Irlanda. Maggie viu a pedra que caiu arroja pareceram diferentes do 
que 
tinha quando ela tinha viajado por esta estrada de quase cinco anos antes. A terra estava ali, e a gente tendia, como sempre. Sempre o faria. 
Para ouvir o mar, cheirava a primeira picada aguda da mesma no ar, seu corao deu um tombo. Apertou com fora os olhos, abriu-os de novo. E ler o pster. 
PUB estender at Nova Iorque. 
vamos navegar at Nova Iorque, Maggie, e tm uma pinta? 
Quando o carro parou, ela no disse nada, s saa para deixar esfriar a bofetada do vento sobre sua pele. Chegar  mo de Rogam, ela o sustentou enquanto 
caminhavam pelos atalhos debulhados at o mar. A guerra continuou, das ondas contra a rocha no acidente eco e assobios que era eterno. A nvoa se havia 
dobrado para dentro, de maneira que no existia uma fronteira entre o mar e o cu, s uma taa de largura, suave gama de cinzas. 
"No estive aqui em quase cinco anos. Eu no sabia que havia alguma vez voltaremos a estar assim". Ela apertou os lbios, desejando o punho ao redor de seu corao 

afrouxe-se, s um pouco. "Meu pai morreu aqui. Tnhamos sado juntos, s ns dois. Era inverno e o intenso frio, mas amava a este espao mais que nenhum 
outro me ocorre. Eu tinha vendido algumas peas que dia a um comerciante no Ennis, e tnhamos celebrado em lleys Ou'MA ". "Voc foi a ss com ele?" O horror 
do reduziu Rogam como um estoque. No podia fazer nada por ela, a no ser atirar dela em seus braos e agarre-se. -Sinto muito, Maggie. Sinto-o muito. " 
Lhe roou a bochecha sobre a suave l da capa de Rogam, captou a essncia dele nela. Deixou que seus olhos se fecham. "Falamos, sobre minha me, seu matrimnio. 

Eu nunca tinha entendido por que ficou. Talvez nunca o farei. Mas havia algo nele que desejava, e que queria para mim e o que nunca de que Brianna desejo 
foi. 
Acredito que tm o mesmo desejo, mas Diat poderia ter a oportunidade de agarrar-se a ele. " 
tornou-se para trs para que pudesse lhe ver a cara enquanto falava. "Tenho algo para ti." Olhar ele, ela tomou uma das gotas de cristal de seu bolso, sustentou-o 

em sua palma. 
"Parece que uma lgrima." 
"Sim". Ela esperou a que ele a sustentou  luz e a estudou. 
esfregou-se o polegar sobre o vidro liso. " voc me dar suas lgrimas, Maggie?" 
"Talvez sou eu." Ela tomou outro de seu bolso. "Vem de cair vidro quente em gua. Quando o fizer, alguns pedaos imediatamente, mas que tm outros 
e forma. Forte." agachou-se e optou por uma rocha. Enquanto observava Rogam golpeou o cristal com o rock. "O suficientemente forte como que no se rompa o marco 

de um martelo." levantou-se de novo, a gota em bom estado. "Leva a cabo, j v. No faz nada mais longe de rebote o golpe e o brilho. Mas no h tal fim 
magra 
aqui e s toma um giro por descuido. "Ela tomou o extremo magro, arrastando entre seus dedos. O vidro se converteu em p inofensivo." foi-se, j v. 
Ao igual a nunca foi. " 
"Uma lgrima sai do corao", disse Rogam. "E no deve ser dirigido com cuidado. No vou romper a sua, Maggie, nem a minha contigo. 
"No" Deu um comprido suspiro. "Mas vamos a martelo de distncia com a suficiente freqncia. Somos to diferentes como a gua e o vidro quente, Rogam." 
"E como capazes de fazer algo forte entre ns". 
"Acredito que podemos. Entretanto, pergunto-me quanto tempo tinha passado em uma casa de campo no Clare, ou eu em uma casa cheia de serventes no Dubln." 
"Poderamos ir  regio central," disse, e • a viu sorrir. "Em realidade, hei-me dado que a matria lareira particular reflexo. A idia, Maggie, nego-se ciacin 

e o compromisso." 
"Ah, o homem de negcios, inclusive em um momento." 
Passou por cima o sarcasmo. "Eis planeja abrir uma galeria no Clare para chamar a ateno de artistas irlandeses." 
"Em Clara?" Logo depois de apartar cuidadosamente os cabelos ao vento, ela o olhou fixamente. "Um ramo de todo o mundo aqui no Clare? Voc faria isso por mim?" 

"Eu o faria. Temo-me que vou danificar o herosmo lhe dizendo que tinha pensado na idia muito antes de que te conheci. A concepo no tinha nada que ver 
contigo, mas a localizao o faz. Ou deveria dizer que ter que ver conosco. " Como o vento aumentou tirou sua jaqueta abotoada juntos e ela. "Acredito que Posso 

viver em uma casa ao oeste-condado para uma parte do ano, tal e como se podia viver com os funcionrios para o outro. " 
"Voc pensou tudo isto atravs." 
"Tenho, sim. Alguns aspectos so,  obvio, nego tiable". Estudou a gota de vidro novo, antes de introduzir-se no bolso. "H um, entretanto, que 
no 
-o." 
"E isso seria?" 
"A exclusividade de novo, Maggie, na forma de um contrato monio maro um prazo de por vida sem clusulas de escapamento". 
O punho apertado ao redor de seu corao todos os mais estritos. -Voc  um negociador duro, Sweeney. " 
"Eu sou". 
Olhou de novo ao mar, a pressa incessante de gua, a rocha indominable, e a magia que fizeram entre eles. "fui feliz sozinho", disse em voz baixa. "E fui infeliz 

sem ti. Nunca quis depender de ningum, nem a deixar que me importa tanto que poderia ser infeliz. Mas eu dependo de ti, Rogam." Brandamente levantou uma mo na 

bochecha. 
"E Te amo". 
A doura da audincia que pululavam por meio dele. Guiou a sua mo pelos lbios. "Sei." 
E o punho, muito forte ao redor de seu corao, afrouxou-se. "J sabe." Ela se ps-se a rir e sacudiu a cabea. "OH, deve ser muito bem para ter sempre razo." 

"Nunca foi algo mais fino." Ele a levantou em velo, fez-a girar uma vez antes de que seus lbios se encontraram e se aferrou. O vento se equilibrou, com cintas
ao redor deles, com aroma de mar morrer. "Se puder te fazem infeliz, Maggie, posso te fazer feliz assim."
Lhe apertou os braos apertados ao redor dele. "Se no ir fazer sua vida um inferno. Juro-lhe isso. Deus, eu nunca quis ser uma mulher."
"Voc ser o meu, e nos alegramos disso."
"vou ser teu." Ela levantou a cara ao vento. "E alegrava disso."
